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Sensacional! Vejam a paródia de como a Rede Globo mata os sotaques do Brasil

novembro 26th, 2013 by mariafro
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Ano passado, conversando com Alberto Perdigão (que já foi apresentador da Rede Globo em Fortaleza) e com algumas jornalistas cearenses, eles me contaram que a Globo obriga seus jornalistas, apresentadores, repórteres a fazerem fono! Isso claramente para que percam a entonação do português regional, ou seja, o sotaque cearense, baiano, pernambucano… enfim o que para o sudestino de Rio e São Paulo é o sotaque nordestino. Aqueles sotaques que o José Serra não compreende, lembram-se?

Hoje, Fernando Monteiro me mostra este vídeo espetacular onde os atores exemplificam de maneira bem-humorada exatamente este processo de massificação e pasteurização global que transforma tudo num pastiche, até mesmo nossos diversos falares.

Fernando Monteiro diz: “vão neutralizar o cão não o nosso sotaque!” Tá dito!

Cadê o sotaque cabeça? Opsss não pode falar cabeça. O povo voltou do Rio e tá tentando entrar nos eixos. Viva ao sotaque brasileiro! o.O

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Maria Frô acusa o PSDB de ser o partido mais cara de pau do país e o PT o mais inerte

novembro 26th, 2013 by mariafro
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A chamada de capa da Folha PSDB acusa PT de reeditar a operação dos ‘aloprados’ para encobrir o mensalão é um caso inédito do poste mijando no cachorro.

Pensem num jornal que se presta a esse papel: garoto de recado de corruptos de alto escalão que desviaram 500 milhões dos cofres públicos. Lembrem-se que a síndrome de Estocolmo do PT, a baixa auto-estima (só consigo explicar o quanto o PT permite levar a culpa de algo que não fez pelas vias psicológicas, não consigo achar explicação política pra este comportamento) já jogou na vala dos corruptos o vereador Antonio Donato, como fez com os ‘mensaleiros’.

Já estou vendo um caso Donato II: o investigador da máfia dos fiscais é atacado por bandidos, sem nenhuma prova  REPITO, ATÉ AGORA SEM NENHUMA PROVA CONTRA ELE, mas mesmo assim Donato é afastado do cargo. Os 500 milhões de desvio ocorridos na Administração Kassab vão para as costas do Haddad, colocados em manchete pela própria Folha. A manchete é tão cara de pau que virou motivo de piada na rede, tal absurdo jornalístico.

Qual prefeito, Folha? De qual partido, Folha? Quando este prefeito governou, Folha?

Quando há escândalos contra o PSDB e seus aliados, a mídia inteira esconde de que partido se trata:

Propinoduto: Quando denunciado em manchete, tucano é apenas “político”


Nós só ficamos sabendo do propinoduto por causa do Ministério Público Suíço, enquanto o de São Paulo esqueceu a denúncia na gaveta: Como o Ministério Público protegeu tucanos. Procurador Rodrigo de Grandis engaveta oito ofícios do Ministério da Justiça que pediam apuração do escândalo do metrô de São Paulo e prejudica o andamento das investigações.

Reparem nos títulos das matérias da Folha tucana: Marina defende Walter Feldman, citado no escândalo dos trensAécio cobra explicações de ministro da Justiça sobre caso Siemens!!!!!!

Que o governo Dilma e o PT enfrentem estes cafajestes, porque a ideia que dá a manchete da Folha aí abaixo, nasceu nas redes sociais, pela direitalha  mais canalha que existe, assim com a ficha falsa do Dops que circulava em blog de extrema direita foi parar em plena campanha eleitoral para presidente no Brasil, na manchete de primeira página da Folha, que nunca se desculpou de seu erro grotesco.

Assim, já que o PSDB pode acusar impunemente o PT e o PT segue sem reagir e processar todos esses detratores e, pior, alimentando a mídia que age a serviço desses detratores, vejo-me no direito de acusar um de cara de pau e o outro de menino que apanha e vai chorar na barra da mãe.  Olha, além de paciência, é preciso muito estômago pra assistir esse absurdo sem se indignar.

