Maria Frô - ativismo é por aqui

Maria Frô header image 4

Cláudia Trevisan, repórter do Estadão, destacada para entrevistar Joaquim Barbosa em Yale, foi presa e algemada

setembro 28th, 2013 by mariafro
Respond

Já imaginaram se algum repórter estadunidense fosse algemado e preso numa universidade brasileira? A velha mídia faria um grande escândalo. Mas o mesmo não ocorreu quando uma repórter brasileira foi presa e algemada dentro de uma universidade estadunidense.

Por que o presidente do STF do Brasil fez uma palestra tão secreta em uma universidade estadunidense que não poderia falar com repórter brasileira nem quando terminasse a palesta? O que havia de tão secreto nesta palestra? Será que a teoria do domínio do fato pode resolver este enigma?

Nossa solidariedade à repórter, nós, blogueiros sujos, defendemos a liberdade de expressão no Brasil, nos EUA, em Cuba, na China, em qualquer lugar do mundo. Defendemos também a liberdade de imprensa e achamos que são coisas diversas, mas que precisam ser garantidas sempre. 

Twitter de Claudia Trevisan: @claudianoseua

Correspondente do ‘Estado’ é presa e algemada em Yale (EUA)

Destacada para cobrir a visita do ministro Joaquim Barbosa, que fazia uma conferência na universidade, a jornalista foi autuada por ‘invasão de propriedade privada’, segundo a polícia

O Estado de S. Paulo

27/09/2013

A correspondente do Estado em Washington, Cláudia Trevisan, foi detida nesta quinta-feira, 26, na Universidade Yale, uma das mais respeitadas dos Estados Unidos, enquanto tentava localizar o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, que fazia uma conferência no local. A jornalista foi algemada e mantida incomunicável por quase cinco horas, inicialmente dentro de um carro policial e depois em uma cela do distrito policial de New Haven, cidade onde fica a universidade. Sua liberação ocorreu apenas depois de sua autuação por “invasão de propriedade privada”.

Veja também:
link ‘Não entrei escondido nem forcei a entrada’, afirma Cláudia Trevisan

O caso foi acompanhado pelo Itamaraty, em Brasília, e especialmente pela embaixada brasileira em Washington e pelo consulado em Hartford, Connecticut, que colocou à disposição da jornalista seu apoio jurídico. O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, estava em Nova York e foi informado por assessores sobre o incidente. Claudia, pouco antes de ser presa, pudera informar um diplomata da embaixada brasileira por telefone.

Claudia Trevisan é correspondente do Estado em Washington desde o final de agosto. Nos últimos cinco anos, atuara em Pequim, na China, onde foi também diretora da Associação de Correspondentes Estrangeiros. Por outros meios de comunicação brasileiros, havia trabalhado como correspondente em Buenos Aires e em Pequim.

“Eu não invadi nenhum lugar”, declarou ela, ao mostrar-se indignada pela acusação policial e por sua prisão.”Passei cinco anos na China, viajei pela Coreia do Norte e por Mianmar e não me aconteceu nada remotamente parecido com o que passei na Universidade de Yale”, completou nesta quinta-feira, 26, ainda abalada.

A jornalista havia sido destacada para cobrir a visita do ministro Joaquim Barbosa à Universidade Yale, onde participaria do Seminário Constitucionalismo Global 2013. Ela trocara e-mails com a assessora de imprensa da Escola de Direito da universidade, Janet Conroy, que lhe informara ser o evento fechado à imprensa. Claudia aquiesceu, mas disse que, por dever de ofício, esperaria pelo ministro do lado de fora do Woolsey Hall, o auditório onde se daria o seminário.

Ela também havia conversado previamente, por telefone celular, com o próprio ministro Barbosa, a quem solicitou uma entrevista. Barbosa disse que não estava disposto a falar com a imprensa. Claudia, então, informou o presidente do STF que o aguardaria e o abordaria do lado de fora do prédio.

Portas abertas. O prédio é percorrido constantemente por estudantes e funcionários da universidade e por turistas. Suas portas estavam abertas às 14h30 de quinta-feira. Claudia ingressou e, na tentativa de confirmar se o evento se daria ali, dirigiu-se ao policial DeJesus, em guarda no primeiro andar. Ele pediu para Claudia acompanhá-lo. No piso térreo do prédio, a pedido do policial, Claudia forneceu seu endereço em Washington, telefone e passaporte. Ao alcançarem a calçada, do lado de fora do prédio, DeJesus recusou-se a devolver seu documento.

“Nós sabemos quem você é. Você é uma repórter, temos sua foto. Você foi avisada muitas vezes que não poderia vir aqui”, disse o policial, segundo relato de Claudia Trevisan, para em seguida agregar que ela seria presa.

