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Haddad e Padilha inauguram uma nova unidade da Rede Hora Certa

janeiro 6th, 2014 by mariafro
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Bora ver se a saúde na cidade de São Paulo recupera os anos de descaso das administrações Serra/Kassab.

Porque é só sair da capital em cidades próximas e temos acesso ao SUS sem muito sufoco.

Ministério da Saúde inaugura nova unidade da Rede Hora Certa

Por: Ubirajara Rodrigues, Agência Saúde 

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou nesta segunda-feira (06) da inauguração de mais uma unidade da Rede Hora Certa Lapa, na cidade de São Paulo. A unidade tem capacidade de realizar 8,4 mil consultas, 2,1 mil exames e 200 cirurgias por mês e tem objetivo de reduzir o tempo de espera para a realização de exames e cirurgias pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na capital. A unidade terá investimento do Ministério da Saúde de R$ 1,5 milhão para aquisição de equipamentos. E o município de São Paulo aplicou R$ 1,7 milhão.

“A Rede Hora Certa, além de ampliar o atendimento à população também ajuda na reestruturação da Atenção Básicada cidade, uma das prioridades do Ministério da Saúde. Este é mais um equipamento que amplia o serviço de atenção à saúde a toda população”, disse Padilha, acrescentando que esta unidade passa a ofertar atendimento em 14 especialidades. “Com esta unidade, a população tem acesso consultas com especialistas, exames e, se necessário, uma cirurgia. Tudo no mesmo local, assim é possível reduzir o tempo de espera e usuário ganha mais agilidade no atendimento”, completa.

Durante a inauguração, o ministro Padilha anunciou ainda a liberação de recursos – por meio de convênios e contratos de repasse – de R$ 71,9 milhões para a Rede de Urgência e Emergência, além de R$ 9,7 milhões para a capacitação, estudos e pesquisa sobre a saúde mental e implantação do programa Telessaúde Brasil Redes, pela secretaria municipal de Saúde. O Telessaúde beneficiará 250 Unidades Básicas de Saúde na capital, além de outros 110 serviços de saúde. Também foram anunciados R$ 21,1 milhões para a Fundação Faculdade de Medicina e para o Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da USP para a realização de estudos e pesquisas para ações de vigilância, prevenção e controle da malária, tuberculose e saúde do trabalhador.

Hora certa - A nova unidade da Rede Hora Certa Lapa atenderá a diversas especialidades, como cardiologia, cirurgia vascular, neurologia e urologia. Com duas salas cirúrgicas e três leitos de recuperação pós-anestésico, além do atendimento de diversas especialidades, serão realizados seis tipos de cirurgias, como fimose, adenoide e vasectomia. Também serão ofertados exames como colonoscopia, eletrocardiograma, ecocardiograma, endoscopia, histeroscopia diagnóstica, holter, monitoramento ambulatorial da pressão arterial (MAPA), nasofibroscopia, radiologia, teste ergométrico e ultrassonografia.

Ações - O ministro também anunciou o repasse de recursos, através de convênios, de aproximadamente R$ 10 milhões para a manutenção e desenvolvimento de ações de saúde por instituições e Organizações Não Governamentais (ONGs). O Hospital Samaritano receberá R$ 4,4 milhões para projetos de qualificação em doação de transplantes; R$ 2,8 milhões para a Fundação Pró-Sangue Hemocentro, Fundação Oswaldo Ramos, Fundação Antonio Prudente e Centro de Oftalmologia Tadeu CVintal para aquisição de materiais permanentes. E para as ONGs (Associação Beneficente Nossa Senhora do Pari, Casa de David Tabernáculo Espírita para Excepcionais; Projeto Bem-Me-Quer e Grupo de Incentivo à Vida) também será repassado R$ 1,2 milhão para aquisição de materiais.

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Da série você sabia disso? Terminal 3 de Cumbica em números

janeiro 6th, 2014 by mariafro
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Terminal 3 de Cumbica em números: 

  • 142 mil metros quadrados de área construída;
  • 20 pontes de embarque;
  • 90 ilhas de check-in compartilhadas;
  • capacidade para 13 milhões de passageiros
  • hotel de “alto padrão”, com 50 quartos, exclusivo para passageiros
  • e para os coxinhas consumistas: 104 lojas, incluindo 18 magazines de luxo na área restrita (free shop)

Concessionária promete 3º terminal do aeroporto de Guarulhos em março

Por Daniel Rittner | Valor

26/11/2013 às 12h17
Luis Ushirobira/Valor

BRASÍLIA  –  O novo terminal de passageiros do aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, será inaugurado no dia 11 de maio de 2014, afirmou o presidente da GRU Airport, Antônio Miguel Marques. Inicialmente, o terminal 3 terá capacidade para 12 milhões de passageiros por ano, com 142 mil metros quadrados de área construída e 20 pontes de embarque.

“Estamos com 80% da obra completa”, afirmou o executivo, durante seminário sobre concessões de aeroportos, em Brasília. Toda a instalação de equipamentos deverá ser concluída até março, o que dará dois meses para testes no novo terminal, segundo ele.

Haverá 90 ilhas de check-in, que serão compartilhadas e não mais exclusivas de cada empresa aérea. A abertura do novo terminal ocorrerá a praticamente um mês da Copa do Mundo, cujo pontapé inicial será no dia 12 de junho.

Marques falou sobre a exploração comercial do terminal 3. Ele terá 104 lojas, incluindo 18 magazines de luxo na área restrita (free shop). Também será aberto um hotel de “alto padrão”, com 50 quartos, na área destinada exclusivamente para passageiros.

