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Demétrio louva Demóstenes: “não é mais um comerciante no mercado em que se trafica influência…”

abril 5th, 2012 by mariafro
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Sugestão de Antonio Torrens

Época

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Garcez: “Tudo começou porque eles (militares pró-64) saíam assumindo o ato, dizendo ‘matamos mesmo’ e rindo da nossa cara”

abril 4th, 2012 by mariafro
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Após cusparada ‘anti-64′, manifestantes são alvos de ameaças de morte na internet

“Os caras têm armas. Divulgaram nossa rotina, é perfeitamente possível a gente esbarrar com algum deles. Estamos preocupados porque sabemos do que são capazes de fazer”, diz ativista

Por: Mauricio Thuswohl, especial para a Rede Brasil Atual

04/04/2012
Rio de Janeiro – A proximidade da criação da Comissão da Verdade para a investigação de crimes cometidos durante a ditadura no Brasil continua acirrando ânimos entre os setores mais conservadores da sociedade. A Polícia Federal, a Secretaria Nacional de Direitos Humanos e o Ministério da Justiça receberão esta semana um pedido de proteção feito por um grupo de cinco pessoas que vêm sofrendo ameaças de agressão e morte pela internet nos últimos dias.

Tudo começou após o confronto que opôs manifestantes pró-Comissão da Verdade e militares da reserva na entrada do Clube Militar, no Rio de Janeiro, em 29 de março. No lado de dentro do clube, uma cerimônia comemorava o aniversário de 48 anos do golpe. Do lado de fora, protestos conta os golpistas.

Flagrado pelas câmeras dos jornais ao dar uma cusparada em um senhor idoso que batia boca com os manifestantes – era o coronel-aviador Juarez Gomes, presidente do Grupo Terrorismo Nunca Mais (Ternuma) no Rio –, o produtor cultural e militante do PT Felipe Garcez se tornou alvo do ódio de pessoas que, quase sempre sob o manto do anonimato, dirigem a ele e a seus familiares ofensas e ameaças pela internet.

“Estamos recebendo diversas ameaças. Queremos divulgar isso, pois expor o nosso caso aumenta a nossa proteção. São dezenas de e-mails e de mensagens em blogs que colocam nossa integridade em risco. Estão colocando nossas imagens, nossos dados pessoais. Em alguns blogs estão sendo publicados dossiês sobre a nossa vida, dizendo por onde eu andei, onde eu morei, quem são meus familiares”, afirma Garcez, porta-voz do grupo de ameaçados que conta também com Adil Giovanni Lepri (estagiário da Agência Nacional do Audiovisual, Ancine), Eduardo Victor Viga Beniacar (estudante da Universidade Federal Fluminense), Rodrigo Mondego (consultor) e Gustavo Santana (assessor da reitoria da Universidade Estadual do Rio de Janeiro).

Um passeio pela internet dá a dimensão da pressão sofrida pelo grupo. O site pró-64 “A Verdade Revelada” traz fotos e informações sobre os quatro manifestantes, enquanto o blog anticomunista “Cavaleiro do Templo” especula: “Cuspir na cara de pessoas de idade? Será pouco, comparado com o que ocorrerá se o esquerdista Felipe Garcez não for processado”. O blog de Licio Maciel, por sua vez, defende que o dossiê com informações sobre o grupo “circule, ao menos nos meios militares”.

Há também ameaças diretas: “Merecia de volta uma bala de 38 no meio da cara. Não seria agressão, mas defesa da honra”, diz sobre Garcez um comentário anônimo postado no Portal Militar. Outro comentário afirma que “deve ser feita alguma coisa contra esse delinquente”. No blog de Maciel, um comentário assinado por Eduardo Cruz revela os locais de moradia e estudo de Garcez, além dos nomes dos seus pais e de sua noiva, que trabalha como funcionária civil em um quartel da Marinha.

Noiva ameaçada

Esse detalhe sobre a noiva de Garcez aumentou a fúria dos simpatizantes da ditadura militar. “Seria interessante chegar aos ouvidos dos superiores da Marinha que o noivinho dela não gosta de militares. Quem sabe eles não renovam o contrato dela e a colocam no olho da rua”, diz um comentário no Portal Militar. O pior das ameaças, no entanto, está nas paginas de Garcez e sua noiva no Facebook, repleta de palavras ofensivas e de baixo calão: “Seu noivo gosta de cuspir em idosos, não é? Pois ele vai engolir esse cuspe pelo c…”, diz um post assinado por Arnaldo Lima.

