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Clima tempo mostra que a política tucana vai nos matar de sede

agosto 9th, 2014 by mariafro
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Gravíssimo o que mostra a reportagem do Climatempo e que não vemos na grande mídia que continua blindando um governador irresponsável em todo o processo:

a) Alckmin e seus antecessores foram irresponsáveis quando não fizeram os investimentos necessários na SABESP que com tubulações podres deixam literalmente escorrer pelo ralo quase 40% de água tratada; 

b) Irresponsável por não avisar a população e criar medidas de um racionamento de fato, concreto, porque vivemos em racionamento e falta d’água crônica.

c) Irresponsável e criminoso porque faz tudo isso visando a eleição. Espero que a população do estado de São Paulo tome consciência da gravidade em que vivemos e dê sua respostas nas urnas, expulsando os tucanos e seu governo violento, opressor, neoliberal, privatizador, corrupto, irresponsável e desumano para sempre de nosso estado.

Reportagem da Climatempo:

Crise da água e o buraco do avestruz (VÍDEO)

Por: Renato Guimarães, no Brasil Post

04/08/2014 12:27

CLIMATEMPO

O Climatempo é uma empresa brasileira dedicada a fazer previsões meteorológicas. Eles acabam de publicar em seu website uma pequena reportagem com suas previsões de chuva para o período entre outubro e março e as possibilidades de recuperação do sistema Cantareira. É um vídeo revelador do grau de gravidade que estamos vivendo, e não nos damos conta. Mesmo por que a imprensa tradicional pouco está fazendo para esclarecer a situação. Na reportagem, eles entrevistam o professor Antônio Zuffo, chefe do Departamento de Recursos Hídricos na Universidade de Campinas (Unicamp). Sua entrevista é tão impressionante que resolvi transcrevê-la:

“Com a falta de água, cessariam as outorgas de irrigação e de indústrias e, talvez, de comércio. Seria um caos completo. Você teria de viver com a compra de água a granel, por caminhão pipa, mas você não tem a garantia da qualidade. É uma situação muito grave. E a gente passa ainda pela rua e vê pessoas lavando carro, lavando calçada. Não sabem da gravidade do problema. É muito grave. Nós nunca passamos uma situação como essa. E por causa do ambiente político desse ano, essa história não está vindo a público. Então, está se negando o problema e o problema já está instalado. Se não ocorrerem chuvas para reabastecer ou encher os reservatórios pelo menos 5 ou 10% a situação vai ficar extremamente grave. E esse cenário nebuloso está cada dia mais próximo.”

Segundo a meteorologista da Climatempo, Bianca Lobo, o volume médio de chuvas no período entre outubro a março no sistema Cantareira é de cerca de 1.250 milímetros, ajudando-o a recuperar de um ano para o outro cerca de 30% do seu volume. Ou seja, se chover a média dos outros anos, o volume de água que entrará vai ajudar a recuperar o volume morto (cerca de 18%) e vai sobrar apenas 12% acima disso para enfrentar a próxima estação seca. Isto significa que a situação vai continuar muito grave, mesmo se as chuvas seguirem os padrões. Se chover menos, será o caos, de verdade. E é exatamente isto que a Climatempo está prevendo, ou seja, que este ano o volume de chuvas ficará um pouco abaixo do normal. Nem os 30% históricos devem acontecer.

Imagino que a real gravidade desta situação é amplamente conhecida nos setores do governo estadual responsáveis por administrar o sistema de abastecimento de água em São Paulo. Com certeza é do conhecimento do governador Geraldo Alckmin. Se é assim, por que não estamos agora mesmo – melhor, há alguns meses – implementando uma política agressiva, bem planejada e transparente de racionamento controlado? Por que não temos uma ampla campanha pública usando todos os recursos possíveis de comunicação e mobilização para conscientizar os cidadãos de seus papéis individuais no consumo consciente de água? Por que outra parte significativa de recursos adicionais não é usada para cassar os muitos pontos de perda de água no sistema de distribuição?

Em vez disso, o governo estadual resolveu adotar uma atitude de avestruz, enfiando sua cabeça no buraco da contrainformação e apostando na minimização do problema, dizendo que temos água pelo menos até março. Para isso o sistema Tietê está sendo esvaziado para socorrer o sistema Cantareira e o volume morto está sendo inexoravelmente exaurido. A resposta para este desequilíbrio entre a gravidade real e imediata do problema e a forma como o Governador Geraldo Alckmim e seus acólitos no governo estão tratando o tema quase como se fosse um mero acidente da natureza tem uma única razão, bem expressa pelo Prof. Zuffo: o calendário eleitoral.

