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Goiás: político tucano recorre a discurso homofóbico para desqualificar adversário petista e defender Perillo

maio 12th, 2013 by mariafro
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Por indicação de @pequicomgueroba reproduzo matéria do Diário de goiás.

Muita vergonha alheia deste senhor Túlio Isac: o nível de desonestidade de seu discurso político é perillico waterfall.

Decoro parlamentar é figura decorativa em Legislativos formados por Bolsonaros, Isacs, Felicianos…

Diário de Goiás
10/05/2013

“O que o senhor tem pelo governador é amor, o senhor está apaixonado por ele”. Com esta frase, o deputado Túlio Isac (PSDB) dirigiu-se ao deputado Mauro Rubem (PT) para responder a críticas do petista ao governador Marconi Perillo (PSDB).

Túlio é um árduo defensor do governador Marconi Perillo e vai ao limite para exercer o ofício. Inclusive, com ironias e insinuações sobre homossexualidade contra o deputado petista.

“O Senhor poderá  ajudar o governador nas ações sociais do Palácio, sendo, quem sabe presidente da OVG”, afirmou Túlio Isac, sugerindo que o deputado petista deveria se unir ao governador Perillo.

“O Senhor está, a cada dia que passa, mais abichornado, triste, com raiva, com ódio”,  atacou Túlio Isac.

O estilo “pícaro” de Túlio Isac já é conhecido.

E como o deputado faz isso e não acontece nada, fica por isso mesmo.

ENTENDA A PALAVRA:

Segundo o dicionário online Houaiss, o significado de Abichornar é o seguinte:
Abichornado
-adjetivo ( 1899) B S.

- que se abichornou

  1. 1 que se tornou abafado, sufocante; abochornado
  2. 2 que se tornou abatido, desanimado
  3. 3 que se vexou ou envergonhou
  4. 4 que se acovardou ou intimidou

Etimologia part. de abichornar

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Oldack Miranda: “Entrei para a estatística dos blogueiros perseguidos”

maio 12th, 2013 by mariafro
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 “Entrei para a estatística dos blogueiros perseguidos”

Por: Oldack Miranda em seu blog: Bahia de Fato, via Facebook

11/05/2013

Vou “compartilhar” o fato. Este blogueiro, jornalista e esforçado comunicador, acaba de receber uma intimação para comparecer à 16ª Delegacia Territorial, localizada à avenida Prof. Magalhães Neto,, nº 20, Pituba (ponto de referência: ao lado da Faculdade Castro Alves). Pela intimação, terei que comparecer lá dia 20 de maio, às 10h30. A intimação explica a finalidade: “Prestar declarações”. Trata-se, segundo o documento, de uma “ocorrência policial”. Não consegui decifrar o nome do delegado ou autoridade que assina a intimação.

Quebrei a cabeça para descobrir de antemão do que se trata. Não briguei, não assaltei, não bati o carro, não bebo, não fumo. Sequer me envolvi em qualquer bate-boca. Mas, não há engano: A intimação é igualzinha à que o meu amigo jornalista Emiliano José também recebeu. Tudo igual, data, hora, delegacia, e a lacônica finalidade: “prestar declarações”. Matei a charada. O pastor Átila Brandão, bispo da Igreja Batista Caminho das Árvores, acusado de torturar o professor Renato Afonso de Carvalho nos anos de chumbo, resolveu ampliar a perseguição. Prestou queixa-crime contra Emiliano José e convenceu um delegado a me intimar para “prestar declarações”.

Meu blog Bahia de Fato e meu facebook deve estar incomodando. Tenho divulgado todos os documentos e notícias sobre o caso Átila Brandão versus Emiliano José. O jornalista Emiliano José assinou reportagem no jornal A Tarde e no site da revista CartaCapital, com depoimentos de D. Yaiá, mãe do professor Renato Afonso e do próprio Renato Afonso. Os dois depoimentos, bem documentados, gravados, denunciam o ex-policial da Polícia Militar, Átila Brandão, como torturador do então militante que combatia a ditadura militar, Renato Afonso.