Outro post, assinado por Darlan Sena, continua as agressões: “Que vergonha, sua vadia! Sendo da Marinha e com esse maconheiro que cospe na cara de oficiais da reserva! Nós vamos achar vocês”, diz o comentário, que também ameaça a noiva de Garcez de violência sexual. Outro post, assinado por Feitosa Júnior, ameaça: “Queria que ele (Garcez) fizesse isso comigo, pois a cara dele iria virar tábua de pirulito. Que ele faça um transplante de face, pois seu rosto já foi marcado por todos nós e essa ação covarde vai ter volta”.

Sobre as ameaças a sua noiva, Garcez faz um comentário interessante. “Ela está trabalhando todos os dias, normal, e até agora nada aconteceu. No quartel, ninguém tem falado disso, ninguém se incomodou com o ato. Os militares da ativa meio que não ligaram para o que aconteceu. Essas ameaças são coisas de grupos organizados, grupos fascistas e nazistas que apoiaram a ditadura militar. Não é especificamente dos militares”, avalia.

Em busca de proteção

Para se defender, o grupo ameaçado já prepara uma ação na Justiça. “Consultamos advogados e estamos recolhendo todo o material que estamos recebendo com ameaças e fazendo uma compilação para dar entrada em um processo por difamação, calúnia e incitação ao ódio. Estamos fazendo uma peça bem fundamentada. Também já encaminhamos tudo à Delegacia de Crimes Virtuais da Polícia Federal”, diz Garcez.

Em outra frente, parlamentares também foram procurados. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) se propôs a ajudar o grupo e vai enviar uma carta explicando toda a situação ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, além de divulgar uma nota pública para criticar as ameaças. A ministra Maria do Rosário, da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, também já foi procurada.

Garcez afirma que agora o principal para o grupo é se proteger: “Esses caras têm armas e nós não temos. Como divulgaram nossos hábitos e rotinas, é perfeitamente possível que a gente acabe esbarrando com algum deles. Algumas pessoas ainda não entenderam o quanto isso é sério. Estamos preocupados porque sabemos do que eles são capazes de fazer. Os principais blogs de direita estão nos denunciando e colocando a coisa da seguinte forma: tomem os dados deles e façam com eles o que vocês quiserem”, diz.

Sobre o episódio da cusparada no coronel-aviador Juarez Gomes, Garcez afirma que “a situação saiu do controle” no dia 29 de março. “A gente não tinha nenhuma intenção de ir para lá agredir ou ofender aqueles militares. Tudo começou porque eles saíam assumindo o ato, dizendo ‘matamos mesmo’ e rindo da nossa cara. Toda uma multidão fervorosa cuspiu, jogou ovo e tudo mais. Eles precisam culpar alguém, e somos nós. Não é do nosso feitio esse tipo de agressão, mas a coisa saiu do controle. Eles não podiam debochar da nossa dor.”

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Celso Lungaretti: Brilhante Ustra incita represálias contra manifestantes dos “escrachos”

abril 4th, 2012 by mariafro
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Estava com dificuldade de abordar esta questão sem dar mais ibope pra militares de pijama e torturadores, Lungaretti resolveu pegar o touro a unha.

Brilhante Ustra incita represálias contra manifestantes dos “escrachos”

Informações pessoais de cinco manifestantes que protestaram contra a comemoração do Golpe de 64 em frente ao Clube Militar foram postadas na página do torturador

Por: Celso Lungaretti (*) no Brasil de Fato

04/04/2012

O site do torturador Brilhante Ustra publicou (vide aqui) nome, foto e dados pessoais do manifestante que cuspiu num dos oficiais da reserva participantes da criminosa apologia do totalitarismo e do terrorismo de estado que teve lugar dia 29 no Clube Militar do Rio de Janeiro, bem como de outros quatro cidadãos que se posicionaram contra aquela abominação.

O objetivo alegado foi “disponibilizar material para que o Clube Militar, assim como o agredido possam acionar a justiça”.

Mas, há sempre possibilidade de eles se tornarem alvos das práticas habituais do antigo DOI-Codi: sequestros, torturas, assassinatos.

Os defensores dos direitos humanos devem tomar imediatas providências para a proteção da vida e da integridade física dos cinco.

Se qualquer um deles sofrer uma agressão covarde como as que são marca registrada da ditadura militar, já sabemos quem deve ser responsabilizado como indiscutível instigador e provável mandante.

Finalmente, eis algumas perguntas que não querem calar:

O que mais agride as leis do País, a cusparada que um jovem de 22 anos, justificadamente indignado, aplicou no coronel aviador Juarez Gomes da Silva, presidente do Ternuma-RJ, ou a própria atuação do Ternuma-RJ na justificação/exaltação do arbítrio, minimização de atrocidades e manutenção de campanhas de ódio permanentes (incluindo as de difamações, calúnias e injúrias  contra os heróis e mártires da resistência à tirania)?
Que consideração merece tal personagem, um destrambelhado que já apareceu na IstoÉ se propondo a desenvolver uma campanha publicitária para denunciar autoridades federais (inclusive a então ministra Dilma Rousseff) como “terroristas” e declarando que o então ministro da Justiça Tarso Genro não passaria de um “canalha” (vide aqui)?
Quem levantou os nomes e dados pessoais dos quatro outros manifestantes, afora o do sociólogo Gustavo Santana, que apareceu no noticiário como vítima de agressão bestial da PM (teve o braço quebrado)?

