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Jô Soares: À direita, o melhor comunicador dos tucanos.

agosto 5th, 2009 by mariafro
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Acho que nunca havia publicado um texto do PHA aqui no blog.

Mas esse texto merece ser reproduzido, pois é exemplar do que ocorreu hoje no programa do Jô. Em um dado momento do último ou penúltimo bloco José Serra depois de ser aprsentado cantando junto a Dominguinhos (numa reedição da Buchada de Bode de FHC),  afirmou” eu NÃO sou tão bom governador como cantore o genial @iavelar do Biscoito Fino completou: “Agora imagine.”

O ato falho de Serra foi a única coisa verdadeira ocorrida em um programa que primou pela chatice, pelo pedantismo, pelas inúmeras contradições de um governador que com suas políticas desastrosas vem arruinando ano a ano a educação, a saúde, o direito de ir e vir dos paulistanos. Serra e seu blá-blá-blá sem chegar a lugar nenhum, consegue apenas ser #boring e amealhar antipatia crescente.

Deleitem-se com o irônico PHA, mas muito próximo da verdade:

O preconceito por trás da idéia de que os tucanos não se “comunicam”

Por Paulo Henrique Amorim

14/junho/2009 7:49

À direita, o melhor comunicador dos tucanos. (Por que o da esquerda não mostra as gengivas ?)

. Zé Pedágio, o Eterno Futuro Presidente, já defendeu essa idéia.

. A matriz é o Farol de Alexandria, aquele que iluminava a Antiguidade e desapareceu num terremoto.

. Qual é a idéia ?

. Os tucanos (especialmente os de São Paulo (*)) são os melhores, os mais bem preparados, os que leram os livros certos, os que sabem das coisas, os que usam a roupa certa, que falam francês, que sabem usar os talheres, que são cheirosos.

. Eles são os “engomados”, como se dizia no México, os “engenheiros”, ou, hoje, os “economistas”.

. Eles é que são competentes.

. Como Serra, que se diz “economista competente”, embora não seja nem um nem outro.

. No Governo, eles são de uma eficiência sem igual.

. O problema é que, às vezes, o povo não percebe isso.

. De quem é a culpa ?

. Primeiro, do povo, uns ignorantes: mas os tucanos (especialmente os de São Paulo (*)) não podem dizer isso em voz alta.

. Então, eles dizem, num gesto de invulgar humildade,  que a culpa é deles mesmos, que não sabem se “comunicar”.

. O mesmo raciocínio se completa com a idéia de que Lula sabe se “comunicar”.

. E que é por isso que ele ganha as eleições (passadas e futuras).

. Simplesmente, porque ele sabe se “comunicar”.

. Porque ele fala ao povo ignorante, que não percebe as virtudes incomparáveis dos tucanos.

. É esse pessoal do Bolsa Família, do aumento real do salário mínimo, do Pro-Uni, do Crédito Consignado, do Minha Casa, Minha Vida, do Luz para Todos – os beneficiários do assistencialismo populista, entregue por um “comunicador” excepcional.

. Essa a desvantagem dos tucanos – eles dizem.

. O “outro” se “comunica”.

. Qual é o preconceito atrás disso ?

. Primeiro, o Lula não tem mensagem, só tem meio.

. Não tem conteúdo, só tem forma.

. E os tucanos paulistas, prenhes de idéias e conteúdo genial não conseguem botar tudo isso para fora, porque não se comunicam, porque não são populistas, demagogos – como o “outro”.

. O segundo preconceito atrás dessa idéia é que o povo é um conjunto de néscios, que não sabe distinguir seus interesses ou quem os defenda.

. E vai na lábia, no trololó do “comunicador”.
¦lt;br /> . O povo é otário.

. Ou, como dizia o pai de Zé Pedágio e do Farol, o Brigadeiro Eduardo Gomes, outro Eterno Futuro Presidente: são uns “marmiteiros”.

.  Vamos supor, amigo navegante, que os tucanos se “comuniquem” e as idéias do partido sejam “comunicadas” por Jô Soares, Ana Maria Braga, Regina Duarte,  Miriam Leitão, William Bonner e Waack, Lucia Hippolito – os mestres da “comunicação”.

. Em lugar das olheiras e das gengivas intermináveis do Zé Pedágio, as olheiras do William Waack.

. Em lugar dos períodos longos e insondáveis do Farol de Alexandria, o português escorreito e direto da Miriam Leitão.

. Qual seria o resultado ?

. Nenhum.

. Sabe por que, amigo navegante ?

. O problema dos tucanos não é a “comunicação”, a forma.

. O problema deles é o conteúdo.

