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Não está nada fácil a vida de repórter da Globo: O que você acha do BBB?

janeiro 21st, 2014 by mariafro
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Vinícius Valverde pergunta a um cliente num shopping carioca o que ele está achando do BBB. Veja a resposta. Creio que ela não  passou na Globo.

Leitores informam que o vídeo é de 2013. 

Dica do Flávio Luiz Sartori

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Rede Globo expulsa do III Congresso Nacional da Juventude Camponesa

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Ser morador da Gamboa é: Ser violentado, agredido, ameaçado e engolir a seco sem ter a quem recorrer.

janeiro 21st, 2014 by mariafro
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Por Sami George Sami* em seu Facebook
21/01/2014

Polícia Militar da Bahia(PM-BA) só desce na Gamboa de Baixo para agredir moradores. Conversando com um grande amigo, morador da Gamboa, ele me pede para olhar o Facebook dele; vejo umas fotografias de coisas queimadas na pista, moradores, carro da imprensa e polícia.

O motivo da operação? A Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (SUCOM) estava lá, ontem (20), para derrubar parte de uma construção dita por eles: irregular. Motivados por uma denúncia que, de acordo com o meu amigo, foi alguém do condomínio Morada dos Cardeais, vulgo condomínio da Ivete (Ivete Sangalo). A incompetente Prefeitura de Salvador nunca se importou com a Gamboa de Baixo. A comunidade ficou abaixo da principal via, a Avenida Contorno, e tão logo foi totalmente esquecida.

Se você, independente da cor, desce ou sobe para a Gamboa, VOCÊ É SUSPEITO OU USUÁRIO DE DROGAS, é assim que polícia vai te enxergar. A polícia trata os moradores como lixo, e nestas horas eu gostaria de ser um inseto para poder ouvir o que eles falam sobre a Gamboa quando vão fazer alguma operação por lá.

Questionei meu amigo o porquê de eles não irem à delegacia prestar uma queixa contra abuso de autoridade e agressão física e a resposta que ele me deu foi: “NÃO SERVE PRA NADA”; olha em que ponto a dignidade de uma pessoa pode chegar. Ser violentado, agredido, ameaçado e engolir a seco sem ter a quem recorrer. Fiz meu trabalho de conclusão de curso sobre a Gamboa e uma vez tive o desprazer de ser chamado por estes dois homens fardados que ficam próximo à entrada da comunidade. A primeira pergunta foi: TEM DROGAS? Mas eu me senti tão impotente, tão amedrontado (por nada), que apenas respondi, NÃO. Esta não seria a resposta que eu gostaria de ter dado.

Eu queria responder com uma pergunta: MAS POR QUE HAVERIA DE TER DROGAS? E ai pensei que o medo não era tão por nada assim, porque eles gostam de interrogar e não de serem interrogados; uma abordagem agressiva poderia surgir e eles poderiam me levar para a delegacia e me enquadrarem: DESACATO. Mas eu só queria conversar, tentar entender a mente doentia, acéfala e o modus operandi deles. Quem sobe ou desce na Gamboa necessariamente precisa sair ou chegar com drogas? Na Gamboa não existe escola municipal, creche, posto de saúde, saneamento básico, coleta de lixo, acessibilidade, áreas de lazer (além do mar) porque os órgãos responsáveis (in)competentes não descem lá. A polícia desce, desce a porrada!

*Sami é jornalista, baiano, radicado no Rio de Janeiro.

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Vitor Teixeira: A volta da barba do Barba

janeiro 20th, 2014 by mariafro
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Do sempre genial Vitor Teixeira, é bom a reaçaria deixar a barba de molho.

A propósito, medimos o nível da mídia brasileira quando a barba de um líder político  é pauta, também medimos a força que Lula tem ao fazer com que todos falem dele quase que diariamente, mesmo estando quatro anos fora do poder.

