Maria Frô - ativismo é por aqui

Maria Frô header image 4

Em nota a Ong Koinonia mostra que Secretaria de Saúde de SP reconhece parceria com a ONG desde 2003

janeiro 31st, 2014 by mariafro
Respond

A Folha não faz jornalismo, faz política para os tucanos.

Para atacar Padilha, a Folha tenta manchar a honra de Anivaldo Padilha, o pai do futuro governador do estado,  (veja a matéria do jornal GGN que fala do jornalixo partidarizado da Folha e seus costumeiros assassinatos de reputação sem qualquer tipo de sanção).

A Folha acusa Anivaldo Padilha, pai de Alexandre Padilha, o atual ministro da Saúde e possível candidato petista ao governo do estado de São Paulo, de favorecimento com contratos com o governo federal, mas não se deu ao trabalho de pesquisar que Anivaldo Padilha não dirige a ONG Koinonia desde quando seu filho foi indicado, ainda no governo Lula, ao cargo de ministro das Relações Institucionais. Veja a carta enviada por Anivaldo Padilha à ONG que trabalhava justificando os motivos de seu pedido de demissão:

O Ministério da Saúde também soltou uma nota de esclarecimento desmentindo a Folha.

Agora. o próprio site da ONG Koinonia, atacada por tabela pela Folha, mostra que tem parceria com a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo reconhecida desde 2003, sob poder dos tucanos. Ou seja, a Folha é mais tucana que os tucanos que governam o estado de São Paulo. Seria muito bom que a SECOM do governo federal não gastasse nosso dinheiro público com quem joga o fazer jornalístico no lixo pra fazer campanha partidária travestida de denúncia, na maioria das vezes vazia.

Segue a nota:

Secretaria de Saúde de SP reconhece parceria com KOINONIA desde 2003

Ofício CRT-DTD N. 041/2014
Assunto: Histórico da Parceria do
Programa Estadual de DST/AIDS de SP
com KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço

Desde 2002, o Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo conta com um Grupo Técnico – Grupo de Trabalho AIDS e Religião – que tem por missão construir formas adequadas de realizar ações de prevenção às DST/AIDS com grupos religiosos.

Em 2003, KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço passou a integrar o Grupo após um seminário sobre sexualidade e religião realizado pelo Instituto de Estudos das Religiões, na cidade do Rio de Janeiro. Em 2014 a parceria completa 11 anos.

A participação de KOINONIA foi fundamental para a construção de conhecimento sobre este tema e nos trabalhos desenvolvidos com diversos municípios do Estado de São Paulo.

As primeiras atividades realizadas conjuntamente com KOINONIA foram as reuniões do GT Religiões. Este é composto pelo Programa Estadual DST/AIDS-SP, Programas Municipais DST/AIDS do estado de São Paulo, ONG, Grupos Religiosos e Universidade. KOINONIA é uma das integrantes deste Grupo.

O GT Religiões organizou em 2004 o “II Seminário Sexualidade e espiritualidade Frente a saúde”, durante o evento KOINONIA partilhou seus conhecimentos de AIDS e Igrejas com religiosos e profissionais de Saúde dos Programas Municipais de DST/AIDS do Estado, trazendo experiências de oficinas já realizadas e posicionamento dos Conselho Nacional de Igrejas Cristãs e Latino Americano de Igrejas sobre o tema.

A partir deste seminário o GT Religiões torna-se referência técnica para este tipo de trabalho e passa a auxiliar municípios a organizarem suas ações. KOINONIA passa a fazer parte na discussão de elaboração de estratégias e na realização das oficinas e seminários municipais e regionais em conjunto com o Programa Estadual de DST/AIDS assim como outras ONGs, municípios, grupos religiosos e universidades.

Em 2005 lançou em parceria com o Programa a publicação “Aids e Igrejas: um convite a ação” que foi distribuídos para os 145 municípios que concentram o maior número de casos no estado e diretamente para várias Igrejas Cristãs que participaram de atividades em parte destes municípios. Esta publicação sensibilizou muitos religiosos a dar início a este trabalho em suas comunidades e abriu portas para os profissionais de saúde estabelecerem parcerias.

