Maria Frô

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Lula e o discurso em Campinas que enlouqueceu a direita raivosa

setembro 21st, 2010 by mariafro
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Depois deste discurso o Globo, a Fôia e afins disseram que o encontro que faremos quinta-feira, dia 23, na Sede do Sindicato dos Jornalistas foi a mando do Lula, mesmo que até neste ‘bloguim‘ aqui eu tenha publicado a chamada para o ato na sexta (e o discurso de Lula tenha sido proferido no sábado).

E afinal o que diabos Lula disse? Que não existe mais um discurso único. E a extrema-direita raivosa enlouquecida grita: “Oh! censura! caluniador! Nós somos os formadores de opinião, quem  vocês pensam que são ralés, ‘blogueiros sujos’ para terem alguma opinião?

Para os ‘militantes’ da Rede Mobiliza 45 somos ‘camisas negras’ e eles os ‘paladinos da liberdade’, nem que esta liberdade tenha de ser garantida no tapetão com a ajuda de generais de pijama. Esta tchurma tem uma saudade imensa da ditadura, mas adoram dizer que ditador, censor etc é o presidente!

Aqui a chamada do blogueiro limpim, o urso global, antes assessor de Quércia e após a saída desse do páreo, seu objetivo é  bater no negro ex-Cohab, Netinho, (para essa tchurma é um desaforo um negro ousar sequer se candidatar à disputa para uma cadeira no Senado).

E para fechar com chave de ouro, o cassetoso de havaiana do Leblon acometido de danuzite, mobilizadíssimo.
Anotem aí, vai faltar Prozac no mercado.

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José Augusto Valente e algumas perguntas a Goldman e a #Soninhafacts III

setembro 21st, 2010 by mariafro
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Transcrevo dois artigos do Diretor Técnico da Agência T1, José Augusto Valente.

A T1 é um site especializado em transporte rodoviário, aquaviário, ferroviário, aeroviário e dutoviário.

Os seguidos problemas nos trens e metrô de São Paulo
Por: José augusto Valente
21/09/2010

Hoje, dia 21/9/10, ocorreu mais um problema no Metrô-SP.

Com os ocorridos nos trens da CPTM, são doze em apenas dois meses.

O caos de hoje (clique aqui para ler matéria no T1), segundo o Governador do Estado de São Paulo, Alberto Goldman, foi causado por uma blusa que travou o fechamento de uma das portas, paralisando todo o sistema.

O governador disse que é estranho que isso tenha ocorrido e deixou no ar uma hipótese de sabotagem com fins eleitorais.

Vamos analisar os fatos de forma racional:

1. Será o sistema metroviário tão frágil e tão inseguro que é incapaz de reagir ao travamento de uma porta, levando à paralisação de todo o sistema, provocando a ira dos usuários com a consequente depredação dos veículos?

2. Se foi um ato de sabotagem – com fins eleitorais -, deve ter sido um fato único. Foi? A resposta é: não. Este foi o 12º incidente nos trens da CPTM e no Metrô-SP, em apenas dois meses.

3. É plausível que militantes de partidos de oposição ao atual governo estadual tenham conseguido realizar uma série de doze intervenções no sistema metroviário para prejudicar o candidato do governo de SP? Se for, é porque o sistema é muito vulnerável. Ou não?

4. Se forem considerados os incidentes registrados apenas de agosto a setembro deste ano, a média de problemas é de um a cada 3,6 dias. É crível que algum partido político tenha capacidade de gerar essa frequência de problemas?

5. Matéria do Uol relata cada um desses doze problemas e informa as causas de cada um deles (clique aqui): falha na alimentação de energia elétrica (vários); problemas de tração; falha em equipamento na estação Paraíso; invasão de caminhão na passagem de nível; problemas em portas; sinalização deficiente; raio no trilho.

Pelo visto há causas fortuitas e problemas relativos à gestão ineficiente para emergências quando o problema ocorre.

Em uma frase: não há planos de contingência!

Como consequência, cada vez que ocorre um problema, a CPTM e o Metrô-SP são incapazes de reagir para minimizar os danos e evitar o caos. É simples assim.

Falar em sabotagem com fins eleitorais é subestimar demais a nossa inteligência.

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Dilma Rousseff no Bom dia Brasil

setembro 21st, 2010 by mariafro
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Soninhafacts II: resposta tucana para o caos da Saúde paulista

setembro 21st, 2010 by mariafro
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Desta vez, vou deixar o blog dos amigos do Presidente Lula responder ao Soninhafacts.

Mas informo: eu concordo com a Soninha, afinal,  má administração coincide com o caos, seja ele no transporte público, na saúde, na educação, na segurança pública e, é preciso mais que impropérios no twitter para resolvê-los.

Serra provocou APAGÃO de remédios em SP

21/09/2010

no blog Os Amigos do Presidente Lula

Na propaganda eleitoral de José Serra (PSDB/SP) ele se apresenta como “muito competente” na área de medicamentos, mas seu governo no estado de São Paulo deixou de herança um APAGÃO no suprimento de remédios para a população.