. Porque os tucanos não tem uma única idéia a “comunicar”.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em São Paulo, a elite branca – que alugou a barriga dos tucanos – é também separatista.

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Lula da Silva: "Hoy somos nosotros los que decimos al FMI lo que hay que hacer"

agosto 5th, 2009 by mariafro
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Quem diria que ouviríamos um presidente da República poder encher a boca e dizer: “Brasil no sólo no pide apoyo financiero sino que presta 10.000 millones de dólares a la institución” (Lula)

ELPAÍS.com / EFE 04/08/2009

El presidente de Brasil defiende su independencia frente a la institución, que ha pasado de prestar dinero a la economía brasileña a recibir un préstamo de 10.000 millones

El presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, ha afirmado este martes que ahora es Brasil el que le dice al Fondo lo que tiene que hacer y no lo contrario. “Ahora pasamos a ser escuchados. Hoy somos nosotros los que estamos diciendo lo que el Fondo Monetario Internacional (FMI) tiene que hacer y no lo contrario, como siempre ocurría”, afirmó el jefe de Estado de Brasil en una columna en la que responde cartas de lectores de diarios brasileños.

Lula: “Brasil no sólo no pide apoyo financiero sino que presta 10.000 millones de dólares a la institución”

Lula, que ya expresó su deseo de independencia respecto a esta institución en una entrevista a EL PAÍS en octubre , se ha reafirmado en estas posturas después de que fuese su país, y no al revés como ha ocurrido hasta ahora, el que hiciese un préstamo al FMI. El gobernante brasileño se refiere al préstamo por 10.000 millones de dólares que Brasil le hizo este año al Fondo Monetario Internacional (FMI) al responder a la carta de un economista sobre la conveniencia del país de estar prestándole dinero al organismo.

“Mientras que los otros países aún se debaten con la crisis, nosotros estamos saliendo de ella fortalecidos, en condiciones ventajosas, con mayor poder de negociación en las relaciones diplomáticas y comerciales”, afirma Lula en la columna El presidente responde.

Según el gobernante, que reconoció que como líder de la oposición siempre fue crítico con la presencia del FMI en Brasil, durante mucho tiempo Brasil fue deudor del Fondo y siempre obedeció, “como un niño bien comportado”, las órdenes de los técnicos del organismo. “Ahora, por primera vez desde la Segunda Guerra Mundial y en medio de una grave crisis económica, Brasil no sólo no pide apoyo financiero sino que presta 10.000 millones de dólares a la institución”, afirmó. Siempre dijimos que fuimos el último país en sufrir la crisis y que seríamos el primero en superarla. Hoy incluso los que preveían lo peor están reconociendo que teníamos razón”, ha afirmado triunfalmente.

Brasil, que ya arremetió a través de la ministra Dilma Rousseff contra el FMI cuando publicó su informe sobre Brasil, forma parte del BRIC, el grupo de los principales países emergentes junto con Rusia, India y China.

Luiz Inácio Lula Da Silva

Lula da Silva Nacimiento:27-10-1945

Lugar:Garanhuns

Brasil

Brasil: Capital: Brasilia.

Gobierno:República Federal.
Población:191,908,598 (2008)

<!–Enlace Ver cobertura completa

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Eduardo Castro: Fogo na TV Brasil

agosto 5th, 2009 by mariafro
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Eu tive de roubar este artigo do blog do @emerluis: Nas retinas e por falar neste excelente blog, vá lá para ler outro artigo imperdível: A folha faz cada editorial de Aziz Filho.

Por: Eduardo Castro

05/08/2009

Orra, meu. Fogo na TV Brasil de novo, vindo dos jornalões paulistanos. É engraçado: paulistano que sou, sei bem que nós achamos que o que não é feito em ou pensando em São Paulo: a) é uma porcaria, b) não existe, ou c) não deveria existir. No caso de uma TV, isso fica ainda mais forte, porque o IBOPE que interessa para o mercado publicitário – e consequentemente, é divulgado – é só o de São Paulo. Também sei, por trabalhar aqui, que a TV Brasil tenta entrar pra valer em São Paulo desde antes de existir, mas simplesmente não conseguiu, até agora, ir além do cabo e do digital – e nenhum diligente defensor do dinheiro público nunca bateu na Anatel ou no Ministério das Comunicações para saber porque é tão complicado, caro e demorado abrir um canal analógico em São Paulo.

