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Alô, alô presidenta Dilma, olho vivo nestas empreiteiras escravagistas
junho 23rd, 2011 by
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Luz para todos com denúncia de trabalho escravo, Jirau, agora obras do Pac em Santa Catarina. É preciso que o governo faça uma fiscalização rigorosa nestas empreiteiras que não cumprem legislação trabalhista e além de serem punidas judicialmente, que elas percam seus contratos. Não é possível que o governo brasileiro tenha qualquer tipo de associação de seus projetos com essas empreiteiras canalhas.
MP move ação contra construtora e DNIT por trabalho escravo
Obra de rodovia do PAC em SC usou operários aliciados no Nordeste, que pagaram R$ 500 pela vaga, tiveram carteiras de trabalho retidas e salários referentes atrasados e pagos com desfalque.
Por Bianca Pyl, Repórter Brasil
13/06/2011O Ministério Público do Trabalho em Criciúma (SC) moveu uma ação civil pública contra o consórcio Construcap/Ferreira Guedes/MAC Engenharia, o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), Superintendência Regional no Estado de Santa Catarina e a intermediária MCE Empreendimentos Ltda por terem submetidos 31 pessoas a condições de trabalho análogas à de escravos.
Os empregados trabalhavam na duplicação da BR 101, no trecho de Araranguá (SC), lote 29. A obra recebeu verbas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e está orçada em R$ 264,5 milhões. A situação foi descoberta no final de março, após a denúncia de uma das vítimas, que procurou a Gerência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego de Criciúma (SC).
De acorco com Brunno Dallossi, auditor fiscal que atendeu a denúncia, dos cerca de 580 trabalhadores só 150 eram contratados diretos do consórcio onstrucap/Ferreira Guedes/MAC Engenharia. “Isso proporciona um custo reduzido para a empresa, mas quem paga é o trabalhador”, opina.
A ação pede o pagamento de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 5 milhões, a serem divididos pelos réus da ação, além de R$ 10 mil para cada trabalhador. Na avaliação de Luciano Leivas, procurador do Trabalho e autor da ação, o vínculo empregatício é do consórcio Construcap/Ferreira Guedes/Mac Engenharia, ganhador da licitação. “É a executante da licitação”, afirma. O consórcio também é responsável por outros trechos da rodovia.
Na opinião do procurador do Trabalho, a empresa MCE foi inserida ilicitamente na execução da obra pública. “O Dnit tem a obrigação de fiscalizar a regularidade trabalhista de toda a mão obra engajada na execução de obra pública”, aponta. “A interposição da empresa MCE visa a precarização dos direitos sociais dos trabalhadores e a consequente redução dos custos operacionais do consórcio”, acrescenta.
O edital de licitação (nº 225/2010-00) determina que o Dnit deve autorizar previamente a contratação de empresas terceirizadas, “sendo causa de rescisão contratual aquela não devidamente formalizada por aditamento”, diz um trecho do edital, que determina o limite de 30% para a terceirização do serviço.
A fiscalização do trabalho requisitou a apresentação do aditivo do contrato administrativo autorizando a contratação da empresa, contudo não obteve resposta. Por conta disso, lavrou o auto de infração (nº 020673329) contra o consórcio.
Aliciamento
Em depoimento os trabalhadores contaram que foram aliciados no Piauí, Maranhão e Sergipe e pagaram R$ 500 pela vaga de trabalho para um intermediário na contratação (“gato”). O aliciador anunciou o serviço em rádios da região de Canindé de São Francisco (SE). As vítimas também arcaram com as despesas de alimentação durante as viagens, que duraram em torno de 4 dias.Os trabalhadores nem sabiam ao certo onde seria o trabalho. “Os obreiros relataram que achavam que iam trabalhar no Mato Grosso, não tinham informações completas sobre para onde iam de fato”, conta Luciano Leivas. Para convencer as vítimas, o “gato” prometeu salários de R$ 1 mil. As vítimas chegaram a Santa Catarina na primeira quinzena de janeiro.
No momento da fiscalização, oito empregados estavam com sua Carteira de Trabalho e da Previdência Social (CTPS) retida pelo empregador. Para agravar a situação, eles tiveram o pagamento de salários referentes aos meses de janeiro e fevereiro de 2011 atrasados e pagos com desfalques. “Eles estavam com sua liberdade de locomoção restrita, pois além de não terem recebido os salários e rescisões devidas e terem sido lesados no transporte, alguns tinham suas CTPS retidas”, explica Luciano Leivas.
De acordo com informações dos trabalhadores, eles foram obrigados a assinar cartões de ponto em branco e o encarregado era quem determinava o horário de início e termino das jornadas de trabalho. Segundo o procurador do Trabalho em Criciúma (SC), a jornada semanal das vítimas chegava a 68 horas, extrapolando o limite constitucional das 44 horas semanais. As vítimas exerciam a função de armadores.
