A mídia disse que Pagot disse e ele nega, cadê Ley de Médios?

Maria Frô
Por Maria Frô julho 12, 2011 12:12 Atualizado

Façamos um pequeno balanço da má-fé que impera na mídia velha brasileira.

Há pelo menos um mês Repórter Brasil publicou uma matéria informando que o DNIT sofria ação do Ministério Público por denúncias de trabalho escravo no PAC, isso mostra que o governo federal não estava alheio aos problemas do DNIT e que a demissão do Ministro dos Transportes e do secretário do DNIT não foi por causa de Veja (embora Veja quer fazer a sociedade brasileira acreditar que sim).

Reproduzi neste blog uma matéria com acusações sérias atribuídas a Pagot contra a presidenta Dilma e o ministro Paulo Bernardo e perguntei se Pagot além do bilhete azul queria processo.

Ontem no Jornal O Globo Paulo Bernardo se alterou com o que entendeu ser desrespeito da repórter e foi firme na afirmação de que nunca pediu nada a Pagot e, inclusive, pôs em questão se Pagot de fato teria feitos tais acusação.

Hoje Estadão publica a negativa de Pagot (veja abaixo).

O que fica disso? Reputações são jogadas no lixo, num ‘disse me disse’ inconsequente da mídia institucional e nada, absolutamente nada acontece com esses veículos?

Pagot nega interferência de Paulo Bernardo no Dnit

Por: EDUARDO BRESCIANI E ANDREA JUBÉ VIANNA – Agência Estado

12/07/2011

O diretor afastado do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, fez uma defesa do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em depoimento à Comissão de Infraestrutura do Senado. Ele negou que Bernardo, quando ministro do Planejamento, tenha feito pedidos a ele para fazer aditamentos em obras do Dnit.

Declarações atribuídas a Pagot por aliados seus do PR davam conta de que o ministro teria feito pedidos ao diretor sobre obras no Paraná. Pagot tratou isso de “invencionice” e “factoide” e defendeu o ministro. “Ele (Paulo Bernardo) nunca me exigiu, nem pediu nada”, declarou. O diretor citou exemplo de uma obra em Maringá, no Paraná. Pagot afirmou que quem fazia pedidos sobre a obra era o prefeito, Sílvio Barros (PP), e o ex-deputado Ricardo Barros (PP), e não o ministro.

O diretor destacou que participava de reuniões com Bernardo da mesma forma como ocorreria com outros ministros dentro do âmbito do comitê gestor do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Pagot descreveu o ministro como “extremamente exigente”, assim como sua esposa, Gleisi Hoffmann, atual ministra-chefe da Casa Civil.

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Por Maria Frô julho 12, 2011 12:12 Atualizado
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