Outra Bandeira
Bandeira Negra, amor
Não quero só Paz
Nem a verdade dos gurus me satisfaz
O ilusório e tudo que é efêmero
Veste a vida cotidiana com um tempero segregado
Entrementes, as crianças se embriagam nesse fardo
No prelúdio da aurora quilombola
É louvado o dissenso
-“vida de gado, eu dispenso!”.
Pressupostus anarquicus
Comunismus precárius
Prepotentes Capitalismus
A boa intenção eurocêntrica
usa lentes vencidas, porém autênticas
na incapacidade revelada
não vê que são outras, as estradas
inscritas nos desafios de nós, os Negros…
de nós, as Negras.
_________
Publicidade
Tags: poesiaNo Comments


0 responses so far ↓
There are no comments yet...Kick things off by filling out the form below.