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Julio Hungria: Folha de São Paulo: jornalismo deformador ou deformado?

maio 6th, 2013 by mariafro
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O jornalismo não é mais ‘informador’, não é mesmo? – veja nesse texto aqui

Por: Julio Hungria no Bluebus

Em qualquer canto do mundo, sob qualquer tema, enviesado para 1 lado ou para o outro, o jornalismo, definitivamente, tem hoje outra função  a de formador (ou deformador) – não de informador ;) Conduzido desonestamente a favor dos interesses de quem o sustenta ou sob viés das ideias em que acredita - lá vai ele tentando evangelizar pela cartilha adotada, 1 trabalho quase sempre moldado pelo detalhe de ser atuante não pela opinião emitida com clareza mas pelo enfoque dado ao que publica – sob a desculpa da linha editorial, sempre ela :(

Ainda bem que nasceu a internet e com ela o caldeirão que cozinha as mudanças do centro do poder; No Brasil escorrega da intimidade de poucas famílias proprietárias de empresas de midia convencionais (os 30 Berlusconis do RSF) para a exposição ampla e impudica das redes sociais - é o que observam os especialistas, tomara que eles estejam certos.

Enquanto isso, desavisada, a Folha volta e meia abusa da credibilidade que ainda ostenta junto ao percentual de cidadãos que ainda lê os jornalões e acredita neles. Veja isso -

O jornal subiu para sua manchete no domingo da outra semana, números velhos, de 2008, sobre a defasagem entre cotistas e não cotistas nas universidades. Pura ‘campanha’ em favor de uma opinião  Na verdade, o MEC “atualizou” o jornal, detalhando que a defasagem no desempenho dos estudantes ‘cotistas’ e ‘ não’, já havia caído severamente – dos 9,9% anunciados pela Folha usando números de 2008, para 3%, números atuais. Só que os números desatualizados foram manchete e os atuais mereceram agora não mais que uma ‘chamadinha’ encabulada… – jornalismo deformador – ou deformado?

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Sobre cegueira, estrelismo, má-fé e outros bichos ou uma carteirada acadêmica para quem só entende esta linguagem

maio 6th, 2013 by mariafro
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É ridículo para mim ter de escrever este post, algo muito, mas muito inusitado mesmo, porque no Maria Frô dou crédito até para quem sugere a matéria, imagina negar crédito a quem escreve texto aqui publicado.

Mas eis que o senhor Idelber Avelar @iavelar afirma no twitter que fiz isso neste post aqui: http://mariafro.com/2013/05/05/o-casal-ministerial-que-nos-enche-de-vergonha-alheia

Ora, quem copia e não dá créditos é um plagiador. Portanto é esta a acusação que Idelber Avelar me faz indiretamente. E ele sabe que não sou plagiadora, portanto, ele faz isso de má-fé. E, portanto, preciso esclarecer aos leitores para que  a verdade sobre suas acusações seja recolocada.

O texto me foi sugerido por Wander Mourão quem se der ao trabalho de clicar no nome do Wander no post original (http://mariafro.com/2013/05/05/o-casal-ministerial-que-nos-enche-de-vergonha-alheia) e neste próprio post verá que ele está linkado e que este link vai direto para o espaço virtual onde Wander fez a sugestão do texto que está entre aspas, em itálico e em modo de citação nos parâmetros adotados no Maria Frô e verá que este é um texto de autoria de Idelber Avelar.

Não sei o que ocorreu, mas no recorta e cola não veio a assinatura do Idelber e eu não percebi isso, mas se informo quem foi que sugeriu o texto, se mantenho o texto entre aspas e com outra cor (texto do blog sempre é escrito em vermelho) se ponho o texto em itálico que no padrão do blog Maria Frô é sempre citação (olhem outros posts e verão que esta é a formatação adotada há muito por aqui, faço isso até mesmo pra criar esta separação o que são comentários ou textos do blog – produzidos por mim ou pelo editor Victor Farinelli-  e o que são textos citados), obviamente que não me daria ao trabalho de sonegar propositadamente a autoria de  quem quer que seja, vejam que eu linkei até a matéria comentada por Idelber.

Qualquer pessoa que não quisesse aparecer, que não estivesse só disposta a dar carteirada acadêmica e a destilar sua raiva à blogosfera progressista (como ele já fez com outros blogueiros mais famosos) me avisaria que no recorta e cola o seu nome ficou de fora (embora como qualquer um pode ver na imagem abaixo o link citado mostra que o texto é do Idelber.

Aliás, pra fazer a crítica a este casal ministerial tão sofrível, nem precisaria do texto do Idelber, o fiz porque queria mostrar as bobagens que Gleisi diz na entrevista de O Globo e elas vieram junto com o texto do Idelber por sugestão do Wander e eu concordo com as críticas que o Idelber fez à ministra da Casa Civil.

