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Filarmônica do aterro de lixo do Paraguai

janeiro 27th, 2014 by mariafro
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Começo a segunda feira com a mensagem de um querido amigo dos tempos de adolescência, das comunidades de base. Ele virou um brilhante terapeuta, participou das primeiras experiências de manicômio aberto nos tempos de Capistrano, a primeira administração petista de Santos, modelo de saúde pública para o país. Meu querido amigo Jaques Delgado hoje vive em Trieste.

Aí, minha filha me indica a beleza que compartilho com vocês.

Como a música pode transformar pessoas e comunidades? Como pode abrigar corações que, antes desolados, agora constroem poesia e harmonia?

“Landfill (Aterro) Harmonic” é um documentário sobre uma orquestra do Paraguai, onde os jovens músicos tocam instrumentos criados a partir de lixo.

Cateura, no Paraguai, é uma pequena cidade quase construída dentro do aterro com um alto nível de pobreza e delinquência juvenil.

O diretor da orquestra, Szaran e o professor de música Fabio, planejaram um programa de educação musical para os meninos de Cateura, chegando a ter mais alunos do que instrumentos musicais.

Mas tudo mudou quando apareceu o primeiro violino feito de materiais reciclados. Atualmente, todos os músicos tocam instrumentos de reciclagem e se chamam “A orquestra reciclados”.

Este documentário mostra como o lixo pode ser transformado em um objeto útil, mesmo capaz de produzir música e mudar a vida dos habitantes deste lugar.

Para ajudar a orquestra do lixo, você pode fazer uma doação: Landfill Harmonic.
Curta a página do documentário da orquestra no Facebook: landfillharmonicmovie e compartilhar essa história com o seu grupo de amigos.

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Fernando Haddad: Uma visão de futuro

janeiro 25th, 2014 by mariafro
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Por sugestão de Julio Cesar Amorim

Uma visão de futuro

Por:  Fernando Haddad, no Valor 

24/01/2014

 

Foto: Anderson Schneider

Desde os anos 60, a cidade de São Paulo não enxerga o seu futuro. Vive espremida, atribulada, sem saber para onde vai crescer e se desenvolver. Nos últimos anos acabou por se enredar em uma teia que cerceia a mobilidade e a dispor seus habitantes como se seus bairros fossem apenas prateleiras de um armário.

Por isso, entendo que o melhor presente para a população de São Paulo quem pode dar é a Câmara Municipal, com a aprovação do novo Plano Diretor da cidade.

A visão do futuro organiza e inspira. São Paulo merece se enxergar mais humana e calorosa, mais eficiente e prática. Um plano urbanístico pode ser transformador, como aconteceu nos tempos de Anhaia Melo, Prestes Maia ou Faria Lima.

A cidade São Paulo precisa reorientar o seu crescimento, reocupar áreas desocupadas e outras abandonadas. Voltar-se para as margens dos seus rios, desenvolver a sua periferia. Consolidar o Arco do Futuro e começar pela área histórica das ferrovias que entram na cidade paralelas ao Tietê.

Enquanto aguardamos a posição da Câmara Municipal – o projeto foi discutido em 56 audiências públicas e outras formas de participação popular, antes de ser enviado – as primeiras ações que apontam para o futuro foram tomadas pelo Executivo. Recentemente, sancionei projeto que isenta empresas instaladas na zona leste de São Paulo da arrecadação de tributos municipais, como forma de fomentar a criação de empregos na região e evitar os enormes deslocamentos tão frequentes na cidade.

Sobre a questão da mobilidade urbana, a prefeitura também se adiantou e tomou medidas radicais em relação ao transporte público da cidade. Implantamos 300 quilômetros de faixas exclusivas para trânsito de ônibus. Com isso, ganhamos pelo menos quatro horas semanais, que se perdiam no trânsito, para os trabalhadores. Instituímos o Bilhete Único Mensal, que permite ao seu usuário usar quantas vezes quiser o transporte público, aí incluídos o Metrô e os trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Agora chegou a vez de iniciar a transformação dessas faixas em corredores exclusivos, o que permitirá mais agilidade ainda e um aumento maior na velocidade dos ônibus. Com a aplicação dos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), criado em 2007 pelo governo federal, São Paulo soma R$ 6,5 bilhões desses recursos, o que viabilizou financiamento federal para 124,6 quilômetros de corredores nas zonas sul e leste, além do Terminal de Itaquera. As obras foram iniciadas em 36 quilômetros de corredores – Ponte Baixa, Inajar de Souza, MBoi, Santo Amaro, Berrini e Itaquera. Outros 44 quilômetros foram licitados: Capão, Radial Leste (trechos 1 e 2), Itaquera Leste e Viário do Jardim Ângela.

