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“en mi patria no hay justicia” quando a indústria cultural manipula as consciências de forma tão avassaladora como desta vez.

novembro 13th, 2012 by mariafro
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O texto foi escrito há quase um mês por Celso Lungaretti que em um comentário no seu blog diz: antes do julgamento do mensalão começar, eu já cantei a bola de que os principais réus seriam inevitavelmente condenados.
Não tenho bola de cristal nem estava torcendo por tal desfecho.
Mas, depois de assistir às quatro sessões de julgamento do Caso Battisti (duas lá em Brasília e duas pela TV Justiça), sabia muito bem como aqueles ministros decidiriam, submetidos a pressões tão fortes da imprensa.
Não deu outra.

O PASTELÃO DO MENSALÃO

Por Celso Lungaretti, em seu blog

domingo, 21 de outubro de 2012

Os melhores filmes de tribunal que vi na vida foram Sacco e Vanzetti (d. Giuliano Montaldo, 1971), O veredicto (d. Sidney Lumet, 1982), Doze homens e uma sentença (d. Sidney Lumet, 1957), Julgamento em Nuremberg(d. Stanley Kramer, 1961), O sol é para todos (d. Robert Mulligan, 1962) e O vento será sua herança(d. Stanley Kramer, 1960).

Um degrau abaixo estão Testemunha de Acusação (d. Billy Wilder, 1957) e Anatomia de um crime (d. Otto Preminger, 1959).

O amargomas um tanto forçado,Justiça para Todos (d. Noman Jewison, 1979) se coloca num patamar ainda inferior, o que não o impede de ser o mais apropriado para explicar o que vimos na maratona do  mensalão.

No final de um julgamento igualmente grotesto, o advogado Kirkland (Al Pacino) chuta o pau da barraca, explicando aos jurados que os partícipes daquela encenação pomposa queriam mesmo era vencer, não fazer justiça.

Isto ficou mais do que evidenciado no mafuá da ação penal 470, com o relator Joaquim Barbosa usando e abusando de retórica intimidatória para obter as condenações e o revisor Ricardo Lewandowski reagindo às derrotas pessoais com incoerências típicas de um pavão pirracento, como suas mudanças de votos para fabricar empates.

O pouco de respeito que ainda tinha pelo Supremo Tribunal Federal, eu o perdi nos julgamentos do Caso Battisti, ao constatar a tendenciosidade extrema com que Cezar Peluso e Gilmar Mendes atuaram, alinhados escancaradamente com a posição italiana.

Como a extradição era impossível segundo as leis brasileiras, os dois não hesitaram em, alternando-se nas posições de presidente do STF e relator do processo, promoverem um verdadeiro  arrastão  jurídico. Chegaram, p. ex., a estuprar a instituição do refúgio, sem que os demais ministros reagissem à altura.

Com isto, ambos alongaram artificialmente uma pendenga que jamais deveria ter prosseguido após a decisão do ministro da Justiça Tarso Genro em janeiro de 2009; e, menos ainda, depois da palavra final do presidente Lula em dezembro de 2010, tendo a mais alta corte do país, nos meses seguintes, se acumpliciado com um indiscutível  SEQUESTRO!

Agora, o pastelão do mensalão veio comprovar definitivamente que o Judiciário é mais um dos nossos podres poderes, nada ficando a dever ao Executivo e  Legislativo.
Quem consegue enxergar o óbvio, percebeu de forma cristalina que cada ministro decidiu seus votos por motivos que nada tinham a ver com a Justiça  e depois foi garimpar as justificativas cabíveis, expondo-as num juridiquês abominável.

E a  veja   (que um dia foi revista, mas hoje não passa de house organ da extrema-direita) caiu no ridículo total, ao saudar o desfecho que ela tudo fez para insuflar como uma  “vitória suprema”.

Para  as pessoas equilibradas, mesmo as que acreditavam na culpabilidade dos réus, a sensação que ficou foi a de eles terem sido linchados, não julgados.

Eu iria além: tão pesaroso quanto Violeta Parra, concluo que “en mi patria no hay justicia” quando a indústria cultural manipula as consciências de forma tão avassaladora como desta vez.

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Leandro Fortes: Delenda est Dirceu

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Rei Lux: Minha resposta ao @STF_Oficial, Sader: Onde estavam na Ditadura Militar?

novembro 13th, 2012 by mariafro
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Fonte

Senhores do STF: onde estavam na ditadura?

Emir Sader, em seu Blog

12/11/2012

O STF faz o Brasil se sentir constrangido pelo seu Judiciário, pela não observância da Lei Penal e da Jurisprudência consolidada da Corte, pelo exibicionismodos juízes que o compõem.