Estou há bastante tempo na blogosfera (e fora dela) para que os leitores saibam que se tem uma coisa que não sou é plagiadora.

Não preciso falar aqui dos prêmios que tenho, dos livros que já escrevi e das vezes que minhas coleções se tornaram objeto de pesquisa acadêmica pela qualidade e inovação de seus projetos pedagógicos e indicados como obras de referência em Guias do MEC. Mas se esta é a linguagem que Idelber Avelar entende, vamos lá: 

Sou a única autora de livros didáticos que teve avaliação “ÓTIMA” (GUIA PNLD2008) em todos os critérios estabelecidos pelo MEC no Guia PNLD desde quando o MEC avalia coleções didáticas.

Tenho dois prêmios Jabuti e até 2008 (não chequei os premiados nos anos posteriores) eu era a única autora do segmento didático/paradidático a acumulá-los na área de História.

Não preciso plagiar nada de ninguém, mas se não tivesse nada que abonasse meu trabalho fora da blogosfera, tenho duas décadas de internet, antes da invenção dos blogs, tenho colegas de escrita que acompanho e me acompanham há mais de 16 anos na rede como Alexandre Inagaki ou Nálu Nogueira com os quais até hoje mantenho trocas frequentes. Eles são testemunhas do tempo que ando pela rede produzindo conteúdo sem precisar plagiar ninguém.

Não tenho nada contra Idelber, gostava bastante dos seus escritos da época do Biscoito Fino, gosto muito do trabalho de sua companheira, Ana Maria Gonçalves. Mas não o citarei mais por aqui.  Idelber poderia ter tido a decência de me avisar que seu nome não estava no seu texto antes de me acusar de roubo (como agora vi que fez o próprio Wander na caixa de comentários e só não corrigi porque passei toda a manhã resolvendo problemas com acesso bancário).

Não tenho a menor paciência pra esta fofocaiada de rede e branquim que fica medindo espaço. Dou por encerrada esta pendenga e vou linkar este post ao post que fez Idelber agir de má-fé acusando o meu blog de plagiar seu texto sem ao menos ter a decência de me citar  no twitter para que eu pudesse responder ou até me desculpar e dizer: Idelber, não havia visto que seu nome não saiu no recorta e cola, problema corrigido

Atualização: APESAR DE NO POST ORIGINAL o comentário do Idelber sugerido pelo Wander estar entre aspas, em itálico no modo de citação deste blog e TER UM LINK para o post do Facebook onde era possível saber que o texto era do Idelber,  vi que  o Sr. Idelber Avelar me acusou de ‘roubo’ (ver imagem acima). Caraca! sério mesmo que o Idelber acha que seus textos são esta cocada toda e que na era da Internet alguém se daria ao trabalho de ~plagiar~ um texto de um autor da mesma rede  e não ser descoberto???

Zeus! As pessoas andam perdendo mesmo o senso do ridículo. O título do post que originou toda esta pendenga nunca foi tão apropriado #vergonhaalheia.

ATUALIZAÇÃO 2: 08/05/2013: Há leitores que insistem em trazer más notícias e por um deles soube que há um blogueiro da Esgotosfera - sem leitores e sem amores - aproveitando-se desta pendenga com Idelber pra destilar o seu veneno detrator. O gordo bobo, reaça babaca reduz a história a datas e nosso rico idioma à norma culta. Como um bom exemplar de rêmora sua produção se reduz à criação de polêmicas vazias, é um rola-bosta que tem verdadeira fixação por mim, pelo que escrevo, pela minha vida profissional. Ele já tentou outras vezes pegar carona na minha produção para dar algum significado à sua vida medíocre: Palavras da Maria Frô, aos novos e antigos leitores e também aos detratores.  Portanto, nem se dêem ao trabalho de me informar que este sujeito mais uma vez está vomitando suas asneiras a meu respeito. Não vou ler as bobagens que este idiota escreve em português casto (ao menos ele acredita nisso),  tenho mais o que fazer da minha vida: produzir materiais didáticos com qualidade, por exemplo. 

 

 

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Pedro Alexandre: quem está perdendo (inclusive o bonde da história) não é o público, mas sim a velha mídia e seu meninão mimadão de estimação

maio 5th, 2013 by mariafro
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Leia também?

Lobão babão e cada vez mais gagá, com inveja de Marco Feliciano, resolveu defecar pela boca

Lobão tem razão?

Por  | Ultrapop

3/05/2013

Mano Brown foi ríspido com Lobão. “Ele pregava a ética e rebeldia, age como uma puta para vender livro”, afirmou o rapper em sua conta de Twitter, comentando uma das inúmeras afirmações grosseiras do roqueiro na Folha de São Paulo de ontem, de que “os Racionais MC’s são o braço armado do governo”.

