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Levante Popular da Juventude: Por que jogamos merda na Globo

setembro 1st, 2013 by mariafro
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Veja o vídeo aqui

Nota oficial do Levante Popular da Juventude


Por que jogamos merda na Globo

No dia 30 de agosto, realizamos protestos em sete capitais brasileiras em frente à Rede Globo e afiliadas, pela democratização da comunicação. A ação que realizamos que ganhou maior repercussão nos escrachos foi jogar merda em frente às sedes da emissora.

No dia posterior, as Organizações Globo lançaram na internet a sua confissão de culpa, em relação ao apoio que deu ao Golpe de 1964 e à Ditadura Militar. Nesse sentido, apresentamos aqui as razões que levaram a nos manifestar dessa maneira:

-Jogamos merda na Globo porque ela é ilegal e antidemocrática. A Globo é a representação máxima do monopólio das comunicações em nosso país, exercendo um poder absoluto na definição do que é verdadeiro e do que é falso, do certo e do errado, do que é legítimo e do que é ilegítimo no Brasil. Tal grau de concentração é incompatível com a Constituição de 1988, que proíbe expressamente o monopólio e oligopólio dos meios de comunicação. Um poder de controlar corações e mentes como o construído pela Globo jamais seria tolerado mesmo em países liberais.

-Jogamos merda na Globo porque ela é manipuladora e faz censura. Está intimamente associada às forças conservadoras do Brasil. Sua trajetória está marcada por uma relação intrínseca com o sistema político vigente e com a classe dominante. Para tanto, a Globo manipula fatos, constituindo e desconstituindo presidentes de acordo com seus interesses e das frações de classe as quais representa. É notória a sua orientação editorial no sentido de criminalizar e deslegitimar a ação dos movimentos sociais e suas bandeiras populares.

-Jogamos merda na Globo porque ela é golpista. Foi o suporte ideológico do Golpe Militar de 1964. As Organizações Globo, como recentemente assumiu, foram cúmplices de um regime ditatorial que perseguiu, prendeu, sequestrou, torturou e assassinou milhares de brasileiros que lutaram pela democracia, mas que eram tratados como “terroristas” nas manchetes dos seus jornais. A Globo foi conivente com a maior marca de sangue que o povo brasileiro carrega em sua história.

-Jogamos merda na Globo porque ela foi beneficiada e construiu um império sobre a obra da ditadura assassina. Nunca assumiu que seu império só se formou a partir das vantagens que obteve por sua associação com as forças sociais, políticas e militares que sustentaram a ditadura. E por conta dessa parceria, até o final do regime ocultou as lutas por redemocratização – inclusive o histórico comício de São Paulo, em 1984, pelas Diretas Já – prolongando ao máximo a sua duração. Portanto, não cometeu um erro, mas um crime.

- Jogamos merda na Globo porque ela é contra as mudanças que o povo quer. Em seu editorial a Globo reafirma que era contra as Reformas de Base propostas por João Goulart. Interrompidas pelo golpe, essas Reformas até hoje não foram realizadas, na medida em que o povo permanece sem acesso pleno a direitos elementares. A Globo é um dos principais entraves para o avanço nas necessárias reformas estruturais no Brasil, como a Reforma Educacional e Política.

-Jogamos merda na Globo porque ela é hipócrita. A Globo é propriedade da família mais rica do Brasil. Os filhos de Roberto Marinho somam um patrimônio de R$ 51 bilhões. Ao mesmo tempo, a Globo deve ao Estado brasileiro R$ 615 milhões, somando os impostos que sonegou na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002 e as multas que recebeu da Receita Federal. Ou seja, suas empresas de comunicação atuam como agente moralizante da sociedade brasileira(julgando e denunciando desvios de verbas públicas) e promovem ações voltadas para “inclusão social”, enquanto acumulam o maior riqueza familiar do país e sonegam impostos.

