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Vaccarezza fica penalizado com a Chevron: Que dó, que dó da destruidora do meio ambiente

dezembro 15th, 2011 by mariafro
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Com uma esquerda estilo Vaccarezza quem precisa de Kátia Abreu, não é mesmo?

Minha pergunta é: Vaccarezza não poderia ao menos ter mantido a boca fechada? Ele vai pagar a multa pela Chevron? Quem quer saber a sua opinião? Se ficasse quieto  não causava tanta vergonha alheia ao PT e ao governo do PT, aos militantes do PT.

Vaccarezza critica multa contra a Chevron

Via Bol

15/12/2011

Brasília – O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), criticou o Ministério Público por ter solicitado à Justiça a aplicação de multa de R$ 20 bilhões à petroleira norte-americana Chevron pelo vazamento de petróleo. “É esquisito o Ministério Público cobrar R$ 20 bilhões de multa. Não é função do Ministério Público entrar no valor da multa”, disse Vaccarezza. “O promotor estudou (o vazamento)? Viu o estrago? As pessoas têm de ter razoabilidade”, continuou o líder governista.
Vaccarezza afirmou não considerar normal a multa e questionou se a empresa ganhou todo esse lucro durante o período em que trabalha no Brasil. “É como se uma pessoa tivesse de pagar R$ 1 bilhão ou R$ 50 milhões, porque bateu em um poste”, comparou.
O Ministério Público Federal de Campos, no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que a Chevron e a empresa Transocean paguem indenização de R$ 20 bilhões por danos ambientais e sociais causados pelo derramamento de óleo no Campo de Frade (Bacia de Campos) no mês passado. Segundo o MP, as empresas não foram capazes de controlar os danos causados pelo vazamento de cerca de 3 mil barris de petróleo e demoraram a fechar o poço.
Veja também aqui

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Guellwaar Adún: Cláudia Leitte e a síndrome das sinhazinhas baianas e brasileiras

dezembro 15th, 2011 by mariafro
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Artigo polêmico do meu amigo Guell que poucos entenderão, pois o filtro da ‘democracia racial’ cega muita gente.

O Caso NêgaLôra – Cláudia Leitte

Por: Guellwaar Adún, no Correio Nagô

12/12/2011

• Algumas situações me convencem de que todas as áreas do conhecimento deveriam incluir a semiótica em seus cursos.

Reparem o que vou dizer e vejam se estou completamente equivocado ou se ao menos ventilo outra possibilidade de encarar essa estratégia de marketing recorrente, entre muitos/as artistas brancos/as do mundo inteiro.

O racismo não se estrutura apenas economicamente. Ousaria dizer que o racismo se sustenta, sobretudo, semioticamente, e daí se retroalimenta em todos os outros campos da vida em sociedade, como um vírus mutante.

Por exemplo: A Sra. Milk, nessa campanha, não se apropria apenas de signos ou ícones da cultura Negra, à exemplo de indumentárias, musicalidades, danças e ritmos da mulher Negra brasileira. Seus publicitários foram muito mais competentes que isso. Nessa campanha, que evoca a ultrapassada e supostamente insustentável tese da democracia racial, a apresentam como a “Mulher Negra” em si; portanto, trata-se da constituição de um índice. Do ponto de vista simbólico isso é muita coisa. A Claudia Leite agora é a NêgaLôra da Bahia.

Me fez lembrar as novelas antigas citadas na Negação do Brasil de Joel Zito Araújo, o famoso Pai Thomás dentre tantos outros personagens negros que eram representados por atores brancos pintados de negros – desempregando os atores Negros. CL poderia ter aceitado o apelido de Negalora e continuado seu caminho. O xis da questão é que ela se fantasia de mulher negra e com isso ridiculariza o universo Negro feminino com seu deboche habitual.

A campanha é fantástica em termos de penetração, pois gera o que mais se busca ao se promover um produto: A propaganda e contra-propaganda espontânea. Lembram-se do famoso “Falem mal, mas falem de mim!” do velho Cabeça Branca?

Volto a dizer, do ponto vista publicitário essa peça é extraordinária, no entanto eticamente nasce encalacrada até o pescoço e talvez aí resida seu maior risco. Toda campanha publicitária opera no fio da navalha.

Ao mirar no público americano (sua meta atual), buscando legitimar sua ascendência em um batismo equivocado de Carlinhos Brown, evocando uma suposta identidade múltipla, travestindo-se de Nêgalôra, um exemplar grandiloqüente do hibridismo racial que ratifica o famoso “pode misturar” da baianidade momesca, talvez, involuntariamente, detone um canal de diálogo mais intenso sobre o camaleônico racismo brasileiro.

Meter o dedo nessa ferida racista é algo que nos interessa muito.

A compreensão de que esse genérico não carrega consigo as diversas interdições sofridas pela mulher Negra real, derruba várias máscaras. Acredito que é nessa brecha que devemos investir; na reafirmação da existência e persistência do crônico racismo brasileiro, suas transmutações e como o mesmo se constitui no cotidiano da mulher Negra brasileira.

A atitude do Brown não é menos inocente, pois revela o quanto nós, homens Negros, somos licenciosos e omissos em relação ao universo de nossas mulheres.

Dou seguimento à discussão me perguntando o que essa campanha tenta, ‘silenciomente’, dizer às nossas cantoras Negras, a exemplo de Gal do Beco, Graça Onaxilê, Juliana Ribeiro, Marcia Castro, Margareth Menezes, Mariella Santiago, Mariene de Castro, Will Carvalho dentre outras.