Um país em que ainda sobrevivem tantos vestígios da ditadura – o período mais brutal da sua história – deveria ter um STF cujos membros deveriam ter tido notável atuação na luta contra a ditadura, que tivesse tido a coragem de jogar sua vida na luta pela democracia

Nada disso acontece. Os brasileiros não tem conhecimento de onde estavam esses senhores quando os melhores brasileiros jogavam o melhor que tinham contra a ditadura e pela democracia.

Esses senhores acham que, se por acaso José Dirceu e Genoino quisessem fugir, teriam necessidade de passaporte? Esses senhores que envergonham o Brasil confirma que não tem ideia do que é a luta clandestina contra a ditadura. Certamente viviam suas vidas, enquanto outros se jogavam contra o arbítrio, contra o Estado de terror que prendia,torturava, assassinava a tantos brasileiros.

Podem ficar com os passaportes, senhores juízes do STF, o que nao podem tirar é a dignidade de quem lutou contra a ditadura enquanto os senhores gozavam das suas vidas nos seus trabalhos profissionais, no recôndito das suas famílias, do seu conforto familiar, guardando a dignidade que tivessem nos cofres bancários.

Podem tomar lições dos que lutaram contra a ditadura com a Presidenta Dilma, basta rever a resposta dela para o prócer da ditadura, Agripino Maia, no Congresso. Aí poderão aprender um pouco o que é dignidade, aprender como não é com passaportes que se defende a democracia, que se luta contra os que foram coniventes com a ditadura, por ação ou por omissão.

Fiquem com os passaportes. A dignidade dos que lutaram contra a ditadura, ninguém tira nem tirará jamais.

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novembro 13th, 2012 by mariafro
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Fonte

Agora, fiquem com o belo texto do Nassif sobre Lewandowski.

O desagravo a Lewandowski

Por: Luis Nassif, em seu blog

11/11/2012 – 19:56

Do grande magistrado se espera a sabedoria, não a erudição desenfreada e vazia dos que cultivam citações fora do contexto. Espera-se a simplicidade, não a empáfia dos pavões. Espera-se a responsabilidade dos que sabem estar tratando com o destino de pessoas; não a insensibilidade dos indiferentes ou o orgasmo dos sádicos.

O grande magistrado faz-se ao longo de sua história, e não através do grande momento, da bala de prata, do discurso rebuscado e irresponsável que acomete os vaidosos quando expostos aos holofotes da mídia. Espera-se do grande magistrado a coragem verdadeira, dos que não relutam em enfrentar até os assassinatos de reputação sem abrir mão de suas convicções ; e não a coragem enganadora dos berros, dos gritos de quem quer se fazer notar pelo escândalo.

A coragem do grande magistrado se manifesta quando, exposto ao clamor da turba, não perde a calma nem o brio; e não quando cede ao jogo de cena que fabrica linchamentos e compromete a isenção.

O Ministro Ricardo Lewandowski fala alemão. Jamais alguém assistiu embates ridículos de erudição, como esse desafio vazio de Spy x Spy, Barbosa x Gilmar, para saber quem domina mais o alemão. Não pretende chocar, como Marco Aurélio de Mello, mas tem a coragem de investir contra a maioria, quando se trata de seguir sua consciência.

Com seu ar de lente, está longe da esperteza de praia de Luiz Fux, do ar melífluo de Ayres Britto, da falsa solenidade de Celso de Mello ou do ar de presidente de Diretório Acadêmico de Toffoli.

O Ministro aplicou penas severas, sim, tão severas quanto as de qualquer juiz não afetado pelas pressões externas da turba. Mas não cedeu um milímetro em suas convicções. Nem quando foi cercado pelos colegas, ao tentar demonstrar o erro de interpretação na teoria do domínio do fato. Nem quando foi alvo de campanhas inomináveis de colunistas estimuladores de linchamentos.

Se um dia esse Supremo for dignificado, será pelo Ministro simples, cordato, sensível que tentou trazer a noção de humanidade e de justiça a um grupo embrigado pelas luzes de neon da cobertura jornalística.

Clique aqui para assinar o Manifesto de Desagravo a Lewandowski, preparado pelo Blog da Cidadania.

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O STF por Bessinha

novembro 13th, 2012 by mariafro
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Seria por isso que nossos ministros da Suprema Corte riam tanto durante estes meses de julgamento da ap 470?

E após este Julgamento tão esdrúxulo eu fico me perguntando onde está o STF que aprovou a pesquisa com células troncos, a união estável entre casais do mesmo sexo, as cotas raciais, a legalização da Raposa Serra do Sol, a constitucionalidade do Prouni?

Não é o mesmo que argumenta: “Não tenho prova cabal contra Dirceu – mas vou condená-lo porque a literatura jurídica me permite” (ministra Rosa Weber) ou “Não se torna necessário que existam crimes concretos cometidos”, ministro Gilmar Mendes ao justificar porque condenou 11 réus por formação de quadrilha!

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