DECIDI COMPARTILHAR COM OS BLOGUEIROS: DEVO COMPARECER À DELEGACIA?

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CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – LANÇAMENTO DO LIVRO “DEZ ANOS DE GOVERNOS PÓS-NEOLIBERAIS NO BRASIL: LULA E DILMA”, DE EMIR SADER

maio 12th, 2013 by mariafro
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Sugestão: Leila Farkas

Debate com Lula marca lançamento de livro de Emir Sader no CCSP

Confira a entrevista com organizador de “ Dez Anos de Governos Pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma”

Por Gabriel Fabri, Portal PMSP, via Facebook


CENTRO CULTURAL SÃO PAULO - LANÇAMENTO DO LIVRO "DEZ ANOS DE GOVERNOS PÓS-NEOLIBERAIS NO BRASIL: LULA E DILMA", DE EMIR SADER Debate com Lula marca lançamento de livro de Emir Sader no CCSP Confira a entrevista com organizador de “ Dez Anos de Governos Pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma" Por Gabriel Fabri A noite do dia 13 promete ser um momento especial para reflexão. O Centro Cultural São Paulo (CCSP) recebe o ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva para um debate à respeito dos dez anos de governos petistas no Brasil. A data marca o lançamento do livro “Dez Anos de Governos Pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma” (Boitempo Editorial), que reúne análises de 21 teóricos sobre o período em questão, incluindo os três que participarão, ao lado de Lula, do evento: a filósofa Marilena Chauí, o economista Marcio Pochmann e o cientista político Emir Sader, organizador da obra. O debate está previsto para começar às 19h (senhas serão distribuidas uma hora antes) e será aberto ao público geral. Os temas abordados no livro incluem cultura, direitos humanos, meio ambiente, política externa, desenvolvimentismo, educação e comunicação, entre outros. Chauí assina o texto “Uma nova classe trabalhadora”, Porchmann fala sobre políticas sociais e Emir, além de desenvolver a ideia de pós-neoliberalismo, realiza uma entrevista com o Presidente Lula de balanço do novo governo, junto com Pablo Gentili. A partir da segunda quinzena de maio, a obra será disponibilizada gratuitamente na internet. Sader conversou com o SP Cultura sobre o livro e expôs um pouco da sua opinião em relação ao período de oito anos de governo Lula e dois de Dilma. Confira abaixo:  SP CULTURA - Como surgiu a ideia de organizar essa obra?  EMIR SADER - O Brasil mudou muito e mudou para melhor nos últimos dez anos, todavia não houve uma teorização mais acabada a respeito do caráter transformador, das vias que a transformação assumiu, do que foi, do que não foi e do que deve ser feito. Aproveitando essa data redonda, selecionamos um conjunto de autores, especialistas em seus campos, para dar conta tanto da ideia do que mudou no mundo, como na América Latina e no Brasil, em aspectos políticos, econômicos e sociais.  SP CULTURA - Qual a importância de se refletir sobre os últimos dez anos nesse momento?  EMIR SADER - É importante não somente para sinalizar as mudanças que aconteceram, mas, principalmente, para desembocar os obstáculos e dificuldades e poder ter uma reflexão mais consciente dos problemas. Tudo indica que terá, pelo menos, uma segunda década pós-neoliberal, então é preciso ajudar a reflexão para encarar as dificuldades que teremos pela frente.  SP CULTURA - Qual mudança dos últimos dez anos você considera mais significativa? Em quais aspectos os governos deixaram a desejar?  EMIR SADER -A diminuição da miséria, da pobreza e da desigualdade foi o maior avanço. Faltou aprovar uma política de democratização dos meios de comunicação e aprofundar a reforma agrária.  SP CULTURA - O livro chama os dez anos de governos do PT de “pós-neoliberais”. Em sua opinião, o neoliberalismo foi superado ou existem resquícios dessa política econômica que Lula e Dilma não foram capazes de superar?  EMIR SADER - O neoliberalismo está em processo de ser superado, pois o Estado voltou a ter papel ativo em toda a economia e nos direitos sociais. A centralidade deixou de ser do mercado, não estando mais nas políticas fiscais, e sim nas sociais. Na política externa, a prioridade é o processo de integração regional, tanto na América Latina quanto no intercâmbio sul-sul.  SP CULTURA - Qual a importância do ex-Presidente Lula para o Brasil?  EMIR SADER - O Lula foi o protagonista e a cabeça desse processo de transformação social do Brasil, país que foi conhecido como o mais desigual, do continente mais desigual. Realizei com ele uma longa entrevista para o livro de balanço do governo. SERVIÇO Centro Cultural São Paulo (CCSP) - Centro Cultural São Paulo Rua Vergueiro, 1000. Paraíso. Centro.  Tel. 3397-4002   13/05, 2ª. às 19h00.   Fonte: Portal PMSP

