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#MST30anos: MST alfabetizou mais de 50 mil trabalhadores e trabalhadoras

janeiro 20th, 2014 by mariafro
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E pensar que numa realidade como a brasileira temos promotores de Ministério Público que fechou escolas do MST. É fim de linha mesmo um MP que age contra os cidadãos brasileiros.

Fonte: Casa de Resistência Cultural: Em 2009 uma escola do MST recebeu melhor nota do ENEM no município. Escola Semente da Conquista, localizada no assentamento 25 de Maio, em Santa Catarina, foi o destaque do Exame Nacional em 2009, conforme noticiado na página oficial do Enem. Ela ocupou a primeira posição no município, com nota de 505,69.

Em 30 anos, o MST alfabetizou mais de 50 mil trabalhadores e trabalhadoras

Imprensa MST (via mail)

O acesso à educação é um direito humano fundamental. Desde a retomada da luta pela terra, em 1984, no Acampamento da Encruzilhada Natalino, no Rio Grande do Sul, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) busca garantir que os acampados e assentados tenham acesso à educação pública, gratuita e de qualidade em todos os níveis.

Mais de 50 mil pessoas já aprenderam a ler e escrever no MST, fruto do entendimento de que alfabetizar os trabalhadores é um passo importante para a transformação social. Além disso, foram formados mais de 8 mil educadores que atuam em escolas no campo.

“O compromisso do movimento com a alfabetização é que enquanto existirem analfabetos, o MST vai estar na luta para alfabetizá-los. É a mesma convicção de que enquanto existir um trabalhador campesino sem o acesso a Terra continuaremos lutando pela Reforma Agrária”, afirma Cristina Vargas, do setor de educação do MST.

No entanto, o acesso à escola é um desafio permanente para os camponeses e camponesas. Ainda nos primeiros anos do MST, surgiram as primeiras escolas, denominadas de “Escolas de Acampamentos”, que mais tarde passam a ser chamadas de Escolas Itinerantes. A existência dessa prática educativa garantiu a escolarização de muitas crianças e adultos, permitindo que esta experiência fosse reconhecida pelos órgãos públicos do Rio Grande Sul.

Durante esses 30 anos, que serão comemorados nesse ano durante o VI Congresso Nacional do MST, a ser realizado entre os dias 10 e 14 de fevereiro, em Brasília, o movimento estima que foram construídas aproximadamente 1200 escolas públicas – estaduais e municipais – nos assentamentos e acampamentos, das quais 200 são de ensino fundamental completo e em torno de 100 vão até o ensino médio, nelas estudando em torno de 200 mil crianças, adolescentes, jovens e adultos Sem Terra.

Também faz parte da atuação do MST os trabalhos educacionais através dos cursos de nível técnico que capacitam os trabalhadores Sem Terra a atuar em cooperativas, além de cursos de graduação, como licenciatura, pedagogia, direito, jornalismo, administração. Já foram criados 50 turmas de cursos técnicos de nível médio e superiores em parceria com Universidades e Institutos federais, em um total próximo a 2 mil estudantes.

Fechar escola é crime!

O MST defende que a escola esteja onde o povo estiver. Os camponeses têm o direito e o dever de participar da construção do próprio projeto de escola, respaldados no princípio constitucional de que a educação é direito de todos e dever do Estado.

No entanto, após décadas de lutas por conquistas no âmbito educacional, cada vez mais escolas no campo estão sendo fechadas. Em oito anos, mais de 24 mil escolas deixaram de atender crianças e adolescentes filhos de trabalhadores rurais.

No ano de 2002, existiam 107.432 escolas do campo. Já em 2009, o número de estabelecimentos de ensino reduziu para 83.036, significando o fechamento 24.396 estabelecimentos de ensino, sendo 22.179 escolas municipais.

O Brasil ainda possui 14,1 milhões de analfabetos, o que corresponde a 9,7% do total da população com 15 anos ou mais de idade. Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional, ou seja, lê e escreve, mas não consegue compreender, interpretar ou escrever um texto. 

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Ativistas pela Democratização das Comunicações, agendem: 07/02 Plenária Nacional do FNDC

janeiro 20th, 2014 by mariafro
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Companheiras e companheiros da luta pela democratização da comunicação,

No próximo dia 07 de fevereiro, a Campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo” promove, em São Paulo, mais uma Plenária Nacional, com o objetivo de avaliar o andamento de suas ações em 2013 e planejar o primeiro semestre de 2014.

A atividade, aberta ao público, acontecerá no Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo, das 15 às 19 horas.

Agende-se e participe!

Plenária “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”

Dia 07/02, das 15 às 19 horas

Local: Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo - Rua Rego Freitas,530 – Sobreloja

Contato para informações: Secretaria Executiva do FNDC - (61) 3224-8038(61) 3223-3652 e secretaria@fndc.org.br

Campanha Para Expressar a Liberdade!

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Ela é tucana e musa do Cansei, mas nem ela aguenta as bobagens do Mahattan Connection

janeiro 20th, 2014 by mariafro
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Que fique registrado: uma empresária tucana, em 2006 declarou publicamente seu voto em Geraldo Alckmin, musa do Cansei, cujo filho chamou Dilma de “bruxa” no dia da eleição do segundo turno e declarou publicamente seu voto em Serra. Luiza Trajano passa ao largo de ser uma empresária petista, mas mesmo assim ao ser entrevistada no tosco do programa dos reacionários do Mahattan Connection ela lascou a lenha nas décadas perdidas e destruiu literalmente todas as bobagens ditas por Mainardi, Caio Blinder e cia.

Pense nisso! Até a musa do Cansei não engole ou coaduna com a campanha tosca contra o Brasil e a economia brasileira! Porque mesmo sendo tucana e do Cansei, ela não é burra ou louca pra rasgar dinheiro.

(vídeo reposto, depois de a Globo ter mandado o youtube tirar do ar)

E já que a empresária falou nas décadas perdidas, recordemos os tempos de FHC:

Veja também

O poder não tem ideologia: Empresária do Cansei em futuro ministério de Dilma

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“Dez anos da Lei 10.639/03: balanços e perspectivas”

janeiro 20th, 2014 by mariafro
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Por Brasil-África

Mesa-redonda “Dez anos da Lei 10.639/03: balanços e perspectivas”, com Nilma Lino Gomes (UFMG) e Petronilha Gonçalves (UFSCar), organizada no dia 19 de abril de 2013 pelo NAP Brasil África.
A lei 10.639/03 tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas redes públicas e particulares da educação fundamental até o ensino médio.

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