Também ninguém vai lá na emissora pública paulista, a TV Cultura – tão pertinho, né? – para perguntar porque ela é uma das poucas TVs educativas do país a não transmitir ao menos um telejornal da TV Brasil. Uma outra é a TVE do Rio Grande do Sul. A Rede Minas transmite. A TVE de Alagoas também, assim como a do Paraná, da Bahia, de Sergipe, do Piauí, do Ceará, do Espírito Santo, Pará…

Se a população do resto do país pode ou não ter o seu canal de TV – com os mesmos valores da programação da TV Cultura paulista, se o governo interfere ou não na linha editorial, se o cidadão deve ter o direito de ser tratado como tal ao sentar-se na frente do televisor – ou se deve apenas ser contabilizado e ser revendido em bloco aos anunciantes – sobre tudo isso, cada um tem o direito de dar sua opinião – mesmo que os fatos desmintam a tese. Mas vamos – orra, meu – disponibilizar todas as informações, para que cada um forme o seu juízo.

O mesmo vale para o tão repetido “fracasso de audiência”. Damos, no telejornal Repórter Brasil Noite, perto de 1 ponto de média, diariamente, só no Rio de Janeiro. Isso soma mais de 250 mil espectadores – repito, só na TV aberta do Rio de Janeiro. Nessa conta não entram cabo, parabólicas e, principalmente, telespectadores das emissoras educativas que retransmitem – e participam, diga-se também – do nosso telejornal. Tem dia que é mais gente, tem dia que é menos – depende dos caminhos das índias, fazendas e esquadrões da moda, porque o Repórter Brasil entra no ar às nove da noite, bem quando começam os arrasa-quarteirão das emissoras comerciais. Mas, só no Rio, tv aberta, são entre 250 e 300 mil telespectadores pelo menos.

Nunca vi – porque não existe – uma pesquisa de audiência que, nesse horário, reuna as audiências da TV aberta e fechada, parabólicas e, principalmente, emissoras educativas estaduais. Às vezes alguém mede um desses aspectos. E surgem coisas estranhas. Exemplos: no carnaval deste ano, a TVE da Bahia deu entre 3 e 4 pontos de média ao apresentar o Repórter Brasil da Sexta-Feira Gorda à Quarta-Feira de Cinzas. No dia da final do Campeonato Sergipano da Futebol deste ano, a Aperipê TV transmitiu sozinha e ganhou de todas as outras, com média de 27 pontos. Detalhe: foi numa quarta-feira à noite, saindo do Repórter Brasil e passando por cima das novelas. No Pará foi algo na mesma linha. No 7 de Setembro do ano passado, a TV BRasil teve o segundo lugar de audiência (7 pontos de média) em Brasília, transmitindo Desfile Cívico. O primeiro lugar foi a Fórmula Um. Emissoras públicas, de vez em quando, dando audiência… e vale lembrar: tv pública não monta grade pensando em dar audiência. Mas monta a grade pensando. E não foge de audiência não.

200 mil telespectadores em dia ruim (segundo os critérios do IBOPE, não os de conteúdo – que fique claro), só no Rio… para uma emissora de TV ainda é pouco. Mas vamos comparar com o “jornalões”. Eles imprimem – não necessariamente vendem – quase isso. Folha 296 mil exemplares. O Globo, 260 mil. Estadão, 215 mil. Mas há uma diferença que eles não citam. Em dezembro de 2007, a audiência do primeiro Repórter Brasil foi de 30 mil pessoas no Rio. No começo dos anos 2000, a Folha sozinha tirava um milhão de exemplares diários. As setas apontam nas direções opostas.

Mas voltando, meu. Privar o telespectador paulista de ver a TV Brasil é responsabilidade compartilhada. Até porque ele a financia com seus impostos, como qualquer outro. Mas não por acaso, é nos jornais paulistas que surgem as críticas mais fortes, frequentes e cheias de sabedoria. Não viram, e, por isso não gostaram. “Cabide de emprego”, bradam. Pois você sabe quem está na TV Brasil? Vou citar alguns dos não-concursados que nos ajudam de um modo ou outro – alguns ainda não estrearam. Aliás, a EBC é bem mais que a TV Brasil: tem Canal Integración, NBR, Agência Brasil, Rádio Nacional Rio, Rádio Nacional Brasília, Rádio Nacional da Amazônia, Rádio MEC AM, Rádio MEC FM… e a maioria dos funcionários é concursada. Coisa que você talvez também não soubesse.

