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Depois de espalhar seus preconceitos pela rede a #coxinhadegravador não deseja se manifestar sobre o processo movido pelas domésticas contra ela

setembro 13th, 2013 by mariafro
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A presidente do Sindicato das Empregadas e Trabalhadores Domésticos da Grande São Paulo, Eliana Gomes de Menezes, entrou na Justiça de São Paulo para exigir que a jornalista potiguar Micheline Borges pague indenização por danos morais de R$ 27,1 mil à categoria. A reportagem do G1 entrou em contato com a jornalista, que atendeu ao telefonema, mas disse que não gostaria de se manifestar.


Print do post do facebook da ~jornalista~ potiguar que espalhou preconceito na rede contra médicos cubanos, empregadas domésticas e negros.

Jornalista é processada por dizer que cubanas ‘têm cara de doméstica’

O Globo

10/09/2013
Sindicato das empregadas de São Paulo quer retratação pública.
Jornalista disse que não quer se manifestar sobre assunto.

A presidente do Sindicato das Empregadas e Trabalhadores Domésticos da Grande São Paulo, Eliana Gomes de Menezes, entrou na Justiça de São Paulo para exigir que a jornalista potiguar Micheline Borges pague indenização por danos morais de R$ 27,1 mil à categoria. A reportagem do G1 entrou em contato com a jornalista, que atendeu ao telefonema, mas disse que não gostaria de se manifestar.

Em um post no Facebook, Micheline comparou os médicos cubanos trazidos ao Brasil por meio do programa federal Mais Médicos a empregadas domésticas.  A ação foi protocolada no último dia 6 de setembro na 1ª Vara do Juizado Especial Cível da capital paulista.  O objetivo da ação, segundo o sindicato, é obrigar a jornalista a pedir desculpas públicas pela ofensa às empregadas domésticas.

O sindicato afirma que as empregadas domésticas sentiram-se ofendidas com o estereótipo descrito por Micheline, citando os termos “descabelada, de chinelos e sem lavar a cara.” A Federação das Empregadas e Trabalhadores Domésticos de São Paulo já havia manifestado a intenção de obter retratação formal da jornalista.
Em entrevista ao G1 no final de agosto, logo após a repercussão do caso, a jornalista pediu desculpas a quem se sentiu ofendido e disse que foi mal interpretada. “Foi um comentário infeliz, só gostaria de pedir desculpas, fiquei muito angustiada. Ganhou uma proporção muito grande nas redes sociais, onde as pessoas interpretam do jeito que querem. Não tenho preconceito com ninguém, não quis atingir ninguém, nem ferir a imagem nem a profissão de ninguém”, declarou.

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Em 11 de setembro relembramos Allende, relembramos Victor Jara, relembramos governos populares que foram massacrados por ditadores sanguinários a serviço do grande capital

setembro 11th, 2013 by mariafro
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“Os ricos, os grandes proprietários de terra, empresas norte-americanas ricas. Eles esmagaram a democracia chilena e erigiram um reinado de terror com milhares de presos, torturados e mortos. Eles, e não os resistentes à ditadura, são os verdadeiros terroristas que assustam e obscurecer a história da nossa América.” Eduardo Gonzalez Viana

Recebi de Bóris,  este lindo vídeo de um concerto de Victor Jara na televisão peruana, ocorrido em 17 de julho de 1973, meses antes de seu assassinato pelos golpistas chilenos em setembro de 1973. Victor, com a doçura que o caracteriza, interpreta suas melhores canções e conta aspectos importantes de sua vida.

Bóris também  compartilhou uma história publicada no jornal La Primera, do Peru e escrito pelo escritor Eduardo Gonzalez Viana.

Uma semana antes do golpe Victor estava em Lima e recusou vários convites para cantar no norte do Peru e Equador …. Ele estava determinado a voltar ao Chile, apesar de estar ciente da iminência de golpe.

A tradução apressada e sem revisão do texto em espanhol para o português é culpa única e exclusivamente minha.