-Jogamos merda na Globo porque ela joga merda na gente. A Globo contribui decisivamente para a formação de um visão de mundo conservadora, alienada e discriminadora. Sua programação está repleta de narrativas que degradam o papel da mulher, que invisibilizam a população negra e estigmatizam os homossexuais. A Globo representa também o monopólio da arte, da música e do cinema no Brasil, atuando como um torniquete que impede acesso, difusão e produção das expressões culturais mais genuínas do povo brasileiro. A emissora transformou um dos maiores patrimônios do país, o futebol, em um ativo no mercado publicitário, controlando desde a direção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) até os horários dos jogos.

-Jogamos merda na Globo para quebrar um pacto de silêncio que existe sobre o seu Império, pois a maior parte das forças políticas, seja por cumplicidade ou por medo de se desgastar politicamente com a emissora, não questiona o seu poder. Da mesma forma, o governo federal, em nome desse pacto, silencia quanto à regulamentação dos meios de comunicação e continua alimentando essa máquina de recursos por meios das verbas publicitárias dos ministérios e empresas estatais.

-Jogamos merda na Globo pois a merda é a representação do que há de mais sujo e repugnante. É aquilo que deve ser descartado. Ao mesmo tempo, a merda fertiliza e pode fazer nascer algo novo, como a confissão de culpa que a empresa assumiu por ter apoiado a ditadura durante 21 anos. Como poderá fertilizar a regulamentação e a efetiva democratização dos meios de comunicação.

Somente com atos dessa natureza seria possível expressar a necessidade urgente de democratizarmos a comunicação em nosso país. Assim como a luta por Memória, Verdade e Justiça, que pautamos a partir dos escrachos aos torturadores, a luta pela democratização da comunicação é uma etapa fundamental para consolidarmos o processo de redemocratização da sociedade brasileira até hoje inacabado.

Não descansaremos enquanto esses objetivos não forem alcançados.

Pátria Livre, Venceremos!
1º de setembro de 2013

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1 e 2: AmazonWeb abre o mês de setembro esquentando os debates sobre internet livre, comunicação digital e acesso pra valer à informação. Não vai perder!!!

setembro 1st, 2013 by mariafro
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1 e 2: AmazonWeb abre o mês de setembro esquentando os debates sobre internet livre, comunicação digital e acesso pra valer à informação. Não vai perder!!!

Do blog da Vera Paoloni

Setembro chega bonito para o ativismo digital, comunicadores populares, midialivristas e todo mundo que gosta de internet livre e de comunicação valendo, com todas as vozes e todas as formas de expressão. É que começa neste 1º de setembro, às 5 da tarde o maior Fórum Digital da Amazônia, – o AmazonWeb, iniciativa da Sucesu e patrocinado pelo CGI – Comitê Gestor da Internet, com a coordenação da CUT-Pará, Sindicato de Processamento de Dados do Pará, ASL-Pa e FNDC-PA – Fórum Paraense pela Democratização da Comunicação.

O AmazonWeb rolará nos dias 1 e 2 no Gold Mar Hotel e muitas feras do ativismo farão oficinas, desconferências e rodas de conversa nos 2 dias. Destaco, a blogueira Maria Frô, o ativista do Coletivo Fora do Eixo, o Pira, que vai falar sobre mídia ninja e comunicação em rede. Michael Rosa e Alex Capuano falarão sobre mídias digitais e Tatiane Pires mostrará em três tempos como se faz e se alimenta um blog. E numa oficina maneira Maria Frô vai mostrar o beabá das redes sociais.

Não vai ficar de fora. Se quiser entender mais e se atualizar sobre internet livre, banda larga, novas tecnologias, tem que estar no AmazonWeb. Dias 1 e 2, sendo que no domingo é a partir das 5 da tarde.

Pra se inscrever, é muito simples: basta curtir a página do AmazonWeb no facebook. E a inscrição dá direito ao evento e mais alimentação. Na sequência, de 3 a 5, no Hangar, o Fórum Gestor da Internet.

FNDC. Pará presente no Dia nacional de Paralisação, 30 de agosto, com ato público diante da TV Liberal, repetidorado Globo. #Globosonega

Confere só a programação do AmazonWeb e vai lá.

