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Valor: Descontos na conta de energia poderão ser ainda maiores, diz Dilma

setembro 11th, 2012 by mariafro
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Esperamos que Aneel não proteja mais concessionárias que erram cálculo na conta de luz, erros  esses que só as beneficiam e nunca aos consumidores. Esperamos que de fato Aneel ao menos desta vez aja como uma agência reguladora defendendo os interesses dos consumidores e não como a meia boca da Anatel em relação à telefonia.

Quanto ao detrator a serviço da escória deste país, leiam a resposta do Eduardo Guimarães que se deu ao trabalho de explicar. Eu nem perco tempo com aquele sujeito desqualificado, loser que só sabe produzir estes lixos para quem melhor lhe paga.

Descontos na conta de energia poderão ser ainda maiores, diz Dilma

Por André Borges, Daniel Rittner, Fernando Exman e Bruno Peres, Valor

BRASÍLIA – Nota atualizada às 12h51

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira que os descontos da conta de luz poderão ser ainda maiores que os anunciados hoje pelo governo, de cortes que variam de 16,2% na conta do consumidor final até 19% a 28% para o setor empresarial.

Segundo Dilma, a redução exata ainda depende de cálculos que estão sendo feitos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), quanto à amortização de ativos das concessionárias de energia.

Os cálculos, disse Dilma, deverão ser concluídos em março do ano que vem. As contas se concentrarão, em grande parte, nos acertos relativos aos contratos de distribuição de energia que vencerão entre 2016 e 2017.

“Os descontos poderão ser ainda maiores”, comentou Dilma, durante discurso no Palácio do Planalto.

Hoje, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, anunciou em solenidade no Palácio do Planalto que os clientes das distribuidoras de energia elétrica terão redução média das tarifas de 20,2%.

Renovação

Dilma anunciou que as concessões de energia elétrica que vencem entre 2015 e 2017 terão sua prorrogação antecipada já em 2013. “É fruto da decisão política de antecipar a renovação das concessões de geração, transmissão e distribuição”, afirmou Dilma.

Com isso, as concessionárias não vão precisar esperar o fim de seus contratos para entrar com pedidos de renovação na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para isso, no entanto, elas terão que adiantar também a queda de tarifas proveniente da prorrogação.

Dilma fez uma ameaça, porém, às empresas com mau desempenho na prestação de serviços. “Vamos punir aqueles que mal gerirem (as concessionárias)”, disse Dilma, durante a divulgação do pacote de medidas para redução do custo de energia elétrica.

Contrapartida

A presidente avaliou que os preços menores de energia vão contribuir para menores custos de energia e para empresas e consumidores residenciais.

Dilma disse que o governo será mais rigoroso na cobrança da qualidade dos serviços prestados e que as empresas serão punidas “de forma bastante clara” em caso de má gestão dos serviços.

“Respeito ao consumidor é um respeito fundamental e que demonstra a maturidade do sistema econômico e institucional do país”, disse Dilma.

A presidente destacou também que o governo eliminou o risco de racionamento de energia elétrica e criou condições para a construção de novas fontes de energia no país e o que chamou de “efeito sistêmico” da redução da tarifa de energia.

Dilma destacou que o menor preço da energia elétrica reduzirá a inflação e estimulará o crescimento da economia e que essa redução é um dos pontos do que ela chamou de “nova etapa do desenvolvimento” adotado pelo governo. “Estamos mudando as bases competitivas de nosso país”, disse a presidente.

Contratos

Dilma afirmou que os ganhos obtidos pelo governo com o respeito aos contratos na área têm de ser transferidos à população.

“Esse país mudou, nós respeitamos os contratos. Eles venceram e não se pode tergiversar sobre isso”, declarou a presidente ao detalhar a prorrogação de contratos do setor elétrico.

A presidente destacou em seu discurso que a matriz hidrelétrica é “fator de competitividade” para o país, que o setor elétrico foi construído pela sociedade brasileira e que “chegou a hora de devolver a ela os benefícios”.

