O fotógrafo RenattodSousa enviou registros do seu protesto contra a Zara: ele queimou todas as peças de roupa que tinha da griffe no vão do MASP para protestar contra o uso de trabalho escravo na produção dessas roupas.
Leia também
Zara, lojas Marisa… e o Brasil descobre que de A a C se veste com mãos escravas
Fotógrafo queima roupas da Zara no Masp
Homem protesto contra trabalho escravo
__________
Publicidade
Tags: renatodsousa · trabalho escravo · zara2 Comments


meio besta.. não sei. pode ter tido alguma repercussão midiática, mas quem foi impactado pelo ‘protesto’?
queimou um monte de roupas muito caras, não pela qualidade, mas pela etiqueta.
por que não doou essas roupas a quem precisa de uma blusa, uma camisa? por que não levou mais roupas e seus jornalistas para doar roupa a quem não tem um sapato?
sabe quando produtores agrícolas jogam fora a produção , para ‘protestar’ contra algum imposto ou tarifação? pois é, parece a mesma coisa.
o video, postado pelo próprio Renatto (dois ts?) usou a voz da Negra, Mercedes Sosa.. ela não teria aprovado, quero crer.
Vamos ter que viver pelados, como…
Índios
Legião Urbana
Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.
Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.
Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.
Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer.
Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.
Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.
Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos, obrigado.
Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.