Tanto Serra como Geraldo Alckmin (PSDB/SP) fazem propaganda de um programa estadual de distribuição de remédios públicos chamado “Dose Certa” como se fosse algo maravilhoso na tela da TV. Não é mais do que obrigação as unidades de saúde estaduais suprirem seus pacientes com remédios, mas nem a obrigação o governo paulista de Serra e Alckmin cumprem, e a população de São Paulo que depende do programa vive um APAGÃO de atrasos na entrega de remédios.

Farmácia Popular do Governo Federal salva a vida de hipertensos vítimas do APAGÃO de Serra e Alckmin

Na cidade de Presidente Venceslau a Divisão de Saúde da Prefeitura emitiu um comunicado à população na quinta-feira (16), esclarecendo sobre o APAGÃO de medicamentos do governo estadual, que compromete tratamentos de uso continuado, essenciais para o tratamento de problemas mais comuns como pressão alta, diabetes, saúde da mulher e saúde mental.

Entre estes medicamentos está o captopril 25mg, utilizado para o controle da pressão arterial. Atrasos na entrega pelo governo estadual comprometem o tratamento.

Como alternativa, a Divisão de Saúde avisa aos pacientes que o captopril pode ser comprado no Programa Farmácia Popular, criado pelo Governo Federal, onde o paciente pode se dirigir a qualquer farmácia cadastrada (inclusive da rede privada), em posse da receita médica e documento de CPF, adquirir o medicamento por um valor bastante acessível. Dependendo do laboratório, até mesmo a partir de R$ 1,00.

Pres. Prudente rompe com o Programa Dose Certa

A Secretaria de Saúde de Presidente Prudente anunciou em agosto, deixar de comprar medicamentos do Estado, por meio do Programa Dose Certa.

O município prefere receber o repasse federal de R$ 5,10 habitante/ano (sendo que metade do valor, até então, era repassado ao Estado, vindo somente a outra metade ao Fundo Municipal de Saúde), e repasse estadual de R$ 1,86 habitante/ano, e ele próprio licitar a compra dos medicamentos.

De acordo com a pasta, a desistência ocorre por dois motivos: o atraso na entrega dos remédios e o alto custo dos produtos.

O preço que pago pelo governo do Estado na cessão de alguns medicamentos é alto. Alguns municípios têm conseguido comprar por preços mais baratos do que é pago a FURP (Fundação para o Remédio Popular), que é a responsável em fornecer a medicação ao dose certa.

Em 2007, auditoria da CGU (Controladoria Geral da União) constatou que a FURP adquiriu o medicamento “Nistatina 100.000 UI / 4g – creme vaginal – bisnaga com 60 g”, provocando um rombo nos cofres públicos de 71,91% de superfaturamento.

O “Dose certa” tem atrasado as entregas, que são trimestrais, há mais de um ano, na cidade.

Dose INCERTA

Em Taboão da Serra, Embu das Artes e Itapecerica os remédios usados na atenção básica, além da medicação destinada à saúde mental e da mulher, estão sendo comprados pelas prefeituras, já que as entregas do Dose Certa, produzidos pela Fundação para o Remédio Popular (Furp), deu APAGÃO.

Por causa do atraso, a prefeitura do município de Embu teve que aumentar em 73% seu orçamento para o 2° trimestre deste ano na compra dos medicamentos em falta na rede municipal de Saúde.

Todas as secretarias municipais das cidades citadas reclamam da falta de comunicação do governo estadual, que segundo elas sequer informa uma previsão de normalização do repasse dos remédios.

“Estamos assumindo mais um custo… O nome do programa deveria ser Dose Incerta”, lamenta o secretário de Saúde de Taboão da Serra.

O problema se repete em praticamente todas as cidades do estado.

FURP diz que APAGÃO foi gerado por “modernização” de sistema

O governo demo-tucano paulista, através da FURP chegou a emitir nota, em julho, explicando que atraso ocorreu devido à “modernização” do sistema da Fundação.

Que modernização demo-tucana é essa onde, em vez de melhorar os serviços, provoca APAGÃO na entrega de remédios essenciais há mais de um ano?

Direção da FURP condenada por má fé

Outra desculpa foi a greve de funcionários. Mas a greve só ocorreu entre os dias 17 e 24 de junho de 2010, enquanto os atrasos vem de muito antes, nos trimestres anteriores.

Além disso, a greve só aconteceu por culpa da direção da FURP, que assinou acordo coletivo com os trabalhadores e não cumpriu os termos do acordo.

O governo estadual paulista e a Fundação para o Remédio Popular (FURP), laboratório farmacêutico estatal, foram condenados pela Justiça do Trabalho a pagar R$ 16 mil ao Sindicato dos Químicos de Guarulhos por litigância e má fé. Isto é, por alteração da realidade dos fatos na tentativa de induzir o Judiciário ao erro.

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