Algemas. O processo de prisão teve uma sequência não usual nos EUA. Os argumentos de Claudia não foram considerados pelo policial. Na calçada, ele a algemou com as mãos nas costas e a prendeu dentro do carro policial sem a prévia leitura dos seus direitos. Ela foi mantida ali por uma hora, até que um funcionário do gabinete do reitor da Escola de Direito o autorizou a conduzi-la à delegacia da universidade, em outro carro, apropriado para o transporte de criminosos.

Na delegacia, Claudia foi revistada e somente teve garantido seu direito a um telefonema depois de quase quatro horas de prisão, às 21h20. O chefe de polícia, Ronnell A. Higgins, registrou a acusação de “transgressão criminosa”. Ela deverá se apresentar no próximo dia 4 diante de um juiz de New Haven.

O Estado manifestou hoje sua indignação à Escola de Direito da Universidade Yale pela prisão arbitrária de sua correspondente em Washington. Solicitou também respostas a cinco perguntas pontuais sobre o episódio e seu acesso às imagens de câmeras de segurança do prédio de Woolsey Hall, para comprovar o fato de Claudia ter obedecido as instruções do policial. A resposta dessa instituição está sendo aguardada.

Confira as perguntas cujas respostas são aguardadas pelo ‘Estado’:

Em virtude dos infelizes fatos ocorridos, O Estado de S. Paulo gostaria de obter, nesta sexta-feira, de preferência, alguns esclarecimentos da Escola de Direito da Universidade Yale:

1. Quais foram – especificamente – as instruções recebidas pelo policial DeJesus antes do evento, com relação ao tratamento dado ao jornalistas?

2. Por que a jornalista Cláudia Trevisan foi presa por ‘invasão de propriedade privada’ se ela não estava no interior de um prédio privado naquele momento, não resistiu às instruções dadas pelo policial DeJesus e não foi agressiva?

3. Qual é o nome do oficial que deu ao policial DeJesus a permissão para conduzir a jornalista Cláudia Trevisan ao distrito policial e processá-la? Por que ele fez isso?

4. O ministro Joaquim Barbosa deu alguma instrução à faculdade de Direito ou para pessoas da organização do evento de como tratar a imprensa?

5. O mesmo procedimento foi usado antes pela Faculdade de Direito em outros episódios parecidos.

Estado gostaria de ter acesso à cópia do vídeo feito pelas câmeras de segurança, capturadas equipamentos instalados no ambiente interno e externo do prédio, com imagens dos movimentos da jornalista.

Tags:   · · 5 Comments

Primeiro curso a entrar em funcionamento pela Política de Expansão das Escolas Médicas do Brasil

setembro 28th, 2013 by mariafro
Respond

Bom saber que os futuros médicos no Brasil podem ser mais humanistas:

“A grande maioria de nossos alunos são egressos de escola pública e oriundos de pequenas cidades. Um fato curioso é que apenas um deles é filho de médicos. Sentimos todos muito motivados, interessados e, principalmente, contentes, assim como nós estamos, de fazer parte da história”

De todo modo examinando com cuidados as fotos, não enxerguei um único aluno negro* :(

Espero que eles façam bom uso deste jaleco, ressignificando-o e não se tornem coxinhas.

Iniciam as aulas do curso de medicina da UFFS em Passo Fundo

UFFS

17/09/2013

Iniciaram, na manhã desta terça-feira (17), as aulas do curso de medicina da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), oferecido no Campus Passo Fundo. Reitoria e direção do Campus recepcionaram os calouros, que terão uma semana cheia de atividades.

“Hoje pela manhã, apresentamos aos alunos toda a fase de implantação do curso, contando com a presença de membros da Comissão de Implantação do Curso de Medicina. Foi importante, pois entre eles estão os diretores de hospitais, que também são nossos parceiros no desenvolvimento do curso. Ainda nesta semana os alunos conhecerão toda a estrutura disponível para o curso, o projeto pedagógico e os planos de ensino”, frisou o Diretor, Wanderlei de Oliveira Farias. Cada aluno recebeu um jaleco do curso.

Na próxima semana, os acadêmicos já iniciam as atividades de imersão no sistema de saúde da região. “Divididos em grupos, os alunos conhecerão a rotina o sistema de saúde dos municípios de Pontão, Sertão, Ernestina, Água Santa e Passo Fundo. Eles participarão de atividades desenvolvidas pelas unidades de saúde e pelos preceptores”, destacou Farias. “Esse é um dos diferenciais do curso, ter uma formação inovadora, que se dá a partir da prática desde o início da vida acadêmica”, finalizou.

Perfil dos alunos

O processo seletivo para o curso foi finalizado na última segunda-feira (16), com a 3ª chamada de classificados em sessão presencial. Foram 460 classificados para 23 vagas remanescentes.

Dos 40 matriculados, 21 são homens e 19 mulheres; 27 são do estado do Rio Grande do Sul, sendo que, desses, quatro são de Passo Fundo; quatro são de Santa Catarina; três do Parana; dois de São Paulo; um de Minas Gerais; um da Bahia; um do Ceará e um é do estado do Tocantis.

