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Declarações de Ferrez reacende a polêmica sobre os critérios de escolha do Minc à Feira de Frankfurt

outubro 13th, 2013 by mariafro
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A justificativa da Ministra Marta Suplicy às acusações do Jornal alemão Süddeutsche Zeitung de que a escolha dos 70 autores a representarem o Brasil na Feira de Frankfurt não convenceu boa parte dos escritores negros brasileiros que se manifestaram no Facebook.

Vários deles arrolaram uma quantidade razoável de obras de autores contemporâneos traduzidos em inglês e alemão. A escritora Míriam Alves me marcou em uma dezena de obras, dentre elas algumas antologias, todas traduzidas, ou seja, nem diversidade nem critério técnico (ser autor traduzido em inglês ou alemão) foram de fato respeitados pela comissão do MinC.

Ferrez, autor negro que faz literatura negra e se considera negro, mas que foi embranquecido na polêmica iniciada pelo jornal alemão que o ignorou, só ressaltando a presença de Paulo Lins, fez algumas colocações que reacenderam o debate.

Para acompanhar este acalorado debate acesse:

Nota de repúdio pela ausência de escritores negros na Feira de Frankfurt 

Na feira de Frankfurt: Escritor ataca questões como desigualdades sociais, impunidade, homofobia e outros problemas do País

https://www.facebook.com/guellwaar.adun/posts/10202382759116778:

“Negro não é só melanina, é atitude política”, diz Ferréz em Frankfurt

CASSIANO ELEK MACHADO, RAQUEL COZER, ENVIADOS ESPECIAIS A FRANKFURT, na Folha, via Geledes

12/10/2013

Os questionamentos sobre o que poderia ser visto como racismo na lista de escritores brasileiros na Feira de Frankfurt, levantados pela imprensa alemã deixaram de lado um grande defensor das causas negra e da periferia no Brasil, o escritor Ferréz, um dos autores levados ao maior evento editorial do mundo pelo governo brasileiro.

A imprensa alemã destacou ao longo das últimas semanas que o romancista Paulo Lins, autor de “Cidade de Deus”, era o único negro da lista — ao que Lins respondeu, em entrevista à Folha, que “se há racismo não é na seleção de autores, e sim na sociedade, que permite a poucos negros serem escritores, jornalistas, engenheiros ou médicos”.

Neste sábado (12), após contar em debate no pavilhão brasileiro que foi confundido na Alemanha com árabe ou judeu, por causa da barba longa e do rabo de cavalo, Ferréz disse à Folha: “Sou mais negro que ele [Paulo Lins], falo mais do negro que ele. Ser negro não é só raça ou melanina, é atitude política perante o mundo. Nesse sentido, o Marçal [Aquino] é negro, o Lourenco [Mutarelli] é negro”, disse.

Filho de negro com branca, Ferréz disse não ter se incomodado por ter sido deixado de fora do debate. “Paulo Lins defendeu muito bem a causa.”

Durante o debate, contou que percebeu reações de identificação de minorias étnicas durante a passagem por Frankfurt, quando visitou escolas. “Um menino negro de 17 anos, com a camiseta do [rapper] Tupac, falou pra mim: ‘Respect’. Não precisa nem de tradução, né?”

Ferréz, que acabou de ter contos traduzidos na Alemanha, se surpreendeu ao saber que a letra de seu rap “Judas”, de 2001, vem sendo estudada em escolas alemãs.

“Nem faço mais rap. Acho que ensinam isso para as crianças daqui desistirem da leitura, já que elas não entendem, igual fazem com ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’ no Brasil”, brincou, para um auditório lotado — com a abertura da feira para o público geral, neste final de semana, pela primeira vez o espaço de debates do pavilhão brasileiro se encheu de estrangeiros.

ANGÚSTIA

Na conversa com ele e a escritora Patrícia Melo, a mediadora tentou encontrar pontos em comum nas duas obras, questionando-os sobre como retratam o medo e a angústia.

“O exercício literário é um exercício de resistência, de olhar criticamente para a sociedade, localizar contrastes e diferenças sociais”, argumentou a autora de “Inferno”. “A angústia social se junta à angústia do autor com a busca por formas, de respostas para sua própria prosa.”

Ferréz disse sentir falta de autores que ambicionem escrever para o Brasil, em vez de para o mundo. “Quero formar leitores. Nesse sentido me igualo ao Evangelho, quero salvar pela palavra. É importante participar do processo de educação num país em que 70% do povo não lê direito, enquanto as as pessoas estão lá falando de alta literatura.”

Já Patricia afirmou não ter o costume de pensar em quem é o leitor. “O leitor é uma figura metafísica, de repente entra na sua vida. O Ferréz é engajado socialmente, faz um trabalho importante com crianças. Não tenho tanto esse engajamento, minha ideia de leitor é mais de me olhar no espelho, para a leitora que também sou.”

