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Sergio Amadeu no Contraponto debate o Marco Civil na Internet

novembro 4th, 2013 by mariafro
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Nos primeiros 40 minutos Juvândia Moreira media as questões de João Peres da Rede Brasil Atual e Eduardo Guimarães do Blog Cidadania e nos dois últimos blocos eu e Altamiro Borges (blog do Miro) formulamos as questões para juntos esclarecermos ao público em geral as implicações da aprovação do Marco Civil e a necessidade de mantê-lo qual a sociedade civil elaborou por meio de consulta pública.

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Diga a seu deputado em alto e bom som: “Eu não abro mão da neutralidade da rede, eu não abro mão da retirada desse segundo parágrafo no artigo 15, não abrimos mão da nossa privacidade”

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III CONAPIR: Democracia e desenvolvimento sem racismo por um Brasil afirmativo

novembro 4th, 2013 by mariafro
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Ministra-Chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, convoca a sociedade para a III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial – III CONAPIR, a ser realizada em Brasília, entre 5 e 7 de novembro de 2013. Saiba mais sobre a III CONAPIR

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Quantas cenas de “humor inteligente” relacionadas ao holocausto; ou às vítimas de Hiroshima e Nagasaki; ou às do Word Trade Center ou às do incêndio na Boate Kiss, assistiremos em nossas noites de domingo?

novembro 4th, 2013 by mariafro
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A análise de Douglas é precisa. Bruno Mazzeo e a Globo dirão que é viagem, mania de perseguição dos negros ou como fez a ciclista em fevereiro na frente dos policiais na Faria Lima  para o motorista negro que a acusou de tê-lo chamado de ‘favelado e macaco’: ‘você é preconceituoso’

O racismo, crime inafiançável é tratado como piada nas tevês brasileiras, concessões públicas que desrespeitam a Constituição Brasileira e não sofrem  nenhuma punição e também nas ruas pelos racistas que com raríssimas vezes são obrigados a pagar uma merreca às vítimas do racismo.

“Rede Globo, fantástico é o seu racismo!”

Por Douglas BelchiorCarta Capital

04/11/2013
Mazzeo

“A escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil, deveras sentenciou Joaquim Nabuco. Mas na versão global, ironicamente “inteligente”, ele diz: “O Brasil já é um país mestiço! E não vamos tolerar preconceito!”.

Nas últimas semanas escrevi dois textos sobre a relação entre meios de comunicação, publicidade e humor e a prática de racismo, o primeiro provocado por uma peça publicitária de divulgação do vestibular da PUC-PR e o segundo por conta de um programa de humor que ridicularizava as religiões de matriz africana. Hoje, graças a Rede Globo de televisão, retorno ao tema.

Neste domingo 3 de novembro o programa Fantástico, em seu quadro humorístico “O Baú do Baú do Fantástico”,  exibiu um episódio cujo tema é muito caro para a história da população negra no Brasil.

Passado mais da metade do programa, eis que de repente surge a simpática Renata Vasconcellos. Sorriso estonteante ainda embriagado pela repentina promoção: “Vamos voltar no tempo agora, mas voltar muito: 13 de maio de 1888, no dia em que a Princesa Isabel aboliu a escravidão. Adivinha quem tava lá? Ele, o repórter da história, Bruno Mazzeo!”

 

ASSISTA AQUI O VIDEO SOBRE A ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO, EXIBIDA PELO FANTÁSTICO

O quadro, assinado por Bruno Mazzeo, Elisa Palatnik e Rosana Ferrão, faz uma sátira do momento histórico da abolição da escravidão no Brasil. Na “brincadeira” o repórter entrevista Joaquim Nabuco, importante abolicionista, apresentado como líder do movimento “NMS – Negros, mulatos e simpatizantes”!

Princesa Isabel também entrevistada, diz que os ex-escravos serão amparados pelo governo com programas como o “Bolsa Família Afrodescendente”, o “Bolsa Escola – o Senzalão da Educação” e com Palhoças Populares do programa “Minha Palhoça, minha vida”!

“Mas por enquanto a hora é de comemorar! Por isso eles (os ex-escravos) fazem festa e prometem dançar e cantar a noite inteira…” registra o repórter, quando o microfone é tomado por um homem negro que, festejando, passa a gritar: “É carnaval! É carnaval!”

 

O contexto

Não acredito que qualquer conteúdo seja veiculado por um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo apenas por um acaso ou sem alguma intencionalidade para além da nobre missão de “informar” os milhões de telespectadores, ora com seus corpos e cérebros entregues aos prazeres educativos da TV brasileira em suas últimas horas de descanso antes da segunda feira – “dia de branco”.

E me perguntei: Por que – cargas d’água, a Rede Globo exibiria um conteúdo tão politicamente questionável? O que teria a ganhar com isso? Sequer estamos em maio! Que “gancho” ou motivação conjuntural haveria para justificar esse conteúdo?