Para o Diretor, o perfil dos alunos subsidia e reforça a política de ingresso da UFFS. “A grande maioria de nossos alunos são egressos de escola pública e oriundos de pequenas cidades. Um fato curioso é que apenas um deles é filho de médicos. Sentimos todos muito motivados, interessados e, principalmente, contentes, assim como nós estamos, de fazer parte da história”, ressalta Faria.

O curso de medicina do Campus Passo Fundo é o primeiro curso a ser autorizado e a entrar em funcionamento pela Política de Expansão das Escolas Médicas do Brasil.

*Atualização: Em ação afirmativa, UFFS chama mais dois candidatos para o curso de Medicina

Leia mais:

O corporativismo grotesco nos CRM desrespeitam a Justiça negando ao povo brasileiro o acesso à medicina

Médicos do programa ” Mais Médicos” são aprovados por pacientes de comunidade rural

Você não sabe por que queremos médicos cubanos? Veja a pediatra surtada e entenda

Os CRM mesmo com a Justiça em seu encalço boicotam o programa Mais Médicos: Médico palestino não consegue atender por falta de documentação

Feinsilver: “Eu acho condenável os médicos brasileiros assediarem os cubanos, que foram para o seu país ajudar os mais pobres entre os pobres”

Médicos do programa ” Mais Médicos” são aprovados por pacientes de comunidade rural

Folha não aprende: Além de não ouvir o outro lado para fazer suas matérias porcas bota palavra na boca dos outros

Alheias às polêmicas, cidades de SP esperam os médicos cubanos

Parece que nem o espírito de corpo salvará o médico que bateu ponto no Mais Médicos e voou para Chicago

Paulo Saldiva, médico e professor de patologia da USP: “Tive vergonha da minha categoria”

91% dos profissionais cubanos atuarão no Norte e no Nordeste – Blog da Saúde

Médica paraense durante o AmazonWeb declara seu apoio ao #maisMédicos

Carta aberta de médica que sentindo muita vergonha alheia se desfilia do SIMEPE

Médicos cubanos agradecem o ato de solidariedade contra a manifestação de desrespeito à dignidade humana por eles sofrida, cantando Guantanamera

Luís Fernando Tófoli: Uma ira epidêmica

“Sou médica brasileira, trabalho no SUS e apoio a chegada dos COLEGAS DE CUBA!”

Laura Greenhalgh: Doutor Preto 

Entrevistada da Folha é foi citada em farra de gastos de prefeitura com auxílio-transporte

Em BH, médica vira as costas para profissionais estrangeiros durante visita a posto de saúde

Mitos e receios sobre a vinda de médicos estrangeiros ao Brasil

Wilson Gomes: Eu tenho pena é do coitado deste país, açoitado pela mentalidade-micheline

Jorge Pontual fazendo jornalismo: Cuba há décadas manda equipes médicas para o resto do mundo e OMS a reconhece como modelo

“Os médicos brasileiros deveriam fazer o mesmo que nós: ir aos lugares mais pobres prestar assistência”

Imprensa estrangeira descobre os nossos #CoxinhasDeJaleco

Bob Fernandes: ‘Médicos Cubanos’ provocam fígado e alma do Brasil

Trocamos um médico cubano por TODOS OS MÉDICOS DE DEDO DE SILICONE, DO BATE PONTO E VAI EMBORA, DOS COXINHAS DE JALECO

Já passou da hora do Ministério Público processar os #coxinhasdejaleco

Do médico Luís Fernando Tófoli para o médico Egberto Ribeiro Turato, sobre as boas vindas aos médicos cubanos

Médicos cubanos, desculpem-nos as agressões da elite escravagista brasileira representada pelos jalecos de coxinha cearenses

24 de agosto: Mais Médicos, Mais Ética, Mais Informação, Mais humanização na medicina brasileira

“Dizer-se preocupados com a saúde da população é falácia, pois pior que ser atendido por um médico sem revalida é não ter médicos.”

Luís Fernando Tófoli “Como médico e professor de Medicina, declaro que a FENAM não me representa!”

Luís Fernando Tofoli: MIMIMI, COXINHAS E JALECOS

Luís Fernando Tófoli: “Sou médico e professor de Medicina e concordo com os vetos presidenciais à Lei do Ato Médico, em respeito ao SUS”

“Pagar R$ 10 mil para um médico trabalhar 40 horas é um absurdo” Mas pode chamar de corporativismo

Frente Nacional de Prefeitos comemora o lançamento do Programa #MaisMedicos

Uma análise sobre necessidade de médicos e condições de trabalho em prefeituras, com base em minha experiencia em saúde publica

Mais Médicos: A partir de 2015: Médicos terão de atuar dois anos no SUS para se formar

Conte-me como é ser reprovado no CREMESP e sair às ruas num ato promovido pelo CRESMESP pedindo Revalida para médicos estrangeiros

Paulo Moreira Leite e Izabelle Torres: O Brasil tem metade dos médicos que precisa

Estudantes que tentaram fraudar vestibular de medicina com 1500 de fiança se livram da prisão

Em quem acreditar? Nas patricinhas da medicina com nariz de palhaço da Paulista ou no presidente do sindicato médico do RS?