O Brilhante Ustra parece ter montado um DOI-Codi privado em plena democracia.

É o caso de averiguarmos se ele não está usurpando funções da polícia ao realizar investigações, e da imprensa ao divulgar os resultados.

Não sei se é legal. Mas moral, com certeza, não é.

Trata-se do preço que estamos pagando por não havermos instalado em 1985 um tribunal como o de Nuremberg. Redemocratização pela metade dá nisso.

* jornalista, escritor e ex-preso político. http://naufrago-da-utopia.blogpot.com

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Leonardo Severo: “maior fábrica de celulose do mundo” com 2,7 bi do BNDES usa policiais pra espancar e intimidar operários

abril 4th, 2012 by mariafro
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Crimes sem castigo na construção da “maior fábrica de celulose do mundo” em Três Lagoas-MS

Com R$ 2,7 bilhões do BNDES, empresa Eldorado demite cipeiros e usa policiais para espancar e intimidar operários

Por: Leonardo Severo, de Três Lagoas-MS (por e-mail)

04/04/2012
R$ 2,7 bilhões do BNDES, recursos públicos, da sociedade brasileira, estão financiando o crime na cidade de Três Lagoas, no interior do Mato Grosso do Sul. Para a construção da “maior fábrica de celulose do mundo”, que enfrenta nestes dias a sua quarta paralisação, a empresa Eldorado se utiliza de métodos medievais. Literalmente.
Seguindo a risca a cartilha deixada por um dos idealizadores do empreendimento, Mário Celso Lopes – já denunciado pela exploração de trabalho escravo -, a Eldorado faz bom uso da impunidade para catapultar seus lucros. Suas ações vão desde a demissão sumária de cipeiros até a utilização de policiais militares com farda e sem farda para reprimir manifestações, espancar operários, montar listas “negras” e até mesmo ameaçar de morte lideranças sindicais.
Isso explica porque, de forma simples e altiva, milhares de trabalhadores da Eldorado, de suas empresas terceirizadas e quarteirizadas, estão dizendo não. Que não aceitam mais tomar a água pestilenta retirada da lagoa pelos mesmos caminhões que carregam esgoto. Que não aceitam mais viver em alojamentos superlotados com problemas de lixo, inundação e insetos. Que não aceitam trabalhar sem receber. Que não aceitam que os acordos sejam solenemente descumpridos. Que exigem equiparação salarial entre as empresas e os mais de 200 CNPJs utilizados para precarizar as relações de trabalho, ludibriando a lei e o direito. Que são homens e não aceitam ser tratados como animais.
Há partes desta história que seriam cômicas, senão fossem trágicas. Entre tantas barbaridades denunciadas ao Ministério Público do Trabalho está a de que “fora prometido, na contratação, que os trabalhadores seriam dispensados para as festas de final de ano no dia 22 de dezembro e que voltariam no quinto dia útil de janeiro. Agora a empresa ‘exige’ que trabalhem normalmente durante o final de ano, prometendo em troca um show da Mulher Melancia”. Infelizmente foi isso o que aconteceu com pessoas que precisam de dias para se deslocar milhares de quilômetros até seus lares. O show encontra-se no youtube.

DOIS HOMENS, DOIS CIPEIROS, DOIS EXEMPLOS
Luiz Carlos de Barros Sales, de 50 anos, e José da Conceição dos Santos Júnior, operários da construção e membros eleitos da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) foram demitidos sumariamente da Paranasa Engenharia, subcontratada da Eldorado, após serem acusados de “liderar movimento grevista”.
Eleito em 11 de outubro para a Cipa, Luiz Carlos lembra que, mesmo sendo trabalhador dedicado, foi mandado embora “como um qualquer, sem satisfação nenhuma”. “Minha intimação chegou no sábado, 28 de janeiro. Foi recebida pela minha filha de 15 anos, que estava acompanhada por uma menina de 8 anos. Ela me ligou e disse: Pai, tem um monte de camburão aqui e os policiais estão armados até os dentes, acompanhados de um oficial de justiça. No que foi que o senhor se meteu?”. O questionamento da filha era mais do que procedente. Conforme os vizinhos, eram muitos policiais e cinco viaturas: três da Polícia Militar e duas da Polícia Civil.