“É a política, seu idiota!”

Eis aqui minha interpretação muito pessoal de como se deu isso: quando ficou claro o que vinha pela frente, com a escassez de chuvas, o governo estadual tomou a decisão de fazer o que fosse necessário para evitar racionamento antes das eleições. Imagino que deve estar marcado na memória do PSDB o impacto político do racionamento de energia no fim do governo FHC. Agora, não se queria nada que pudesse minimamente atrapalhar a reeleição do governador.

A estratégia parece estar dando resultado, já que os índices de popularidade de Alckmin seguem altíssimos, resultando em uma impressionante dissociação cognitiva entre a imagem que ele projeta de administrador competente e a lambança que resultou na falta de água na maior região metropolitana da América Latina.

Uma vez eleito, viria a segunda parte da estratégia: o governador se imbuiria da sua autoprojetada imagem de durão e administrador sério para exigir da população um período de sacrifícios, incluindo o necessário racionamento e a tal campanha de mobilização para evitar o desperdício. Mas aí a eleição já estaria ganha. Ele ainda poderia aproveitar para exibir sua cota de sacrifício, mostrando como sua família está fazendo sua parte para economizar água.

Obviamente isso é só uma especulação da minha parte, mas todas as evidências sugerem esta direção. O mais curioso é que suspeito que se o governador Alckmin, assim que foi informado pela primeira vez da gravidade do problema, tivesse agido de forma diferente (e acredito que correta) ele não teria afetada realmente suas chances de reeleição e ainda sairia do episódio maior do que quando entrou.

E qual seria esta forma? Ele deveria ter vindo pessoalmente a público, explicado a gravidade da situação de forma aberta, chamado a população para fazer a sua parte no uso consciente da água, implementado medidas de economia e talvez até de racionamento inteligente desde o início. Ou seja, atuado como um administrador capaz até mesmo de colocar sua reeleição em risco pelo bem comum. Daria até um ótimo “storytelling” de marketing político, mas que pelo menos seria um que teria talvez minimizado muito a situação que estamos vivendo neste momento.

Ingenuidade? Só para dar um exemplo de uma região que está vivendo uma situação semelhante: o estado da Califórnia, nos Estados Unidos, está passando pela pior seca da história, o que já está afetando a capacidade de abastecimento de água. O governador democrata Edmund G. Brown imediatamente declarou “estado de emergência” que lhe permitiu tomar medidas, algumas bem duras, para preservar ao máximo o abastecimento de água. Foi criado um website oficial do governo no qual os cidadãos podem obter informações em tempo real de como anda a situação, com imagens mostrando o antes e o depois dos reservatórios. Há uma campanha em curso para estimular os cidadãos a economizarem no uso da água, contando inclusive com a participação voluntária de diversos artistas. Há um resumo de todas ações sendo feitas pelo governo, dados estatísticos, o diabo.

Detalhe do website oficial sobre a seca na califórnia:

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Enquanto isso, aqui em São Paulo quase dá para ouvir o grilo cantando, tamanho é o silêncio oficial quando comparado à gravidade do problema. Claro, são dadas entrevistas à imprensa, houve uma campanha chinfrim da Sabesp basicamente culpando São Pedro pelo problema e exaltando a força e resiliência dos paulistas e paulistanos. Mas nada que se possa chamar de uma ação pública concatenada e coordenada.

Bom, a opção por enfiar a cabeça no buraco pode até servir para reelegê-lo, mas com isso Geraldo Alckmin mostra de forma clara o entendimento que tem do seu papel como líder político. Enquanto isso dezenas de milhões de pessoas, moradoras da região metropolitana de São Paulo, se aproximam perigosamente de um abismo de secura de consequências imprevisíveis. Que tal propor aos californianos uma troca? Será que eles concordariam em nos emprestar seu governador por uns meses?