IPEA mostra: nossos médicos estão entre os que ganham maiores salários no Brasil

Quando Serra e PSDB eram a favor da vinda de medicos cubanos

Maria Leite: Os médicos cubanos que iriam ou irão vir ao Brasil não são médicos formados na ELAM

Em Ferraz de Vasconcelos, SP médicos usam dedo de silicone pra fraudar registro de ponto

Senado cortou em 62% os royalties do petróleo para Educação e Saúde

Ministro da Saúde nega fala atribuída a ele no Terra e El Pais

Padilha: Médicos estrangeiros sim! Os cidadãos brasileiros não podem esperar

Fatos sobre a presença de médicos estrangeiros no Brasil desenhados até para Daniela Schwery entender

Mário Scheffer: A saúde é uma discussão política. A sociedade brasileira, por acaso, se orgulha do SUS?

Professor Hariovaldo criou uma página no Facebook

Tags:   · · · · · · 8 Comments

O corporativismo grotesco nos CRM desrespeitam a Justiça negando ao povo brasileiro o acesso à medicina

setembro 28th, 2013 by mariafro
Respond

Corporação dos #coxinhasdejaleco do Ceará, Minas Gerais, Porto Alegre e São Paulo parecem disputar para ver quem mais detona com a imagem pública da categoria médica.

Parabéns aos envolvidos, 80% dos brasileiros odeiam aqueles pelos quais algum dia nutriram algum respeito e admiração.

CRM de Minas Gerais terá de emitir registros imediatamente, sob pena de multa diária de R$ 10 mil, decide Justiça

A Justiça Federal determinou, nesta sexta-feira (27), que o Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM/MG) emita imediatamente os registros provisórios dos profissionais com diploma estrangeiro do Programa Mais Médicos no estado, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. A decisão do juiz federal João Batista Ribeiro, da 5ª Vara Cível, em Belo Horizonte, vale para todos os pedidos de registros cujo prazo de 15 dias para apreciação já tenha vencido, bem como dos pedidos que ainda vierem a ser apresentados. Em Minas Gerais, 31 dos 41 pedidos de registro protocolados tiveram prazo vencido até esta sexta. Todos os profissionais já estão nos 31 municípios atendidos pelo programa, sem autorização para trabalhar.

Até o momento, esta foi a determinação mais severa da Justiça contra os CRMs a favor do Programa Mais Médicos. É a segunda ação judicial ajuizada pelo Governo Federal contra um CRM – a primeira foi contra o CRM do Rio Grande do Sul, cuja decisão, também favorável, publicada no dia 20, determinou que o conselho emitisse os registros no prazo de 72 horas, mas não previu multa. As entidades médicas de todos os estados, com exceção de Roraima e do Maranhão, já ajuizaram 29 ações judiciais questionando o Programa Mais Médicos, e o Governo Federal obteve decisões favoráveis em 20 dessas ações.

“Esta decisão vem ao encontro daquilo que está previsto na lei. A medida provisória do Mais Médicos deixa claro que a declaração de participação do profissional pela coordenação do programa é condição necessária e suficiente para a expedição de registro pelos conselhos. Acreditamos que agora os 31 médicos que já pediram esse registro no estado de Minas Gerais possam receber o documento para começar a trabalhar, e que os mineiros possam receber o benefício de ter atendimento médico por meio do programa”, afirmou o secretário de Gestão da Educação e do Trabalho em Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales.

DECISÃO – A Justiça Federal já havia negado pedido do CRM de Minas Gerais de se abster do dever legal de efetuar a emissão dos registros sem revalidação de diploma e comprovação de proficiência em língua portuguesa – documentos que extrapolam os determinados pela Medida Provisória 621/2013, que instituiu o Programa Mais Médicos. Porém, mesmo após a decisão do juiz, a entidade descumpriu a legislação, exigindo da coordenação do Programa Mais Médicos apresentação dos nomes do supervisor e do tutor acadêmico dos médicos e o endereço das unidades básicas de saúde onde vão atuar. Além disso, o CRM de MG estabeleceu, sem base legal, que o prazo de 15 dias teria sua contagem iniciada a partir da apresentação das informações requeridas.