PSDB acusa PT de reeditar a operação dos ‘aloprados’ para encobrir o mensalão

RANIER BRAGON, DE BRASÍLIA, Folha

Com fortes críticas ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a cúpula do PSDB convocou a imprensa nesta terça-feira (26) para acusar o governo federal de reeditar o “escândalo dos aloprados” –a suposta encomenda de um dossiê falso contra José Serra (PSDB) nas eleições de 2006– como forma de minimizar o impacto das prisões decorrentes do esquema do mensalão.

Tendo à frente o senador Aécio Neves (MG), provável candidato do partido à Presidência da República, o partido defendeu o afastamento de Cardozo das investigações sobre as suspeitas de montagem de cartel para fraudar licitações do metrô e trens em São Paulo durante os governos do PSDB. Em algumas falas, a demissão do ministro foi sugerida. Cardozo irá responder às críticas do PSDB em entrevista coletiva às 15h30 desta terça.

 “A tentativa de fazer com que os outros possam parecer iguais não terá êxito, porque nós não somos iguais. Prezamos e praticamos a ética na vida pública não apenas em determinados momentos, mas ao longo de toda a nossa trajetória”, afirmou Aécio, acrescentando que o governo “manipula” as instituições do Estado para atingir seus adversários.

Segundo o tucano, as acusações contra integrantes do partido, que tem a empresa alemã Siemens como pivô, vieram a público agora como forma de encobrir os desdobramentos do escândalo do mensalão, cujos condenados, boa parte deles do PT, começaram a ser presos no último dia 15.

Para Aécio e os demais tucanos, é uma reedição do caso dos “aloprados”, que começou com a prisão de integrantes do PT em 2006 com dinheiro que, segundo o Ministério Público, seria usado para a compra de um dossiê contra o então candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra.

A entrevista foi dada na sede nacional do partido, em Brasília, e teve a presença dos líderes do PSDB na Câmara (Carlos Sampaio) e no Senado (Aloysio Nunes Ferreira), além dos secretários do governo de Geraldo Alckmin Edson Aparecido (Casa Civil) e José Aníbal (Energia).

Reprodução/Twitter/‏@Rede45
Presidente do PSDB Aécio Neves e líderes do partido concedem entrevista sobre a atuação da Cade e do Ministério da Justiça na investigação do caso Siemens
Presidente do PSDB, Aécio Neves e líderes do partido falam sobre a atuação do Cade e de Cardozo no caso Siemens>

ACUSAÇÃO CONTRA TUCANOS
As acusações contra políticos tucanos vieram a público após a divulgação de um suposto depoimento do ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer que apontava a “existência de um forte esquema de corrupção no Estado de São Paulo durante os governos [Mário] Covas, [Geraldo] Alckmin e [José] Serra, e que tinha como objetivo principal o abastecimento do caixa 2 do PSDB e do DEM”.

Rheinheimer negou posteriormente ser o autor da denúncia. O depoimento diz que Aparecido recebeu propina do lobista Arthur Teixeira, acusado de intermediar o pagamento de comissões de empresas que atuam no mercado de trens. São citados como próximos do lobista mais três secretários de Alckmin: Anibal, Jurandir Fernandes (Transportes Metropolitanos) e Rodrigo Garcia (Desenvolvimento Econômico), do DEM. Aloysio Nunes (PSDB-SP) também era mencionado como pessoa próxima a Arthur.

Embora dois delegados da Polícia Federal que participam das investigações tenham afirmado que receberam essas acusações do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), o ministro da Justiça afirmou depois que recebeu o depoimento das mãos do secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo, o também petista Simão Pedro.

A versão visa preservar o Cade, segundo a Folha apurou. O órgão responsável pela defesa da concorrência, que investiga o cartel no mercado de trens denunciado pela Siemens, tem como presidente Vinicius Carvalho, que foi chefe de gabinete de Simão Pedro e que escondeu essa informação do seu currículo.