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Carta aberta de Geraldo Elisio a Andrea Neves

agosto 8th, 2014 by mariafro
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Em fevereiro de 2014, o jornalista Geraldo Elisio já havia dado uma entrevista bombástica onde ele acusava Aécio Neves e Andrea Neves de quererem destruir provas:

Acuso frontalmente o senador Aécio Neves e sua irmã Andréa Neves, no ímpeto de destruir as provas de denúncias formuladas pelo site Novojornal. Principalmente as que se referem a denúncias de desvio de dinheiro público e a acusação de que Aécio é dito usuário incurável de cocaína. Porque saber que eu trabalhei no jornal virtual é público e notório. Foram quase seis anos com editoriais assinados, em todos oferecendo espontaneamente o direito de resposta a todas as pessoas físicas e jurídicas citadas em meus textos. E tenho convicção de estarem querendo desqualificar os documentos que comprovam o Mensalão Tucano Mineiro e a Lista de Furnas. (…)  Estão desesperamente tentando encontrar ou até forjar provas mediante intimidação. Nasci no Grande Sertão Veredas e sei que “viver é muito perigoso.” Não temo, não me intimido e se algo me acontecer nem é preciso dizer de quem é a culpa, obviamente ressalvadas as causas naturais. Se morrer, baixo o meu espírito em médiuns especializados em psicografia e continuarei a denunciar as tramoias dos Neves ou quaisquer outras. Ver a entrevista completa aqui

Agora, em sua página do Facebook do repórter Geraldo Elísio, a carta aberta reproduzida abaixo faz duras acusações à irmã de Aécio Neves como a de grampear e perseguir o jornalista em Minas Gerais.

No presente recente Aécio Neves, amparado pelo MP e pela Justiça carioca, repetiu o precedente:  a polícia entrou na casa da jornalista Rebeca Mafra e fez apreensão de equipamentos eletrônicos. Acusada de participar de uma quadrilha de difamação, a jornalista foi pega de surpresa, ela sequer tem ação ativa na rede no debate político.

E por falar em saudade onde anda você” Andrea “Goebbels” Neves, “Mãos de Tesoura”? Sinhá Andrea…

Por: Geraldo Elisio

Hoje fui ao Foro de Belo Horizonte depor como testemunha sobre aquela história que a senhora e o seu irmão Aécio Neves inventaram sobre mim, “braço direito de uma quadrilha de falsários a manipular um bilhão de dólares por ano para produzir e divulgar notícias falsas, inclusive a Lista de Furnas e o Mensalão Tucano de Minas Gerais.”
Fato que gerou a apreensão de meu notebook, listas telefônicas, HD externo e outros badulaques.

Recorda pequena? As “falsidades” constantes do pedido de 22 anos de prisão formulado pelo Procurador Geral da República, doutor Rodrigo Janot, contra o ex-deputado federal Eduardo Azeredo e outros luminares tucanos entre os quais se encontra o candidato do PSDB ao governo de Minas, Pimenta da Veiga. Antes já prestara um depoimento também como testemunha à Polícia Civil de Minas Gerais, também como testemunha, pois não estou indiciado e meu nome não consta de nenhum processo.

Reafirmei perante o meritíssimo juiz e os ilustre representantes do Ministério Público o meu desejo de quebra de meus sigilos fiscal, bancário e telefônico.

Lady Andrea a senhora pode fazer isto, bem como o “brigadeiro do ar da FAB – Força Aspiradora Brasileira – Aécio Neves?

Fui com a tranquilidade dos inocentes, dos que nada devem à Justiça dos homens e que, no momento em que chegar a Deus, quando Ele me indagar “O que fizeste na terra (?) responderei:

Lutei por justiça social e a paz procurando amar uns aos outros como Vós próprio nos amou! E escrevi poemas, porque temos que endurecer sem perder a ternura jamais.”

O seu nome foi pronunciado por uma oficial de justiça na conferência de presença das testemunhas e lá a senhora não estava. Ressalvo a possibilidade de um atestado médico compreensível ou um pedido de depoimento em outro local. Mas eu fui lá, de cabeça erguida, colaborando com a Justiça do meu Estado e do meu País.

Só me eximi de citar fontes em respeito ao meu direito constitucional concedido aos jornalistas com o visto de protege-las. O que por sinal não é respeitado pela “Goebbels das Alterosas” como diz o deputado Sávio de Souza Cruz. Esta prerrogativa foi respeitada na plenitude pelos operadores do Direito pressente à ocasião: o meritíssimo Juiz; o senhor (a) Procurador e Procuradora e Advogadas das partes, inclusive minha filha afetiva Doutora Aurora Ramalho. Uma pena a sua ausência senhora Andrea Neves da Cunha!