O executivo comentou que, até 30 de novembro ou 1º de dezembro, será batida a marca de 32,8 milhões de passageiros no aeroporto registrada em todo o ano passado. “Teremos um crescimento de dois dígitos, ou muito próximo disso, neste ano”, disse Marques. A expectativa da concessionária é alcançar 36 milhões de passageiros em 2013.

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Arquivos da Repressão e da Resistência – Comunicações do I Seminário Internacional Documentar a Ditadura

janeiro 6th, 2014 by mariafro
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Excelente material de pesquisa e também para conhecer os horrores da Ditadura
Publicados os anais eletrônicos do I Seminário Internacional Documentar a Ditadura.

Confira a publicação. Clique no link e faça download.

Arquivos da Repressão e da Resistência – Comunicações do I Seminário Internacional Documentar a Ditadura.

Publicação contendo os artigos apresentados no I Seminário Internacional Documentar a Ditadura que aconteceu na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, entre 4 e 6 de junho de 2013, reunindo pesquisadores e estudantes de diferentes nacionalidades, provenientes de diversos campos do conhecimento e interessados na temática dos acervos da ditadura militar, no Brasil e na América Latina.

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janeiro 6th, 2014 by mariafro
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Até empresário fica confuso com o terrorismo midiático da máfia monopolista da comunicação no Brasil.

Por um capitalismo inovador

Por Pedro Luiz Passos, em sua Coluna

03/01/2014 – 03h00

O negativismo que permeia as análises sobre a economia brasileira, em contraste com a percepção de bem-estar especialmente da base da pirâmide de renda, é o grande desafio que confronta o país sobre o que fazer para desobstruir a aceleração do crescimento sem implicar retrocesso dos avanços sociais. Essa é a equação prioritária para a engenharia política e a formulação da política econômica.

O ponto a questionar é se estamos dando devida atenção às causas primárias que embaraçam o crescimento econômico ou tomando sequelas desse processo, tais como pressões inflacionárias, baixo dinamismo do PIB e desvalorização da moeda, como os problemas prioritários da agenda de desafios.

Certamente, eles o são no curto prazo. Deficit externo crescente e financiado com capitais voláteis não tranquiliza ninguém. Nem a expansão econômica -que condiciona a receita dos governos- abaixo do ritmo de avanço no gasto público. Tais eventos serão problemas realmente sérios, se faltar convicção de que a economia vá gerar os resultados necessários para os compromissos presentes e futuros. Esse é o ponto mais discutível e pouco falado.

A verdade é que dois dos principais fatores que explicam a taxa de crescimento econômico de um país são o aumento da força de trabalho e a produtividade da mão de obra.

Após uma década de expansão dirigida pelo consumo, o ritmo do aumento relativo da população economicamente ativa vem encolhendo, um fenômeno contra o qual há pouco o que fazer. A taxa de natalidade, um dos determinantes desse processo, caiu de 4,1 nascimentos em 1980 para 1,8 e continua a cair.

O esgotamento das oportunidades da “janela demográfica” ocorre em outros partes -do Japão à Alemanha, da Itália à Rússia, países em que a população diminui a cada ano-, não é um viés estritamente brasileiro. Mas as consequências dependem do que se faz com a outra parte do impulso do crescimento: a produtividade. Essa é a perna realmente manca de nossa economia.

Três quartos do crescimento do PIB na última década, segundo a consultoria BCG, vieram do acréscimo do número de pessoas empregadas, ante apenas 26% de ganhos de produtividade -conceito que abrange da melhor qualificação da força de trabalho aos gastos em automação e tecnologia pelas indústrias e superação dos gargalos de infraestrutura. O modelo econômico cujo vigor era baseado na expansão da mão de obra ficou para trás. O governo tem se aplicado em aliviar os constrangimentos estruturais. O plano de concessões de ativos de logística faz parte desse esforço.

Mas cabe indagar se o deficit acumulado da produtividade, que continua crescente em áreas mais difusas (como da segurança jurídica, da legislação trabalhista e das normas regulatórias) pode ser vencido sem mudança de conceitos e contribuição mais ampla da sociedade e do setor privado.

Como sugeriu o fundador do Khosla Ventures, um dos maiores e mais bem-sucedidos fundos de investimento em start-ups de tecnologia de ponta dos EUA, Vinod Khosla, referindo-se à Índia, seu país natal, “novas ideias são mais importantes que capital”. Dificilmente elas florescem em ambientes burocratizados. Mas onde governos encorajam o capitalismo inovador em contraponto à prescrição ditada do alto para baixo, disse Khosla, em artigo, o resultado transcende as expectativas.

Se estimuladas com incentivos apropriados, mesmo grandes empresas, acostumadas mais a proteger seus mercados que a inovar, diz Khosla, podem surpreender. Provocador, ele sugere, por exemplo, uma espécie de prêmio tributário da ordem de 10% para 25% da produção de carros mais eficientes, aplicando-se a mesma regra, mas como tributo punitivo, para os 25% menos eficientes. Para ele, isso seria mais eficaz do que fazem os EUA -e o Brasil-, ao impor meta de economia do consumo por quilômetro rodado até 2025, sem nem se saber qual tecnologia estará disponível em médio prazo.

O que desiniba as transformações e encoraje o nascimento de negócios emergentes, especialmente de base tecnológica, ajudará a encaminhar a solução do que só o governo pode resolver, como problemas regulatórios e de infraestrutura. Onde viceja a criatividade costuma prosperar a confiança, hoje, talvez, nosso déficit mais preocupante.
pedro luiz passosPedro Luiz Passos, 62, é empresário, presidente do IEDI (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) e conselheiro da Natura.

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