Duas visões simetricamente opostas de mundo estão guardadas no fundo dessas manifestações. Os Racionais ergueram uma história robusta a partir da periferia paulistana, em contato íntimo e direto com a população sensível à sua arte, sem suporte de gravadora multinacional e recusando conscientemente qualquer contato institucional com veículos de comunicação como Globo, Folha,Veja etc.

Lobão tem sido, ao longo de várias décadas, o rebelde midiático por excelência. Periodicamente, abre o berreiro sobre todo e qualquer assunto (menos, em geral, sua própria música e literatura). O passo seguinte, em processo circular de autovitimização, é choramingar que ninguém deu ouvidos aos mais recentes rocks, MPBs, sambas ou ensaios literários que produziu.

Já estive na “grande” mídia (dez anos fazendo jornalismo musical na Folha) e vivo fora dela há quase dez anos. Nunca entrevistei Mano Brown, mesmo sendo grande admirador dele e apesar de ter tentado inúmeras vezes. Por outro lado, perdi a conta do número de entrevistas que fiz com Lobão, por quem tenho afeição e em quem vejo um homem dócil e cordial, atrás da boca sempre arreganhada para morder nas oportunidades midiáticas.

Brown foi na ferida ao situar Lobão como uma “puta” que passa o chapéu para “vender livro”. É o que muita gente já percebeu após anos e anos e anos de desgaste: Lobão segue sempre o mesmo script, quando chega a hora de mercadejar o trabalho da hora. Vai para a Folha e rasga o verbo, devidamente intermediado por um jornalismo tão passivo-agressivo quanto seu querido personagem. Ambas as partes saem felizes e sorridentes do encontro supostamente tenso: Lobão vende mais livros (ou discos), e a Folha ganha mais 15 minutos de repercussão após dolorosos meses, talvez anos, sem conseguir impactar positivamente seu rebanho de leitores (aqueles que ainda consegue conservar à custa de toneladas de conservadorismo editorial).

Lobão não tem, nem de longe, o poder que Brown possui de encantar multidões olho-no-olho. Repetidas vezes, precisa da mídia – do intermediário – para simular uma efêmera lua-de-mel com sua corte de fãs. Esses, a exemplo do próprio ídolo, costumam ser bem mais dóceis quando, por acidente, se encontram cara-a-cara com “inimigos” de carne e osso.

Lembro-me de mim mesmo, nos anos 1990, saindo em êxtase de uma entrevista com o autor de “Decadence avec Élegance” (1985), com apenas um pensamento na cabeça: “Essa matéria vai ficar sensacional!”. O tempo passou para mim e leio Lobão em 2013 enquanto imagino a empolgação do rapaz atual da Folha com a quantidade chocante de tacanhez pseudopolítica cuspida por Lobão no ato de lançamento de um livro waltdisneymente denominado Manifesto do Nada na Terra do Nunca(ainda não tive oportunidade de ler, ao contrário de colegas da Folha e da Globo).

Fico triste de pensar que Lobão me adorava quando eu trabalhava na Folha e passou a me detestar (ou fingir que detesta) quando passeio semianônimo pelo Twitter. Mas sei que é menos por meus defeitos (ou qualidades) que pelo fato de eu, jornalista, não ter mais o efeito midiático que eu podia proporcionar a ele quando divulgava sua verborreia e suas batalhas quixotescas contra a indústria musical. Macambúzio, observo que anos atrás Lobão militava pela numeração de CDs, mas hoje, depois que se tornou apresentador de TV na MTV e na Bandeirantes, não proferiu mais xingos públicos contra, por exemplo, o Ecad, o órgão ditatorial que “administra” os direitos autorais no Brasil, em grande medida com a missão de enviar remessas de lucro para o Primeiro Mundo. Folha, MTV e Band são a mídia, a antiga “grande” mídia. Eu, ex-chapa do Lobão, sou apenas um rapaz latino-americano que não tem mais “grandes” alto-falantes.

Não vou gastar meu tempo e minha paciência comentando o lixo que o ex-Lobão passou a despejar no bestiário político, obviamente inspirado (ou será que soprado?) por garatujas passivo-agressivos ex-petistas como Reinaldo Azevedo. Há um assunto muito mais importante escondido atrás dessa treta, e esse nos traz de volta ao embate direto (embora mediado por papel e internet) entre o sempre passivo-agressivo Lobão e um Mano Brown infelizmente mais agressivo que o habitual.

Em tempo: me assusto com a ameaça de porrada física por parte do Brown, embora veja Lobão cobiçando perigosamente a violência, quando desdenha do estrago causado pela ditadura civil-militar (apoiada e sustentada, entre muitas outras empresas, pelo jornal que mais aprecia lhe dar palanque) ou quando acusa uma mulher torturada de torturadora. No espelho, Lobão deve saber tudo sobre síndrome de Estocolmo, não sabe?

