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Sindicato dos jornalistas do DF afirma que o STF desrespeita jornalistas da TV Justiça

maio 19th, 2014 by mariafro
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Nota dura do sindicato dos jornalistas do DF contra o STF, que de acordo com o sindicato é “incompetente” na gestão da fatia que lhe cabe na Comunicação Pública, não respeita seus profissionais, não faz concurso público e precariza as relações de trabalho, além usar a mídia privada e monopolizada para reverberar ataques à comunicação pública.

Parece que ao menos os profissionais da comunicação ainda pública não aguentam mais o descaso com a comunicação e sua não regulação pelo Estado. Luz no fim do túnel. 

Leia o projeto de Lei PLIP de Lei de Mídia Democrática, imprima, colete assinaturas e devolva-as para a organização da campanha.  Ou democratizamos a comunicação ou esse monopólio midiático, colaboracionista da ditadura militar, destruirá todas as conquistas democráticas.

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Supremo desrespeita jornalistas da TV Justiça

O que esperar de uma corte de justiça que é injusta com seus próprios trabalhadores, que desrespeita jornalistas comprometidos há anos com a transparência e a democratização das informações sobre o Judiciário? Segundo o jornal O Estado de São Paulo, em reportagem de 12 de maio, algumas das motivações para o planejado aumento no orçamento da TV Justiça seriam a existência de “chefes despreparados”, contratação de profissionais sem bagagem intelectual e de “baixa qualificação técnica”.

Este Sindicato vê com bons olhos a iniciativa de ampliar investimentos na disseminação de informações públicas, mas lamenta que ela parta da visão equivocada, desrespeitosa e injusta de que são os atuais profissionais de comunicação os responsáveis pelas deficiências da TV Justiça. Nenhuma palavra sobre as contratações precárias a que esses profissionais são submetidos, em terceirizações que só beneficiam as empresas; nenhuma palavra sobre as condições absurdas sob as quais esses trabalhadores exercem seus ofícios, sem estrutura técnica adequada; nenhuma palavra sobre a incompetência do Supremo Tribunal Federal ao não realizar concursos públicos para jornalistas, quando todos os demais canais públicos, e mesmo outros tribunais, há anos já têm jornalistas concursados.

Os profissionais que fizeram e fazem a TV Justiça merecem o reconhecimento por terem criado e mantido um canal em condições tão lamentáveis. Esperamos do STF mais que uma retratação – que a notória soberba provavelmente impedirá. Esperamos que reverta sua incompetência na gestão da fatia que lhe cabe na Comunicação Pública.

Mas o que esperar de uma corte cujo presidente manda um repórter chafurdar no lixo e tenta retaliá-lo? E cujo ex-presidente compara jornalismo com o preparo de refeições.

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF

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Mídia bandida e sua campanha diária para convencê-lo/la a odiar o país, as instituições e qualquer política pública inclusiva

maio 19th, 2014 by mariafro
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O historiador Arnaldo Ferreira Marques mostra, apenas contando palavras, uma das estratégias da Folha de São Paulo (e do restante da mídia colaboracionista da ditadura militar e hoje a serviço de Washington para desestabilizar qualquer governo progressista) de convencer o senso comum que o país está acabando, que o PT é o mal, vejamos:

“Em 28 palavras, os destaques são: falhas, derrota, furtado, inacabada, deixa na chuva, estraga festa. Há uma única palavra positiva: vence. Mas é uma vitória que estraga a festa.”

Leandro Chemalle diz sobre a Virada Cultural que cobre há 10 anos, ou seja, desde a sua primeira edição com mais esses detalhes:

Quem tem um mínimo de juízo sabe que o maior problema do país é a mídia bandida nas mãos de seis famílias. Se o PT e seus governos merecem críticas foi a de não ter enfrentado o debate sobre a democratização das comunicações.

Ou democratizamos a comunicação ou esse monopólio midiático, colaboracionista da ditadura militar, destruirá todas as conquistas democráticas.

 PLIP de Lei de Mídia Democrática. Leia o projeto, imprima, colete assinaturas e devolva-as para a organização da campanha.

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A “babaquice” da pauta única da mídia concentrada sobre a fala de Lula no #4blogprog e na Virada Cultural

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A “babaquice” da pauta única da mídia concentrada sobre a fala de Lula no #4blogprog e na Virada Cultural

maio 18th, 2014 by mariafro
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Qualquer pessoa que tem condições de fazer um exercício básico de confrontar o que a mídia diz sobre algo e o que de fato aconteceu aprende uma lição básica sobre comunicação: no Brasil, o monopólio midiático não faz jornalismo, porque briga com os fatos, no Brasil, o monopólio midiático faz, sem cerimônias, política em defesa do capital, dos interesses imperialistas, os quais ela representa e faz parte. No Brasil a mídia faz campanha diuturnamente contra toda e qualquer política pública de inclusão e defesa da soberania do país.