Também atuamos decisivamente em outro problema crônico da cidade. Depois de décadas sem um investimento real, iniciamos a implantação de uma tecnologia nos semáforos da cidade que permite a transmissão em tempo real de eventuais problemas. Neste mês de janeiro, totalizamos 260 cruzamentos com monitoramento on-line. A meta agora é modernizar 4.800, o que corresponde a 85% dos cruzamentos com semáforos.

A modernização inclui recuperação da parte elétrica, cabeamento subterrâneo, instalação de no-breaks, controladores e sistema de GPRS. Foram instalados 430 no-breaks e revitalizados 1.386 cruzamentos semaforizados. São Paulo possui 5.676 cruzamentos com semáforos, dos quais 4.598 possuem controladores de sinalização. Todos estão sendo catalogados. A medida possibilitará o desenvolvimento de um indicador de qualidade e padrões de gerenciamento dos equipamentos.

Essas medidas não só apontam para o futuro, como atualizam a cidade em relação às maiores metrópoles do planeta.

O futuro exige também cuidar das novas gerações. Há anos a prioridade na educação pública foi postergada. Estava em 35º lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) da região metropolitana, formada por 39 municípios.

Neste mês de fevereiro, as aulas recomeçam para mais de um milhão de alunos do ensino fundamental municipal, de uma forma diferente. Provas bimestrais e lição de casa regular voltarão a ser usadas como balizamento de avaliação. Acabamos com a aprovação automática e com a progressão continuada. Os estudantes agora poderão ser reprovados no final de cada ciclo de três anos, ou seja, no terceiro, sexto e nono anos.

Os professores terão à sua disposição, no Centro Educacional Unificado (CEU), cursos de especialização da UAB, Universidade Aberta do Brasil, no período noturno, ministrados por universidades estaduais e federais, com foco no melhoramento de sua atuação nas salas de aula. Além de permitir mestrado e doutorado. Até o fim deste ano serão 31 polos, 18 deles já foram instalados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes.

A modernidade que se almeja, também se reflete na eficiência dos serviços públicos. Na área da saúde pública, recebemos uma fila de solicitações de exames de diagnóstico de 810.511 pedidos. No ritmo em que vinha, ela deveria bater agora mais de um milhão de pedidos. Apenas com a gestão da fila, agendamentos e a Rede Hora Certa, conseguimos recuar para 690 mil. Reduzimos o tempo de espera de sete para três meses para a realização de ultrassom.

Os procedimentos na área de saúde passaram a ser agendados e comunicados por SMS e e-mail, não raro por telefonema mesmo. Foram mais de cinco milhões de ligações telefônicas e 1,5 milhões de torpedos.

Há muito que São Paulo merecia ganhar um novo hospital público. Depois de décadas, a prefeitura definiu, em setembro, a compra do Hospital Santa Marina, no Jabaquara. Desativado em 2011, o hospital integrará a rede do Sistema Único de Saúde e contribuirá com 250 leitos.

Estamos trabalhando ainda com afinco para entregar para a cidade mais duas novas unidades hospitalares: estão prontos os projetos dos hospitais de Parelheiros e Brasilândia. E o Hospital de Vila Matilde está sendo ampliado de 50 para 250 leitos. Em um ano, reativamos 569 leitos hospitalares, sendo 29 de UTI.

São Paulo merece uma ação capaz de transformá-la em uma cidade vibrante com soluções efetivas na educação infantil, na saúde pública, na habitação, no transporte e na mobilidade. Uma visão de futuro, calcada na visão de uma reorientação do seu desenvolvimento.

São Paulo merece um novo Plano Diretor.

São Paulo merece o Arco do Futuro para reorganizar a urbanização, a mobilidade e a dinâmica da metrópole, que nós todos amamos.

Fernando Haddad, 51, é graduado em direito, mestre em economia, doutor em filosofia, foi ministro da Educação (2005-2013) e é o atual prefeito de São Paulo.

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Julio Lancellotti: “Jesus era mais para Black Bloc”

janeiro 25th, 2014 by mariafro
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Quando um padre como Julio Lancellotti tem uma visão mais à esquerda que muitos que se consideram de esquerda podemos medir o nível de envelhecimento e ida ao centro desta esquerda:

“É uma resposta à violência que está aí. Eles destroem os símbolos do poder. Você acha que eles dão prejuízo para os bancos por quebrar uma agência? Os jovens se expressam de muitas maneiras. Não adianta só combatê-los, é preciso entendê-los. O Papa Francisco disse algo interessante nesse sentido: “Eu não gosto de uma juventude que não se manifesta, apática, amorfa.” É preciso agitar. Jesus era mais para Black Bloc”

“Não existe resposta única para a cracolândia”

Por: Mariana Desidério, De São Paulo

Brasil de Fato

24/01/2014

Para padre Julio Lancellotti, ação da prefeitura na região da Luz tem avanços, mas não olha para as necessidades das pessoas

A atual operação promovida pela prefeitura na cracolândia tem sido vista como um avanço em relação à ação deflagrada há dois anos, quando policiais usaram bombas de gás e tiros de borracha para dispersar os dependentes de crack que circulam pela região, no centro de São Paulo. 

