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Dilma Rousseff: “O trabalhador tem o direito de usufruir tudo que o seu país produz”

maio 1st, 2012 by mariafro
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“Não quero ser a presidenta que cuida apenas do desenvolvimento do país, mas aquela que cuida, em especial, do desenvolvimento das pessoas. Cuidar do desenvolvimento das pessoas significa lutar por uma saúde melhor para os brasileiros pobres e de classe média; significa prover educação de qualidade em todos os níveis. (…) Cuidar do desenvolvimento das pessoas significa lutar incessantemente para acabar a pobreza extrema em todas as regiões do país; significa enxergar o trabalhador como cidadão e, por isso, pleno de direitos civis; enxergá-lo também como consumidor, com condição de comprar todos os bens e serviços que sua família precise para viver de maneira cômoda e feliz”.
(…)
“Para usufruir cada vez mais da riqueza do Brasil, o trabalhador brasileiro precisa de melhores empregos, de salário digno, educação de qualidade e formação profissional adequada às necessidades do mundo moderno. Para garantir esses direitos do trabalhador, o país necessita consolidar seu crescimento, equilibrar sua economia, diminuir as desigualdades, proteger sua indústria e sua agricultura, desenvolver novas tecnologias e ser, cada vez mais, competitivo e soberano no mundo”.
(…)
“A economia brasileira só será plenamente competitiva quando nossas taxas de juros, seja para o produtor, seja para o consumidor, se igualarem às taxas praticadas no mercado internacional. Quando atingirmos este patamar, nossos produtores vão poder produzir e vender melhor, e nossos consumidores vão poder comprar mais e pagar com mais tranquilidade”.
(…)
“Para que o nosso país tenha uma economia mais forte é preciso, ainda, que encontremos mecanismos que permitam uma diminuição equilibrada dos impostos para produtores e para consumidores. E também que tenhamos uma taxa de câmbio que defenda nossa indústria e nossa agricultura, em suma, os nossos empregos, e que o governo utilize os recursos públicos, sempre de forma eficiente e honesta, para que a população sinta, da forma mais efetiva possível, o bom retorno do imposto que paga”.

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Jornal da Record: Inquérito da PF aponta ligação suspeita entre Cachoeira e revista Veja

maio 1st, 2012 by mariafro
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Em uma conversa gravada pela Polícia Federal, Carlinhos Cachoeira e Idalberto Matias comentam a repercussão de uma matéria publicada na Veja que afirma que o governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz manipulou a operação Caixa de Pandora, que resultou na queda se seu antecessor José Roberto Arruda. O grupo do bicheiro teria fornecido informações para a reportagem. Em outra conversa, Cachoeira menciona Policarpo Júnior, diretor da Sucursal da Veja em Brasília, para quem teria falado para continuar denunciando Agnelo. Policarpo e Roberto Civita, dono da editora Abril, podem ser convocados para prestar esclarecimentos à CPI.

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Quem quer melar a CPI? Recados de todos os lados… A quem servem?

Não é Demóstenes que é convicente é você que quer ser enganado

A pedido de Cachoeira, Demóstenes usa suas relações para transferir presos acusados de pertecer a grupo de extermínio

E começou a CPI. Começou quente, apesar de tanta Cachoeira

Veja Cascateira

UIA! Para Folha, agora, Cachoeira é ‘superbicheiro’ e ombudskvinna diz que imprensa deve revelar sua relação com ele

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Veja tenta se defender atacando “discurso anti-imprensa”

abril 29th, 2012 by mariafro
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E Veja já tem advogado de defesa dentro da CPI, olha só: ROTEIRO DE CINEMA GRAMPEIA O SENADOR ÁLVARO DIAS, LÍDER DO PSDB. Será que é por isso que Monica Bergamo diz que Cachoeira gargalhou quando viu a lista dos nobres senadores e deputados que comporão a CPI?

Veja tenta se defender atacando “discurso anti-imprensa”

Marco Aurélio Weissheimer, Carta Maior

28/04/2012
Neste final de semana, a Veja socorreu-se do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), para quem o “discurso anti-imprensa” teria perdido força com o vazamento do inquérito da operação Monte Carlo, que é quase comemorado pela publicação. Revista seleciona um trecho de uma conversa que supostamente a favoreceria e omite vários outros onde Carlinos Cachoeira parece ter uma insólita influência dentro da redação. As duas últimas capas da publicação, sobre homens altos e mulheres executivas, expõem desconforto editorial com o caso.

A revista Veja não consegue esconder seu desconforto, com a profusão e a natureza das citações que vem recebendo nas conversas interceptadas pela polícia com autorização judicial no curso das investigações lideradas pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira. As conversas e as citações indicam que Cachoeira parecia ter uma insólita influência dentro da redação da revista.

As duas últimas capas da publicação materializam o desconforto: na semana passada, uma antológica “reportagem” sobre as virtudes de ser alto; nesta, outra capa morna com as “lições das chefonas”, um perfil sobre executivas de grandes empresas. Na parte superior da capa, uma pequena chamada, em tom ameaçador, diz que Cachoeira pode “contar tudo o que sabe”. Em outros tempos (recentes), esta seria o destaque de capa. Por alguma razão não é, assim como não foi na semana anterior.

“Vamo detona aquele trem na Veja”, “vou dar (um documento) pro Policarpo. Policarpo vai detonar aquela associação, entendeu (…) Na quarta-feira conforme for a gente senta com o Policarpo”. Esses são trechos de uma conversa travada no dia 6 de junho de 2011, entre Carlinhos Cachoeira e um a pessoa ligada a ele chamada Claudio. “Policarpo” seria Policarpo Júnior, editor chefe da revista Veja em Brasília. Há vários trechos de conversas onde Carlinhos Cachoeira ou pessoas próximas a ele afirmam ter influência direta na definição de pautas da publicação da editora Abril.