“E por falar em saudade onde anda você”, se é que o “poetinha” Vinícius de Moraes me perdoa por usar uma estrofe de poema dele em referência a quem me dirijo.
*Geraldo Elísio é Repórter.

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MST para os candidatos à presidência da República: 5 pontos estruturais para mudar o Brasil e torná-lo um país melhor para todos

agosto 8th, 2014 by mariafro
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Eleições gerais, momento de debate das mudanças estruturais e Reforma Agrária

Por João Paulo Rodrigues*, Revista Fórum
07/08/2014 às 14:21

Chegaram as eleições e junto com elas um grande debate sobre os problemas do Brasil. As candidaturas iniciaram a apresentação dos programas de governo, com várias promessas de medidas para resolver as questões do país, desde os problemas nos bairros até o aquecimento global.

Esse é um dos momentos mais ricos da democracia para se debater sobre os vários problemas existentes no Brasil. É também uma oportunidade para criticarmos e apresentarmos propostas aos candidatos sobre o que nós, trabalhadores e trabalhadoras, queremos para a Brasil.

Hoje, temos uma população de aproximadamente 50 milhões de brasileiros que vivem no campo e nas pequenas cidades do interior, cuja renda principal tem origem na agricultura familiar camponesa. No entanto, infelizmente, o tratamento dado pelo Estado e pelos governantes está aquém do que precisamos para a melhoria da vida dos camponeses.

Às vésperas desse momento importante da democracia, com as nossas bandeiras erguidas nas lutas, queremos fazer um amplo debate com toda a sociedade sobre a necessidade da Reforma Agrária, como uma medida para democratizar o acesso a terra e, ao mesmo tempo, garantir que a agricultura brasileira não seja somente um depósito de venenos ou símbolo de produção de commodities para exportação – sem gente, sem animais e sem vegetação. Ou seja, um agricultura de máquinas.

A nossa tarefa, dos movimentos populares do campo, é fazer o bom combate nessas eleições: debater com a sociedade e com os candidatos qual é o melhor projeto para a agricultura brasileira.

Assim, vamos fazer a disputa das ideias junto aos trabalhadores do campo e da cidade, fortalecendo as candidaturas de deputados federais e estaduais, governadores e senadores que estejam comprometidos com o nosso programa de Reforma Agrária e com as reivindicações dos Sem Terra e dos camponeses.

Frente a essa conjuntura eleitoral, precisamos defender alguns pontos nestas eleições e apresentar as nossas propostas a todos os candidatos e candidatas do campo popular.

1- Luta por uma Constituinte exclusiva da reforma política

Não podemos admitir que o Congresso Nacional tenha 176 deputados que se intitulam como representantes do agronegócio. Por outro lado, somente 7 deputados se declaram representantes dos camponeses sem-terra e, do total, apenas 8% são mulheres. Essa realidade só mudará com uma reforma do sistema político, que não será feita por um Congresso que se sustenta no financiamento privado de campanhas. A sociedade precisa intervir nesse processo, por meio da construção de uma Assembleia Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.

2- Democratizar a terra para os Sem Terra

Precisamos encampar a bandeira da democratização das terras brasileiras. Não podemos admitir que as melhores terras agricultáveis estejam a serviço das grandes transnacionais da cana-de-açúcar, eucalipto e da soja, em sua maioria sob controle do capital estrangeiro. Estão em disputa 60 milhões de hectares de terras agricultáveis no Brasil, que podem ser destinados para a Reforma Agrária ou ser comprados por estrangeiros a qualquer momento. É importante que o governo federal organize um plano de desapropriação de latifúndios e garanta terra para todas as famílias acampadas, além da demarcação das terras indígenas e garantia do direto dos quilombolas e de seus descendentes.

3-Por um plano de produção de alimentos sadios

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Os pequenos agricultores podem produzir alimentos de qualidade sem agrotóxicos para abastecer o mercado brasileiro, preservando a biodiversidade e garantindo uma diversificação de alimentos necessários para o equilíbrio alimentar. Diante disso, precisamos aumentar a capacidade da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a aquisição dos produtos da Reforma Agrária e garantir que as prefeituras comprem esses alimentos para a merenda escolar.

