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O prefeito Haddad atende às reivindicações dos trabalhadores da educação e o governador Alckmin?

maio 6th, 2013 by mariafro
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Link e título via @LaPasionaria

Prefeitura atende reivindicações dos servidores da educação

Além do reajuste linear para todo o funcionalismo público, a administração municipal concederá reajustes de 10,19% em 2013 e de 13,43% em 2014 aos servidores da educação

Por: Secom Prefeitura de São Paulo, via Linha Direta

4/05/2013

A Prefeitura de São Paulo tem mantido negociações com os profissionais da Educação e atendeu a pleitos da categoria. A administração municipal concederá reajuste de 10,19% já para o mês de maio deste ano, e outro de 13,43% para maio de 2014.

Estes aumentos garantidos para a categoria ainda se somam a outra proposta de reajuste da Prefeitura, que atingirá todos os servidores, de 0,82%, retroativo a novembro de 2011. O índice é superior à política praticada anteriormente de reajustes de 0,01%.

Atendendo aos pleitos das entidades sindicais, nesta sexta-feira (3), na Mesa Setorial da Educação, foi garantida aos educadores a publicação do decreto do Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE), sem que os professores sejam avaliados retroativamente. O valor mínimo a ser pago pelo PDE será de R$ 2.400, em duas parcelas, em junho deste ano e janeiro de 2014.

A Prefeitura garantiu ainda que apresentará até o final de junho um Projeto de Lei que insira duas referências adicionais do quadro da carreira da Educação.

PCCS

Além dos aumentos específicos para a categoria, outros reajustes para todos os servidores do município incluem servidores da Educação:

- Aumento de 71,4% no padrão de vencimentos do Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS) nível básico, de R$ 440,39 para R$ 755,00;

- Aumento de 79,8% no piso de todos os servidores de nível básico, de R$ 630,00 para R$ 1.132,50;

- Aumento de 42,5% no padrão de vencimentos do PCCS nível médio, de R$ 645,74 para R$ 920,00;

- Aumento de 42,5% no piso de todos os servidores de nível médio e superior, de R$ 968,61 para R$ 1.380,00.

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Lula: “O PT precisa provar que é possível fazer política com seriedade”

maio 6th, 2013 by mariafro
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Sugestão de Maristela Braga, via e-mail.

“O PT precisa provar que é possível fazer política com seriedade”

Em entrevista a livro sobre a era petista no poder, Lula reconhece os erros do partido e diz que a tarefa do PT é voltar a acreditar em valores banalizados pela disputa eleitoral

Por: Sérgio Pardellas – IstoÉ Brasil

03/05/2013

O ex-presidente Lula atravessou as turbulências políticas dos últimos oito meses esquivando-se das polêmicas. Antes, durante e depois do julgamento de cabeças coroadas do PT no STF, período em que tanto ele quanto o seu governo foram questionados ética, moralmente e por práticas de corrupção, Lula limitou-se às articulações políticas e a proferir discursos para plateias específicas ao lado da presidenta Dilma Rousseff. Na única vez em que falou com a imprensa, ele preferiu não discorrer sobre temas espinhosos envolvendo o PT e sua gestão. O silêncio foi quebrado em entrevista de 20 páginas para o livro “Lula e Dilma, 10 anos de governos pós-neoliberais no Brasil”, da Editora Boitempo. Ao fazer um balanço sobre a era petista no poder, Lula referiu-se ao momento seguinte à denúncia do mensalão como o mais delicado do governo e voltou a reconhecer os erros cometidos pelo PT, reeditando postura adotada durante a eclosão do escândalo em 2005. “O PT cometeu os mesmos desvios que criticava. O PT precisa voltar a acreditar em valores banalizados por conta da disputa eleitoral. É provar que é possível fazer política com seriedade. Pode fazer o jogo político, mas não precisa estabelecer uma relação promíscua para fazer política”, disse Lula. Na avaliação do ex-presidente, o PT deveria “reagir” e empunhar a bandeira da reforma política para aprovar o financiamento público de campanha, caso contrário “a política vai virar mais pervertida do que já foi em qualquer outro momento”. “Às vezes eu tenho a impressão de que partido político é um negócio”, emendou.