DIGNIDADE MULTADA
E o que dizia a intimação? Obrigava os cipeiros Luiz Carlos e José da Conceição, bem como outros trabalhadores identificados como “instigadores” da mobilização por direitos, a pagar uma multa diária de R$ 2.000,00 (dois mil reais), durante um máximo de cem dias, caso não obedecessem a ordem assinada pelo juiz Tomás Bawden de Castro Silva. “Fiquei louco”, relata Luiz Carlos. “Afinal, onde é que eu ia arrumar duzentos mil reais?”. Sobre os motivos que levaram à organização do protesto, explica:  “foi o deslocamento a pé até o local do almoço, pois era o segundo dia que o ônibus não vinha e tínhamos de caminhar dois quilômetros para ir e dois para voltar ao trabalho”. “A isso se somou o fato de que muitas horas extras não eram pagas, que descontavam faltas sem termos faltado, e de que o pagamento era sempre uma surpresa, pois o holerite não correspondia à realidade”, frisou.


Luiz Carlos Barros Sales

Se no caso de Luiz Carlos a intimação foi recebida pela filha menor de idade, na casa de José da Conceição recaiu sobre a tia analfabeta, visivelmente constrangida pelo desconhecimento do teor daquele papel somado ao forte aparato policial.
“Seis horas da manhã me ligaram. Sai que a polícia está indo atrás de você. Vim do Nordeste para morar na casa da minha tia, que mora aqui há mais de 30 anos. Ela criou quatro filhos e nunca havia tido este tipo de desgosto. Parecia que era eu o bandido e não a empresa que trata os trabalhadores de forma desumana”. De acordo com José da Conceição, “o movimento só ocorreu porque fomos obrigados a caminhar quatro quilômetros, após termos ficado sem ônibus, tendo apenas uma hora de almoço e voltar a trabalhar de novo. Quisemos conversar e eles trancaram a porta. O pessoal fez greve”.
Nas mobilizações, denunciou, “tiros atingiram as pernas e as costas dos trabalhadores. Um foi atingido na cabeça. Teve gente internada. Nos trataram como bandidos”. E concluiu: “o tratamento dado pela Eldorado é desumano”.


José da Conceição

A advogada Jackeline Torres de Lima afirma que a demissão dos cipeiros é uma conduta “totalmente ilegal”, que agride a Constituição. “Eu disse para a empresa que não podia demitir cipeiro, mas eles disseram que não adianta, que não iam reintegrar. Então, a única maneira é buscar uma reparação material. Mexendo no bolso, com uma boa indenização, talvez as empresas tomem consciência”. Infelizmente, acrescentou, esta é a realidade de muitos operários na localidade: “trabalham dez, doze horas por dia, sem o pagamento de horas extras, com salário atrasado, e os alojamentos em péssimas condições”.
Jackeline destacou a “responsabilidade da Eldorado, pois o projeto é dela”. Questionada sobre a existência de mais de 200 CNPJs dentro do empreendimento, a advogada denuncia que esta é uma forma encontrada pelas empresas subcontratadas pela Eldorado para que o trabalhador não consiga resgatar o dinheiro a que tem direito na rescisão contratual.
Para Webergton Sudário da Silva (Corumbá), presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do MS (Fetricom), a Eldorado extrapolou todos os limites possíveis e imagináveis da ilegalidade, confiando na impunidade e na morosidade da Justiça. “Isso precisa ter um fim. Temos um compromisso nacional da construção assinado por governo, empresários e trabalhadores, mas que continua sendo desrespeitado. No caso da Eldorado o desrespeito vai além, agride a legislação, a Constituição, usam e abusam da força para impor as suas vontades. Defendemos que o governo atue, fiscalize a autue, pois o tratamento dispensado aos trabalhadores é de escravos modernos. Não vamos aceitar tamanha truculência e desumanidade”, declarou.
Membro da executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira (Conticom/CUT), Valdemir Oliveira (Popó), salientou que é inadmissível que grandes empreendimentos como o da Eldorado continuem sendo turbinados com recursos públicos sem que haja contrapartidas sociais bastante claras. “Desde o início dos megaempreendimentos a Conticom tem batido nesta tecla: contrapartidas sociais. Além disso, temos defendido um contrato coletivo nacional com equiparação salarial entre as regiões, com pisos salariais decentes e à altura do volume de recursos que as empresas estão ganhando. Também reivindicamos um patamar mínimo de direitos. Nossas mobilizações e paralisações são para que sejamos ouvidos. As greves são o eco do nosso protesto e da nossa indignação”, concluiu.


Webergton Sudário da Silva (Corumbá), advogada Jackeline Torres de Lima e Valdemir Oliveira (Popó)

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