Em sua decisão, o juiz considerou que “no caso concreto, a resistência apresentada pelo órgão resvala na prática de improbidade administrativa (artigo 110, 11, da Lei 8429, de 1992) e, além

disso, caracteriza, em tese, o delito de prevaricação (CP, art. 319)”. O magistrado concordou com os argumentos da Advocacia-Geral da União (AGU) de que as exigências de documentos diferentes daqueles que constam na MP “não tenham por objetivo a auspiciosa finalidade de contribuir para o aperfeiçoamento do Programa Mais Médicos, mas unicamente a finalidade de retardar o início do programa em decorrência dessa disputa infrutífera travada com a União Federal em que os perdedores serão as camadas menos favorecidas da população”.

Também foi considerado que a declaração de participação do médico no Programa Mais Médicos, fornecida pela coordenação do programa, “é condição necessária e suficiente para a expedição de registro provisório pelos Conselhos Regionais de Medicina.

A decisão diz ainda que o fato de não acatar a legislação específica do programa é uma afronta à “vontade do Chefe do Poder Executivo, a quem foi outorgado pela Constituição Federal a faculdade de editar medidas provisórias, com força de lei, na expressão constitucional”.

INVESTIGAÇÃO DOS CRMs – Não só CRM de Minas Gerais, mas os CRMs de diversos estados têm extrapolado o prazo de 15 dias para emissão dos registros aos participantes do Mais Médicos com diploma estrangeiro, e exigido documentos diferentes do que determina a MP do programa.

Dos 350 pedidos de registro profissional provisório feitos pelo Ministério da Saúde aos Conselhos Regionais de Medicina cujo prazo máximo de análise expirou quinta-feira (26), mais da metade não foram entregues, 185. Os atrasos concentram-se em 15 estados. Pará, Minas Gerais, São Paulo e Amazonas, entre outros, ainda não emitiram nenhum registro.

Ao todo foram protocolados pelo Ministério da Saúde 647 pedidos de registro profissional para os participantes do Programa Mais Médicos com diplomas do exterior. Desse total, 182 foram emitidos por 11 conselhos regionais de medicina – o equivalente a 28% dos pedidos.

Na última quarta-feira (26), o governo federal solicitou à Procuradoria-Geral da República que investigue as condutas dos CRMs que se recusam a cumprir a MP do Mais Médicos e apure se estão violando deliberadamente a lei, cometendo ação de improbidade administrativa.

Os conselhos estão exigindo tradução juramentada de diploma, revalidação de diploma, os nomes do tutor e do supervisor e o endereço das Unidades Básicas de Saúde (UBS) onde os profissionais iriam atuar – documentos que extrapolam o previsto pela legislação específica do programa.

No dia 16, a Advocacia-Geral da União publicou parecer, assinado pela presidenta da República, Dilma Rousseff, que impede os CRMs de exigirem qualquer documentação diferente das definidas pela Medida Provisória 621/2013, que instituiu o Programa Mais Médicos. A MP tem força de lei, e os conselhos que exigem documentos extras estão cometendo ação de improbidade administrativa, estando sujeitos a ações judiciais.

Após publicação do parecer, o próprio Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou nota no dia 20 de setembro recomendando a todos os CRMs do país que cumprissem o que determina a MP do programa, no prazo estipulado pela norma.

Leia também:

Médicos do programa ” Mais Médicos” são aprovados por pacientes de comunidade rural

Você não sabe por que queremos médicos cubanos? Veja a pediatra surtada e entenda

Os CRM mesmo com a Justiça em seu encalço boicotam o programa Mais Médicos: Médico palestino não consegue atender por falta de documentação

Feinsilver: “Eu acho condenável os médicos brasileiros assediarem os cubanos, que foram para o seu país ajudar os mais pobres entre os pobres”

Médicos do programa ” Mais Médicos” são aprovados por pacientes de comunidade rural

Folha não aprende: Além de não ouvir o outro lado para fazer suas matérias porcas bota palavra na boca dos outros

Alheias às polêmicas, cidades de SP esperam os médicos cubanos

Parece que nem o espírito de corpo salvará o médico que bateu ponto no Mais Médicos e voou para Chicago

Paulo Saldiva, médico e professor de patologia da USP: “Tive vergonha da minha categoria”

91% dos profissionais cubanos atuarão no Norte e no Nordeste – Blog da Saúde

Médica paraense durante o AmazonWeb declara seu apoio ao #maisMédicos

Carta aberta de médica que sentindo muita vergonha alheia se desfilia do SIMEPE

Médicos cubanos agradecem o ato de solidariedade contra a manifestação de desrespeito à dignidade humana por eles sofrida, cantando Guantanamera

Luís Fernando Tófoli: Uma ira epidêmica

“Sou médica brasileira, trabalho no SUS e apoio a chegada dos COLEGAS DE CUBA!”