Professor Igor Fuser fez um desafio na mesa de ontem à noite no #4blogprog que discutiu a campanha global capitaneada pelo imperialismo contra a Venezuela, ele pediu aos participantes que fizessem um exercício simples: para que déssemos um único exemplo, onde a mídia reacionária e monopolista do Brasil tenha ido contra os interesses dos Estados Unidos. De fato não há, a mídia brasileira é contra a união latino-americana, prega todos os dias do ano em defesa dos interesses de Washington contra a soberania do Brasil e de qualquer país que busque uma política soberana.

Chamou-me muito a atenção o depoimento de uma educadora de Santana de Parnaíba que nunca tinha lido um blog de esquerda, um blog progressista e foi neste final de semana ao 4blogprog. Ela dizia que até então lia a Folha e se achava bem informada, mas estava escandalizada de como tinha sido enganada por tanto tempo.

Quem vê a chamada criminosa da Folha capitaneada pelos demais órgãos midiáticos da mídia velha monopolista sobre a palestra do ex-presidente Lula durante o 4º Encontro dos Blogueiros e ouve o que o presidente Lula falou por mais de uma hora compreende imediatamente que a grande mídia que foi cobrir o nosso evento não fez jornalismo, fez um malabarismo tosco tirando uma palavra do contexto, de um chiste do presidente numa pergunta sobre a copa,( tema que é preciso ressaltar não foi o foco da fala de Lula) e transformou em capa de todos os seus jornalões e em seus portais.

Lula, durante o 4º Encontro de Blogueiros e ativistas digitais, realizado em São Paulo, 16 a 18 de maio de 2014. Foto: Conceição Oliveira.

Faça você mesmo/a este exercício: veja e ouça na íntegra a fala do presidente e compare com as manchetes.

O presidente Lula toca no assunto da Copa no final de sua fala, por volta de 51 minutos e fala mais como um torcedor, sua fala não é de modo algum uma fala partidária sobre o assunto, é uma fala de quem deseja que a Copa seja um encontro de civilizações. Lula recupera a emoção de quando o Brasil ganhou a disputa para sediar a copa, volta à memória da copa de 1950 e esclarece dados sobre investimentos, mostra que não teve dinheiro público em estádios e fala das obras para o país, sem desqualificar movimento algum. Ao contrário, diz claramente que foi contra a Lei Anti-terrorismo, e ao usar o termo ‘babaquice’ mostra que ele enquanto torcedor vai até de jumento para estádio e que cansou de viajar de São Bernardo a outros estádios em SP para torcer para o seu time, o Corinthians. Lula ressalta que não tem de esconder nada do turista estrangeiro e que o importante é que qualquer um tenha segurança pública garantida para poder participar deste grande encontro dos povos. Lula vê a Copa como uma grande chance de nós brasileiros nos mostrarmos para o mundo, com nossa diversidade e riqueza cultural. Ao pinçar um termo fora do contexto como a grande mídia monopolizada fez com a fala pontual sobre o assunto “Copa”, tirando uma piada de Lula do contexto e transformando-a no centro de sua fala, manipulando todo o significado de sua ideia original é desonestidade intelectual, é crime.

Uma simples pesquisa no google nos mostra como a pauta da mídia monopolizada é única, os jornalões e portais dessa mídia não se acanham nem em repetir a mesma manchete:

Outro exercício: A cobertura partidarizada da mídia monopolizada sobre Virada Cultural para atacar o PT

Neste final de semana mais de um milhão de pessoas ocuparam as ruas de São Paulo na Virada Cultural. Compare a cobertura da mídia monopolista sobre a Virada Cultural nas gestões Serra e Kassab com os dois anos da Virada Cultural da gestão Haddad. Impressiona o partidarismo da mídia monopolista para atacar o evento nestes dois últimos anos. Imagine um milhão de pessoas nas ruas e a Folha indo nos registros policiais buscar incidentes isolados para atacar a gestão do Haddad.

Imagine a Folha pegando um fala de um cantor que em nenhum momento menciona a prefeitura de São Paulo e transformando-a em ataque ao prefeito Fernando Haddad, o único prefeito que iniciou uma política pública de cuidar como saúde pública a questão do crack.

Observe:

“Estamos em uma região da cidade em que está se alastrando uma doença, o vício do crack. Que o poder público trate os usuários com amor, como doentes que são. Porque eles precisam de auxílio médico, e não que os limpem da cidade como se fossem sujeira”. Nasi Valadão, vocalista do Ira!, durante o show da banda na Virada Cultural neste sábado.

Quem tem acompanhado o problema sabe que o governo do estado de SP, do PSDB, estourou a cracolândia, em janeiro de 2012, por meio da Operação Sufoco (também conhecida como “dor e sofrimento”), espalhando os usuários por várias regiões da cidade. Já a prefeitura de SP, na gestão de Fernando Haddad, do PT, desenvolveu a partir de 2014 o Programa Braços Abertos, oferecendo abrigo, alimentação e trabalho aos usuários.

Mas a manchete do UOL nesta noite de sábado foi a seguinte:
“Ira! abre Virada Cultural com críticas à Prefeitura de SP”.
Onde Nasi criticou a Prefeitura de SP em seu discurso??? Pergunta o professor Wagner Iglecias ao comentar o banditismo deste jornalismo partidarizado.