Neste final de semana, a Veja socorreu-se do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), para quem o “discurso anti-imprensa” teria perdido força com o vazamento do inquérito da operação Monte Carlo (publicado pelo site Brasil 247). “O vazamento do inquérito da operação Monte Carlo comprova que o suposto conluio entre a imprensa e a quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira nunca passou de uma invenção de grupos hostis à liberdade de expressão – o que inclui setores do PT e seus aliados. A íntegra das investigações reforça o óbvio: o jornalismo investigativo cumpriu o seu papel sem se sujeitar à máfia”, diz a revista quase que comemorando o vazamento.

A interpretação da Veja é um tanto fantasiosa e agarra-se fundamentalmente a um dos trechos interceptados pela Polícia Federal, onde o senador Demóstenes Torres diz a Cachoeira que tentará “esvaziar os efeitos de uma reportagem de Veja sobre a empresa Delta, publicada há cerca de um ano”. As demais (e numerosas) referências à revista e a Policarpo são simplesmente ignoradas. Álvaro Dias diz que o “discurso anti-imprensa” perdeu força e não se fala mais no assunto. Essa é a ideia apresentada pelo site da revista neste sábado.

O “discurso anti-imprensa” ao qual Veja se refere resume-se na verdade à ela própria e ao suposto envolvimento de funcionários da empresa com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. O restante da chamada “grande imprensa” até aqui mantém ruidoso silêncio sobre o caso.

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Impoluto Demóstenes fazia compras com o cartão do bicheiro

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Impoluto Demóstenes fazia compras com o cartão do bicheiro

abril 29th, 2012 by mariafro
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Por cerca de 400,00 (e por ter confundido seu cartão pessoal com o cartão administrativo) Matilde Ribeiro foi esculhambada nacionalmente. Era negra, ex-empregada doméstica, petista e teve ousadia de ser ministra num governo de um presidente ex-operário e ainda para gerir uma secretaria de reparação racial. Daí Matilde ministra não podia em viagens oficiais alugar carros, tinha de andar de ônibus, ora pois!

Não me dei ao trabalho, mas é bem possível que se fizer uma busca encontrarei falas de janeiro de 2008 de Demóstenes condenando Matilde Ribeiro (ela pediu exoneração em 01/02/2008). De seu fiel escudeiro na academia, o geógrafo, sociólogo global certamente tem.

Agora descobrimos que o impoluto Demóstenes Torres, aquele chefe das manifestações neojanistas das vassouras contra a corrupção, aquele que não tolera corruptos, quadruplicou seu patrimônio quatro meses depois de ser eleito. Descobrimos também que o impoluto senador do DEM fazia compras com cartão de crédito do bicheiro. Amigo é para essas coisas, né? Em compensação, segundo gravações da polícia federal, a pedido de seu amigo do peito, o Cachoeira, Demóstenes usava sua influência como senador e o seu próprio irmão para transferir presos acusados de fazer parte de grupo de extermínio.


Demóstenes e Leréia faziam compras com cartão de bicheiro, diz PF

Da Redação, Correio24horas

As informações foram reveladas durante as gravações realizadas pela Polícia Federal (PF)

29/04/2012

Gravações da Polícia Federal mostram que o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) e o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) faziam compras através do cartão de crédito do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Apesar de declarar ser dono de um patrimônio pessoal modesto, Demóstenes esbanjava nos gastos com vinhos caríssimos. Dono de uma das adegas mais invejadas de Brasília, o senador encomendou ao bicheiro cinco garrafas de Cheval Blanc, safra 1947, tido como um dos melhores vinhos do mundo.

A compra aparece em escutas feitas pela PF com autorização da Justiça, dentro das investigações da Operação Monte Carlo. A aquisição foi realizada em agosto do ano passado e chama a atenção pelo seu alto valor. No Brasil, cada garrafa custa o equivalente a R$ 30 mil. Mas o esquema de Cachoeira conseguiu uma “pechincha” e comprou as cinco garrafas por aproximadamente US$ 15 mil (cerca de R$ 28,2 mil). Se não bastasse o custo elevado da compra, o pagamento revela mais uma vez a relação de grande intimidade do senador com Carlinhos Cachoeira. O pagamento, a pedido de Demóstenes, foi feito no cartão “do nosso amigo aí”, referindo-se ao contraventor.

Já Leréia aparece, nas gravações da PF, conversando com Cachoeira e recebendo a senha de um cartão de crédito do contraventor.Cientes de que a situação do deputado goiano se complicou, os tucanos já afirmam nos bastidores que o partido terá, no mínimo, que abrir um processo interno para cobrar, formalmente, explicações de Leréia. Há quem defenda, de forma ainda reservada, até mesmo a expulsão do deputado, citando como exemplo o que fez o DEM com Demóstenes. Nos bastidores, os tucanos já contabilizam dano irreversível em relação a Leréia, mas afirmam que o caso do governador Marconi Perillo é diferente, e reforçam a defesa dele.

Sob pressão, Marconi tomou a dianteira: quer ser o primeiro a ser ouvido na CPI e pediu para ser investigado pela Procuradoria Geral da República. Os tucanos entendem que o governador tem conseguido se explicar. “Todos conhecemos o estilo e a liderança do governador Marconi. Sabemos que ele vive um grau de constrangimento, mas continua tendo respeito de todos. Para quem está em Goiás, a situação é mais difícil, a ocupação territorial do Cachoeira já vinha de outros governos”, diz o líder da bancada do PSDB na Câmara, Bruno Aráujo (PE).

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