Laura Greenhalgh: Doutor Preto 

Entrevistada da Folha é foi citada em farra de gastos de prefeitura com auxílio-transporte

Em BH, médica vira as costas para profissionais estrangeiros durante visita a posto de saúde

Mitos e receios sobre a vinda de médicos estrangeiros ao Brasil

Wilson Gomes: Eu tenho pena é do coitado deste país, açoitado pela mentalidade-micheline

Jorge Pontual fazendo jornalismo: Cuba há décadas manda equipes médicas para o resto do mundo e OMS a reconhece como modelo

“Os médicos brasileiros deveriam fazer o mesmo que nós: ir aos lugares mais pobres prestar assistência”

Imprensa estrangeira descobre os nossos #CoxinhasDeJaleco

Bob Fernandes: ‘Médicos Cubanos’ provocam fígado e alma do Brasil

Trocamos um médico cubano por TODOS OS MÉDICOS DE DEDO DE SILICONE, DO BATE PONTO E VAI EMBORA, DOS COXINHAS DE JALECO

Já passou da hora do Ministério Público processar os #coxinhasdejaleco

Do médico Luís Fernando Tófoli para o médico Egberto Ribeiro Turato, sobre as boas vindas aos médicos cubanos

Médicos cubanos, desculpem-nos as agressões da elite escravagista brasileira representada pelos jalecos de coxinha cearenses

24 de agosto: Mais Médicos, Mais Ética, Mais Informação, Mais humanização na medicina brasileira

“Dizer-se preocupados com a saúde da população é falácia, pois pior que ser atendido por um médico sem revalida é não ter médicos.”

Luís Fernando Tófoli “Como médico e professor de Medicina, declaro que a FENAM não me representa!”

Luís Fernando Tofoli: MIMIMI, COXINHAS E JALECOS

Luís Fernando Tófoli: “Sou médico e professor de Medicina e concordo com os vetos presidenciais à Lei do Ato Médico, em respeito ao SUS”

“Pagar R$ 10 mil para um médico trabalhar 40 horas é um absurdo” Mas pode chamar de corporativismo

Frente Nacional de Prefeitos comemora o lançamento do Programa #MaisMedicos

Uma análise sobre necessidade de médicos e condições de trabalho em prefeituras, com base em minha experiencia em saúde publica

Mais Médicos: A partir de 2015: Médicos terão de atuar dois anos no SUS para se formar

Conte-me como é ser reprovado no CREMESP e sair às ruas num ato promovido pelo CRESMESP pedindo Revalida para médicos estrangeiros

Paulo Moreira Leite e Izabelle Torres: O Brasil tem metade dos médicos que precisa

Estudantes que tentaram fraudar vestibular de medicina com 1500 de fiança se livram da prisão

Em quem acreditar? Nas patricinhas da medicina com nariz de palhaço da Paulista ou no presidente do sindicato médico do RS?

IPEA mostra: nossos médicos estão entre os que ganham maiores salários no Brasil

Quando Serra e PSDB eram a favor da vinda de medicos cubanos

Maria Leite: Os médicos cubanos que iriam ou irão vir ao Brasil não são médicos formados na ELAM

Em Ferraz de Vasconcelos, SP médicos usam dedo de silicone pra fraudar registro de ponto

Senado cortou em 62% os royalties do petróleo para Educação e Saúde

Ministro da Saúde nega fala atribuída a ele no Terra e El Pais

Padilha: Médicos estrangeiros sim! Os cidadãos brasileiros não podem esperar

Fatos sobre a presença de médicos estrangeiros no Brasil desenhados até para Daniela Schwery entender

Mário Scheffer: A saúde é uma discussão política. A sociedade brasileira, por acaso, se orgulha do SUS?

Professor Hariovaldo criou uma página no Facebook

Tags:   · · 3 Comments

Os CRM mesmo com a Justiça em seu encalço boicotam o programa Mais Médicos: Médico palestino não consegue atender por falta de documentação

setembro 28th, 2013 by mariafro
Respond

O médico palestino da foto abaixo, formado em Cuba, que já socorreu vítimas do terremoto no Haiti, está sendo boicotado pelo CRM que embora seja obrigado pela Justiça a fornecer registro de trabalho aos contratados pelo Mais Médicos, faz corpo mole e não entrega a documentação.

Observem o consultório, novinho, assim ao menos em Esteio, RS, não se pode consideram o argumento dos contrários ao Mais Médicos de que falta estrutura. O que falta é vergonha na cara e o compromisso profissional com o juramento feito na formatura.

Palestino trabalhará pelo programa Mais Médicos Agencia Freelancer / Nabor Goulart

Médico palestino não consegue atender por falta de documentação

Em dois dias, Tareq Salem Mohammed Auiyada poderia ter realizado, ao menos, 30 consultas na cidade de Esteio, no Rio Grande do Sul

FLÁVIO ILHA, O Globo
27/09/2013

PORTO ALEGRE – Uma semana depois de ter a autorização do Conselho Regional de Medicina (CRM) liberado para atender pacientes no Brasil, o médico palestino Tareq Salem Mohammed Auiyada ainda não conseguiu realizar uma consulta sequer na Unidade Básica de Saúde (UBS) Votorantim, na cidade de Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

Na quinta-feira, Tareq compareceu à unidade às 8h30, mas, por recomendação da Secretaria Municipal de Saúde, não atendeu pacientes. O médico não recebeu a cópia do documento que autoriza legalmente sua atuação no país, embora o ofício tenha sido emitido na última quinta-feira pelo Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers).