No final da tarde de hoje (12), Patricia Melo receberia um prêmio literário alemão, o LiBeraturpreis, dado a cada ano pelo instituto litprom a uma mulher da África, Ásia, América Latina ou países árabes. Ela foi a escolhida pela edição alemã de seu livro “Ladrão de Cadáveres”, que, segundo o júri, é “um romance elegante, malicioso, sarcástico sobre as mudanças dos padrões de moral”. Lançado na Alemanha, o romance ocupou, em junho, o primeiro lugar no ranking da revista semanal alemã “Die Zeit” que publica mensalmente um ranking com os melhores livros policiais.

VIOLÊNCIA

Ferréz criticou, em entrevista à Folha, a violência da polícia no governo Alckmin ao ser informado sobre investigação do Ministério Público de São Paulo, que revelou que a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) planejou a morte do governador.

“Não tem que matar, o que tem que fazer é convencer o Alckmin a fazer a polícia parar de matar”, disse.

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Antonio Lassance: Lula pronto para voltar

outubro 13th, 2013 by mariafro
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E que ninguém duvide que num novo cenário político ele está disposto a antecipar sua volta…

Lula está pronto para voltar

Por: Antonio Lassance, Carta Maior

10/10/2013

É cedo para dizer se Lula voltará em 2018 para ser candidato a presidente da República. No entanto, pela entrevista concedida a Carta Maior, o que se pode afirmar, com toda a certeza, é que ele está pronto e motivado para encarar mais um mandato – ou melhor, dois.

Ouçam bem e prestem atenção ao que diz o ex-presidente, lá pelas tantas, em sua conversa. Ele usa duas analogias que retomam uma metáfora do início da entrevista. As analogias são a da estação ferroviária e a dos Dobermans. Um governo, diz ele, é composto por uma locomotiva, que é o governo; e pelo serviço público, que são as estações. Os governos passam. As estações ficam. Os governos são efêmeros. A burocracia é permanente.

Os políticos são eleitos, têm mandato, precisam de voto e de aprovação popular. São especialistas na arte de conquistar apoio público para suas decisões. A burocracia, não. É preciso todo um trabalho de convencimento. Não adianta obrigá-la a fazer o que não está convencida. Se a burocracia for convencida, fará com prazer o que deve ser feito. Se não se convencer, não fará. “Se ela tiver medo, ela fingirá e mentirá para você” – assevera.

Os ministros, mestres do convencimento público, nem sempre agem com presteza burocrática. Para isso, Lula brinca, usaria uns três Dobermans. Naquilo que é mais importante fazer e de um presidente acompanhar, ele esfregaria as roupas de seus ministros no nariz dos farejadores e os soltaria para encontrar seus auxiliares, saber o que estão fazendo e por que trilhas.

Mas cobraria dos ministros, também, maior envolvimento com sua própria burocracia. As políticas andam mal das pernas se os ministros não são capazes de convencer a sua própria equipe técnica da clareza e correção de propósitos, da certeza dos objetivos, da lisura dos processos. O desafio duplo, político e burocrático, deve convergir para o objetivo de melhorar a ação de governo.

Em 2006, Lula pagou para ver se seria abatido pela maldição do segundo mandato, aquela que diz que os primeiros quatro anos são insuperáveis, e os últimos quatro são só ladeira abaixo. Mirando o horizonte, deixa nítido que não veria risco em uma futura presidência. Muito pelo contrário. Por melhor que seu governo tenha sido avaliado, ele ainda se considera longe do último degrau. Lula já faz parte da história, mas está distante de se pretender passado.

“Eu talvez fosse o melhor opositor ao meu governo, hoje, porque hoje eu sei o que eu deixei de fazer e sei que é possível fazer mais” – diz. “Nós temos uma escada de dez degraus; nós subimos dois degraus, três degraus; ainda falta muito degrau”. Essa é a metáfora. Esse é o recado.

Em 2018, se precisarem de um maquinista experiente, Lula saberá, melhor do que ninguém, como colocar mais lenha na fogueira. Estará pronto para subir na máquina e fazê-la seguir em frente, a pleno vapor.

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“Quando passamos o cadáver da mulher aos colegas que estavam a bordo do nosso barco, vimos que dentro da roupa estava um bebê recém-nascido”

outubro 12th, 2013 by mariafro
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Me sinto menos humana por viver em um mundo onde bebês, fruto de gestações saudáveis, não têm direito de nascer.

O fascismo deixa raízes profundas, a lei perversa da Itália contra estrangeiros é responsável por barbáries como esta.

Racismo, xenofobia matam 1500 migrantes por ano no Mediterrâneo. Se eles pudessem escolher para onde ir sem medo isso não aconteceria.

