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Dados da Secretaria de Estado da Saúde comprovam: Saúde Pública de SP sucateada para privatização

setembro 1st, 2010 by mariafro
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Ah! Se a turminha de Higienópolis ao invés de frequentar o Hospital Albert Einstein, Sírio Libanês, tivesse de ser atendida nos hospitais da Zona Leste….

Avaliação de 350 mil usuários do SUS de São Paulo, efetuada pela própria Secretaria de Estado da Saúde (SES) relata ausência de vacinas do calendário básico em diversas unidades de saúde da Secretaria, analgesia durante o parto realizada com “panos quentes” e a demora absurda na realização de diversos exames complementares. No município de São Paulo, o atual prefeito Gilberto Kassab pauperizou a tal ponto alguns dos hospitais sob tutela da Autarquia Municipal, que há vários meses, por exemplo, não existem colchões em hospitais da Zona Leste da cidade. O artigo é do médico João Paulo Cechinel Souza.

O sucateamento da saúde pública de São Paulo

Por: João Paulo Cechinel Souza (*), na Carta Maior

01/09/2010

Os mutirões da saúde, proclamados e anunciados por José Serra como sua principal plataforma de trabalho na Saúde, têm na falácia do discurso e na grande mídia seus sustentáculos operacionais. Para os seguidores de teorias inocentes e despudoradas, como se faz parecer o dito presidenciável, os mutirões são a salvação da lavoura em meio a uma grande seca. Traz a resolução dos mais diversos problemas, que cotidianamente enfrentamos no país nessa área, através da contratação de alguns profissionais, que sairiam Brasil afora com essa nobre tarefa.

Numa análise simplista pode parecer plausível. E é – para problemas pontuais, que, diga-se de passagem, são raros na assistência à saúde. Em sua maioria, cirurgias para correção de catarata e problemas de próstata (apenas para citar aqueles referidos por Serra com mais frequencia), necessitam de avaliação pré e pós-operatória imediatas, além, obviamente, do seguimento ambulatorial dos pacientes submetidos a tais intervenções.

Infelizmente, como já escrevemos e evidenciamos em artigo anterior (aqui), o acompanhamento prolongado e qualificado dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) não parece ser a preocupação do ex-governador de São Paulo.

Para se ter uma idéia melhor do que estamos falando, basta trazer aos leitores a avaliação de 350 mil usuários do SUS de São Paulo, efetuada pela própria Secretaria de Estado da Saúde (SES) – e cuja publicação só foi divulgada (tardiamente) após esforços oriundos de várias instituições e entidades vinculadas à Saúde no Estado, além de alguns órgãos de imprensa ( aqui). Resumidamente, a maior parte desses cidadãos relata ausência de vacinas do calendário básico em diversas unidades de saúde da SES, analgesia durante o parto realizada com “panos quentes” e a demora absurda na realização de diversos exames complementares.

No município de São Paulo, o atual prefeito Gilberto Kassab, seguidor e fiel escudeiro de Serra, pauperizou a tal ponto alguns dos hospitais sob tutela da Autarquia Municipal, que há vários meses, por exemplo, não existem colchões em hospitais da Zona Leste da cidade – uma das regiões de concentração das famílias mais carentes economicamente, enquanto a população atendida se aglomera dentro dos pronto-socorros como animais num abatedouro. A estratégia é clara – e antiga: o próprio Serra, junto com FHC, já a utilizou diversas vezes antes, durante sua gestão no Governo Federal, com os hospitais e universidades federais. Primeiramente, precariza-se ao máximo uma das “portas de entrada” da população aos serviços oferecidos pelo Estado (no caso, um pronto-socorro, hospital ou unidade básica de saúde).

Num segundo momento, aproveita-se a divulgação midiática da situação (demora no atendimento ou na realização de exames) e sua reverberação junto à população atingida pelo caso. Apresenta-se, então, a estratégia “milagrosa” – e sofismável, que há quase duas décadas permeia o dia-a-dia do atendimento à saúde no Estado de São Paulo: a entrega dessas instituições às Organizações Sociais (OSs).

Para se ter uma ideia da dimensão do problema, essas mesmas OSs, regulamentadas pela Lei 9637/98 (mas instituídas por Medida Provisória anterior), têm autorização para contratar (com dinheiro público) funcionários e serviços sem a necessidade de se realizar qualquer concurso ou licitação. Parece estranho, não? Mas assim têm funcionado em boa parte das instituições vinculadas à SES de São Paulo e que prestam atendimento por essas latitudes. A forma sui generis de administração de recursos oriundos do erário público encontra na alegação de que são entidades “sem fins lucrativos” a explicação nada plausível e totalmente incompreensível que Serra pretende utilizar de um lado a outro do país – e Geraldo Alckmin terminará de implantar em São Paulo. Os privilégios de alguns poucos diretores e gestores privados e o oferecimento à população, em contrapartida e como regra absoluta, de serviços de baixa complexidade tecnológica (que não realizam transplantes ou sessões de hemodiálise, por exemplo), já foi alvo de questionamento de diversas entidades e do próprio Ministério Público do Estado – que encontraram nessas aberrações administrativas uma forma quase perfeita de ludibriar uma série princípios legais ora vigentes no país, como a lei de licitações e o controle público dos gastos do setor.

