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Happy Birthday Tata Madiba

julho 18th, 2012 by mariafro
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Por: Sugestão de Maurício Machado

Nelson Rolihlahla Mandela. Mvezo, 18 de julho de 1918.
Para homenageá-lo a Prezence Digital Production criou um vídeo que conta a sua história de forma leve e fácil de entender – mostra como seria se Mandela tivesse, na época, sua conta no Facebook e no Twitter, e como teria sido a divulgação de sua prisão – ele foi preso político por mais de 27 anos – sua posterior ascensão à presidência do país e o recebimento do Prêmio Nobel da Paz, em 1993.

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Haddad se compromete a dialogar com ambulantes e regularizar o comércio na cidade

julho 17th, 2012 by mariafro
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Opositor declarado da política higienista demotucana na cidade de São Paulo, Fernando Haddad 13, em visita a calçadão de comércio popular no bairro de São Miguel, propôs mais diálogo com ambulantes, pela regularização e a criação de novos centros comerciais para a categoria.

“Não esquece dos ambulantes! O Kassab foi péssimo para nós”, pediu a vendedora de bolsas, Nailde Pereira.


Foto: Dassler Marques/Terra

Haddad defende diálogo e regularização de ambulantes em SP

Estadão, via Portal Vermelho

11/07/2012

Em campanha pelas ruas de São Paulo nessa terça-feira, 10, o candidato à Prefeitura Fernando Haddad prometeu regularizar a situação dos vendedores ambulantes, que enfrentaram dias difíceis com o prefeito Gilberto Kassab (PSD).

Ao lado da candidata a vice-prefeita, Nadia Campeão, e do cantor e candidato a vereador Netinho de Paula (ambos do PCdoB), Haddad defendeu mais diálogo com a categoria e a definição de locais específicos para que os ambulantes possam vender suas mercadorias.

Eles caminharam por um calçadão de comércio popular em São Miguel Paulista, região leste da capital, e conversou com os ambulantes, que pediram um olhar mais cuidadoso para suas necessidades. “Não esquece dos ambulantes!”, gritou Nailde Pereira, dona de uma banca de bolsas e cintos no meio do calçadão. “O Kassab foi péssimo para nós”, afirmou.

Haddad prometeu “mais diálogo” e sugeriu a criação de shoppings populares e feiras de ambulantes em horários predeterminados. “Há como acomodar esses interesses, mantendo a calçada livre para o pedestre e a rua organizada para o comércio formal”, afirmou.

Ao ser questionado sobre o tema, o representante do tucanato paulistano José Serra, aliado de Kassab, disse que pretende trabalhar pela regularização dos camelôs, mas evitou avaliar as ações do prefeito. “É preciso criar alternativas para quem quer se dedicar ao comércio de uma maneira legalizada, mas não tem uma fórmula mágica.”

Impasse

Kassab e os ambulantes estão em pé de guerra desde 19 de maio, quando a Prefeitura revogou a licença dos cerca de mil camelôs que trabalhavam com autorização na cidade. A justificativa era abrir espaço para pedestres nas calçadas e aumentar o bem-estar da população. Após uma série de liminares, porém, o Tribunal de Justiça de São Paulo liberou definitivamente o trabalho dos camelôs que possuem a permissão para trabalhar.

Diante do revés judicial, a Prefeitura alterou seus planos e, na semana passada, publicou decreto definindo sete novos endereços para o comércio informal. Os novos locais, no entanto, não agradaram aos ambulantes.

Leia também:

Kassab, invenção do Serra, agora não deixa feirante trabalhar

Bruno Ribeiro: São Paulo, a cidade proibida

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PSDB plagia projeto do PT e finge-se de morto quando pego com a boca na botija

julho 17th, 2012 by mariafro
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Impressiona o nível da cara de pau do PSDB, dado que definhm como partido, agora chupinha até mesmo projetos de seu maior opositor o PT!!!!!

PSDB omite que plagiou projeto do PT na forma de emenda à MP 563

Rogério Tomáz,  do PT na Câmara

17/07/2012

pteixeira

O PSDB plagiou um projeto do PT e o apresentou na forma de emenda a uma medida provisória (MP 563/12) que fortalece o Plano Brasil Maior, aprovada na sessão da Câmara de segunda-feira (16). O líder tucano na Câmara reconheceu a autoria do projeto, mas o portal oficial do partido omitiu esta informação em notícia publicada nesta terça-feira (17), sob o título “PSDB zera imposto da cesta básica”.

O projeto de lei (PL 3154/12), de autoria do deputadoPaulo Teixeira (PT-SP), em conjunto com o líder da Bancada do PT, deputado Jilmar Tatto (SP), e com outros sete deputados petistas, isenta de impostos os alimentos da cesta básica. O PL foi apresentado juntamente com a proposta de criação do Imposto sobre as Grandes Fortunas (IGF), que tramita na Câmara na forma do PLP 130/12.

Paulo Teixeira se disse satisfeito com a aprovação do projeto, mas lamentou que o PSDB não tenha dado o crédito ao PT no seu portal. “Sem dúvida, estamos felizes com a aprovação do projeto, que terá um impacto positivo muito grande para a população brasileira, especialmente para as parcelas de renda mais baixa.

Mas seria importante que o PSDB reconhecesse em seus meios de comunicação que a proposta é do PT e que tem a marca da nossa história de luta em favor dos direitos básicos da sociedade brasileira”, afirmou o parlamentar paulista. Na apresentação da emenda, já no final da sessão, Bruno Araújo assumiu que o projeto era do PT.