Após a fiscalização, a MCE simulou “contratos de experiência” e efetuou descontos nos valores da rescisão, alegando que os empregados estavam quebrando o contrato, explicou o procurador do Trabalho. “O contrato não existia até a fiscalização chegar ao local”. Sete trabalhadores foram embora com pouco mais de R$ 100. Outros 14 foram contratados diretamente pelo consórcio. Nove pessoas não quiseram continuar trabalhando e receberam as verbas rescisórias e retornaram para os municípios de origem, com as passagens pagas pelo consórcio.
O Ministério do Trabalho e Emprego lavrou 26 autos de infração contra a Construcap/ Ferreira Guedes/ MAC pelas irregularidades, inclusive a falta de registro e terceirização ilícita.
Condições
Um dos alojamentos era uma casa com dois quartos, uma sala e uma cozinha. No espaço ficavam alojados 16 trabalhadores. Na sala e em um dos quartos dormiam seis trabalhadores em cada um, no último quarto dormiam quatro pessoas. Todos utilizavam beliches.O local era muito sujo e o único banheiro não tinha água quente. Os empregados pagavam pelos itens de higiene pessoal, como sabonetes e papel higiênico, e também pelos produtos de limpeza para limpar o local. Mesmo submetidos a uma jornada exaustiva, os empregados eram responsáveis pela limpeza dos alojamentos e por lavarem os uniformes.
Também não havia local adequado para a realização das refeições. A alimentação era fornecida por uma empresa terceirizada, três vezes ao dia. Contudo, os empregados relataram que nos últimos dez dias de trabalho não estavam recebendo café da manhã.
A água era retirada da torneira, no tanque onde as roupas eram lavadas. Os empregados tinham Equipamentos de Proteção Individual (EPI) fornecidos pela Construcap/ Ferreira Guedes/ MAC, que inclusive realizou treinamento de segurança com os funcionários.
Resgate
Não houve formalização dos resgates dos trabalhadores por falta de estrutura. O auditor fiscal Brunno Dallossi nem tinha Guias de Seguro Desemprego para Trabalhador Resgatado. “Eu me vi em uma situação que o ideal era ter três ou quatro auditores, mas eu estava sozinho, coloquei os trabalhadores no meu carro pessoal para levar até a Gerência”, conta.Segundo ele, faltam auditores fiscais para dar conta da demanda. “A situação em Criciúma está ruim, falta auditor, diversos setores da economia estão apresentando problemas – Aqui temos dois auditores fiscais pata atender uma área semelhante à Florianópolis”.
Outro lado
O Dnit disse, via email, que “as ocorrências relatadas na ação constituíram-se em fato isolado”. O órgão alega que “os fatos apontados pela fiscalização do Ministério do Trabalho referem-se à responsabilidade exclusiva da empresa MCE, sem qualquer vinculação legal ou contratual com o Dnit. A empresa MCE foi temporariamente contratada por fornecedora de serviços do Consórcio construtor, em regime de excepcional demanda de serviços para produção de armaduras metálicas. Sua participação nos serviços da obra, faz-se sem qualquer vinculação contratual direta ou indireta com o Dnit”O Dnit disse ainda que o consórcio vencedor da licitação vem cumprindo com regularidade todas as suas obrigações legais de natureza trabalhista. “Tais obrigações são sistematicamente acompanhadas pelo Dnit, seja através do desenvolvimento do Programa Ambiental da Saúde do Trabalho e da Mão de Obra, seja através da exigência de comprovação de regularidade fiscal com o INSS e FGTS no pagamento de cada fatura de serviço”.
Segundo o Dnit, o consórcio está recorrendo de todas as notificações expedidas pelo Ministério do Trabalho, “bem como que todas as irregularidades apontadas foram verificadas e sanadas”.
A Construcap enviou nota à reportagem dizendo que “desde que tomou conhecimento dos questionamentos apresentados pelo Ministério Público do Trabalho com relação às atividades de uma de suas terceirizadas no canteiro de obras citado, a empresa atuou no sentido de averiguar e corrigir, quando necessário, possíveis inconformidades trabalhistas. A empresa esclarece que exige de suas contratadas em regime de terceirização o cumprimento da legislação trabalhista. “O não cumprimento das regras por qualquer uma delas é passível de ação judicial pela contratante”.
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Re-bem-vindo à blogosfera Esmael Morais :)
junho 22nd, 2011 by
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Conheci pessoalmente o Esmael Morais no #2blogprog e conversamos um pouco sobre o absurdo de Beto Richa silenciar seu blog por quase 3 meses! É com alegria que recebo a notícia de que a Justiça finalmente se fez. Ganhou a democracia, ganhou a liberdade de expressão, ganhamos todos nós.