O PAÍS SOB LULA E DILMA
Livro com 384 páginas e tiragem de três mil exemplares traz 21 artigos de especialistas com reflexão sobre o período pós- neoliberal a partir da ótica progressista

A entrevista foi concedida no dia 14 de fevereiro ao sociólogo Emir Sader, organizador da publicação, e ao professor e pesquisador argentino especialista em educação, Pablo Gentili, no Instituto Lula, em São Paulo. Ao passar em revista os anos do PT no poder, Lula também falou sobre a ansiedade e as dúvidas do início do mandato e das pressões que sofreu até de amigos próximos para não lançar Dilma candidata à sua sucessão. Demonstrou ainda seu ressentimento com a mídia, a quem acusou de se transformar num partido político de oposição, e lançou uma aposta: “o Brasil será a quinta economia do mundo em 2016”. O livro de 384 páginas e tiragem de três mil exemplares será lançado no dia 13 de maio. A publicação reúne reflexões de especialistas em 21 áreas, entre eles Luiz Pinguelli Rosa, Luiz Gonzaga Belluzzo e José Luis Fiori, com o objetivo de aprofundar as discussões sobre os governos Lula e Dilma a partir da ótica progressista. Em artigos, os especialistas analisam as tensões em meio às quais se desenvolveu a política econômica do governo e discorrem sobre como foram implementadas as políticas sociais, seus sucessos e obstáculos até hoje não superados. Seguem trechos da entrevista de Lula:

Qual o balanço que o sr. faz dos anos de governo do PT e aliados?
Lula
– Esses anos, se não foram os melhores, fazem parte do melhor período que este país viveu em muitos e muitos anos. Se formos analisar as carências que ainda existem, as necessidades vitais de um povo na maioria das vezes esquecido pelos governantes, vamos perceber que ainda falta muito a fazer para garantir a esse povo a total conquista da cidadania. Mas, se analisarmos o que foi feito, vamos perceber que outros países não conseguiram, em 30 anos, fazer o que nós conseguimos fazer em dez anos.

Qual foi o grande legado dos dez anos de seu governo?
Lula
– (…) As pessoas sabem que este país tem governo, que este país tem política, que este país passou a ser tratado até às vezes como referência para muitas coisas que foram decididas no mundo. Esse é um legado que vai marcar esses dez anos. E eu tenho convicção de que, com a continuidade da companheira Dilma no governo, isso vai ser definitivamente consagrado. Parto do pressuposto de que chegaremos a 2016 como a quinta economia do mundo.

Quando começou o governo, o sr. devia ter uma ideia do que ele seria. O que mudou daquela ideia inicial, o que se realizou e o que não se realizou, e por quê?
Lula
– Tínhamos um programa e parecia que ele não estava andando. (…) Eu lembro que o ministro Luiz Furlan, cada vez que tinha audiência, dizia: “Já estamos no governo há tantos dias, faltam só tantos dias para acabar e nós precisamos definir o que nós queremos que tenha acontecido no final do mandato. Qual é a fotografia que nós queremos.” E eu falava: “Furlan, a fotografia está sendo tirada” (…). Tem que ter paciência. Eu acho que fui o presidente que mais pronunciou a palavra “paciência”. Senão você fica louco.

Quando o sr. perdeu a paciência?
Lula
– (…) No começo tinha muita ansiedade. “Será que nós vamos dar conta de fazer isso? Será que vai ser possível?”, eu me perguntava. Tivemos tropeços, é lógico. O ano de 2005 foi muito complicado. Quando saiu a denúncia (do mensalão) foi uma situação muito delicada. Se não tivéssemos cuidado, não iríamos discutir mais nada do futuro, só aquilo que a imprensa queria que a gente discutisse. Um dia, eu cheguei em casa e disse: “Marisa, a partir de hoje, se a gente quiser governar este país, a gente não vai ver televisão, a gente não vai ver revista, a gente não vai ler jornal.” Eu tinha uma equipe e criamos uma sala de situação, da qual participavam Dilma, Ciro (Gomes), Gilberto (Carvalho) e Márcio (Thomaz Bastos). E era muito engraçado: eu chegava ao Palácio e eles estavam todos nervosos. E eu estava tranquilo e falava: “Vocês estão vendo? Vocês leem jornal… Vocês estão nervosos por quê?”