Dilma disse também que o governo precisa avançar na racionalidade tributária, como parte de um novo modelo de desenvolvimento em curso, sem detalhar.

“Combinado com outros processos, a sinergia disso vai garantir para o país uma década de crescimento e nós crescemos não só por crescer, mas para beneficiar as pessoas, para garantir que esse país seja de fato um país muito melhor para se viver”, declarou.

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Marta: José Serra é o rei do embromation e da desqualificação de gente séria

setembro 11th, 2012 by mariafro
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Foi Marta que criou o bilhete único e Alckmin, à época governador, não fez a imediata integração entre bilhete único (dos ônibus) ao  metrô.

Ontem, no dia Lilás, dia de apoio das mulheres  ao candidato  Fernando Haddad, Marta não apenas defendeu a proposta do bilhete mensal como mandou um recado para Serra: “Pare de desqualificar gente séria e apresente propostas, Serra!”


Foto: Conceição Oliveira

Cá pra nós, pelos esforços da campanha de José Serra em atacar o bilhete mensal, a proposta de Fernando Haddad é ainda melhor do que eu pensava e deve estar agradando a população paulistana que gasta grande parte de seus ganhos em transporte.


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Tucanos inovam na corrupção: ‘mensalão universitário’

setembro 11th, 2012 by mariafro
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Ou seja, o PSDB não é só o inventor do ‘mensalão’ (caixa 2) em Minas Gerais, em Goiás tem o ‘mensalão’ universitário!

Dá pra entender bem porque este gráfico não foi surpresa:

Denúncia diz que PSDB opera ‘mensalão universitário’ para fazer caixa dois

Redação da Rede Brasil Atual

10/09/2012

Ex-prefeito de Anápolis (GO), Ernani de Paula denunciou ao Ministério Público a concessão de bolsas-fantasma a instituições de ensino que repassariam o dinheiro para campanhas tucanas
Rio de Janeiro – Logo depois de o PSDB ter começado a incluir citações ao julgamento do mensalão nas propagandas eleitorais de seus candidatos a prefeito veiculadas em todo o país e após o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ter dito que “a Justiça está despertando o Brasil”, uma denúncia feita ao Ministério Público Estadual de São Paulo afirma que o partido operaria um esquema de desvio de recursos públicos com o objetivo de fazer caixa dois para suas campanhas eleitorais. Segundo a denúncia, nestas eleições o esquema já teria beneficiado o candidato tucano à prefeitura de São Paulo, José Serra, entre outros.

A denúncia, feita pelo ex-prefeito de Anápolis (GO) e empresário do setor de educação, Ernani de Paula, aponta que o suposto esquema funcionaria a partir da concessão de bolsas de estudo a alunos-fantasma em instituições de ensino pouco conhecidas e ligadas às administrações tucanas. Após o recebimento, segundo a denúncia, o dinheiro das bolsas-fantasma era repassado ao PSDB para a cobertura de gastos de campanha.

Ex-proprietário da Universidade São Marcos, hoje sob intervenção do Ministério da Educação, de Paula, segundo reportagem publicada no jornal digital Brasil 247, afirma que desde 2006, ano da chegada de Serra ao governo de São Paulo, cerca de R$ 800 milhões já teriam sido repassados a instituições de ensino que fariam parte do esquema de arrecadação ilegal de fundos para o PSDB.

O principal braço do esquema seria a concessão de bolsas-fantasma para o ensino superior, iniciada no governo de FHC. Segundo Ernani de Paula, o mentor desse sistema de arrecadação ilegal teria sido o ex-ministro da Educação – e também ex-secretário de Educação de Serra no governo paulista – Paulo Renato de Souza, já falecido.

O denunciante disse ao MP Estadual que a São Marcos passou a enfrentar dificuldades financeiras por não ter aceitado aderir ao esquema. Em seguida, Paulo Renato – e mais tarde o seu filho, Renato Souza Neto – o teriam pressionado a vender a universidade para um “grupo de interessados” próximos ao governo tucano. O negócio não chegou a ser concretizado.

