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A visão do PCO sobre a “rede’ da Marina Silva: partido “tucano-socialista”

maio 14th, 2013 by mariafro
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Acho que é bem mais complexo que isso, mas que a rede não é um partido de esquerda isso não é mesmo!

Arrastão: Do Psol ao PSDB, o que é a “Rede” de Marina Silva

No site da Causa Operária

O partido “tucano-socialista” da ex-ministra do governo Lula conta com Heloísa Helena e Walter Feldman

Marina Silva e o Rede: tábua de salvação para partidos burgueses em crise
A Folha de S. Paulo desta segunda-feira, 13 de maio, anuncia que o novo partido da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, em processo de legalização, já atraiu integrantes “insatisfeitos e isolados”, do Psol ao PSDB.

O Rede Sustentabilidade liga Heloísa Helena, que saiu do PT em 2005 para fundar o Psol, ao deputado federal Walter Feldman, que por pouco não abandonou o PSDB em 2011. Feldman permaneceu no partido e foi coordenador da campanha de José Serra à prefeitura de São Paulo. Agora, com a costura entre Silas Malafaia da Assembleia de Deus e a candidatura de Serra em seu currículo, o ex-tucano é membro da Executiva provisória da Rede.

Segundo reportagem da Folha, Feldman teria afirmado que “a Rede não atrai apenas os ideológicos, os doutrinários, mas também quem está perdendo espaço em seus partidos”. Segundo a reportagem, ele “não se encaixa em nenhum dos grupos”. “Sou um sonhático radical. Estou em busca de uma nova utopia”, diz. E um mandato, poderíamos acrescentar.

A lista dos que aderiram ao novo partido inclui ainda os deputados federais Alfredo Sirkis, do PV do Rio e Domingos Dutra, do PT do Maranhão. A vereadora eleita pelo Psol em Maceió, Heloísa Helena, também integra a comissão executiva do partido de Marina Silva.

Chegaram a discutir o seu ingresso, mas não romperam com seus partidos os deputados federais Alessandro Molon, do PT do Rio, José Antônio Reguffe, do PDT do DF e Ricardo Tripoli, do PSDB de São Paulo.

Tábua de salvação dos partidos burgueses em crise

Marina Silva e seus aliados tucanos pretendem fazer do Rede Sustentabilidade uma tábua de salvação para políticos burgueses e partidos inteiros em crise.

Por permitir um agrupamento das alas de centro dos partidos de direita como o PSDB, e de elementos mais direitistas em partidos como o PT e, por consequência, de suas periferias, o Rede atraiu rapidamente a atenção dos que procuram manter mandatos e permanecer como candidatos diante do colapso dos partidos de direita e da crise nas fileiras da frente popular.

A criação da Rede de Marina Silva torna mais fácil compreender o significado da criação do próprio Psol oito anos atrás justamente por se tratar de um partido burguês sem qualquer demagogia socialista.

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Argentina aprova eleição popular direta para órgão máximo do Judiciário

maio 14th, 2013 by mariafro
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Argentina e Brasil caminham em direções opostas.

Argentina aprova eleição popular direta para órgão máximo do Judiciário

Oposição considera a reforma “inconstitucional”, já o governo defende a “democratização” da Justiça; todos os integrantes do Conselho de Magistratura serão eleitos pelo voto popular em agosto

Vivian Fernandes, da Radioagência NP, via Brasil de Fato
10/05/2013

O Senado da Argentina aprovou o projeto de lei de reforma do Judiciário do país. Com a mudança, os membros do Conselho de Magistratura – entidade que controla a Justiça Federal – passarão a ser eleitos por voto popular. A decisão dos senadores terminou com 38 votos a favor e 30 contra, e ocorreu na última quarta-feira (8).

A oposição considera a reforma “inconstitucional”, pois reduziria a independência do Judiciário, e anunciou que irá recorrer da decisão. Já os partidários do governo afirmam que a intenção é “democratizar” a Justiça.

A proposta de reforma do Judiciário tornou-se uma forte bandeira política da presidenta Cristina Kirchner no ano passado. Na época, vários juízes federais suspenderam uma série de medidas governamentais, como a expropriação de bens da Sociedade Rural e a aplicação da Lei de Mídia.