Por:  Eduardo Gonzalez Viana

La Primera, 1998

“No segundo andar do Instituto Nacional de Cultura, em Lima, Victor Jara e eu estávamos conversando. Durante esses dias, o famoso cantor chileno terminou a turnê do Peru. Estavam em Setembro de 1973. Uma semana depois Victor seria assassinado.
Dizem que quando você vai morrer, repete seus passos. Talvez isso lhe ocorreu. Por mais de duas horas me falou sobre sua infância em Lonquén e sua mãe, que lhe inspirou a música mais famosa de seu repertório: ““Te recuerdo, Amanda”. ” Ele lembrou também do tempo em que estudou no Seminário Redentorista e pensou em se tornar padre.

Duas pessoas vieram conversar com ele. Virei-me para o lado para não ser intrusivo, mas eu poderia ver pelos gestos que Victor estava declinando um convite. A última coisa que ele disse em voz alta foi: ” Obrigado, obrigado, mas não.”

Naquele momento, decidi convidá-lo para ir para Trujillo. “Na faculdade, todo mundo vai querer ouvi-lo. Você pode ficar na minha casa. Fica, irmão, todo o tempo que você quiser.”

Victor sorriu tristemente: “Você disse o mesmo que os amigos”, referindo-se às pessoas que havia acabado de falar. “Eles querem me levar para Quito e Equador. E você quer que eu vá viver em Trujillo. … Não, Eduardo. O que vocês tentam fazer é evitar o meu retorno ao Chile.”

DEVER COM SEU PAÍS

De fato, havia muito desta intenção em nossos convites. O jornal apontou que um golpe militar era inevitável no Chile. Os ricos e poderosos não podia tolerar as reformas sociais iniciadas pelo presidente Salvador Allende. Corporações transnacionais conspiravam. A qualquer momento, comprariam um militar para fazer o trabalho sujo.

“Eu tenho um dever para com o a minha pátria. Aprendi a amar a justiça social nos dias em que era um seminarista e percebi que essa era a verdadeira pregação de Cristo. Então, entrei na Juventude Comunista. Se acontecer alguma coisa, devo estar em meu posto de luta.” Arturo Corcuera e eu o acompanhamos até o aeroporto.

O resto é conhecido. Em 11 de setembro apenas teve notícias do que estava acontecendo, Victor Jara foi para a Universidade Técnica, onde trabalhava. A tarefa era resistir nos empregos. Se supunha que isso deteria os golpistas… mas um batalhão armado entrou no prédio. Todos os sobreviventes foram levados para o estádio de Santiago.

CRIMINAL
A Victor, como eles reconheceram Jesus … deu um tratamento especial. O cantor de toda a juventude chilena e latino-americana colocaram suas mãos em uma plataforma de aço e as trituraram. Depois de muitas outras torturas, Victor morreu, mas isso não foi o suficiente seus algozes. Eles salpicaram seu corpo com 40 balas.

A notícia afirma que os oito autores do crime foram identificados. O oficial que dirigiu a operação vive na Flórida e continua a justificar sua ação.

Não importa os nomes ou os rostos dos miseráveis. Eles devem ter as mesmas unhas sujas e os mesmos olhos assustados que os acompanharão até o fim de seus dias. Mas importa responder outras perguntas: Quem deu a ordem? Quem enviou o oficial? …. Portanto, o seu comando? E … o General Pinochet? …

Os ricos, os grandes proprietários de terra, empresas norte-americanas ricas. Eles esmagaram a democracia chilena e erigiram um reinado de terror com milhares de presos, torturados e mortos. Eles, e não os resistentes à ditadura, são os verdadeiros terroristas que assustam e obscurecer a história da nossa América.

Eles mataram o cantor, mas o cantor não se calou. Cristo fez o ex-seminarista torturado, um imortal. Eles cortaram suas mãos, mas sua guitarra ainda soa, vinte e cinco anos depois, seguimos ouvindo-a. Resista, companheiro Victor: ” Venceremos, venceremos, socialista será o futuro.”

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Palmério Dória no Contraponto: O príncipe da privataria

setembro 11th, 2013 by mariafro
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Em entrevista a bancário e blogueiros no Contraponto, o autor dá detalhes da história secreta de como o Brasil perdeu seu patrimônio e Fernando Henrique Cardoso ganhou sua reeleição. O programa de webtv é uma parceria do Sindicato com o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e vai ao ar, ao vivo, todas as primeiras segundas-feiras do mês, pelo site do Sindicato, rede Brasil Atual e blogues alternativos.