Em 2007, organizou junto ao GT no âmbito estadual a “Oficina de Capacitação de DST/Aids para Grupos Religiosos” e em 2009, o “III Encontro Estadual AIDS e Religiões: sexualidade e espiritualidade frente à saúde”.

Parceiro constante e respeitado pelo Programa Estadual DST?Aids-SP elaborou em 2011 o cartaz “O apoio das lideranças religiosas no HIV AIDS incentiva o diálogo, promove a cidadania e uma vida saudável nas comunidades”. O material foi reproduzido e distribuído nos serviços de saúde e templos religiosos do estado de São Paulo.

Em 2012 auxiliou o Centro de Treinamento e Referência DST/AIDS-SP, sede do Programa Estadual DST/AIDS-SP, a organizar a implantação da assistência espiritual para a internação do hospital e participou da elaboração do curso de capacitação para os candidatos a voluntários deste trabalho. A implantação de assistência espiritual em um hospital de atendimento a pessoas que vivem com AIDS, pioneira no estado, servirá de modelo para Programas Municipais de DST/AIDS.

Em 2013 realizou oficinas do projeto “Fortalecendo Laços entre Jovens, Religião e Sexualidade” em parceria com o Programa Estadual de DST/AIDS-SP com jovens pertencentes a grupos religiosos na Zona Leste da cidade de São Paulo.

Em nenhuma ação desenvolvida com KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço houve repasse de recursos públicos estaduais.

MARIA CLARA GIANNA GARCIA RIBEIRO
Diretor Técnico de Saúde III
Coordenador do Programa Estadual DST/Aids

Tags:   · · · · · · · · · 2 Comments

Alô, alô Brasília cidadã: rolezinho dos diferenciados na SQS 204 e 205 da Asa Sul em defesa da construção de uma creche

janeiro 30th, 2014 by mariafro
Respond

Rodrigo Rodrigues me manda a  matéria do Correio Braziliense que reproduzo abaixo que relata que os moradores da SQS 204 e 205 da Asa Sul estão se organizando contra a construção de um Centro de Educação Infantil na Entrequadra.  Entraram inclusive no Ministério Público ( e no nível que se encontram nossos promotores é capaz de o MP lhes dar razão) dois prefeitos das quadras, por exemplo, já apoiam esses senhores de engenho, ops! do Plano Piloto.

É a Casa Grande que quer governo Padrão Fifa, mas quando o poder público vai construir uma creche (que certamente atenderia trabalhadoras que devem servir a estes mesmos moradores limpando suas residências) não quer criança pobre perto de seu local de moradia. O nível de umbiguismo  da classe média parece não ter limites. 

Rodrigo informa que contra esse absurdo da Casa Grande do Plano Piloto, acontecerá um ato favorável à construção da creche no local e em muitos outros locais que necessitam de espaços públicos para que as mães trabalhadoras possam ter a segurança de deixar seus filhos.

Observação: antes que um morador das referidas quadras que não coaduna com esta falta de cidadania e civilidade se sinta ofendido esclareço que na reportagem da tv tem uma professora que diz ser a favor, deve haver outros que certamente se juntarão aos manifestantes em defesa da construção da creche.

Link para o Ato no Facebook

Moradores se mobilizam contra a construção de creche na 204/5 da Asa Sul

Construção de unidade na entrequadra divide moradores da região. Uma denúncia foi entregue ao Ministério Público na tentativa de barrar a obra e recebeu o apoio dos dois prefeitos. Segundo eles, faltou conversa entre o governo e a comunidade

Ana Pompeu, Correio Braziliense

30/01/2014

Depois da polêmica envolvendo uma comunidade do Sudoeste contrária à revitalização de uma quadra esportiva na Quadra 104, a construção de uma creche na Asa Sul virou tema de divergência entre moradores vizinhos. Uma denúncia foi entregue ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) contra a obra na 204/205 Sul, e recebeu o apoio dos prefeitos das duas quadras. Mas outras pessoas ouvidas pelo Correio defendem a iniciativa da Secretaria de Educação. Na última quinta-feira, a área verde na entrequadra, em frente à Delegacia da Mulher, começou a ser cercada para o início da construção.