CARDOZO

Na entrevista desta terça, os tucanos se mostraram indignados com a atuação de Cardozo, Simão Pedro e Carvalho, que também teve sua demissão defendida pelos tucanos. “Esses nomes [os tucanos] que honram a vida pública brasileira não podem ser enxovalhados por denúncias sem qualquer base concreta. [...] Na verdade, o PT faz um mal enorme à democracia”, disse Aécio.

“Se a presidente não sabia desse episódio, agora sabe. Ou demite o ministro ou é cúmplice desse dossiê de aloprados”, afirmou Aníbal. De acordo com os tucanos, é incompatível com o cargo de Cardozo ter recebido a denúncia fora do ministério, das mãos de um companheiro de partido. Aécio e os demais tucanos não foram tão contundentes quanto Aníbal no pedido de demissão, defendendo claramente apenas seu afastamento das investigações e a análise por Dilma de sua eventual demissão.

Os tucanos também afirmaram que pretendem tentar aprovar a convocação de Cardozo para dar explicações no Congresso, além de representar contra ele na Comissão de Ética Pública da Presidência e, por improbidade administrativa, no Ministério Público Federal. O partido também disse que adotará medidas contra o presidente do Cade e que ingressará na Justiça pedindo reparação dos danos.

“Esse é um episódio ‘crapuloso’, urdido nos subterrâneos da política, [...] estou como Pilatos no Credo, não tenho nada a ver com essa porcaria”, disse Aloysio Nunes. Aparecido afirmou que irá processar todos os envolvidos.

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Raquel Recuero: POR QUE O FACEBOOK DEVERIA TER MEDO DO APP LULU?

novembro 26th, 2013 by mariafro
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Primeiro a Juliana falou dos problemas éticos que mercantilizam as relações em seu texto sobre o APP Lulu: Juliana Bueno baixa o aplicativo Lulu e faz sua avaliação: Por que estamos usando isso?

Depois Tatiane Pires falou dos problemas de segurança e a comercialização dos seus dados: Tatiane Pires sobre o Lulu: Mulheres, não se deixem enganar: nós somos o produto!

Agora a professora Raquel Recuero mostra a total exposição das pessoas, mesmo que elas não usem o APP Lulu, o app infringe as regras do Facebook de todas as formas possíveis. Isso vai dar muito processo e será bem-feito que dê, tanto para o Facebook, como para o Lulu.

POR QUE O FACEBOOK DEVERIA TER MEDO DO APP LULU?

Por: Raquel Recuero, em seu blog

26-11-2013
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A essas alturas, todo mundo que tem um perfil no Facebook já ouviu falar do Lulu, o app onde as pessoas (mulheres) podem ranquear e descrever os homens com os quais saíram (ou não). Não vou entrar aqui na discussão sobre a idiotice ou não do app e do “empoderamento” ou não, essa matéria da Forbes já faz isso muito tem. Minha questão é outra: por que o Facebook deveria ter medo do Lulu?

O Lulu funciona como todos os apps que usam o Facebook Connect. Então cada vez que uma mulher faz o registro na ferramenta, ele importa os dados dos amigos/contatos que ela tem no Facebook. Vocês todos, quando instalam um app no Facebook, dão ao app poderes quase totais e irrestritos sobre a conta de vocês. E o Facebook deixa isso bem claro nas telas onde pergunta essas coisas todas na hora da instalação (que ninguém lê). Na prática, isso significa dizer que o app tem acesso a quase tudo o que você tem quando entra na sua conta. Inclusive, e aqui está a questão, aos seus amigos que NÃO instalaram o app. Aí está a perversidade da coisa: Mesmo que sua conta seja privada, aquilo que está disponível para a conta alheia pode ser, na prática, acessado/armazenado pelo app alheio.

Esse é um dos grandes problemas do fato do Facebook usar desenvolvedores: terceiros têm acesso aos dados publicados pelas pessoas. Embora esse problema de privacidade seja histórico, é a primeira vez que ele está vindo a tona com força. No Lulu, os usuários estão tendo seus dados armazenados e expostos em outra ferramenta sem autorização. Como o Lulu bate direto naquilo é que o grande capital da nossa era, a reputação, as pessoas estão em pânico. Um comentário maldoso, um comentário engraçadinho ou mesmo um comentário que exponha a vida de alguém, mesmo que de forma não intencional, pode ter dados sérios. E sim, o app infringe as regras do Facebook de todas as formas possíveis.