Histórias de Lampedusa: descoberta de bebê ainda conectado à mãe emociona equipe de resgate

“Não conseguia acreditar. Não pudemos deixar de chorar e de encher a máscara [de mergulho] de lágrimas”, disse subtenente italiano

Ele chegou ao mundo para morrer. A mãe, uma jovem africana de 19 anos, se afogou no Mar Mediterrâneo, perto da ilha italiana de Lampedusa, antes de chegar à terra firme. À Europa. À esperança de uma vida menos injusta. Mas não houve quem os salvasse. À deriva, em meio aos gritos de desespero e à força das ondas, ele nasceu na água salgada. E no fundo permaneceram os dois, juntos.

Efe (04/10/2013)

Embarcação que naufragou no Mediterrâneo levava mais de 500 imigrantes africanos à Lampedusa. A maioria não sobreviveu

Quem os encontrou ainda conectados pelo cordão umbilical foi o subtenente  dos Carabineiros, uma das quatro forças armadas italianas, o mergulhador Renato Sollustri, na proa do barco afundado. No final de um dia de resgate daqueles que morreram no naufrágio em Lampedusa em 3 de outubro, o grupo de mergulhadores percebeu a jovem mulher, aparentemente grávida. “A tiramos do barco fazendo uma corrente humana com os braços”, conta o subtenente. “Depois a colocamos no fundo do mar. Com uma corda, a atamos a outros cadáveres e a tiramos de lá com os demais”.

Só depois perceberam o horror. “Quando passamos o cadáver da mulher aos colegas que estavam a bordo do nosso barco, vimos que dentro da roupa estava um bebê recém-nascido. Não conseguia acreditar. Não pudemos deixar de chorar e de encher a máscara [de mergulho] de lágrimas.”

O barco que afundou nas águas profundas perto da ilha siciliana de Lampedusa, ponto mais extremo do sul da Itália e principal porta de ingresso dos fluxos migratórios destinados ao país europeu, estava repleto de imigrantes. Naquela quinta-feira, aconteceu uma tragédia anunciada nas águas italianas. Até agora, foram encontrados 329 corpos dos imigrantes que viajavam nesse barco da morte, dentre os quais 89 mulheres e 8 crianças.

Uma mulher siciliana, que tentou ajudar a resgatar os que se afogavam, comentou à imprensa que “os homens gritavam e choravam para que salvássemos as crianças. Mas as crianças já estavam mortas.”

De acordo com a responsável pela comunicação do escritório da Agência da ONU para Refugiados, ACNUR, Barbara Molinario, que estava em Lampedusa, a situação é dramática, e, infelizmente, comum. “Essa tragédia é dolorosíssima, mas infelizmente, para nós que trabalhamos com esse tema, não é algo novo. O que vivem os imigrantes que cruzam o Mediterrâneo é impressionante, e eventos como esse acontecem com muita frequência. Dessa vez chamou a atenção porque o barco afundou perto da costa e ficou mais visível”, afirmou a Opera Mundi.

 

Sobrevivente é resgatado por membros das forças de segurança italianas próximo à ilha de Lampedusa, no Mediterrâneo. Efe (04/10/2013)

“Nós registramos, calculando por baixo, que somente este ano morreram mais de 1.500 migrantes no Mediterrâneo. Sem contar os números incalculáveis dos que morrem no trajeto para chegar”, disse. Segundo ela, muitos partem de países como Eritreia, Somália, Síria, Egito, e, ao chegar à Líbia, de onde saem muitos barcos, já cruzaram o deserto e enfrentaram uma série de perigos. “Muitos ficam lá e nunca chegam ao mar, que é a parte mais visível, mas que nem chega a ser a mais perigosa do caminho deles”, revelou.

De acordo com os dados fornecidos por Barbara Molinario, a maioria dos imigrantes que chega à Lampedusa são pessoas que fogem da guerra, ou seja, que têm direito a asilo. “O que acontece com frequência é que os barcos que resgatam os imigrantes do mar ficam bloqueados por dias ou semanas pelas autoridades de diferentes países, como Malta e Itália, que atribuem a outros a responsabilidade de acolher os imigrantes em seu território”. E, enquanto isso, muitos imigrantes morrem no mar.

Segundo as autoridades policiais, o barco de 20 metros que chegava da Líbia transportava mais de 500 imigrantes, quando, de repente, alguns deles botaram fogo em um cobertor para serem vistos. Muitos se assustaram e o movimento dentro da embarcação fez com que ela se enchesse d água e afundasse.

Legislação

Na Itália, a tragédia provocou um debate entre os que, há dois anos, se opõem ao que se conhece como a lei “Bossi-Fini” – elaborada por Umberto Bossi, ex-líder do partido xenófobo Lega Nord e Gianfranco Fini, ex-líder do partido de direito Alleanza Nazionale.