Alberto Dines, Anselmo Gois, Milton Coelho da Graça, Vera Barroso, Lúcia Leme, Helena Chagas, Tereza Cruvinel, Arnaldo César, Aziz Filho, Vinícius Doria, Monica Gugliano, Lincoln Macário, Luciana Barreto, Florestan Fernades Jr., Luciano Delion, Márcia Dutra, Cláudio Bojunga, Alberto Léo, Sérgio Maurício, Sérgio du Bocage, Roberto Dávila, Luis Carlos Azenha, Mariana Kotscho, Leda Nagle, Luis Nassif, Luis Carlos Azedo – só os mais conhecidos. Gente com anos de experiência em inúmeros veículos de comunicação. Gente com as mais variadas matizes e pensamenos políticos. Caso você não conheça algum dos nomes, assim de cara, vá lá no Google. Você vai achar referências sobre o trabalho, os prêmios, as idéias de todos e qualquer um deles. Ah! Já adianto que poucos fizerram carreira em São Paulo. Orra…

Eduardo Castro* é Gerente Executivo de Jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação. É palmeirense, nasceu no Hospital Nove de Julho, cresceu no Cambuci, formou-se na Cásper Líbero e trabalhou 13 anos na Rede Bandeirantes de Rádio e TV, meu.

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Fátima de Oliveira: Sarney- Há gente que perde a chance de morrer velho honrado

agosto 4th, 2009 by mariafro
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Da encarnação do verme à partida do verme encarnado

Por Fátima de Oliveira*

Meu avô Braulino dizia que só aspirava morrer honrado. Fascinada, acreditava que era um desejo da sabedoria da velhice. Engano. Há gente que perde a chance de morrer velho honrado! Não é meu estilo chutar metamorfoses ambulantes nauseabundas, como o patriarca que arriscou a maquiada biografia por um ar de honradez para seu infecto clã, mas seria covardia calar.

Em “O Sermão do bom ladrão”, o padre Antônio Vieira diz: “os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos”. Vieira profetizou que o clã Sarney surgiria na política: “No Maranhão, a corte da mentira. O galante apólogo do diabo. O M de Maranhão. No Maranhão até o sol e os céus mentem”.

Matutei sobre o que diria Glauber Rocha do tempo perdido com “Maranhão 66” – documentário épico da posse de Sarney governador -, que hoje, em maranhês, é um bogue (murro) em nossa cara. Ele tudo fez para desmerecer ter sido eternizado numa obra de arte glauberiana. Ardem em praça pública as maracutaias do clã que se locupleta nas tetas do Estado há quase meio século. Se interessa às elites fritar seu Dom Bigodom, pois que cantem as “incelenças”. Não vou gastar meu latim com teorias conspiratórias contra a governabilidade. Não creio nelas. E la nave va…

Em “Sucessão no Senado – De pé pelo Brasil”, Ricardo Noblat erra em futurologia e acerta na dimensão da gula afrodisíaca do poder em busca da impunidade: “Acordou, Sarney? Pelo que o conheço, você não deve ter dormido direito. Eu também não. Fui deitar depois das 4h e aqui estou a aborrecê-lo. Imagino você, que tenta ser presidente do Senado pela terceira vez, dos anos 1990 para cá. Vai, levanta da cama, pede o café e os jornais (…).

Hoje será seu grande dia, Sarney – para o bem ou para o mal. (…) Passará os próximos dois anos pontificando do alto da cadeira que acomodou nádegas ilustres, ainda na época do Império. Se quiser, ainda terá a chance de renovar o mandato por mais dois anos. Estará na foto oficial da posse do futuro presidente da República, seja ele quem for. E o coitado ainda será forçado a comer direitinho em sua mão (…)

Por que arriscar a saúde e a biografia depois dos 78 anos de idade? Não me diga que seus videntes de confiança, embalados pelo toque eletrizante dos tambores de Codó, ainda insistem em vaticinar que você será presidente da República mais uma vez? Cadê a férrea disposição manifestada no ano passado de se dedicar mais à literatura, às suas memórias, à dona Marly, aos filhos e aos netos? Você sempre foi um pai de família amoroso, mas ausente. A política é monogâmica. Ela não compartilha a cama com mais ninguém. Pense a respeito, homem. E não me queira mal” (Noblat, 2.2.09).

Pense numa podridão! É o reino do Senado. Em menos de uma década, três presidentes – ACM (2001), Jader (2001) e Renan (2007) – renunciaram. E agora, José? Segundo Vieira, são dois os mistérios: o dia da Encarnação do Verbo e o dia da partida do mesmo Verbo Encarnado… Dom Bigodom, o mago do mimetismo – do apoio à ditadura aos palcos da transição democrática – ousa falar em tortura moral?

“E la nave va”, genial bizarrice de Fellini (1983), é a viagem-funeral do luxuoso navio Glória N. com as cinzas da cantora de ópera Tetua Edmea para a ilha de Erina, onde nasceu. Há semelhança com a eleição-funeral do Senado?

Duke

Publicado em: Jornal O Tempo 04/08/2009

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