Durante a denúncia, de Paula citou como emblemáticos os casos da Faculdade Sumaré, que, embora não tenha renome, é a principal beneficiada pelo repasse de verbas para a concessão de bolsas de estudo, e da Uniesp, que administra 51 faculdades em São Paulo, além de outras no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, na Bahia e no Tocantins. Juntas, as duas instituições já teriam recebido quase R$ 140 milhões, segundo o denunciante: “Essa faculdade [a Sumaré], que ninguém sabe o que faz ou quem é o dono, já recebeu mais de R$ 70 milhões. É o mensalão universitário”.

Demóstenes e Cachoeira
Em abril deste ano, Ernani de Paula já havia denunciado que o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, teria doado R$ 3 milhões para a campanha do ex-senador Demóstenes Torres, então no DEM, para o governo de Goiás em 2006. Ex-aliado de Cachoeira e Demóstenes, com os quais agora se diz rompido, de Paula também afirmou na ocasião que os dois seriam os responsáveis pela produção e divulgação do vídeo em que um funcionário dos Correios, Maurício Marinho, recebe R$ 3 mil de propina.

O vídeo, divulgado em 2005, teria, segundo Ernani de Paula, o intuito de desestabilizar o governo Lula e seria uma represália ao então chefe da Casa Civil, José Dirceu, que teria vetado a indicação de Demóstenes para o Ministério da Justiça, articulação que vinha sendo tentada pelo grupo de Cachoeira. A divulgação do vídeo precedeu a célebre entrevista do então deputado Roberto Jefferson (PTB) que deu início ao escândalo do mensalão.

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Janio Freitas: ‘Anatel: existe sobretudo para não esquecermos as ordinarices na privatização da telefonia”

setembro 11th, 2012 by mariafro
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Será que Paulo Hibernando leu hoje o Janio de Freitas?

É muito maior

Janio de Freitas, Folha

NÃO SÓ INDEVIDA

A Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, existe sobretudo para não esquecermos as ordinarices na privatização da telefonia. A agência facilita e protege as ordinarices das teles. Foi louvada em muitos artigos a penalidade que a Anatel aplicou à Oi: não cobrar telefonemas de aparelhos públicos, até fim de outubro, em 2.020 municípios. A causa foi o não cumprimento do Plano de Revitalização da Telefonia Pública.

Eis a penalidade verdadeira: a Oi ficou obrigada a não cobrar os serviços que não se interessa por cobrar. Com a vulgarização do celular, o custo de reposição dos aparelhos públicos quebrados, quase sempre por vandalismo, tornou-se desinteressante.

Manchete de primeira página do “Globo” de ontem: “Telefonia em xeque – Queixas contra operadoras de celular somam 843 mil” (neste ano). No subtítulo: segundo a Anatel, “42% das reclamações são de cobrança indevida”. Mas cobrança indevida sistemática é uma forma de trapaça equivalente a furto e estelionato. Na quantidade em que chegam a justificar a trabalheira da queixa, as cobranças não deixam dúvida de como são vistas nas empresas. E na Anatel.

Outro exemplo. Telefones, em determinada rua do Rio, deixam de funcionar de repente. O pedido de reparo tem a mais debochada recepção: o cliente quer reclamar do mau serviço e é obrigado a ouvir anúncio de outras pretensas atividades vendidas pela Oi. Como o prazo regulamentar para reparo é de 24 horas, afinal informa-se que estará feito até o dia seguinte.

Se alguém na Anatel tiver curiosidade, pode buscar na Oi a gravação nº 22.121.128.208.244. A senha é assim longa para o cliente, que nem a espera, desistir de anotá-la. Não adianta mesmo. Os telefones do caso aguardam há sete dias o reparo nas tais 24 horas fixadas pela Anatel. Mas os dirigentes da Oi não aguardam nada para continuar engolfando cobranças indevidas, com outras telefônicas.

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