Ou como ressalta Fabrício Lima também em comentário no Facebook:

Já tinha escrito sobre isso ontem: “O relato do show do Ira descrito na Folha foi, NO MÍNIMO, desonesto. Começando pela distorção bizarra do contexto da fala do Nasi que foi nitidamente crítica ao hábito que o poder público costumava ter de sumir com os usuários de crack em atrapalhadas operações policiais que não chegaram nem a “fazer cosquinhas” no problema. Outro ponto bizarro da “matéria” foi sobre a breve fala do baixista Daniel Rocha em apoio ao Parque Augusta, que atacava diretamente o interesse de dois dos seus anunciantes – as incorporadoras Setim e Cyrela. Pra isso, só faltou chamar o rapaz de “feio”, “bobo” e “cara-de-mamão”. Na mesma fala, uma alfinetada sobre a crise da água que no caso a Folha se fez de cega, surda e muda.

Para atacar Haddad,  apostando no fracasso da Virada Cultural nem os bebês foram poupados:

Como brincou Débora Cruz no Facebook “Imagino a cara dos bebês chorando e levantando um cartaz com a hashtag #Shatyado

Seria cômico tanto malabarismo e nada de jornalismo se não fosse crime. Manipular, deturpar a informação como faz esta mídia monopolizada é crime. Sem democratizar a comunicação no Brasil, além de pôr em risco a democracia, somos enganados todos os dias. Por isso é importante que cada cidadão e cidadã brasileira se conscientize da importância do PLIP de Lei de Mídia Democrática. Leia o projeto, imprima, colete assinaturas e devolva-as para a organização da campanha.

Ou democratizamos a comunicação ou esse monopólio midiático, colaboracionista da ditadura militar, destruirá todas as conquistas democráticas

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Na cidade maravilhosa taxistas do Sistema de Táxi Oficial chegam a cobrar 7 vezes mais o valor da corrida.

maio 15th, 2014 by mariafro
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Ontem, quarta-feira (14/05) ocorreu a palestra com  o deputado Alexandre Molon, relator do projeto que virou lei. Lei 12.965, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff cujo anúncio na última Arena Mundial da Internet, diante dos inventores da internet, os fez brindaram a iniciativa brasileira, afirmando que nosso Marco Civil é modelo para o mundo todo.

Conto o episódio para registrar o que aconteceu comigo na terça à noite e com outro participante do evento, que veio de Porto Alegre na quarta pela manhã, chegando no mesmo aeroporto e dirigindo-se para o mesmo hotel no centro do Rio.

Cheguei para o evento no Aeroporto Santos Dumont, na terça-feira (13/05) por volta das 20H. Quem conheço o Rio sabe que do aeroporto até o centro da cidade a tarifa não chega a 10 reais.


Recibo de táxi oficial pego na fila do aeroporto Santos Dumont na quarta-feira, por volta das 8h da manhã com destino ao hotel São Francisco, na Visconde de Inhauma. O percurso é de 3,8km, cerca de 9 minutos de carro.

O passageiro veio do Porto Alegre, Rio Grande do Sul, não conhece o Rio, não verificou o trajeto antes e pagou 7 vezes a mais o preço da corrida.

Na noite anterior o táxi de placa KUZ5832 tentou ignorar o taxímetro e anunciou que minha corrida custaria o dobro do que geralmente pago para fazer o mesmo percurso. Não permiti, pedi para que parasse o táxi e troquei de motorista.

Hoje liguei para o 1746 e fiz uma denúncia. Falei com a atendente Vitoria que disse que o procedimento é encaminhar a denúncia para o CMTR, esperar dez dias corridos, ligar novamente para saber o resultado.

Perguntei quais providências seriam tomadas em relação às empresas que prestam serviço no aeroporto, pois é ilegal a prática de ignorar o taxímetro e daqui a um mês o Rio receberá algumas centenas de milhares de turistas e o que o primeiro motorista tentou fazer comigo e outro conseguiu com o visitante de Porto Alegre não parece coincidência, me parece indício que o superfaturamento de corridas de táxi em empresas oficiais cadastradas pela prefeitura do Rio de Janeiro está se tornando uma prática pré-copa. A atendente Vitória disse-me que o CMTR aciona o motorista para auto-esclarecimento, mas sequer registrou a queixa da corrida superfaturada 7 vezes mais do passageiro de Porto Alegre, já que no recibo o o taxista com prática ilegal não colocou a placa do carro.

Visitantes não cariocas estejam atentos, verifiquem o percurso que farão dos aeroportos ou rodoviárias antes de pegarem um táxi, mesmo que seja oficial. Há uma dezena de aplicativos nos celulares que informam não apenas os trajetos do ponto de partida e chegada, como o tempo de percurso, os lugares mais livres ou mais engarrafados e há até mesmo os que calculam preços das corridas. Esse é um modo de coibirmos esta prática. E se toparem com esse tipo de taxista denunciem para o 1746. Quem sabe assim conseguimos criar uma cultura de respeito aos direitos do consumidor.

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