E aí chego no meu ponto. Há duas maneiras de fugir do app, para aqueles que não desejam ser expostos:

1) tentar logar e dizer ao app que vc não quer estar lá (o que não funciona com frequência e dá ao app acesso também à sua conta) ou…
2) sair do Facebook. Sim, e aí está o problema para o Facebook. Quando apps que expõe seus usuários desta maneira começarem a pipocar com força (não se enganem, já pipocam), e a mídia sobre esses riscos também está em alta, a segunda opção vai começar a ficar mais atraente. O Lulu tem atenção da mídia e está popularizando o modo através do qual ele obtém os dados de quem sequer sabe que está nele e, pela primeira vez, está trazendo a tona de forma mais global o problema sério que é a privacidade dos dados no Facebook.  O Lulu está fazendo com que as pessoas compreendam melhor que, na rede, nao adianta nada você se proteger porque os outros podem te expor.

E trazendo esse problema diante do valor que as pessoas mais prezam e que mais seriamente pode ser comprometido hoje na internet: a reputação. Em um momento onde o próprio Facebook está perdendo usuários e as reclamações sobre o conteúdo e a filtragem são cada vez maiores, que a discussão sobre como os dados são usados no Facebook ganhe espaço é preocupante. Isso pode implicar, muito rapidamente, em perda de valor em “estar” no Facebook e uma saída em massa da ferramenta. O Lulu não vai ser a causa imediata (até porque suspeito que não vai conseguir sobreviver usando o FC por muito tempo). Mas ele está plantando na cabeça das pessoas a compreensão dos efeitos de não se ter privacidade na ferramenta e a semente do medo de não se ter controle sobre os próprios dados.

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Comemore debatendo na Alesp os 8 anos de existência da Afropress, Parabéns, Afropress, longa vida!

novembro 26th, 2013 by mariafro
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Mais um evento importantíssimo hoje na Alesp que juntamente com a Afropress, SOS, Racismo e Comissão da Verdade  em São Paulo, além de  comemorar 8 anos de existência da Afropress lançam a campanha: “Corra atrás do seu direitoem defesa dos negros perseguidos pela ditadura militar”. Campanha que orientará ativistas e militantes negros a se organizarem para ingressar com processos com base na Lei 10.559/2002, buscando a anistia e a reparação.

Prestigiem, compareçam, a partir das 17 horas na Alesp, os debates terão transmissão ao vivo também pelo site da Assembleia, TV-ALESP

Veja também:

Hoje na ALESP: Audiência pública sobre a resistências do movimento LGBT à Ditadura Militar

Comissão da Verdade de SP debate cumplicidade do empresariado com a Ditadura

Afropress celebra 8 anos e debate papel da Imprensa Negra

Da Redação da Afropress, via Face do deputado Adriano Diogo

25/11/2013

S. Paulo – Para celebrar os oito anos de atuação ininterrupta  a Afropress - a única agência de notícias on line com produção de conteúdo jornalístico focado na luta pela superação do racismo e em defesa dos direitos da população negra brasileira promove nesta terça-feira, 26/11, a partir das 17h no auditório Paulo Kobayashi da Assembléia Legislativa de S. Paulo o seu I Encontro de Leitores.

O Encontro será aberto com mesa redonda sobre “A História da Imprensa Negra: desafios e perspectivas” com as presenças já confirmadas dos jornalistas, Oswaldo Faustino (ex-Estadão), Flávio Carrança (da Comissão dos Jornalistas pela Igualdade Racial – Cojira/SP), Maurício Pestana (Revista Raça), Francisca Rodrigues (Afrobras), Juliana Gonçalves dos Santos (CEERT), Luiz Paulo Lima (Rede Kultafro) e Rosenildo Gomes Ferreira, editor assistente da Revista Isto É Dinheiro. O presidente do Sindicato dos Jornalistas de S. Paulo, José Augusto Camargo (Guto), já confirmou presença e também participará da mesa de abertura.