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Paulo Saldiva, médico e professor de patologia da USP: “Tive vergonha da minha categoria”

setembro 11th, 2013 by mariafro
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Não foi só o senhor não. Todos os brasileiros de boa fé ficaram enojados com o comportamento vil, racista, esvaziado de sentido, corporativista dos #coxinhasdejaleco. Nós sentimos muita vergonha alheia por vocês,  muita mesmo.

Mas o medo atroz da Folha é a popularidade do possível candidato a governador do estado de São Paulo. A colunista esquece que o programa Mais Médicos está pronto há muito tempo, desde janeiro pelo menos, e o que ela não consegue entender é que as manifestações ajudaram a presidenta a peitar médicos corporativistas de braços dados com mídia golpista.

Nós também sentimos muita vergonha alheia do jornalismo coxinha,  mas não tem problema não, mais uma vez vocês perderam e o Brasil ganhou.

Erramos. Não soubemos fazer o diagnóstico da situação. A população ficou contra a gente”.

Por Claudia Collucci, na Folha, Ditabranda

11/09/2013

Ouvi a frase acima de um médico após debate sobre mercado de trabalho médico, promovido na noite de ontem pelo núcleo da GVSaúde, da Fundação Getúlio Vargas.

Antes disso, outros médicos, inclusive um dos palestrantes, Miguel Srougi, professor titular de urologia da USP, já havia manifestado sua insatisfação sobre a maneira como as entidades médicas conduziram o debate sobre o programa Mais Médicos até agora.

Ele lembrou que foi perdido tempo demais na defesa de que o país não precisava de mais médicos ou de mais escolas médicas, quando agora existe uma unanimidade de que não só o Brasil como o resto do mundo vive uma escassez de médicos.

Outros médicos avaliaram como “um grande equívoco” os protestos contra os cubanos, considerada a cereja do bolo da antipatia médica perante a população.

Em debate na USP na semana passada, Paulo Saldiva, professor de patologia da USP, resumiu a insatisfação numa frase. “Tive vergonha da minha categoria”, comentou, quando se referiu às vaias recebidas pelos cubanos ao chegarem ao Brasil.

Drauzio Varella, na sua coluna do último sábado, também já tinha ido na mesma linha: “O que ganhamos com essas reações equivocadas? A antipatia da população e a acusação de defendermos interesses corporativistas.”

Embora essa não seja a opinião oficial das entidades de classe que os representam, esses médicos estão certos em relação a que lado a população está agora. Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada ontem, apontou que 73,9% dos brasileiros se declararam favoráveis à importação dos profissionais formados no exterior. Em julho, esse percentual era de 49,7%.

O número de entrevistados que disse ser contra o programa caiu de 47,4% em julho para 23,8% em setembro.

Talvez os médicos tirem uma lição disso tudo: a necessidade de se colocarem na pele de quem vive nos rincões sem assistência médica. Essa população não quer saber se a União está se esquivando de investir os 10% em saúde ou de que os estrangeiros teriam que passar por exames de revalidação do diploma antes de começarem a atuar no país. Ela só quer um médico por perto.

Essa resposta imediata as entidades médicas não deram. O governo federal, com mais erros do que acertos, deu.

Que a medida do governo Dilma é eleitoreira, tomada às pressas como resposta às manifestações das ruas, ninguém duvida disso. Tampouco há dúvidas sobre a insustentabilidade do programa a médio e longo prazo.

Sem mais recursos para a saúde, sem uma gestão eficiente do SUS, sem equipes multidisciplinares e sem um plano consistente para reter os médicos em regiões longínquas, há pouquíssimas chances de alguma coisa dar certo. Outros países como Canadá e Inglaterra já fizeram essa lição e deveríamos ter aprendido alguma coisa com eles.

Mas o ministro Alexandre Padilha, apontado pelo ex-presidente Lula como candidato ao governo de São Paulo nas eleições do próximo ano, não se lembra disso quando busca nesses países álibis para justificar a importação de médicos. E já colhe os frutos da iniciativa, com o aumento da aprovação popular. E agora, doutores?

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