AmazonWeb – Gold Mar Hotel

Programação

Domingo, 1º de setembro/2013

15h – Credenciamento
17 h – Mesa de Abertura do AmazonWeb.
19 h – Coquetel
Música ao vivo com show de reggae

Segunda-feira, 2 de setembro/2013

8 às 11 h – Credenciamento

Manhã

8:30, na sala 1 – Oficina A –- Construa seu próprio Blog e suas redes sociais. Tatiane Pires.

8:30, na sala 2 – Oficina B –- Coletivos e Casas de Cultura Digital – Coletivo Fora do Eixo.

8:30, no auditório – RODA DE CONVERSA I -Liberdade de Expressão, os Meios de Comunicação e o papel da Internet – Michael Rosa e Lidyane Ponciano

11 h, no auditório – Desconferência 1 – Blogosfera e Ativismo nas redes sociais (Maria Frô)

11 h, na sala 1 – Desconferência 2 – O Software Livre é simples, melhor e + barato! ASL-PA.

11 h, na sala 2 – Desconferência 3- Afrociberdelia com Periferia Digital, Coletivo Casa Preta e Mocambos

13 h – Almoço

Tarde

14:30, no auditório – Roda de Conversa2 – Mídia Ninja: Comunicação em Rede – Rafael Vilela, o Pira

14:30, na sala 1 – Desconferência 4 – O que é o CGI, o que se propõe e qual o motivo da resolução que criou a “Campanha Nossa Amazônia”. – SINDPDPA

14:30, na sala 2 – O movimento Sindical e a luta pela contrainformação. CUT e CTB.

16h, na sala 1 – Oficina C – Oficina de redes sociais – Maria Frô

16 h, na sala 2 – Oficina D: Como se produz a Revista Espírito Livre com a utilização das tecnologias livres de diagramação, estruturação, design, editoração, elaboração e produção. Participação da Turma do Açaí e da revista PZZ.

16 h, no Auditório – RODA DE CONVERSA 3- Liberdade de Expressão, os Meios de Comunicação e o papel da Internet – Alex Capuano e Lidyane Ponciano

18 h, no Auditório – Plenária final com balanço dos organizadores e aprovação da 1ª Carta da Amazônia pro Fórum da Internet do Brasil.

19 h -A bordo de navio que dará um giro pela orla de Belém, programação Cultural (Carimbó Sancari).

FNDC.Pará presente no Dia nacional de Paralisação, 30 de agosto, com ato público diante da TV Liberal, repetidorado Globo. #Globosonega

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Médicos cubanos agradecem o ato de solidariedade contra a manifestação de desrespeito à dignidade humana por eles sofrida, cantando Guantanamera

setembro 1st, 2013 by mariafro
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Médicos cubanos agradecem o ato de solidariedade contra a manifestação de desrespeito à dignidade humana por eles sofrida, cantando Guantanamera.

Por los pobres de la tierra
Quiero mis viersos dejar
Por los pobres de la tierra
Quiero yo mis viersos dejar
Porque arroyo de la cierra
Me complace más que el mar

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Luís Fernando Tófoli: Uma ira epidêmica

setembro 1st, 2013 by mariafro
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Uma ira epidêmica

Vaia corporativista ao dr. Juan Duvergel Delgado expôs intolerâncias que envolvem o Mais Médicos

31/08/2013

Por: Luís Fernando Tófoli

Perplexo. Médico cubano respondeu à hostilidade: ‘Seremos escravos da saúde’. Jarbas Oliveira/Estadão

Juan Merquiades Duvergel Delgado formou-se médico há quase duas décadas, e há 12 anos participa de missões de atenção primária. Congruente com o trabalho que prestou no Haiti, país com o pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) das Américas, vai trabalhar em um Estado com um IDH que está entre os piores do Brasil: o Maranhão.

Na terça-feira, na saída da recepção aos médicos estrangeiros que estão realizando formação complementar em Fortaleza, o dr. Juan e seus colegas cubanos foram vaiados em um protesto do Sindicato dos Médicos do Ceará. Além de me encher de uma grande vergonha e da necessidade de pedir desculpas aos doutores estrangeiros em nome de todos os médicos brasileiros que não concordam com o lamentável ocorrido, a cena da qual eles foram vítimas me suscitou algumas reflexões.