“Tenho a honra de ser o autor dessa emenda. Mas precisamos ser justos: nada mais fiz do que reproduzir um projeto de lei assinado pelo líder do PT, Jilmar Tatto, e pelos deputados petistas Paulo Teixeira e Ricardo Berzoini (SP)”, revelou Araújo. Esse “detalhe”, até as 19h desta terça, não constava na notícia publicada pelo PSDB (clique aqui).

Além de Paulo Teixeira, Jilmar Tatto e Ricardo Berzoini, o PL 3154/12 é assinado pelos deputados petistas Amauri Teixeira (BA)Assis Carvalho (PI)Cláudio Puty (PA)José Guimarães (CE)Pedro Eugênio (PE) e Pepe Vargas (RS), atual ministro do Desenvolvimento Agrário.

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FHC lidera ofensiva da direita contra ingresso da Venezuela no Mercosul… uma vez capacho…

julho 17th, 2012 by mariafro
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Uma vez capacho dos interesses estadunidenses, sempre capacho. É o que podemos constatar sobre FHC no artigo de Breno Altman publicado hoje no Opera Mundi.

Dessa vez, Altman aborda a ofensiva da direita, liderada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e amplificada pela mídia tradicional, contra o ingresso da Venezuela no Mercosul.

Esse é um dos temas mais relevantes da agenda internacional brasileira que está na ordem do dia.

Leiam, discutam e compartilhem, pois os canais virtuais são a guerrilha das posições progressistas contra o monopólio da imprensa conservadora.

Direita declara guerra contra integração da Venezuela ao Mercosul

As forças oposicionistas não previram a movimentação liderada pela presidente Dilma Rousseff em Mendoza

Por: *Breno Altman, São Paulo, Ópera Mundi

17/07/2012

Uma onda conservadora desponta no cenário político do subcontinente. Seu mote é evitar o ingresso venezuelano no Mercosul. Mais afamado solista dessa ópera, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso veio a público atacar posição do governo brasileiro, em companhia de outros menestréis e escribas.

A saraivada de argumentos apresenta cardápio variado. Uns acenam com detalhes jurídicos que supostamente teriam sido desrespeitados, tanto na suspensão do Paraguai por quebra da cláusula democrática quanto na inclusão da Venezuela à revelia de um governo usurpador.

Outros vislumbram faltas burocráticas cometidas por Caracas. Há ainda os que lançam suspeitas de que o presidente Chávez estaria planejando ludibriar obrigações junto ao organismo regional. Pouco importa que as razões jurídicas e políticas tenham sido apoiadas pela unanimidade dos membros plenos e democráticos do Mercosul, em conformidade com as regras da instituição.

Tal enxurrada de pretextos mal-ajambrados parece revelar que o reacionarismo tomou um susto. Afinal, era no Senado do Paraguai, controlado por bandos de cores diversas, que estava bloqueado o processo de ampliação do Mercosul. Quando as forças de direita, logo acolhidas por Washington, deram o bote contra Fernando Lugo, possivelmente imaginavam continuar dificultando o processo de integração.

Foram surpreendidas, tudo indica, pela resposta liderada por Dilma Rousseff, a despeito de resistências no próprio corpo diplomático brasileiro.

Há certa lógica, contudo, nesse furor contra a deliberação de Mendoza. Os Estados Unidos fixaram como centro tático de sua política para a América do Sul, após o enterro da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), impedir o robustecimento de um bloco fora de seu domínio e apostar nos tratados bilaterais de livre-comércio. A articulação de três das quatro principais economias locais (Brasil, Argentina e Venezuela), ainda mais sob uma mesma orientação geopolítica, é duro golpe nessas pretensões.

Por sua vez, as oligarquias do subcontinente, ou parte expressiva de seus grupos, costumam vincular perspectivas de fortuna e poder à associação com a superpotência. Advogam que as cadeias produtivas regionais só têm futuro se subordinadas à malha estadounidense, estando condenada ao fracasso qualquer hipótese de autonomia. O fato de que essa política, por décadas sem fim, tenha significado atraso, desigualdade, pobreza e opressão política, não parece lhes dizer respeito. Afinal, tais itens não constam do balanço de empresas e empreitadas, como é sabido.

Benefícios

Para esse ponto de vista, a integração da Venezuela é desconcertante. O novo membro do Mercosul, além de quase 30 milhões de habitantes, tem entre seus ativos uma das maiores reservas energéticas do mundo e um enorme potencial de alavancagem financeira, por conta da produção petroleira. Mais ainda, possui localização geográfica privilegiada para o acesso marítimo e serve como ponte político-econômica para outras nações andinas e caribenhas. Sob todos os ângulos, traz mais músculos ao bloco.

Este fortalecimento, aliás, chega em boa hora: o grupo de países sul-americanos liderados por administrações de esquerda representa, no hemisfério ocidental, a principal alternativa contra a crise fora dos marcos neoliberais. Quanto maior a sinergia entre suas estruturas produtivas, mais amplas serão as possibilidades de continuar o ciclo de crescimento econômico com base na expansão do mercado interno, na distribuição de renda, na universalização de direitos sociais e na reconstrução dos Estados nacionais.

As dificuldades e desalinhamentos não podem ser subestimados, é certo, mas a bronca do conservadorismo, acima de tudo, exala interesse de classe, preconceito ideológico e cultura colonizada. Sentimentos eventualmente acirrados pela América do Sul estar saindo do diagrama historicamente traçado pelas elites e suas metrópoles.

*Breno Altman é jornalista e diretor editorial de Opera Mundi

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