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Anéis flexíveis para conter avalanches

janeiro 14th, 2011 by mariafro

Olhem que genial o vídeo sugerido pelo Augusto no FBI eu não tinha a menor idéia que isso já existia. Portanto, soluções de engenharia para minorar os estragos das avalanches e evitar tragédias  já existem, precisam é ser aplicadas.

É possível evitar tragédias como as do Rio: sistemas de proteção Geobrugg
Por: Augusto da Fonseca, no FBI
14/01/2011

Fim deste tipo de cena: proteção com sistema Geobrugg

Há tempos tento convencer administradores públicos a conhecer e investir nos sistemas de protação Geobrugg (clique aqui para saber mais sobre a empresa).
Não tenho sido muito bem sucedido, entretanto. Mas não desisto e apresento abaixo um vídeo que mostra a eficácia das soluções Geobrugg para riscos naturais como avalanches e deslizamentos de maciços como o verificado na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro.
Adianto que não ganho nada por isso. Conheci essa solução nas minhas andanças na Suiça e fiquei absolutamente encantado.
Não só é uma solução relativamente barata, como a empresa faz o projeto, implanta e ainda dá um seguro de alguns milhões de dólares como garantia.
Aí fica a minha sugestão.
Se vc estiver interessado, não me procure. Entre em contato com a Geobrugg, cujos dados estão aqui.

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  • Anéis flexíveis para conter avalanches – http://tinyurl.com/47jxjmp

  • RT @maria_fro Anéis flexíveis para conter avalanc.. http://bit.ly/gCxMdP #engenharia #geobrugg #infra-estrutura #para #no

  • Cabral, meu bom Cabral, assista esse video e anote no seu caderninho como uma das soluções possíveis prá lidar com o problema. Talvez não seja A melhor, mas é mesmo interessante, teria que ver como se aplicaria na região serrana do Rio.

    A Presidenta está fazendo bem o seu papel, liderando os trabalhos, colocando como meta inicial o pleno resgate e acomodação da população afetada, e em paralelo projetar a reconstrução, que se dará depois que a tormenta terminar, e que deverá (espero eu, esperamos todos) considerar levar essas famílias a lugares onde não há risco de deslizamentos.

    É impossível encontrar um lugar livre de qualquer risco num mundo que onde o aumento da capacidade destrutora dos cataclismas naturais é diário, mas sempre se pode ponderar e apontar os lugares menos sujeitos a problemas, e posteriormente tratar de se antecipar aos problemas, coisa que nunca prejudica ninguém, e costuma ajudar muito.

  • Anéis flexíveis para conter avalanches – http://tinyurl.com/47jxjmp via @maria_fro

  • RT @maria_fro: Caros, vcs já tinham visto isto? Anéis flexíveis para conter avalanches: http://bit.ly/eVx7cE

  • RT @polivocidade: RT @maria_fro: Caros, vcs já tinham visto isto? Anéis flexíveis para conter avalanches: http://bit.ly/eVx7cE

  • RT @maria_fro: Caros, vcs já tinham visto isto? Anéis flexíveis para conter avalanches: http://bit.ly/eVx7cE

  • Eu já havia visto,muito bom…RT: @maria_fro: Caros, vcs já tinham visto isto? Anéis flexíveis para conter avalanches: http://bit.ly/eVx7cE

  • RT @maria_fro: Caros, vcs já tinham visto isto? Anéis flexíveis para conter avalanches: http://bit.ly/eVx7cE

  • RT @maria_fro: Caros, vcs já tinham visto isto? Anéis flexíveis para conter avalanches: http://bit.ly/eVx7cE

  • RT @maria_fro: Caros, vcs já tinham visto isto? Anéis flexíveis para conter avalanches: http://bit.ly/eVx7cE // pra mim é novidade

  • Caros, vcs já tinham visto isto? Anéis flexíveis para conter avalanches: http://bit.ly/eVx7cE

  • Enchentes em SP: Culpa do DEM e PSDB
    O governo de São Paulo , leia-se PSDB enraizado no estado há 20 anos e a prefeitura, no comando do DEMO Kassab, da capital investiram em programas para reduzir as enchentes valores menores do que os estipulados em seus orçamentos nos últimos anos. Juntos, deixaram de aplicar quase R$ 170 milhões, o equivalente a toda verba destinada pelo governo Federal ao governo paulista nos últimos quatro anos para construir piscinões.

    Segundo levantamento da liderança do PT na Assembleia Legislativa paulista, R$ 639 milhões estavam previstos para serem aplicados no Programa de Combate às Enchentes do estado, de 2007 a 2010. Foram usados R$ 592 milhões, uma diferença de R$ 47 milhões. Quase metade da quantia estava reservada para a construção de piscinões, mas R$ 21,6 milhões não foram repassados.

    No caso da prefeitura, uma CPI concluída em dezembro passado, na Câmara Municipal, revelou que, de 2009 a 2010, o município não aplicou R$ 121,8 milhões da verba reservada para ações em prevenção e controle das enchentes, incluindo limpeza e manutenção de cerca de 3 mil quilômetros de galerias pluviais e 400 mil bocas de lobo.

    A CPI mostrou que a prefeitura não consegue gastar o que está no orçamento, apesar das necessidades. Todo o material da CPI foi encaminhado à prefeitura e ao Ministério Público para tomarem as providências cabíveis — disse o vereador José Américo (PT), da comissão.

    As inundações e mortes que viraram rotina em São Paulo na temporada de chuvas não são resultado só da quantidade acima da média de água. O plano de construção de piscinões na Região Metropolitana segue lentamente.

    Conhecido como Plano de Macrodrenagem, foi elaborado em 1998 para ser executado em 20 anos; mas 13 anos depois, só metade (49) dos reservatórios previstos saiu do papel. A falta de investimentos também ameaça a maior obra já realizada na capital para combater as inundações, o rebaixamento da calha do Rio Tietê, que custou R$ 1,7 bilhão. A interrupção por dois anos (2006 a 2008) do serviço de desassoreamento do rio e sua retomada em ritmo menor do que o necessário reduziram a capacidade de escoamento de água do Tietê e levou os paulistanos a conviveram com o retorno dos transbordamentos.