De 16 de janeiro de 2014

 

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#MST30anos: MST alfabetizou mais de 50 mil trabalhadores e trabalhadoras

janeiro 20th, 2014 by mariafro
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E pensar que numa realidade como a brasileira temos promotores de Ministério Público que fechou escolas do MST. É fim de linha mesmo um MP que age contra os cidadãos brasileiros.

Fonte: Casa de Resistência Cultural: Em 2009 uma escola do MST recebeu melhor nota do ENEM no município. Escola Semente da Conquista, localizada no assentamento 25 de Maio, em Santa Catarina, foi o destaque do Exame Nacional em 2009, conforme noticiado na página oficial do Enem. Ela ocupou a primeira posição no município, com nota de 505,69.

Em 30 anos, o MST alfabetizou mais de 50 mil trabalhadores e trabalhadoras

Imprensa MST (via mail)

O acesso à educação é um direito humano fundamental. Desde a retomada da luta pela terra, em 1984, no Acampamento da Encruzilhada Natalino, no Rio Grande do Sul, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) busca garantir que os acampados e assentados tenham acesso à educação pública, gratuita e de qualidade em todos os níveis.

Mais de 50 mil pessoas já aprenderam a ler e escrever no MST, fruto do entendimento de que alfabetizar os trabalhadores é um passo importante para a transformação social. Além disso, foram formados mais de 8 mil educadores que atuam em escolas no campo.

“O compromisso do movimento com a alfabetização é que enquanto existirem analfabetos, o MST vai estar na luta para alfabetizá-los. É a mesma convicção de que enquanto existir um trabalhador campesino sem o acesso a Terra continuaremos lutando pela Reforma Agrária”, afirma Cristina Vargas, do setor de educação do MST.

No entanto, o acesso à escola é um desafio permanente para os camponeses e camponesas. Ainda nos primeiros anos do MST, surgiram as primeiras escolas, denominadas de “Escolas de Acampamentos”, que mais tarde passam a ser chamadas de Escolas Itinerantes. A existência dessa prática educativa garantiu a escolarização de muitas crianças e adultos, permitindo que esta experiência fosse reconhecida pelos órgãos públicos do Rio Grande Sul.

Durante esses 30 anos, que serão comemorados nesse ano durante o VI Congresso Nacional do MST, a ser realizado entre os dias 10 e 14 de fevereiro, em Brasília, o movimento estima que foram construídas aproximadamente 1200 escolas públicas – estaduais e municipais – nos assentamentos e acampamentos, das quais 200 são de ensino fundamental completo e em torno de 100 vão até o ensino médio, nelas estudando em torno de 200 mil crianças, adolescentes, jovens e adultos Sem Terra.

Também faz parte da atuação do MST os trabalhos educacionais através dos cursos de nível técnico que capacitam os trabalhadores Sem Terra a atuar em cooperativas, além de cursos de graduação, como licenciatura, pedagogia, direito, jornalismo, administração. Já foram criados 50 turmas de cursos técnicos de nível médio e superiores em parceria com Universidades e Institutos federais, em um total próximo a 2 mil estudantes.

Fechar escola é crime!

O MST defende que a escola esteja onde o povo estiver. Os camponeses têm o direito e o dever de participar da construção do próprio projeto de escola, respaldados no princípio constitucional de que a educação é direito de todos e dever do Estado.

No entanto, após décadas de lutas por conquistas no âmbito educacional, cada vez mais escolas no campo estão sendo fechadas. Em oito anos, mais de 24 mil escolas deixaram de atender crianças e adolescentes filhos de trabalhadores rurais.

No ano de 2002, existiam 107.432 escolas do campo. Já em 2009, o número de estabelecimentos de ensino reduziu para 83.036, significando o fechamento 24.396 estabelecimentos de ensino, sendo 22.179 escolas municipais.

O Brasil ainda possui 14,1 milhões de analfabetos, o que corresponde a 9,7% do total da população com 15 anos ou mais de idade. Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional, ou seja, lê e escreve, mas não consegue compreender, interpretar ou escrever um texto. 

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