Todos os integrantes do Conselho serão eleitos pelo voto popular em agosto. Na eleição, os candidatos a magistrados deverão integrar listas partidárias e realizar campanhas eleitorais. A votação vai coincidir com as convenções partidárias – que escolhem os candidatos às eleições legislativas -, em que o voto é obrigatório a todos os eleitores argentinos.

A reforma também prevê a ampliação do número de componentes no órgão de 13 para 19. A nova lei deve ser promulgada nos próximos dias.

Nota do Maria Frô: De acordo com Karina Patrício há um erro na matéria que “

  • confunde os juízes que integram o Conselho da Magistratura (que também é composto por acadêmicos, cientistas e legisladores) com os juízes que o Conselho designa.
  •  

“Na eleição, os candidatos a magistrados deverão integrar listas partidárias e realizar campanhas eleitorais” –  Não, os candidatos juízes a membros do Conselho serão eleitos por voto popular. Os juízes que o Conselho nomeia, novos juízes, não.

 

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Mello: Qual imprensa, ministra?!

maio 14th, 2013 by mariafro
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Leia também:

Do cinismo dos algozes

‘Ministra Helena Chagas destaca importância da imprensa na consolidação da democracia’. Qual imprensa, ministra?!

Por: Antonio Mello em seu Blog

Quando li essa manchete no Portal EBC, levei um susto e fiquei perguntando ao meu zíper (não aos botões, porque a manchete me acertou bem ali, na altura da calça onde fica o zíper):

- A que imprensa se refere nossa ministra da Secom, a poderosa Secretaria de Comunicação do governo, que distribui as verbas de propaganda que enriquecem e alimentam a “grande mídia independente” (Globo, Abril, Folha, Estadão), que atacam, manipulam, distorcem, torturam as notícias, para atacar o governo?

Será que quem colabora para a consolidação da democracia em nosso país é o Globo, atual Organizações Globo, que desde o primeiro momento saudou o golpe militar de 64, com suas co-irmãs citadas acima?

Será que é a Rede Globo, que foi criada ilegalmente com verba do grupo Time-Life, que comprou a TV Globo de SP com documentos forjados, que luta, desde a fundação do jornal O Globo, contra todos os governos populares que existiram e existem no Brasil?

O Globo que fez a campanha contra Getúlio, contra Brizola, contra os Cieps, e a favor da eleição de Collor, da remoção de favelas, da ocupação policial chamada de pacificadora com as UPPs, que de tão provisórias funcionam em contêineres, e deveriam ser propriamente chamadas de Unidades Policiais Provisórias?Ou será que Helena Chagas quis se referir a esse baluarte da comunicação democrática que é a Abril, da revista Veja, aquela revista cujo diretor de Brasília fazia parte do esquema de espionagem e chantagem do bicheiro Carlinhos Cachoeira?

Ou ela se refere ao Grupo Folha, cujo patriarca elogiou o carrasco Presidente Médici e teria emprestado carros do grupo para transportar aqueles que ele chamava de terroristas para serem torturados no Doi-Codi? O mesmo Frias do Jornal da Tarde, diário do grupo que servia para mascarar os assassinatos cometidos pela ditadura, ora dizendo que se tratava de um tiroteio em que terroristas foram mortos, ora anunciando morte de gente que ainda estava viva, num cruel jornalismo mãe Dinah.

Ou será que ela se refere ao Frias Filho, que, esquecendo-se de que o jornal do Grupo demitiu uma jornalista que sabiam estar presa e sendo torturada, por abandono de emprego? O Otavinho que defendeu que a ditadura no Brasil foi uma ditabranda?

A quem a ministra quis destacar a importância para a consolidação da democracia no Brasil, que até agora eu não entendi?

Porque, pelo que sei e vejo, a consolidação da democracia no Brasil acontece INDEPENDENTEMENTE, e mesmo CONTRA os interesses da imprensa que a ministra bajula e sustenta.

Garanta seu futuro emprego, ministra, mas não é preciso abaixar-se tanto… Pelo menos em respeito aos mortos e torturados e seus familiares.

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Professor Hariovaldo criou uma página no Facebook

maio 14th, 2013 by mariafro
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Inacreditável que pessoas postem e outras concordem com as bobagens de uma nova página estilo revoltados online. Nem o humor do professor Hariovaldo conseguiria provocar tanto riso:


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