Entre elas está uma sensação de incômodo com o distanciamento que o Ministério da Saúde tem mantido de tradicionais atores sociais nas tomadas de decisão – algo que vem se repetindo em vários campos, da política de drogas ao enfrentamento da aids, e parece ser um mal do qual padece a administração federal como um todo.

Também vejo com reservas o drible que o Mais Médicos dá no Revalida, um programa de revalidação de diplomas de medicina que está em processo de reformulação, com foco na definição de parâmetros mínimos de qualidade para que um estrangeiro seja médico no país – sem exigir nem de mais, nem de menos.

Também é importante compreender a constatação óbvia – escotomizada tanto por entidades médicas quanto pelo governo – de que mais saúde não se faz somente com mais médicos, mas também com mais profissionais de todas as especialidades e com o protagonismo dos movimentos sociais.

Além disso, o recurso da tecnologia – que não deve substituir o cuidado humano, mas é realmente necessário – precisa de financiamento adequado. Cabe perguntar, portanto, se é correto o montante financeiro federal destinado à saúde suplementar por meio de renúncia fiscal no imposto de renda e do pagamento de planos de saúde por empresas públicas. Essas são cifras que, se encaminhadas ao Ministério da Saúde diretamente, aumentariam consideravelmente seu orçamento.

O Brasil encontra-se em uma encruzilhada sanitária, e precisa decidir qual modelo deseja seguir. Exemplificando o dilema com as duas maiores rendas per capita das Américas, precisamos saber quanto queremos ser como o Canadá, que tem um sistema nacional de saúde que cuida praticamente de todos os cidadãos, tendo a porta de entrada obrigatória na atenção primária e excelentes índices sanitários; e quanto queremos ser como os Estados Unidos, que detêm o recorde mundial de gastos em saúde, um sistema de saúde público nanico e índices que estão entre os piores entre os países de alta renda. A resposta jaz, em grande medida, nos objetos de desejo de grupos sociais que brotam de um contexto no qual o crescimento do consumo é extremamente valorizado pelo poder público.

É com tristeza que eu, um professor de medicina, testemunho o alastramento de uma ira epidêmica que impede as corporações médicas de perceberem que suas manifestações alargam cada vez mais o hiato existente entre como os médicos brasileiros se veem e como a sociedade os tem visto. Supostas denúncias e funestas consequências são lançadas e esse é um momento em que é difícil distinguir o fato do factoide. Assim, é preciso agora ter a serenidade para avaliar cuidadosa e rigorosamente o programa, tanto em suas potenciais virtudes quanto em seus possíveis riscos. Esse é um dos papéis de uma imprensa responsável e de uma universidade atenta.

Diz-se que o cenário em que os cubanos vão atuar é catastrófico, sem recurso médico decente. Claro que, apesar de evidentes melhoras nas últimas décadas nos rincões do Brasil, o SUS ainda é extremamente carente de insumos e equipamentos. É, no entanto, improvável que esse cenário seja pior que o do Haiti após o terremoto de 2010.

Também se coloca em dúvida a capacidade de comunicação dos cubanos, esquecendo do preconceito jocoso com que muitos médicos brasileiros se referem a migrantes de regiões remotas pelos vocábulos dialetais que usam. Com escuta atenta e empatia, as barreiras entre o espanhol caribenho e os diversos falares do Brasil poderão certamente ser ultrapassadas.

Tenho a sincera esperança de que os recém-chegados possam agir como os médicos formados em Cuba que conheci durante os 11 anos em que trabalhei no interior do Nordeste, e assim reensinar a muitos doutores brasileiros o que eles um dia já souberam: que a principal ferramenta do esculápio é seu tirocínio e seus sentidos; que não se pode pedir exames complexos sem exercer a capacidade de ouvir o paciente; que os principais valores que devem nortear os frequentes desafios da prática da medicina deverão ser os humanos e sociais; e que a arte de aliviar o sofrimento humano jamais poderá ser subjugada pelos interesses corporativos e pela busca de poder.