Por que seu governo provocou tanta reação da elite e da mídia? A reação das oposições aos governos do PT não é desproporcional, tendo em vista os resultados que foram apresentados?
Lula
– (…) Eles achavam que nós não passaríamos de uma coisa pequenininha, bonita e radical. E nós não nascemos para sermos bonitos, nem radicais. Nós nascemos para ganhar o poder.

Mas vocês nasceram radicais…
Lula
– O PT era muito rígido, e foi essa rigidez que lhe permitiu chegar aonde chegou. (…) Eu era um indesejado que chegou lá. Sabe aquele cara que é convidado para uma festa, e o anfitrião nem tinha convidado direito? (…) E depois, tentaram usar o episódio do mensalão para acabar com o PT e, obviamente, acabar com o meu governo. Na época, tinha gente que dizia: “O PT morreu, o PT acabou.” Passaram-se seis anos e quem acabou foram eles. O DEM nem sei se existe mais. O PSDB está tentando ressuscitar o jovem Fernando Henrique Cardoso porque não criou lideranças.

A negociação é a pré-condição para a solidez do governo?
Lula
– (…) Nós aprendemos a construir as alianças necessárias. Se não for assim, a gente não governa (…). O meu medo é que se passe a menosprezar o exercício da democracia e se comece a aplicar a ditadura de um partido sobre os demais. Não gosto muito da palavra hegemonia, sabe. O exercício da hegemonia na política é muito ruim. Mesmo quando você tem numericamente a maioria, é importante que, humildemente, você exerça a democracia. É isso que consolida as instituições de um país e foi isso que eu exercitei durante o meu mandato, e que a Dilma está exercitando agora com muita competência.

Os tabus foram quebrados à direita e à esquerda? Como se sentia com isso?
Lula
– (…) Foram oito anos que permitiram que a gente, ao concluir, pudesse dar de presente ao Brasil a eleição da primeira mulher presidenta. Essa foi outra coisa muito difícil de fazer. Eu sei o que aguentei de amigos meus, amigos mesmo, não eram adversários, dizendo: “Lula, mas não dá. Ela não tem experiência, ela não é do ramo. Lula, pelo amor de Deus.” E eu: “Companheiros, é preciso surpreender a nação com uma novidade.”
O Brasil mudou nesses dez anos.

E o sr., também mudou?
Lula
– (…) Mudei porque eu aprendi muito, a vida me ensinou demais, mas continuo com os mesmos ideais. Só tem sentido governar se você conseguir fazer com que as pessoas mais necessitadas consigam evoluir de vida.

E o PT mudou?
Lula
– (…) Hoje, ou nós fazemos uma reforma política e mudamos a lógica da política, ou a política vai virar mais pervertida do que já foi em qualquer outro momento. É preciso que as pessoas compreendam que não só a gente deveria ter financiamento público de campanha, como deveria ser crime inafiançável ter dinheiro privado nas campanhas; que você precisa fazer o voto por lista, para que a briga se dê internamente no partido. Você pode fazer um modelo misto – um voto pode ser para a lista, o outro para o candidato. O que não dá é para continuar do jeito que está.

Por quê?
Lula
– Às vezes tenho a impressão de que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade.

O PT não mudou necessariamente para melhor?
Lula
– O PT mudou porque aprendeu a convivência democrática da diversidade; mas, em muitos momentos, o PT cometeu os mesmos desvios que criticava como coisas totalmente equivocadas nos outros partidos políticos. (…) Você começa a ser questionado quando vira alternativa de poder. Então, o PT precisa saber disso. O PT, quanto mais forte ele for, mais sério ele tem que ser. Eu não quero ter nenhum preconceito contra ninguém, mas acho que o PT precisa voltar a acreditar em valores que a gente acreditava e que foram banalizados por conta da disputa eleitoral. É o tipo de legado que a gente tem que deixar para nossos filhos, nossos netos. É provar que é possível fazer política com seriedade. Você pode fazer o jogo político, pode fazer aliança política, pode fazer coalizão política, mas não precisa estabelecer uma relação promíscua para fazer política. O PT precisa voltar urgentemente a ter isso como uma tarefa dele.