Bom, estamos em novembro. Este é o mês reconhecido oficialmente como de celebração da Consciência Negra. É o mês em que a população  a f r o d e s c e n d e n t e  rememora, no dia 20, Zumbi dos Palmares, líder do mais famoso quilombo e personagem que figura no Livro de Aço como um dos Heróis Nacionais, no Panteão da Pátria. Relevante não?

Estamos também na véspera da III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, que começa nesta terça, dia 5 e segue até dia 7 de Novembro, em Brasília, momento ímpar de reflexão e debates sobre os rumos das ações governamentais relacionadas a busca de uma igualdade entre brancos e negros que jamais existiu no Brasil. Isso somado à conjuntura de denúncia de violência e assassinatos que tem como principais vítimas os jovens negros, essa Conferência se torna ainda mais importante.

Voltando ao Fantástico, evidente que há quem leia as cenas apenas como um mero quadro humorístico e como exagero de “nossa” parte. Mas daí surge novas perguntas:

Um regime de escravidão que durou 388 anos; Que custou o sequestro e o assassinato de aproximadamente 7 milhões de seres humanos africanos e outros tantos milhões de seus descendentes; e que fora amplamente denunciado como um dos maiores crimes de lesa-humanidade já vistos, deve/pode ser motivo de piadas?

Quantas cenas de “humor inteligente” relacionado ao holocausto; Ou às vítimas de Hiroshima e Nagasaki; Ou às vítimas do Word Trade Center ou – para ficar no Brasil – às vítimas do incêndio na Boate Kiss, assistiremos em nossas noites de domingo?

Ah, mas ex-escravizados festejando em carnaval a “liberdade” concebida pela áurea princesa boazinha, isso pode! E ainda com status de humor crítico e inteligente.

Minha professora Conceição Oliveira diria: “Racismo meu filho. Racismo!”.

A democratização dos meios de comunicação como forma de combate ao racismo

Uma das tarefas fundamentais dos meios de comunicação dirigidos pelas oligarquias e elites brasileiras tem sido a propagação direta e indireta – muitas vezes subliminar, do racismo. É preciso perceber o que está por trás da permanente degradação da imagem da população negra nesses espaços. Há um pensamento racista que é, ao mesmo tempo, reformulado, naturalizado e divulgado para a coletividade.

A arte em forma de publicidade, teledramaturgia, cinema e programas humorísticos são poderosos instrumentos de formação da mentalidade. O que vemos no Brasil, infelizmente, é esse poder a serviço do fomento a valores racistas e preconceituosos que, por sua vez, gera muita violência. A democratização dos meios de comunicação é fundamental para combater essa realidade. No mais, deixo duas perguntas ao governo federal e ao congresso nacional, dos quais devemos cobrar:

O uso de concessão pública para fins de depreciação, desvalorização da população negra e da prática do racismo, machismo, sexismo, homofobia e todos os tipos de discriminação e violência não são suficientes para colocar em risco a concessão destes veículos?

Por que Venezuela, Bolívia e Argentina, vizinhos latino-americanos, avançam no sentido de diminuir a concentração de poder de certos grupos de comunicação e no Brasil os privilégios para este setor só aumentam?

Tantas perguntas…

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Mauro Ricardo é o elo de corrupção demotucana de BSB passando por MG, AM, SP e agora Salvador!

novembro 4th, 2013 by mariafro
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GRAMPINHO EM APUROS

Por Leandro Fortes, em seu Facebook

04/11/2013

Não bastasse o chorume carlista que ainda tem à disposição na Bahia para montar sua equipe de trabalho, ACM Neto ainda cismou de importar para Salvador este Mauro Ricardo Costa, ex-secretário de Finanças de Gilberto Kassab na prefeitura de São Paulo na gestão de Gilberto Kassab, do PSD.

Quando em São Paulo, Mauro Ricardo, atual secretário de Fazenda de Salvador, arquivou as denúncias feitas contra os quatro ex-funcionários presos sob acusação de desviar mais de 500 milhões de reais dos cofres municipais paulistanos por meio do abatimento irregular de dívidas de ISS.

Curiosamente, três meses após ACM Neto assumir a prefeitura e decretar exigência de “ficha limpa” para os servidores de sua gestão, descobriu-se que Mauro Ricardo responde a processos na Justiça Federal em Brasília, no Amazonas e em Minas Gerais.

Ele foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em 2001, e pela Justiça Federal, em 2005.

Apenas em um processo do MPF do Distrito Federal, Mauro Ricardo é acusado de ter desviado 56,6 milhões de reais da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), da qual foi presidente entre 1999 e 2002, no governo tucano de FHC.

Mauro Ricardo também foi secretário de Finanças de José Serra, na prefeitura de São Paulo, em 2005.

Entre 2007 e 2010, serviu a Serra no governo de São Paulo, como secretário estadual da Fazenda.

Ou seja, é uma típica criatura demo-tucana em plena atividade funcional.

Mas, atenção soteropolitanos, não tenho pena de ninguém: todo castigo é pouco para quem vota no DEM.

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