Porém, não é hora para muito otimismo na opinião do padre Julio Lancellotti, coordenador da Pastoral da População de Rua em São Paulo e defensor histórico dos direitos humanos. Segundo ele, também há outro tipo de violência na ação que ocorre agora. “Há sofisticação, mas o resultado que se busca é o mesmo: as ruas da cracolândia limpas”, afirma.

Aos 65 anos, além de coordenar a pastoral, Lancellotti é responsável pela paróquia de São Miguel Arcanjo, na região da Mooca.  Nesta entrevista ao Brasil de Fato SP, ele critica a forma como nossa sociedade trata os grupos mais vulneráveis e defende atuações políticas mais enérgicas, inclusive não pacíficas. “Jesus era mais para Black Bloc”, dispara.  Leia a entrevista:

Como avalia a operação Braços Abertos, da prefeitura, que está colocando os moradores de rua da cracolândia para viver em hotéis e trabalhar na varrição?
Ainda não dá para fazer uma avaliação completa. O fundamental é saber como será feito o acompanhamento. Mas algumas coisas chamam a atenção: hotel não é moradia definitiva. Quanto tempo eles vão ficar no hotel? Depois: por que todos têm que trabalhar na varrição? Eu acho que pode ter uma diversificação.

Acha que isso acaba padronizando demais?
Acho que é uma resposta institucional, e, portanto, planejada dentro de um modelo. Não é construída a partir das necessidades das pessoas. A operação pode ter seu aspecto de redução de danos e está tendo agora muita visibilidade. Mas a gente tem que ver como isso vai se dar no cotidiano. Há uma preocupação política de querer se diferenciar de outros. Mas também há um pragmatismo. Pensa-se que tem que ter um resultado. Não se foi à causa das questões, está se trabalhando por enquanto com os efeitos.

Essa medida tem sido vista como um avanço em relação àquela tomada dois anos atrás, quando houve forte repressão policial. O que o senhor acha?
Eu considero que os métodos de controle se sofisticam. Uns são mais trogloditas, outros menos. Acredito que a violência não é só a cassetada, o spray de pimenta, a bomba de gás, a polícia andando atrás. A violência também é simbólica. É violento colocar para trabalhar sem ter direitos trabalhistas, ou ainda não respeitar a subjetividade humana. O que a gente vê é que há uma sofisticação. O resultado que se busca é o mesmo: as ruas da cracolândia limpas.

Mas qual seria a forma correta de lidar com essa questão?
O que temos que ter em mente é o seguinte: como a cidade vai ser mais humana e vai cuidar daqueles que são mais vulneráveis? Essa é a questão fundamental. A população de rua não é a única vulnerabilizada da cidade. Também existem os que não têm moradia, os que têm transtornos mentais, as pessoas com necessidades especiais, os idosos. Nossa cidade é um lugar em que tudo é para quem é esperto, para quem tem mais força, mais autonomia. Ela está inserida dentro de um modelo de competição, de premiação por consumo, não é uma cidade voltada para agregar.

Os idosos não são cuidados na nossa sociedade?
Outro dia perguntei na igreja: Quem leva o cachorro para passear? Todos levam. E quem leva a vovó para passear? Muito poucos. É mais fácil pegar o cocô do cachorro do que trocar a fralda do vovô. Nós estamos vivendo uma sociedade do individualismo. Aumenta o número das pessoas que vivem sozinhas. As pessoas querem pensar só no seu próprio bem-estar, não o bem-estar do coletivo, o bem-estar dos mais fracos. A grande mudança seria pensar o bem-estar dos mais fracos.

Qual o cenário dos albergues para a população de rua em São Paulo hoje?
Em algum momento, os albergues podem ser necessários. Qual o nosso problema? Nós tornamos os albergues a única resposta. A mesma lógica que coloca todo mundo pra ser varredor. A população de rua é bastante heterogênea. Não se pode ter uma mesma resposta para todos.

E as condições desses albergues? No final de 2013 houve protesto por causa disso.
Sim, porque eles estão precarizados, por falta de manutenção, falta capacitação das pessoas que lá trabalham, e porque os albergues não estão seguindo a própria diretriz nacional da política para a população de rua, que prevê que tenham um número reduzido de pessoas, não passando de cem. E hoje nós temos albergues com 200 pessoas que só têm dois chuveiros.