Mas deixa eu voltar ao que é de fato importante. O autor de “O Rock Errou” (1986) xingou o autor de “Racistas Otários” (1992) de “braço armado do governo”, “braço armado do PT”. Não me veem à cabeça imagens recentes (ou não recentes) de nenhum dos Racionais portando qualquer arma que não fosse sua verve poética e musical. Quando Lobão afirma que um grupo de negros periféricos de São Paulo é “braço armado” de qualquer coisa, está escancaradamente associando “bandidagem” com os notórios “quatro pês”. Pobre, preto, puta e petista são, para esses efeitos (também copiados à risca de mamãe-mídia), inevitáveis “bandidos” prontos a profanar a alma pura da playboyzada do circuito Ipanema-Leblon-Morumbi-etc. Brown teve a presença de espírito de mirar um dos “pês” no espelho e cravar no lobão bobão a pecha de “puta”. E sim, Lobão, você é racista.

Cito, para terminar, a maldição de Caetano Veloso, de que você já deve ter ouvido falar. Era uma brincadeira (algo séria, algo preconceituosa) recorrente, de que tudo em que o vaidosíssimo Caetano tocava virava pó. Midas ao contrário, ele cantava com Ritchie ou com o RPM, por exemplo, e os caras paravam imediatamente de fazer sucesso. Talvez fosse, sei lá, um jeito vampiresco do autor de “O Leãozinho” (1977), de jamais se deixar superar pelos competidores que nunca param de aparecer.

Os tempos são outros, mas eis que um resquício modificado da maldição de Caetano ressuscita afigurado nos rugidos do cão Lobão. Bastou o bocudo (Caetano, não o lobo) afirmar numa música que “Lobão Tem Razão” (2009), e o dito cujo se divorciou imediata e dramaticamente da dita cuja. Angústia da influência perde de lavada.

Pode parecer contraditório (afinal, o discípulo torto não goteja de desprezo pelo boquirroto Caetanão?), mas eis aqui para nós um exercício formoso de lógica. Meninão chorão de mama-mídia, o ex-Lobão parece ter aprendido tudo com ela, em anos recentes, sobre como se divorciar aos chutes e pontapés da opinião pública – por absoluta incapacidade de compreender as transformações por que ela passa, desconfio.

Ao puxar saco em 2013 dos mesmos milicos e fardados que o atiraram na prisão em 1987 (e que detestam tudo que os Racionais representam), o vociferador cospe na cara do público mais à esquerda que sempre o adorou. É rigorosamente a mesma coisa que seu jornal adotivo faz já há alguns anos: meter um pontapé nos fundilhos de quem lhe dá de comer.

Nesse caso bisonho, quem está perdendo (inclusive o bonde da história) não é o público, mas sim a velha mídia e seu meninão mimadão de estimação. Lobão, este sim um paradoxo entristecedor, sobreviveu ao ocaso da era das gravadoras que governavam nossos gostos musicais a ferro e fogo, mas veio cair de bocarra ao chão no crepúsculo da época dos jornais-policiais-vigias que pensam (ainda) controlar as opiniões alheias. O desarranjo intelectual de Lobão é menos dele próprio que importado e papagueado dos barões da mídia que lhe empresta o trombetão, ou melhor, a trombetinha.

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“Lar e Cia” com formulário que perguntava se o futuro patrão era racista ou não será investigada

maio 5th, 2013 by mariafro
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Agência de empregos será investigada

Por 

A agência de empregos “Lar e Cia”, de Socoraba/SP, retirou seu site do ar no último dia 29, após a negativa repercussão na web e redes sociais do seu polêmico formulário de contratação de empregados. Nele havia campo específico para o futuro patrão informar se era racista ou não. [relembre o caso]

formulário permitia que patrões pudessem optar pelo encaminhamento apenas de empregados não negros, o que é ilegal, e configura prática de crime de racismo. Após denúncias, a empresa será investigada.

Em declaração ao site UOL, uma sócia da empresa disse, por telefone, que tudo não passou de um engano: “Nós não nos atentamos a esse item do formulário, passou despercebido. Não tenho nem o que dizer, foi uma infelicidade, um erro. Somos contra o racismo, empregamos todo o tipo de pessoa”. Para o vice-presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Sorocaba, um caso como esse ofende os princípios básicos dos direitos humanos. “Além de imoral, isso é ilegal. A empresa pode ser fiscalizada pelo Ministério do Trabalho e até mesmo passar por um processo de investigação do Ministério Público”.

Ainda segundo o UOL, o representante do Ministério Público em Sorocaba, José Alberto de Oliveira Marum, entrou em contato com a empresa para que o conteúdo fosse retirado do ar. Outras providências também estão em estudo.

Segundo a Agência Estado, a Polícia Civil vai investigar possível crime de indução ao racismo praticado pela empresa.

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