O secretário de saúde de Esteio, Gerônimo Paludo, disse que, desde a última terça-feira, o Conselho promete entregar o CRM de Tareq, mas, até agora, não enviou o certificado. Sem o documento, o exercício da medicina é ilegal, mesmo que o profissional esteja vinculado ao programa Mais Médicos.

- Estamos reticentes (com o Cremers) porque tem faltado transparência. Desde o início da semana que a autorização está sendo prometida, mas, até agora, nada – reclamou Paludo.

O médico palestino está em Esteio desde domingo. Nesta quinta-feira, ele se apresentou no posto logo cedo, mas, por precaução, não teve contato – nem informal – com paciente algum para evitar “eventuais mal-entendidos” junto ao Cremers, segundo Paludo.

Em dois dias, ele poderia ter realizado, pelo menos, 30 atendimentos

Na quarta-feira, Tareq poderia ter realizado pelo menos oito consultas de acompanhamento ginecológico no turno da manhã. Ontem, mais 12 consultas de clínica geral e outras 10 pediátricas deixaram de ser feitas no posto por falta de profissional. A única médica generalista da unidade foi transferida para outro posto de saúde e atendeu apenas parcialmente a comunidade nesta semana.

A UBS Votorantim abrange cerca de 3,5 mil pessoas de três bairros da cidade. O médico palestino assinou seu contrato de trabalho no final de agosto e deve receber o primeiro salário, de R$ 10 mil, na semana que vem. Para se transferir, Tareq recebeu uma ajuda de custo de R$ 10 mil.

- Recebi orientação de não atender ninguém sem o CRM (autorização para atuar como médico) na mão, para não dar motivo a maldades. É uma forma de proteger o programa, que tem sido muito contestado – disse.

A UBS distribui, a cada sexta-feira, 20 fichas de consulta para a semana seguinte, mas a enfermeira Nelizabete Correa, que atua no posto, afirma que é normal a unidade receber muitos pacientes sem hora marcada. Segundo ela, a demanda do posto fica entre 20 e 30 atendimentos por dia. Além das consultas, Tareq precisará acompanhar os grupos de gestantes, hipertensos e diabéticos, além de visitar pacientes em casa e atender crianças.

Na primeira semana em Esteio, o médico apenas conheceu as instalações do posto e teve contato com colegas. Também passou por um curso de capacitação, ministrado pela prefeitura, sobre os testes rápidos de doenças sexualmente transmissíveis (HIV e sífilis) e hepatites, que são oferecidos na rede pública.

Tareq estudou em Cuba e atuou como voluntário após o terremoto no Haiti

Natural de Gaza, o médico viveu 12 anos em Cuba – onde estudou medicina – e atuou durante dois meses como voluntário no atendimento às vítimas do terremoto no Haiti, em 2008. Dois anos depois, se transferiu para a fronteira do Brasil com o Uruguai – no país vizinho, ele e a esposa Fernanda Lanes revalidaram os diplomas obtidos em Cuba e passaram a atender nas cidades de Rivera e Santana do Livramento.

Na UBS Votorantim, Tareq encontrou uma estrutura que considerou adequada. Além de um consultório equipado com maca, medicamentos e balança pediátrica, o local é limpo e conta com seis agentes de saúde da família.

- A experiência de atendimento comunitário que estou vendo aqui é muito semelhante à de Cuba, apenas com mais recursos. Ter o apoio de seis agentes de saúde é um luxo muito valioso que não tínhamos lá – comparou.

O Cremers voltou a informar ontem que não exige a posse da certificação para o exercício da profissão e nem para os registros do programa Mais Médicos. Segundo o presidente do órgão, Rogério Aguiar, basta ter o número do CRM para estar apto ao exercício profissional. Aguiar disse que todas as liberações vinculadas aos diplomas obtidos no exterior foram informadas imediatamente ao Ministério da Saúde, a quem cabe liberar os profissionais.

- Tanto os pedidos de registro quanto as liberações são centralizadas pela coordenação do programa Mais Médicos. O Conselho não tem nada a ver com isso. Nunca informamos e nem vamos informar nada às prefeituras – afirmou Aguiar.