A União, os estados e os municípios devem ser parceiros dos pequenos agricultores, por meio de um conjunto de políticas públicas, agroindústrias, políticas de crédito, proteção e desenvolvimento das sementes, assistência técnica e capacitação para contribuir na organização da produção de alimentos. Assim, propomos a criação de uma empresa estatal para atender essa demanda.

4-Educação e Cultura no campo, como um bom lugar de se viver

As áreas rurais brasileiras não podem ser somente um lugar de produzir. Não podemos tratar o campo como se fosse uma grande fábrica de grãos. Precisamos que as áreas rurais sejam um bom lugar de se viver e, para isso, o Estado precisa consolidar políticas públicas que garantam qualidade de vida no campo. De início, reivindicamos que se pare imediatamente o fechamento de escolas do campo. Nos últimos 15 anos, mais de 20 mil escolas foram fechadas. Precisamos de internet de qualidade, centros culturais, escolas infantis, transporte público, equipamentos e infraestrutura para práticas esportivas, além de políticas de publicidade para publicações com centralidade na vida do povo do campo.

5-Construir um projeto popular para Brasil

Na nossa avaliação, a disputa eleitoral principal está entre neodesenvolvimentismo e neoliberalismo. Não estamos representados por nenhum desses projetos, mas é importante derrotarmos o neoliberalismo e toda a direita conservadora que o apoia. Diante disso, precisamos debater e construir um campo político em torno de uma plataforma de reformas estruturais que seja dirigida e hegemonizada pelo campo popular, que permitirá resolver os problemas sociais da classe trabalhadora e, ao mesmo tempo, acumular forças para as transformações profundas do Estado brasileiro e elevar o nível de consciência política e cultural da classe trabalhadora.

Acreditamos que o momento é propício para fazermos um bom debate com todas as forças populares e de esquerda, com os partidos que ainda acreditam na Reforma Agrária como forma de construir uma sociedade mais justa e igualitária. E por fim, independente de quem ganhar as eleições, precisamos nos preparar por que o próximo período será de muitas lutas.

* Integrante da Direção Nacional do MST, formado em ciências sociais e membro do grupo de conjuntura da Fundação Perseu Abramo

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A direita no Brasil só copia: Aecioselfie, Empiricus, Santander

agosto 8th, 2014 by mariafro
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A direita do Brasil não tem projeto político para o povo brasileiro, só para a elite excludente.

A direita do Brasil não tem tem criatividade: Depois do Dilma Rousselfie, Aécio tenta emplacar Aecioselfie

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Tenso!

A direita no Brasil importa da direita estadunidense inclusive suas estratégias de criminalização de candidatos progressistas, como fez a Empiricus, cuja sócia está sendo processada nos Estados Unidos.
A direita no Brasil não tem militância, mas é só ver uma manifestação legítima para tentar cooptá-la como fez em junho impingindo sua pauta para enterrar a PEC 37. A direita no Brasil não tem escrúpulos, ela planta notícia na Capa da Veja e faz bem pior, manda seu candidato para Brasília pra fazer media training. A direita no Brasil não tem explicação de sua incompetência e seu desmonte do Estado. A direita no Brasil deve ficar bem longe do governo federal.

Extrato do Santander replicou texto do Fator

Por Beatriz Cutait e Luciana Seabra | De São Paulo, no Valor

08/08/2014 às 05h00

Foi redigido no banco Fator e não no Santander o texto enviado a clientes alertando que, se a presidente Dilma Rousseff melhorasse seu desempenho nas pesquisas eleitorais, o dólar voltaria a subir e a bolsa, a cair. O documento é de autoria do estrategista do Fator Paulo Gala e foi copiado na íntegra por funcionários do Santander, que foram demitidos.

O extrato do Santander foi encaminhado a clientes no início de julho e se referia ao mês anterior. De um texto curto de seis frases, cinco foram copiadas integralmente do relatório do Fator, segundo apurou o Valor. O documento provocou forte reação do PT e da presidente Dilma Rousseff, que considerou a mensagem uma “interferência” do sistema financeiro na disputa eleitoral.

Em nota, o Santander afirmou que não estava ciente da semelhança dos relatórios e voltou a justificar a demissão dos funcionários com o argumento de quebra de normas de conduta. “O Santander esclarece que desconhecia totalmente esse fato”, diz o banco.

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