O governo italiano se antecipou para tentar se preservar frente à tragédia. As autoridades declararam um dia de luto nacional pelos mortos no acidente, apesar de ainda não ter sido possível enterrar os mais de 300 corpos e decidiram conceder cidadanias póstumas.

No entanto, aqueles que se salvaram foram indiciados pelo crime de clandestinidade e estão presos preventivamente no centro de identificação e expulsão da ilha. Os únicos que se salvaram da prisão preventiva são os menores de idade. Cerca de 60 deles saíram nesta sexta-feira (11/10) do centro de identificação para serem trasladados à Sicília.

Efe (04/10/2013)

Mergulhadores italianos que participam da recuperação dos corpos de imigrantes trabalham sem parar desde a tragédia

A tragédia de Lampedusa, a última de uma grande série, suscitou a polêmica sobre o tema da migração, que divide a opinião pública italiana, assim como a classe política nacional.

A proposta no parlamento de cancelar o delito de clandestinidade e a votação de uma emenda gerou resposta imediata de Beppe Grillo e Gianroberto Casaleggio, líderes do Movimento 5 Estrelas, nova força política  surgida nas última eleições parlamentarias e que posicionava como revolucionária. Porém, suas posições xenófobas ou claramente  racistas foram finalmente esclarecidas na mensagem dos líderes do movimento, que se declararam totalmente contrários ao cancelamento do delito de clandestinidade na Itália, evidenciando posturas próprias da extrema-direita, como os movimentos neofascistas italianos.

A lei n. 189, de 2002, mais conhecida como Bossi-Fini, prevê a expulsão dos estrangeiros clandestinos e, normalmente, é justificada pelas exigências impostas pelas União Europeia, indicada como responsável genérica pelas leis duras na administração dos fluxos migratórios. “Em vez de pedir ajuda à União Europeia e chorar lágrimas de crocodilo, o Estado italiano precisa se responsabilizar e modificar as leis. Destinar recursos para garantir as viagens dos que fogem das guerras”, disse Riccardo Noury, porta-voz da Anistia Internacional na Itália.

Para ele, nos últimos 10 anos, na Itália e na Europa, foram elaboradas políticas migratórias que privilegiam a construção de obstáculos, barreiras à chegada dos imigrantes, obrigando-os a fazer viagens cada vez mais perigosas, com resultados catastróficos. “O que pedimos às instituições italianas é que adotem outras políticas que não transformem a clandestinidade na única forma de se chegar à Itália. Pedimos a abolição do crime de clandestinidade, que não tem sentido”, defendeu.

Entre as costas da Sicília e de Lampedusa, chegaram mais de 30 mil imigrantes somente neste ano. E as instituições italianas seguem enfrentando o problema como uma emergência ordinária, que poderia ser administrada como estrutural, com um gasto menor e uma organização mais eficiente. De fato, ontem,  outro barco, com 250 imigrantes, virou no Canal da Sicília. Novamente se inicia a contagem dos mortos.

Assim como em 3 de outubro, uma grávida estava entre a multidão desesperada nesta sexta-feira. Com um destino diferente, ela conseguiu chegar a tempo a um hospital, onde dará à luz em segurança.

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Justiça anula sessão da Câmara do Rio de Janeiro que aprovou Plano de Cargos dos professores

outubro 12th, 2013 by mariafro
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Que os cariocas tenham memória e, em 2016, não reelejam nenhum destes traidores do povo, vendilhões da educação. Que os cariocas e fluminenses enterrem as carreiras políticas de Cabral e Paes.

Justiça anula sessão que aprovou Plano de Cargos dos professores

Por: Bruno Villa, Extra

11/10/2013


Câmara estava vazia no dia da votação Foto: Domingos Peixoto / O Globo

A Justiça suspendeu, nesta sexta-feira (11), a validade das sessões da Câmara do Rio que aprovaram, em 1º de outubro, o Plano de Cargos e Salários dos professores da rede municipal de ensino.

A juíza Roseli Nalin, da 5ª Vara de Fazenda Pública, atendeu o mandado de segurança com pedido de liminar apresentado por vereadores da oposição. O grupo argumentou que as sessões ordinária e extraordinária foram ilegais, por a população ter sido impedida de entrar no Palácio Pedro Ernesto e por problemas com a segurança.

No dia da votação, a Câmara foi cercada pela polícia e houve conflitos com manifestantes. Dentro do Legislativo, era possível sentir cheiro de gás lacrimogêneo. Um bomba, inclusive, foi lançada no gabinete do vereador Leonel Brizola Neto (PDT).

A ação foi assinada por nove parlamentares: Teresa Bergher (PSDB), Paulo Pinheiro (PSOL), Verônica Costa (PR), Jefferson Moura (PSOL), Renato Cinco (PSOL), Leonel Brizola Neto, Marcio Garcia (PR), Reimont (PT) e Eliomar Coelho (PSOL).

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