Leia também

Médicos do programa ” Mais Médicos” são aprovados por pacientes de comunidade rural

Você não sabe por que queremos médicos cubanos? Veja a pediatra surtada e entenda

Feinsilver: “Eu acho condenável os médicos brasileiros assediarem os cubanos, que foram para o seu país ajudar os mais pobres entre os pobres”

Médicos do programa ” Mais Médicos” são aprovados por pacientes de comunidade rural

Folha não aprende: Além de não ouvir o outro lado para fazer suas matérias porcas bota palavra na boca dos outros

Alheias às polêmicas, cidades de SP esperam os médicos cubanos

Parece que nem o espírito de corpo salvará o médico que bateu ponto no Mais Médicos e voou para Chicago

Paulo Saldiva, médico e professor de patologia da USP: “Tive vergonha da minha categoria”

91% dos profissionais cubanos atuarão no Norte e no Nordeste – Blog da Saúde

Médica paraense durante o AmazonWeb declara seu apoio ao #maisMédicos

Carta aberta de médica que sentindo muita vergonha alheia se desfilia do SIMEPE

Médicos cubanos agradecem o ato de solidariedade contra a manifestação de desrespeito à dignidade humana por eles sofrida, cantando Guantanamera

Luís Fernando Tófoli: Uma ira epidêmica

“Sou médica brasileira, trabalho no SUS e apoio a chegada dos COLEGAS DE CUBA!”

Laura Greenhalgh: Doutor Preto 

Entrevistada da Folha é foi citada em farra de gastos de prefeitura com auxílio-transporte

Em BH, médica vira as costas para profissionais estrangeiros durante visita a posto de saúde

Mitos e receios sobre a vinda de médicos estrangeiros ao Brasil

Wilson Gomes: Eu tenho pena é do coitado deste país, açoitado pela mentalidade-micheline

Jorge Pontual fazendo jornalismo: Cuba há décadas manda equipes médicas para o resto do mundo e OMS a reconhece como modelo

“Os médicos brasileiros deveriam fazer o mesmo que nós: ir aos lugares mais pobres prestar assistência”

Imprensa estrangeira descobre os nossos #CoxinhasDeJaleco

Bob Fernandes: ‘Médicos Cubanos’ provocam fígado e alma do Brasil

Trocamos um médico cubano por TODOS OS MÉDICOS DE DEDO DE SILICONE, DO BATE PONTO E VAI EMBORA, DOS COXINHAS DE JALECO

Já passou da hora do Ministério Público processar os #coxinhasdejaleco

Do médico Luís Fernando Tófoli para o médico Egberto Ribeiro Turato, sobre as boas vindas aos médicos cubanos

Médicos cubanos, desculpem-nos as agressões da elite escravagista brasileira representada pelos jalecos de coxinha cearenses

24 de agosto: Mais Médicos, Mais Ética, Mais Informação, Mais humanização na medicina brasileira

“Dizer-se preocupados com a saúde da população é falácia, pois pior que ser atendido por um médico sem revalida é não ter médicos.”

Luís Fernando Tófoli “Como médico e professor de Medicina, declaro que a FENAM não me representa!”

Luís Fernando Tofoli: MIMIMI, COXINHAS E JALECOS

Luís Fernando Tófoli: “Sou médico e professor de Medicina e concordo com os vetos presidenciais à Lei do Ato Médico, em respeito ao SUS”

“Pagar R$ 10 mil para um médico trabalhar 40 horas é um absurdo” Mas pode chamar de corporativismo

Frente Nacional de Prefeitos comemora o lançamento do Programa #MaisMedicos

Uma análise sobre necessidade de médicos e condições de trabalho em prefeituras, com base em minha experiencia em saúde publica

Mais Médicos: A partir de 2015: Médicos terão de atuar dois anos no SUS para se formar

Conte-me como é ser reprovado no CREMESP e sair às ruas num ato promovido pelo CRESMESP pedindo Revalida para médicos estrangeiros

Paulo Moreira Leite e Izabelle Torres: O Brasil tem metade dos médicos que precisa

Estudantes que tentaram fraudar vestibular de medicina com 1500 de fiança se livram da prisão

Em quem acreditar? Nas patricinhas da medicina com nariz de palhaço da Paulista ou no presidente do sindicato médico do RS?

IPEA mostra: nossos médicos estão entre os que ganham maiores salários no Brasil

Quando Serra e PSDB eram a favor da vinda de medicos cubanos

Maria Leite: Os médicos cubanos que iriam ou irão vir ao Brasil não são médicos formados na ELAM

Em Ferraz de Vasconcelos, SP médicos usam dedo de silicone pra fraudar registro de ponto

Senado cortou em 62% os royalties do petróleo para Educação e Saúde

Ministro da Saúde nega fala atribuída a ele no Terra e El Pais

Padilha: Médicos estrangeiros sim! Os cidadãos brasileiros não podem esperar

Fatos sobre a presença de médicos estrangeiros no Brasil desenhados até para Daniela Schwery entender

Mário Scheffer: A saúde é uma discussão política. A sociedade brasileira, por acaso, se orgulha do SUS?

Professor Hariovaldo criou uma página no Facebook

Tags:   · · 3 Comments