Mas querendo ou não é um abrigo para eles, não?
Nós temos uma ideia muito assim: para o pobre qualquer coisa está bom. Pensamos assim: “Você não tem o que comer, eu estou te dando essa comida aqui. Você está achando ruim por quê? Estou te dando essa calça velha, só está um pouco apertada…” Muitas vezes nós somos uma sociedade que nivela tudo por baixo.

Quais soluções deveriam ser pensadas, além dos albergues?
Nós temos sugerido muito a locação social, que hoje é um programa pequeno, mas ajuda. Hoje, já há legislação no sentido que o programa federal Minha Casa, Minha Vida tenha uma porcentagem para população em situação de rua. Que eles possam ingressar nas políticas habitacionais como pessoas que não têm capacidade de endividamento.

Quatro moradores de rua foram presos na manifestação em dezembro contra as condições do albergue. Falou-se que eles eram presos políticos. Por quê?
Porque lendo o boletim de ocorrência e vendo tudo o que aconteceu com eles, nós percebemos que a motivação não foi técnica. A grande questão é que há uma palavra-chave hoje: manifestação. Esse ano será de grande repressão por causa da Copa. Todas as manifestações serão duramente reprimidas, e essa manifestação das pessoas em situação de rua mostra que há um peso político muito forte nesse sentido. Há uma ideia no poder público de que é preciso coibir qualquer forma de expressão. Nos atos que nós fizemos contra a prisão deles, a quantidade de polícia que nos acompanhou era o triplo da de manifestantes.

Quem são as pessoas que vivem na rua na cidade de São Paulo?
Em São Paulo há o Censo da População em Situação de Rua. Há um perfil de maioria masculina, mas há o aumento de mulheres e famílias na rua. Há muitas pessoas que passaram pela escola. A maior parte é do Sudeste. Como essa população é muito heterogênea, você encontra na rua pessoas com nível universitário, com nível médio. A maior parte é alfabetizada, ou passou pelo mundo do trabalho e viveu com a família, não nasceram na rua. Boa parte está na rua por causa de desavenças familiares, pessoas com problema de transtorno mental e que a família não aguenta mais. Ou pessoas que usam álcool e a família não sabe mais como lidar. Como não há uma assistência, essas pessoas acabam indo para a rua.

Como a cidade trata essas pessoas?
É uma população muito estigmatizada e muito associada à criminalidade. De fato há vários egressos do sistema penitenciário na rua, mas nós não podemos lidar com essa intolerância tão grande. Uma pessoa em situação de rua não entra num shopping. Eles são impedidos do convívio social. Mas a pessoa que está na rua tem uma história. Por isso, várias práticas vêm sendo discutidas para garantir que essas pessoas tenham direito ao SUS, a possibilidades de educação, de cultura, de lazer.

Como o senhor avalia a atuação do novo Papa?  
O Papa Francisco é um presente, mostrando para nós que a igreja está no meio do mundo, enlameada e suja. Ele mesmo diz: “eu prefiro uma igreja ferida e enlameada do que doente e fechada”. É o caminho para uma igreja sem luxo, uma igreja servidora que caminha no meio do povo, que não tem medo de sentar na rua e partilhar a vida com o povo.

O papado dele caminha então nessa direção mais humana?
Sem dúvida. O Papa Francisco está buscando mostrar um caminho muito mais humano, muito mais próximo de Jesus. Jesus não era nenhum moralista, não impunha nada, ele era aquele que queria uma vida mais humana, que as pessoas fossem felizes. Jesus não veio impor uma religião, ele veio salvar e libertar as pessoas de toda a opressão.

O senhor acha que religião tem a ver com política?
Jesus foi condenado como preso político, foi executado, condenado à pena de morte. Ele tinha mais a ver com a vida do povo do que com qualquer outra coisa. As coisas são interligadas entre si, não são separadas. Sabe um grupo que eu gosto muito? Os Black Bloc. Eles são muito humanos, são jovens com vontade de lutar, acho impressionante.

O que acha do uso que eles fazem da violência?
É uma resposta à violência que está aí. Eles destroem os símbolos do poder. Você acha que eles dão prejuízo para os bancos por quebrar uma agência? Os jovens se expressam de muitas maneiras. Não adianta só combatê-los, é preciso entendê-los. O Papa Francisco disse algo interessante nesse sentido: “Eu não gosto de uma juventude que não se manifesta, apática, amorfa.” É preciso agitar. Jesus era mais para Black Bloc.

Brasil de Fato fala de censura de Aécio, Cracolândia e combate à homofobia, não perca!

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Luís Fernando Tófoli cobra de Alckmin a responsabilidade da desastrosa ação policial na Cracolândia

janeiro 24th, 2014 by mariafro
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