 

SERVIÇO
Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000. Paraíso. Centro. Tel. 3397-4002
13/05, 2ª. às 19h00.

A noite do dia 13 promete ser um momento especial para reflexão. O Centro Cultural São Paulo (CCSP) recebe o ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva para um debate à respeito dos dez anos de governos petistas no Brasil. A data marca o lançamento do livro “Dez Anos de Governos Pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma” (Boitempo Editorial), que reúne análises de 21 teóricos sobre o período em questão, incluindo os três que participarão, ao lado de Lula, do evento: a filósofa Marilena Chauí, o economista Marcio Pochmann e o cientista político Emir Sader, organizador da obra. O debate está previsto para começar às 19h (senhas serão distribuídas uma hora antes) e será aberto ao público geral.

Os temas abordados no livro incluem cultura, direitos humanos, meio ambiente, política externa, desenvolvimentismo, educação e comunicação, entre outros. Chauí assina o texto “Uma nova classe trabalhadora”, Porchmann fala sobre políticas sociais e Emir, além de desenvolver a ideia de pós-neoliberalismo, realiza uma entrevista com o Presidente Lula de balanço do novo governo, junto com Pablo Gentili. A partir da segunda quinzena de maio, a obra será disponibilizada gratuitamente na internet.

Sader conversou com o SP Cultura sobre o livro e expôs um pouco da sua opinião em relação ao período de oito anos de governo Lula e dois de Dilma. Confira abaixo:

SP CULTURA – Como surgiu a ideia de organizar essa obra?
EMIR SADER – O Brasil mudou muito e mudou para melhor nos últimos dez anos, todavia não houve uma teorização mais acabada a respeito do caráter transformador, das vias que a transformação assumiu, do que foi, do que não foi e do que deve ser feito. Aproveitando essa data redonda, selecionamos um conjunto de autores, especialistas em seus campos, para dar conta tanto da ideia do que mudou no mundo, como na América Latina e no Brasil, em aspectos políticos, econômicos e sociais.

SP CULTURA – Qual a importância de se refletir sobre os últimos dez anos nesse momento?
EMIR SADER – É importante não somente para sinalizar as mudanças que aconteceram, mas, principalmente, para desembocar os obstáculos e dificuldades e poder ter uma reflexão mais consciente dos problemas. Tudo indica que terá, pelo menos, uma segunda década pós-neoliberal, então é preciso ajudar a reflexão para encarar as dificuldades que teremos pela frente.

SP CULTURA – Qual mudança dos últimos dez anos você considera mais significativa? Em quais aspectos os governos deixaram a desejar?
EMIR SADER -A diminuição da miséria, da pobreza e da desigualdade foi o maior avanço. Faltou aprovar uma política de democratização dos meios de comunicação e aprofundar a reforma agrária.