Flávio Carrança, da Cojira/SP destacou o trabalho da Afropress:  “A Afropress desenvolve um trabalho que é importantíssimo e é singular dentro dos veículos de comunicação construídos pela comunidade negra. Acho que o fato de chegar a oito anos e ter crescido e ter se consolidaddo é uma conquista de valor inegável”, afirmou.

Após a mesa redonda, haverá discussão sobre a linha editorial do veículo, com apresentação do editor e jornalista responsável, Dojival Vieira. Segundo o jornalista esta é a primeira vez que um veículo de comunicação alternativo se abre ao debate da sua própria linha editorial e realiza um Encontro de Leitores.

Transmissão pela Internet

O I Encontro – que será transmitido via Internet – tem o apoio da Comissão dos Direitos Humanos, do SOS Racismo, da Assembléia Legislativa e da Comissão da Verdade “Rubens Paiva”, presidida pelo deputado Adriano Diogo (PT). Para acompanhar basta acessar o sitewww.al.sp.gov.br, entrar no ícone da TV ALESP/Assista ao vivo e selecionar o auditório Paulo Kobayashi.

Ato solene

Além do debate também haverá homenagens aos jornalistas e profissionais de imprensa que, no seu trabalho no dia a dia, demonstram sintonia e sensibilidade com a causa da igualdade no Brasil. Também serão prestadas homenagens “in memoriam”para lembrar nomes de profissionais do jornalismo que tiveram papel destacado na luta pela igualdade e pela superação do racismo no Brasil.

Na parte final do encontro será lançada campanha em defesa dos negros que foram monitorados pelos órgãos de repressão. A campanha “Corra atrás do seu direito” pretende orientar ativistas que foram perseguidos no período da história recente do país a entrarem com ações com base na Lei 10.559/2002, que garante anistia e reparação a perseguidos políticos.

VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO I ENCONTRO DE LEITORES DA AFROPRESS

Mesa redonda sobre “A História da Imprensa Negra no Brasil: desafios e perspectivas”

Presenças confirmadas:

Oswaldo Faustino, escritor e jornalista (ex-Estadão)

José Augusto Camargo (Guto) – Presidente do Sindicato dos Jornalistas de S. Paulo

Maurício Pestana – Editor executivo da Revista Raça Brasil

Flávio Carrança – Jornalista da Comissão da Igualdade Racial de S. Paulo (Cojira/SP)

Luiz Paulo Lima – Fotógrafo da Kultafro

Juliana Gonçalves dos Santos – Comunicação do CEERT

Rosenildo Gomes Ferreira – Editor assistente da Revista Isto É Dinheiro

Francisca Rodrigues – Comunicação da Faculdade Zumbi dos Palmares/Afrobras

18h30 – Debate: “Linha editorial da Afropress”

Apresentação: jornalista responsável e editor Dojival Vieira

19h – Ato solene pelos 8 anos da Afropress – Agência Afroétnica de Notícias

Mesa:

Deputados:

Adriano Diogo – Presidente da Comissão de Direitos Humanos e da Comissão da Verdade “Rubens Paiva” da ALESP

Leci Brandão – Deputada estadual, integrante da Comissão de Educação e Cultura da ALESP.

Elisa Lucas Rodrigues – Coordenadora de Políticas para as Populações Negra e Indígena da Secretaria de Justiça de S. Paulo

19h30 – Lançamento da campanha “Corra atrás do seu direito – em defesa dos negros perseguidos pela ditadura militar”. Campanha que orientará ativistas e militantes negros a se organizarem para ingressar com processos com base na Lei 10.559/2002, buscando a anistia e a reparação

Apresentação:

Ana Paula Marchiori – Advogada de perseguidos políticos da ditadura

20h – Homenagens aos profissionais de comunicação comprometidos com a causa da igualdade no Brasil.

20h30 – Encerramento.

PromoçãoAfropress – SOS Racismo – Comissão da Verdade Rubens Paiva e Comissão de Direitos da Assembléia Legislativa – Presidência Deputado Adriano Diogo.

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