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Julio Hungria: Folha de São Paulo: jornalismo deformador ou deformado?

maio 6th, 2013 by mariafro
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O jornalismo não é mais ‘informador’, não é mesmo? – veja nesse texto aqui

Por: Julio Hungria no Bluebus

Em qualquer canto do mundo, sob qualquer tema, enviesado para 1 lado ou para o outro, o jornalismo, definitivamente, tem hoje outra função  a de formador (ou deformador) – não de informador ;) Conduzido desonestamente a favor dos interesses de quem o sustenta ou sob viés das ideias em que acredita - lá vai ele tentando evangelizar pela cartilha adotada, 1 trabalho quase sempre moldado pelo detalhe de ser atuante não pela opinião emitida com clareza mas pelo enfoque dado ao que publica – sob a desculpa da linha editorial, sempre ela :(

Ainda bem que nasceu a internet e com ela o caldeirão que cozinha as mudanças do centro do poder; No Brasil escorrega da intimidade de poucas famílias proprietárias de empresas de midia convencionais (os 30 Berlusconis do RSF) para a exposição ampla e impudica das redes sociais - é o que observam os especialistas, tomara que eles estejam certos.

Enquanto isso, desavisada, a Folha volta e meia abusa da credibilidade que ainda ostenta junto ao percentual de cidadãos que ainda lê os jornalões e acredita neles. Veja isso -

O jornal subiu para sua manchete no domingo da outra semana, números velhos, de 2008, sobre a defasagem entre cotistas e não cotistas nas universidades. Pura ‘campanha’ em favor de uma opinião  Na verdade, o MEC “atualizou” o jornal, detalhando que a defasagem no desempenho dos estudantes ‘cotistas’ e ‘ não’, já havia caído severamente – dos 9,9% anunciados pela Folha usando números de 2008, para 3%, números atuais. Só que os números desatualizados foram manchete e os atuais mereceram agora não mais que uma ‘chamadinha’ encabulada… – jornalismo deformador – ou deformado?

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Sobre cegueira, estrelismo, má-fé e outros bichos ou uma carteirada acadêmica para quem só entende esta linguagem

maio 6th, 2013 by mariafro
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É ridículo para mim ter de escrever este post, algo muito, mas muito inusitado mesmo, porque no Maria Frô dou crédito até para quem sugere a matéria, imagina negar crédito a quem escreve texto aqui publicado.

Mas eis que o senhor Idelber Avelar @iavelar afirma no twitter que fiz isso neste post aqui: http://mariafro.com/2013/05/05/o-casal-ministerial-que-nos-enche-de-vergonha-alheia

Ora, quem copia e não dá créditos é um plagiador. Portanto é esta a acusação que Idelber Avelar me faz indiretamente. E ele sabe que não sou plagiadora, portanto, ele faz isso de má-fé. E, portanto, preciso esclarecer aos leitores para que  a verdade sobre suas acusações seja recolocada.

O texto me foi sugerido por Wander Mourão quem se der ao trabalho de clicar no nome do Wander no post original (http://mariafro.com/2013/05/05/o-casal-ministerial-que-nos-enche-de-vergonha-alheia) e neste próprio post verá que ele está linkado e que este link vai direto para o espaço virtual onde Wander fez a sugestão do texto que está entre aspas, em itálico e em modo de citação nos parâmetros adotados no Maria Frô e verá que este é um texto de autoria de Idelber Avelar.

Não sei o que ocorreu, mas no recorta e cola não veio a assinatura do Idelber e eu não percebi isso, mas se informo quem foi que sugeriu o texto, se mantenho o texto entre aspas e com outra cor (texto do blog sempre é escrito em vermelho) se ponho o texto em itálico que no padrão do blog Maria Frô é sempre citação (olhem outros posts e verão que esta é a formatação adotada há muito por aqui, faço isso até mesmo pra criar esta separação o que são comentários ou textos do blog – produzidos por mim ou pelo editor Victor Farinelli-  e o que são textos citados), obviamente que não me daria ao trabalho de sonegar propositadamente a autoria de  quem quer que seja, vejam que eu linkei até a matéria comentada por Idelber.

Qualquer pessoa que não quisesse aparecer, que não estivesse só disposta a dar carteirada acadêmica e a destilar sua raiva à blogosfera progressista (como ele já fez com outros blogueiros mais famosos) me avisaria que no recorta e cola o seu nome ficou de fora (embora como qualquer um pode ver na imagem abaixo o link citado mostra que o texto é do Idelber.