SP CULTURA – O livro chama os dez anos de governos do PT de “pós-neoliberais”. Em sua opinião, o neoliberalismo foi superado ou existem resquícios dessa política econômica que Lula e Dilma não foram capazes de superar?
EMIR SADER – O neoliberalismo está em processo de ser superado, pois o Estado voltou a ter papel ativo em toda a economia e nos direitos sociais. A centralidade deixou de ser do mercado, não estando mais nas políticas fiscais, e sim nas sociais. Na política externa, a prioridade é o processo de integração regional, tanto na América Latina quanto no intercâmbio sul-sul.

SP CULTURA – Qual a importância do ex-Presidente Lula para o Brasil?
EMIR SADER – O Lula foi o protagonista e a cabeça desse processo de transformação social do Brasil, país que foi conhecido como o mais desigual, do continente mais desigual. Realizei com ele uma longa entrevista para o livro de balanço do governo.

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Feira especializada e propaganda de rifles para crianças nos Estados Unidos: como se forma um país de assassinos

maio 11th, 2013 by mariafro
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Impossível não se estarrecer com a banalização da barbárie promovida por esses caras. Não aprenderam nada com Columbine, com Virginia Tech, com Sandy Hook e tantos outros massacres de crianças e adolescentes. “País da liberdade”? Que liberdade existe em um país onde se ensina crianças a brincar com a vida e a morte dessa maneira tão absurda? Os Estados Unidos criou essa sociedade de malucos, reféns do próprio pânico social, todos escondidos atrás dos seus rifles e das suas armas. Uma sociedade doente.

E digo mais: não vai faltar o reacionário brasileiro, defensor ferrenho da redução da maioridade penal, que ao ver isso aqui vai achar é ótimo, exemplo de cidadania. Estamos importando o pior que existe por lá, infelizmente.

Feira da bala: lobby pró-armas nos EUA junta Sarah Palin e pistola para crianças

Convenção da célebre NRA, a Associação Nacional do Rifle, reuniu milhares de portadores de armas no Texas

Por Federico Mastrogiovanni, em Opera Mundi

Uma jovem de cabelos claros segura um fuzil Beretta como se fosse uma guitarra. Está excitadíssima. Ela o aponta em direção a uma parede, que traz uma foto gigante de uma selva. Talvez imagine que ali estejam escondidos leões selvagens, tigres ou até mesmo perigosos terroristas. Nas mãos, uma Ruger 1022 roxa, “fun gun”, presente da mãe. Rose, que só tem 15 anos, posa para uma foto, enquanto finge que vai disparar. Um homem observa, rindo e orgulhoso, para em seguida dedicar o olhar ao próprio filho adolescente, que segura uma Uzi. Ele fala para o menino: “eu tinha prometido, ela agora é sua.”


Criança testa arma, acompanhada pela mãe, na convenção da NRA em Houston (Texas)/Federico Mastrogiovanni

Centenas de canos apontam simultaneamente para o teto no primeiro dia da 142ª edição da Convenção da Associação Nacional do Rifle (NRA na sigla em inglês), em Houston, Estado do Texas. Na semana passada, se respirava nos pavilhões um ar de festa, de feira popular, mas o que se via eram milhares de armas – e de aficionados por elas.

Um sujeito explica como posicionar os pés para disparar contra um criminoso. “Sou um ex-militar”, diz, firme, empunhando sua Glock em frente a um pequeno e atento público. “E posso dizer que é fundamental manter a posição exata dos pés, pernas e costas”. A maioria, formada por jovens, o escuta fascinada. De fato, o ambiente na convenção da NRA é familiar, com pais e filhos – quase todos brancos – passeando pelos corredores do evento como se estivessem em um passeio de domingo.