A pasta defende a creche como parte da ação para suprir a demanda não atendida de vagas na educação infantil. A Secretaria informou ainda, por meio da assessoria de imprensa, que, além da unidade da 204/205 Sul, o Plano Piloto vai ganhar outras duas creches: uma na 714 Norte e outra na EQN 202/203 Norte. A previsão de entrega é no fim de setembro.

O prefeito da 205 Sul, Artur Gomes, não aprova a unidade na entrequadra. “Sou contra a construção. Brasília não precisa de mais prédios”, defende. Para ele, a falta de conversa com a comunidade é um ponto crucial da polêmica. “O correto seria nos consultar para saber se aceitávamos ou não, afinal de contas, nós é que estamos do lado”, completa.

A prefeita da 204 Sul, Cleusa Joanna Bugni, já deu início a uma mobilização para tentar impedir a obra. “Todos os blocos da minha quadra estão por dentro do assunto. A minha comunidade está revoltada”, afirma. Na opinião dela, a creche fere a ideia original da cidade. “Deveríamos ter um clube de vizinhança, um espaço de convivência para os moradores que atenderia a 204/205 e a 404/405. Como nada foi feito nesse sentido, as pessoas marcam partidas de futebol, descem com cachorros e aproveitam para bater papo, tem um grupo de tai chi chuan”, exemplifica.

Assista à reportagem da TV Brasília no link citado do Correio Braziliense

Tags:   · · · · 11 Comments

“Eu vou depositar cem para minha filha o resto vou investir” diz participante da Operação Braços abertos após receber primeiro salário

janeiro 30th, 2014 by mariafro
Respond

Um detalhe que me chamou a atenção quando vi a data desta matéria, foi no mesmo dia da investida da polícia aloprada de Alckmin. Se tivéssemos Ministério Público isso seria um dado relevante?

Participantes da Braços Abertos decidem depositar primeiro salário no banco

Prefeitura de São Paulo informa que 292 de 300 inscritos continuam participando de programa. ‘Agora eu tenho uma casa, um trabalho. Eles não vão tirar isso de mim’, afirma participante

por Gisele Brito, da Rede Brasil Atual

24/01/2014  

JOSÉ LUIZ / SECOM / PREFEITURA SP
abertos.jpgPor varrição de ruas e zeladoria de praças, participantes de projeto recebem R$ 15 por dia

São Paulo – Os participantes do programa Braços Abertos receberam hoje (24) o salário correspondente aos primeiros oito dias de trabalho, de R$ 120. O pagamento foi feito por funcionários da Secretaria Municipal de Assistência Social no Intituto dom Bosco, no Bom Retiro, na região central.

Segundo a administração Fernando Haddad (PT), de 300 dependentes químicos inscritos no projeto iniciado na semana passada, 292 continuam participando. Desde a semana passada, quando foram removidos os barracos usados como moradia nas ruas Dino Bueno e Helvétia, eles moram em cinco hotéis alugados pela prefeitura. Os participantes têm direito a três refeições diárias e salário de R$ 15 por dia de trabalho na varrição e na zeladoria de ruas praças, com carga de 4 horas diárias, mais duas de qualificação profissional.

“Não vou ficar com o dinheiro. Vou procurar o banco e ficar só com R$ 20 no bolso”, disse o participante Renato Pereira, o Tim, um dos primeiros a receber o salário, que será pago sempre às sextas-feiras. Outros dependentes também tomaram essa decisão para evitar que, num momento de vontade, acabem utilizando os recursos para comprar drogas. Alguns deles conseguiram passar os últimos dias sem consumir crack. “Eu vou depositar cem para minha filha o resto vou investir”, afirmou Tatiane Silva. Há um ano na rua, ela quer voltar a trabalhar como manicure. Já Fábio dos Santos irá comprar roupas e visitar a família na Bahia. Ele conta que nos primeiros dias sentiu o peso dos oito anos de rua sobre seu corpo de 32 durante o trabalho, mas que agora está motivado a continuar.