Aliás, pra fazer a crítica a este casal ministerial tão sofrível, nem precisaria do texto do Idelber, o fiz porque queria mostrar as bobagens que Gleisi diz na entrevista de O Globo e elas vieram junto com o texto do Idelber por sugestão do Wander e eu concordo com as críticas que o Idelber fez à ministra da Casa Civil.

Estou há bastante tempo na blogosfera (e fora dela) para que os leitores saibam que se tem uma coisa que não sou é plagiadora.

Não preciso falar aqui dos prêmios que tenho, dos livros que já escrevi e das vezes que minhas coleções se tornaram objeto de pesquisa acadêmica pela qualidade e inovação de seus projetos pedagógicos e indicados como obras de referência em Guias do MEC. Mas se esta é a linguagem que Idelber Avelar entende, vamos lá: 

Sou a única autora de livros didáticos que teve avaliação “ÓTIMA” (GUIA PNLD2008) em todos os critérios estabelecidos pelo MEC no Guia PNLD desde quando o MEC avalia coleções didáticas.

Tenho dois prêmios Jabuti e até 2008 (não chequei os premiados nos anos posteriores) eu era a única autora do segmento didático/paradidático a acumulá-los na área de História.

Não preciso plagiar nada de ninguém, mas se não tivesse nada que abonasse meu trabalho fora da blogosfera, tenho duas décadas de internet, antes da invenção dos blogs, tenho colegas de escrita que acompanho e me acompanham há mais de 16 anos na rede como Alexandre Inagaki ou Nálu Nogueira com os quais até hoje mantenho trocas frequentes. Eles são testemunhas do tempo que ando pela rede produzindo conteúdo sem precisar plagiar ninguém.

Não tenho nada contra Idelber, gostava bastante dos seus escritos da época do Biscoito Fino, gosto muito do trabalho de sua companheira, Ana Maria Gonçalves. Mas não o citarei mais por aqui.  Idelber poderia ter tido a decência de me avisar que seu nome não estava no seu texto antes de me acusar de roubo (como agora vi que fez o próprio Wander na caixa de comentários e só não corrigi porque passei toda a manhã resolvendo problemas com acesso bancário).

Não tenho a menor paciência pra esta fofocaiada de rede e branquim que fica medindo espaço. Dou por encerrada esta pendenga e vou linkar este post ao post que fez Idelber agir de má-fé acusando o meu blog de plagiar seu texto sem ao menos ter a decência de me citar  no twitter para que eu pudesse responder ou até me desculpar e dizer: Idelber, não havia visto que seu nome não saiu no recorta e cola, problema corrigido

Atualização: APESAR DE NO POST ORIGINAL o comentário do Idelber sugerido pelo Wander estar entre aspas, em itálico no modo de citação deste blog e TER UM LINK para o post do Facebook onde era possível saber que o texto era do Idelber,  vi que  o Sr. Idelber Avelar me acusou de ‘roubo’ (ver imagem acima). Caraca! sério mesmo que o Idelber acha que seus textos são esta cocada toda e que na era da Internet alguém se daria ao trabalho de ~plagiar~ um texto de um autor da mesma rede  e não ser descoberto???

Zeus! As pessoas andam perdendo mesmo o senso do ridículo. O título do post que originou toda esta pendenga nunca foi tão apropriado #vergonhaalheia.

ATUALIZAÇÃO 2: 08/05/2013: Há leitores que insistem em trazer más notícias e por um deles soube que há um blogueiro da Esgotosfera - sem leitores e sem amores - aproveitando-se desta pendenga com Idelber pra destilar o seu veneno detrator. O gordo bobo, reaça babaca reduz a história a datas e nosso rico idioma à norma culta. Como um bom exemplar de rêmora sua produção se reduz à criação de polêmicas vazias, é um rola-bosta que tem verdadeira fixação por mim, pelo que escrevo, pela minha vida profissional. Ele já tentou outras vezes pegar carona na minha produção para dar algum significado à sua vida medíocre: Palavras da Maria Frô, aos novos e antigos leitores e também aos detratores.  Portanto, nem se dêem ao trabalho de me informar que este sujeito mais uma vez está vomitando suas asneiras a meu respeito. Não vou ler as bobagens que este idiota escreve em português casto (ao menos ele acredita nisso),  tenho mais o que fazer da minha vida: produzir materiais didáticos com qualidade, por exemplo. 

 

 

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