Justiça derruba censura ao Blog do Esmael
por Altamiro Borges, no seu blog
O Blog do Esmael publicou há pouco um post inaugurando o fim de uma censura, promovida pelo governador Beto Richa (PSDB), que durou 75 dias. Era o único caso de censura no país em que o blog foi retirado do ar, contrariando a Constituição Federal e as recentes decisões do Superior Tribunal Federal.
A seguir o post da volta do Esmael à lida:
“Em consonância com despacho da justiça do Paraná, este blog volta à normalidade depois de 75 dias fora do ar. Quero agradecer a solidariedade de blogueiros, advogados, lideranças dos movimentos sociais e da frente política.
Para evitar constrangimentos de parte a parte, este blog cumprirá a decisão da Justiça na íntegra – como já vinha cumprindo – até a resolução final, pelos meus advogados, do imbróglio resultante das eleições de 2010.
Este blogueiro reafirma o compromisso de apenas discutir políticas públicas, como sempre fez, e o desinteresse pelas questões pessoais de quem quer que seja.
Portanto, voltemos à lida!”
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Convite à cidadania: lançamento do livro Diversidade sexual e homofobia no Brasil
junho 22nd, 2011 by
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Com prazer convido os leitores e as leitoras do Maria Frô para o lançamento do livro Diversidade sexual e homofobia no Brasil com artigos assinados por dois queridos amigos: Lula Ramires e Vange Leonel.
Seguem informações sobre o lançamento e sobre o livro:

Diversidade sexual e homofobia no Brasil
Editora Fundação Perseu Abramo lança novo título com pesquisa de opinião pública e reflexões sobre a temática LGBT e a homofobia.
No mês Internacional do Orgulho LGBT, a Editora Fundação Perseu Abramo (EFPA) lança o título “Diversidade sexual e homofobia no Brasil”. A publicação é resultado da pesquisa “Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil – Intolerância e Respeito às Diferenças Sexuais”, realizada no ano de 2009, em parceria com a fundação alemã Rosa Luxemburg, sob coordenação do Núcleo de Opinião Pública (NOP) da Fundação Perseu Abramo.
Em um período histórico pontuado pelo debate sobre os Direitos Humanos, contrapondo-se a recente inversão nos discursos conservadores e reacionários da sociedade, o livro aborda as questões da homofobia. Cidadãs e cidadãos do Brasil, hetero, homo e bissexuais, redimensionam o debate sobre temas como intolerância às diferenças, identidade de gênero, orientação sexual, exposição e a construção da personagem LGBT na mídia.
Partindo da opinião pública para a esfera da análise e da intelectualidade, militantes, estudiosos e pesquisadores ligados ao tema LGBT e sexualidade foram convidados a interpretar panoramas e revelações da pesquisa, como a questão da homofobia e da permanência do preconceito, da discriminação e da violência homofóbica entre os brasileiros.
Organizados pelos pesquisadores Gustavo Venturi e Vilma Bokany, treze artigos evidenciam as necessidades com medidas de políticas públicas. Na prática, apesar das conquistas efetivadas, os textos denotam a negação do exercício da cidadania plena a uma parcela significativa da sociedade brasileira, seja na área da saúde, educação e outros direitos constituídos.
Para além dos dados: a interpretação dos resultados
De caráter multitemático, os artigos se debruçam sobre as perspectivas dos dados, a conjuntura nacional, os fatos e os apontamentos para as conquistas de equiparidades. No primeiro artigo, Julian Rodrigues, coordenador nacional do Setorial LGBT do Partido dos Trabalhadores (PT), situa a luta pelo reconhecimento da diversidade sexual e dos direitos LGBTs na história ocidental, com a ampliação da noção de direitos humanos. A ênfase recai sobre o regime democrático brasileiro, as exclusões e a importância da laicidade no Estado.
Escritora, cantora e ativista pelas lutas das mulheres, Vange Leonel reflete em “Lesbofobia” sobre as pautas dos discursos machistas, patriarcais, lesbofóbicos e misóginos. Assunto recorrente da mídia, as transexuais e travestis ganham destaque nos textos “Transexuais: identidade e cidadania”, de Elizabeth Zambrano, e “Travestis: entre a atração e a aversão”, de Keila Simpson.
“No artigo: ‘Viver sob ameaça: preconceito, discriminação e violência homofóbica no Brasil’, de Sérgio Carrara e Paula Lacerda, observamos a tendência à intolerância entre homens heterossexuais jovens – contrariando a expectativa de maior compreensão da juventude em relação a questões que envolvem valores morais – e apontam contradições na visão da opinião pública sobre a homossexualidade, as quais sugeririam a conformação de uma espécie de ‘ética particular’ que, oscilando entre considerá-la uma falha moral e uma doença, tende a tolerá-la desde que confinada a quatro paredes”, pontuam Gustavo Venturi e Vilma Bokany, organizadores do livro.