À saída, os participantes falavam que o dinheiro simboliza a recuperação da dignidade porque agora têm um trabalho e uma casa. O rapper Kawex decidiu reatar os laços com a família, na zona norte, afirmando que agora se sente confiante para reencontrar os parentes. De manhã, ele manifestou indignação com a operação repressiva desencadeada ontem por agentes do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc). “Agora eu tenho uma casa, um trabalho. Eles não vão tirar isso de mim assim. Eles é que são violentos.”

Apesar da ação, os participantes do programa Braços Abertos realizaram normalmente suas atividades. A gestão Fernando Haddad (PT) e os agentes que atuam o projeto iniciado este mês temiam que a repressão, marcada por surras e bombas de efeito moral, levasse a uma quebra de confiança na relação desenvolvida com os participantes. “Na verdade saímos mais fortes. Durante a confusão as pessoas tentavam se esconder nos hotéis parceiros, o que demonstra confiança deles”, afirmou o psiquiatra Flavio Faroni, que anda pelas ruas da região vestido de palhaço para criar vínculos com os dependentes de crack e álcool.

O projeto municipal vem marcando um contraponto à Operação Sufoco, desencadeada em 2012 em parceria entre o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o então prefeito, Gilberto Kassab (PSD). Na ocasião, houve repressão a dependentes químicos, que passaram a migrar para outras regiões da cidade, colocando a perder o trabalho social desenvolvido anteriormente na região.

Leia também

59 cientistas que estudam questões relacionadas a drogas dizem que ação da polícia civil na Cracolândia foi ‘inaceitável’

Luís Fernando Tófoli cobra de Alckmin a responsabilidade da desastrosa ação policial na Cracolândia

O que farão o MP, a Justiça, os ativistas da saúde mental, o movimento negro, enfim o que a sociedade civil organizada fará contra um governador aloprado?

HADDAD REPUDIA AÇÃO TRUCULENTA DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO NA CRACOLÂNDIA

O que Alckmin tem a dizer sobre sua polícia sobrepor poderes e jogar uma ação da prefeitura no Lixo?

Especialista em políticas públicas de saúde mental critica reportagem de Estadão que expõe os dependentes

Nota Pública sobre o Programa Braços Abertos

Haddad trata dependentes de crack como gente: Operação braços abertos

Com a palavra os dependentes do crack atendidos pela Operação Braços Abertos

Documentário sobre a Cracolândia, domingo, não percam!

Documentário: ações higienistas na Cracolândia, SP

Raquel Rolnik: Pinheirinho, Cracolândia e USP: em vez de política, polícia!

Imagens da Proteção, do Bem-estar, da Justiça e da Segurança Pública de São Paulo

Tags:   · · 1 Comment

Lula: sou contra qualquer veto à utilização da internet, mas as pessoas precisam ser responsáveis na rede

janeiro 30th, 2014 by mariafro
Respond

Há alguns companheiros que precisam urgentemente seguir os conselhos de Lula sobre o uso da internet. #ficaadica

Lula fala sobre internet e redes sociais

Instituto Lula

30/01/2014

“Quando temos acesso a um instrumento como a internet, que nos permite ser mais iguais, participar dos meios de comunicação não apenas ouvindo, mas interagindo, dando a nossa opinião, aumenta a nossa responsabilidade”, ressalta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em vídeo sobre internet e redes sociais. Ele afirma ser contra qualquer veto à utilização da internet, mas lembra que as pessoas precisam ser responsabilizadas pelos seus atos também na rede.

No vídeo, Lula fala das mudanças da comunicação entre sua época sindical e os tempos atuais e ressalta que todo o espaço de liberdade é também de responsabilidade. O ex-presidente afirma que as críticas fazem parte da democracia, mas que devem ser sempre fundamentadas para evitar a disseminação de informações falsas.”A crítica faz parte da democracia que a internet permite a todos nós todos os dias”.

Sobre sua página no Facebook, Lula diz estar “feliz que tenha 500 mil pessoas seguindo” e convoca todos a ajudar com apoio e críticas para que o país avance ainda mais. Ele lembra que na área de internet ainda há muitos desafios, como levar computador e banda larga a toda população e garantir um acesso igual à informação.

Vídeo: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Tags:   · · 4 Comments