*Luís Fernando Tófoli é psiquiatra e professor de psicologia médica e psiquiatria da Unicamp

“Sou médica brasileira, trabalho no SUS e apoio a chegada dos COLEGAS DE CUBA!”

Laura Greenhalgh: Doutor Preto 

Entrevistada da Folha é foi citada em farra de gastos de prefeitura com auxílio-transporte

Em BH, médica vira as costas para profissionais estrangeiros durante visita a posto de saúde

Mitos e receios sobre a vinda de médicos estrangeiros ao Brasil

Wilson Gomes: Eu tenho pena é do coitado deste país, açoitado pela mentalidade-micheline

Jorge Pontual fazendo jornalismo: Cuba há décadas manda equipes médicas para o resto do mundo e OMS a reconhece como modelo

“Os médicos brasileiros deveriam fazer o mesmo que nós: ir aos lugares mais pobres prestar assistência”

Imprensa estrangeira descobre os nossos #CoxinhasDeJaleco

Bob Fernandes: ‘Médicos Cubanos’ provocam fígado e alma do Brasil

Trocamos um médico cubano por TODOS OS MÉDICOS DE DEDO DE SILICONE, DO BATE PONTO E VAI EMBORA, DOS COXINHAS DE JALECO

Já passou da hora do Ministério Público processar os #coxinhasdejaleco

Do médico Luís Fernando Tófoli para o médico Egberto Ribeiro Turato, sobre as boas vindas aos médicos cubanos

Médicos cubanos, desculpem-nos as agressões da elite escravagista brasileira representada pelos jalecos de coxinha cearenses

24 de agosto: Mais Médicos, Mais Ética, Mais Informação, Mais humanização na medicina brasileira

“Dizer-se preocupados com a saúde da população é falácia, pois pior que ser atendido por um médico sem revalida é não ter médicos.”

Luís Fernando Tófoli “Como médico e professor de Medicina, declaro que a FENAM não me representa!”

Luís Fernando Tofoli: MIMIMI, COXINHAS E JALECOS

Luís Fernando Tófoli: “Sou médico e professor de Medicina e concordo com os vetos presidenciais à Lei do Ato Médico, em respeito ao SUS”

“Pagar R$ 10 mil para um médico trabalhar 40 horas é um absurdo” Mas pode chamar de corporativismo

Frente Nacional de Prefeitos comemora o lançamento do Programa #MaisMedicos

Uma análise sobre necessidade de médicos e condições de trabalho em prefeituras, com base em minha experiencia em saúde publica

Mais Médicos: A partir de 2015: Médicos terão de atuar dois anos no SUS para se formar

Conte-me como é ser reprovado no CREMESP e sair às ruas num ato promovido pelo CRESMESP pedindo Revalida para médicos estrangeiros

Paulo Moreira Leite e Izabelle Torres: O Brasil tem metade dos médicos que precisa

Estudantes que tentaram fraudar vestibular de medicina com 1500 de fiança se livram da prisão

Em quem acreditar? Nas patricinhas da medicina com nariz de palhaço da Paulista ou no presidente do sindicato médico do RS?

IPEA mostra: nossos médicos estão entre os que ganham maiores salários no Brasil

Quando Serra e PSDB eram a favor da vinda de medicos cubanos

Maria Leite: Os médicos cubanos que iriam ou irão vir ao Brasil não são médicos formados na ELAM

Em Ferraz de Vasconcelos, SP médicos usam dedo de silicone pra fraudar registro de ponto

Senado cortou em 62% os royalties do petróleo para Educação e Saúde

Ministro da Saúde nega fala atribuída a ele no Terra e El Pais

Padilha: Médicos estrangeiros sim! Os cidadãos brasileiros não podem esperar

Fatos sobre a presença de médicos estrangeiros no Brasil desenhados até para Daniela Schwery entender

Mário Scheffer: A saúde é uma discussão política. A sociedade brasileira, por acaso, se orgulha do SUS?

Professor Hariovaldo criou uma página no Facebook

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