Não estaria CL dizendo simplesmente que pode ser o que ela quiser, até cantora Negra, se lhe der na telha? É a síndrome do “posso tudo” das sinhazinhas baianas e brasileiras.

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Até quando o PIG-mor (Globo, Folha, Estadão, Veja) ignorarão Privataria Tucana? A Band deu

dezembro 15th, 2011 by mariafro
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Carta Capital, a blogosfera de esquerda/progressista e as redes sociais ajudaram a vender  15 mil cópias do livro Privataria Tucana no dia do lançamento e uma semana depois, mesmo com cópia digital circulando na rede, a editora Geração Editorial promete 80 mil exemplares nas livrarias amanhã (16/12) com a segunda edição.

Afora livros didáticos que têm tiragens enormes e outros pouquíssimos livros que contam com uma publicidade gigantesca em programas de tvs e listas da Veja (muitos com vendagem fictícia para atrair incautos) vender 95 mil cópias de um livro em uma semana no Brasil é recorde absoluto especialmente porque é uma venda realizada com os grandes meios de comunicação não apenas ignorando o conteúdo do livro, mas também dando voz ao principal acusado de Privataria Tucana para detratar o autor das denúncias, que se ressalte: é um jornalista que já trabalhou em O Globo e detentor de vários prêmios Esso e Herzog (prêmios cobiçados por qualquer jornalista devido ao seu prestígio entre os profissionais da comunicação).

Faltando agora apenas 26 assinaturas para que seja aberta a CPI da Privataria Tucana, a Band resolveu falar a respeito.

“Em Brasília deputados pediram apoio para instalar uma comissão parlamentar de inquérito com a meta de investigar denúncias apresentadas no livro “Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Júnior.”

Enquanto isso, os demais veículos do PIG-mor continuam fingindo que se eles não falarem no tema a realidade não existe. Veja aqui print de busca pelo termo no G1 e abaixo buscas pela expressão Privataria Tucana com e sem aspas na Folha de São Paulo:

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Kassab faz negócio com foragido da Justiça e nos faz pagar 5 vezes mais por tablets

dezembro 15th, 2011 by mariafro
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No twitter Flávio Gomes indignado escreve:

[blackbirdpie url="https://twitter.com/#!/flaviogomes69/statuses/147136070339919872"]

Eu me pergunto como esta cria de Serra pode ganhar uma eleição!

SP vai pagar 5 vezes mais por tablet

Por DIEGO ZANCHETTA e RODRIGO BURGARELLI, Jornal da Tarde

14 de dezembro de 2011 | 23h26

A Prefeitura de São Paulo vai pagar um valor mais de cinco vezes maior pelo aluguel de 10.421 tablets para fiscais e profissionais de várias áreas do governo. Serão gastos R$ 138,9 milhões para alugar os equipamentos por três anos. Se o mesmo valor fosse usado para comprar os tablets mais caros do mercado, seria possível adquirir mais de 53 mil unidades.
Mesmo assim, a Prefeitura assinou contrato com a empresa e vai pagar quase R$ 14 mil por três anos de aluguel de cada tablet. O preço do modelo mais caro comercializado no Brasil, um iPad 2 com 64 gigabytes de memória e conexão 3G, é de R$ 2,6 mil, segundo o site da fabricante Apple – mais de cinco vezes menor do que será pago pela Prefeitura no aluguel.
Os aparelhos serão utilizados, por exemplo, pelos agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e por fiscais da Vigilância Sanitária, que agora poderão emitir recibo de auto de infração pelo aparelho.
O contrato já foi homologado pela Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município (Prodam) e os equipamentos deverão começar a ser entregues em cerca de 30 dias.
O tablet que será fornecido à administração, porém, deverá ser ainda mais barato do que o iPad, já que as especificações exigidas no edital são diferentes das do aparelho da Apple – ele deve ter entrada USB e funcionar com sistema operacional Windows, o que só é encontrado em aparelhos mais baratos.
Quatro mil aparelhos serão utilizados pelos agentes da CET, que também terão impressoras portáteis (7 mil delas foram alugadas, por R$ 74 milhões) para imprimir multas no momento da aplicação da penalidade.
As outras unidades vão para órgãos como a Secretaria Municipal de Saúde, de Parceria, de Esportes, de Assistência Social e para a própria Prodam.
O governo argumenta que o uso dos tablets vai agilizar o serviço de fiscais que aplicam multas de posturas, como as infrações à lei do silêncio. O contrato prevê assistência técnica 24 horas e substituição em caso de mau funcionamento ou quebra por acidente.
Outro problema envolve a empresa que vai fornecer os computadores à Prefeitura de São Paulo, a Neel Brasil. O proprietário, Carlos Alberto Zafred Marcelino, é foragido da Justiça.
Ele é acusado de envolvimento na fraude da inspeção veicular denunciada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte.
Marcelino é também sócio do consórcio que ganhou a licitação da inspeção naquele Estado. Segundo a Promotoria, há provas de que ele “participou ativamente da fraude à concorrência” direcionando o edital.
Ele também teria agido em conjunto com o lobista Alcides Fernandes Barbosa para impedir que a Controlar – cujo contrato de inspeção veicular em São Paulo também está sendo questionado na Justiça – participasse da licitação no Rio Grande do Norte.
Por causa dessas acusações, a Justiça daquele Estado expediu mandado de prisão preventiva contra Marcelino, que ainda não apareceu.

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