Perto dali, Sandy segura um pequeno fuzil Rascal. Aponta para o teto, concentrada. Fecha um olho. Respira. Dispara. Recarrega. O trabuco é rosa, pequeno, parece um brinquedo. Tem a coronha de plástico, mas o cano é de metal preto. Sandy sorri. Aos quatro anos, ela e o pai, Eric, estão escolhendo seu primeiro fuzil. Faltam poucos meses para o aniversário e, consequentemente, para poder levar o “presente” para casa.

Eric conta que se sente contente por poder dar à filha um fuzil de tão boa qualidade, pagando apenas 180 dólares. Mas a menina não é um pouco pequena para ter uma arma? “Claro que não. Eu vou ensiná-la a usar. Estarei sempre presente. E, além disso, esses fuzis são feitos sob medida. Foram pensados para crianças. Parecem brinquedos, mas têm balas calibre 22”, explica Eric, em detalhes.

Um fuzil exatamente como o de Sandy provocou uma tragédia em 30 de abril, no condado de Cumberland, Estado de Kentucky. No dia, um menino de cinco anos disparou por acidente na irmãzinha de dois, matando-a. A arma tinha sido dada de presente um ano antes. Eric continua: “É importante que seja eu quem a ensine a disparar. O que os estrangeiros não entendem é que não é através da proibição que se evitam as tragédias, e sim pela educação. É necessário ensinar as crianças a disparar com segurança e transmitir valores justos”.

No terceiro andar acontecem conferências e seminários. Em uma enorme sala, todos se preparam para ver o grande evento do dia, com as “estrelas” Rick Perry, governador do Texas, Rick Santorum, ex-candidato republicano e Sarah Palin, ex-governadora ultraconservadora do Alaska e destaque da campanha presidencial de 2008, quando saiu como vice de John McCain. Ela é aplaudida de pé. Após o frenesi, aos gritos, incentiva os donos de armas a seguir “lutando para defender os valores da América”.

Propaganda de armas para crianças:

“Nós também nos sensibilizamos com as tragédias. Quem de nós não sentiu tristeza ou raiva pelo que acontece na Chicago de Obama, ou em Nova York, ambas cidades nas mãos de criminosos, onde o controle de armas é mais rigoroso”, questiona a plateia. De acordo com a ex-governadora “de aço”, Obama “faz campanha eleitoral em cima dos sentimentos do povo, utiliza a dor para que as pessoas se comovam”, enquanto os portadores de armas são os verdadeiros heróis nacionais, defensores mais valentes da democracia, e, obviamente, da liberdade. Aplausos. Lágrimas.

Em telões gigantes, começa a ser transmitido um vídeo comovente sobre a vida heroica de Chris Kyle, famoso por ser o franco-atirador mais letal da história militar dos Estados Unidos, com 160 mortes nas costas. Em fevereiro do ano passado, um amigo que sofria de estresse pós-traumático o matou em um polígono de tiro no Texas. Chorando, a viúva de Chris, que segura fotos do falecido marido, exalta o papel da NRA, do exército norte-americano, das armas em sua vida e na do marido.

De volta à área da exposição, uma senhora testa uma pistola. Christine se diz indecisa. A Ruger LC380 automática, uma indicação da amiga, Brenda, é difícil de ser carregada. As mãos ossudas da já avó não permitem deslizar o slide. Christine afirma que se sente insegura em sua casa em Woodlands, no norte de Houston. O vendedor a aconselha a usar uma point and shoot, de tambor. Mais rápida, fácil de empunhar e de usar, ressalta. Ele conta que deu uma de presente à esposa porque ela tem mãos fortes. Christine é convencida a levar o produto. “Não vivemos em uma zona perigosa, pelo contrário. É muito tranquila”, responde Brenda. “Por isso é melhor estarmos protegidas”, continua. Chega ao fim o primeiro dia de convenção em Houston, que já dorme armada até os dentes. Assim como o resto dos EUA.

Para membros da NRA, “bad guys” e falta de educação explicam violência nos EUA

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