Lula Ramires em “Homofobia na escola: o olhar de um educador social do movimento LGBT” discute o papel do corpo docente em relação à preconização do preconceito e do bullyng nas escolas. O título ainda é composto pelos artigos “Identidade de gênero, orientação sexual e vulnerabilidade social: pensando algumas situações brasileiras”, de Fernando Seffner, “Homofobia, hierarquização e humilhação social”, por Marco Aurélio Máximo Prado e Rogério Diniz Junqueira, “A intersecção dos conjuntos: gays e lésbicas negras em confronto com as hegemonias e sub-hegemonias”, de Robenilton dos Santos Luz, “Prevenção ao HIV/AIDS, estigmatização e vulnerabilidade”, assinado por Gabriela Calazans, “Presença LGBT na mídia”, de Léo Mendes, “Legislação brasileira e homofobia”, sob a autoria de Maria Berenice Dias.
Em “Da construção dos dados à cultura da intolerância às diferenças”, artigo que fecha o livro, o pesquisador e organizador Gustavo Venturi, antecede o Anexo com a síntese dos principais resultados da pesquisa, realizando um comparativo entre as já realizadas e novas possibilidades de abordagens. No anexo de 64 páginas coloridas, a seleção traz 109 quadros com tabelas e gráficos.
A pesquisa está disponível no Portal da Fundação Perseu Abramo: http://migre.me/4EEL3
Editora Fundação Perseu Abramo e a Diversidade Sexual
Nascida do desejo e do objetivo em aprofundar o conhecimento sobre a sociedade brasileira, suas transformações e especificidades históricas, a Editora da Fundação Perseu Abramo desde a sua fundação, verbaliza e propõe o debate sobre a questão da identidade de gênero, da orientação sexual, da diversidade e da luta das minorias contra o preconceito e a exclusão do papel de cidadania e garantia de direitos.
Destaque para ”Na trilha do arco-íris – Do movimento homossexual ao LGBT”, de Júlio Assis Simões e Regina Facchini, lançado no ano de 2009. Vencedor no quesito literatura do 10º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, promovido Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) em 2010, o livro narra uma trajetória de vitórias e desafios desde a década de 1970, para a implantação de políticas e direitos aos LGBT.
“O negócio do michê: a prostituição viril em São Paulo”, de Néstor Perlongher, lançado em 2008, merece atenção na abordagem do assunto, sob a perspectiva das densidades sociais.
Ficha Técnica:
Título: “Diversidade sexual e homofobia no Brasil”
Organizadores: Gustavo Venturi e Vilma Bokany
Ano: 2011 – número de páginas: 252 – ISBN: 978-85-7643-084-1
Valor: R$ 45,00
Sobre os organizadores:
Gustavo Venturi é professor do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), é assessor científico ad-hoc do Núcleo de Opinião Pública (NOP) da Fundação Perseu Abramo.
Vilma Bokany é mestranda em Sociologia (PUC-SP), e também, analista do NOP.
Editora Fundação Perseu Abramo: Fundada em 1997, a Editora é um espaço para o desenvolvimento de atividades de reflexão político-ideológica, estudos e pesquisas, destacando a pluralidade de opiniões, sem dogmatismos e com autonomia. Conta com mais de 180 livros em catálogo. Website: www.efpa.com.br – twitter:@editora_perseu
Fundação Perseu Abramo: Completando 15 anos de existência neste ano, é um espaço para o desenvolvimento de atividades de reflexão político-ideológica, estudos, pesquisa e formação política. Criada em 1996 pelo Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), a Fundação realiza pesquisas nacionais sobre temas de interesse da sociedade, publica livros e revistas que traduzem o pensamento de esquerda e progressista. Mantém o acervo histórico do PT e da esquerda, realiza seminários e debates em todo o país e em eventos internacionais, mantém relações com instituições do Brasil e do exterior. Por meio de seu Núcleo de Opinião Pública (NOP), a Fundação já realizou, entre outras, pesquisas sobre Cultura Política e Cidadania, Juventude, Idosos, Mulheres, Racismo e Homofobia.
Portal www.fpabramo.org.br
Fundação Rosa Luxemburg (Rosa Luxemburg Stiftung – RLS): Fundada na Alemanha em 1990 e, desde 1992, é uma fundação política próxima ao antigo Partido do Socialismo Democrático (PDS), hoje o Partido de Esquerda (Die Linke). Os princípios que orientam o trabalho da Fundação estão fundados nas ideias do socialismo democrático, internacionalismo, antifascismo e antirracismo.
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