Detalhe administrativo. Foi a isto que se resumiu a Saúde Pública paulista e paulistana sob a gerência demotucana. No mais, o ignominioso tratamento dispensado ao setor e a forma displicente de tratar aquele que deveria ser seu público alvo faz com que Serra continue utilizando álcool gel para higienizar suas mãos toda vez que chega perto desses cidadãos – e óleo de peroba no rosto toda vez que vai à televisão dizer que a Saúde foi, é ou será sua prioridade. De concreto, não deve conseguir mais do que o cantores genéricos para suas propagandas…

(*) João Paulo Cechinel Souza é médico especialista em Clínica Médica, residente em Infectologia do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (São Paulo) e colaborador da Carta Maior.

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Os movimentos sociais estão descobrindo as novas mídias

setembro 1st, 2010 by mariafro
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É muito bom deparar com esta notícia sobre os movimentos sociais e novas mídias depois de ouvir a Debora Silva, uma das fundadoras do movimento Mães de Maio, no 1º Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas.

Na rede além do blog das Mães de Maio, o Fala Rua já tem portal, o MST, e vários outros movimentos sociais sempre criminalizados na mídia velha hoje enxergam a rede como um canal de produção de conteúdos, de divulgação do seu ponto de vista dos problemas que os afetam.

Avante, povo brasileiro! Que venha logo o Projeto Nacional de Banda Larga para tornar a rede algo efetivamente democrático no Brasil e fazer o Brasil conectado conhecer o Brasil dos movimentos sociais. A democracia brasileira só tem a ganhar com este encontro.

Para conhecer o blog de onde transcrevo a notícia abaixo, acesse: Programa Urbano. Para ver as fotos, acesse aqui.

Programa Urbano discute papel dos movimentos sociais frente às novas mídias

O Programa Urbano (PU) realizou, nesta sexta-feira (27/08), na Câmara Municipal de São Paulo, o Encontro Mídia e Moradia, com a presença de cerca de 150 pessoas. Participaram do evento representantes da Apoio, do CCJ e do MDF, moradores do centro e de favelas das zonas sul e leste de São Paulo, ONG e blogueiros.

A mesa de debates foi composta pelo consultor local de CAFOD para o projeto com União Europeia, Marcos José Pereira da Silva, pela coordenadora do MDF, Sueli de Fátima, pelo presidente da Apoio, Manoel Del Rio, pela coordenadora do CCJ, Andrea Aparecida dos Santos, pelo presidente da CMP (Central de Movimentos Populares), Raimundo Bonfim, pelo Argemiro, da ONG Rede Rua, por Ruth Alexandre, blogueira e editora do site Falapovo.com. Os trabalhos foram coordenados pelo jornalista da Central de Notícias, José Maria Moreira.

O encontro, que faz parte das ações do Programa Urbano, tinha como objetivo aborda a cobertura da mídia sobre os movimentos sociais, especialmente, os de moradia, foco de ação da Apoio, do CCJ e do MDF. Os representantes das entidades de moradia foram os primeiros a falarem, seguidos do presidente da CMP, da ONG Rede Rua, e da editora do site Falapovo.com. Após as os esclarecimentos e análises, o jornalista José Maria Moreira abordou a situação dos principais veículos de comunicação do país, que a cada dia perdem espaço junto aos leitores e vivem o dilema de terem de se reinventar frente à concorrência das novas mídias.

De acordo com Sueli de Fátima, do Movimento de Defesa do Favelado, o evento cumpriu com o objetivo e ampliou a discussão das novas mídias como alternativa à atuação dos movimentos sociais. “Hoje o cidadão não precisa ser especialista para manifestar seu pensamento nem depende deste ou daquele veículo de mídia. Ele é o protagonista e a voz de sua ação. Não necessita de interlocutor para disseminar seus pensamentos e lutas. Esclarecemos como os movimentos devem se portar frente às novas tecnologias, como a internet, blogs e redes sociais”, afirmou Sueli.

Na avaliação do presidente da Apoio, Manoel Del Rio, os movimentos de moradia conseguem espaço nos jornais, revistas, rádio e televisão quando param a Avenida Paulista ou enfrentam a Tropa de Choque, da Polícia Militar, para impedir o despejo de famílias. “Os blogues, o Twitter, o Orkut e o Facebook são os nossos novos meios de comunicação. São as armas para o confronto contra as elites, que, a cada avanço tecnológico, vê seu espaço e importância diminuírem. Mas estamos apenas no início da luta. A diferença é que temos como dar vazão ao nosso movimento. Eles podem nos ignorar, mas nunca nos calar. Com as redes sociais temos voz!”, disse Del Rio.

A coordenadora do Centro de Capacitação da Juventude (CCJ), Andrea Aparecida dos Santos, avaliou o papel dos jovens nesse processo de disseminação de conhecimento e de livre manifestação do pensamento. “Os jovens são os nossos novos interlocutores. Computador e internet para eles são coisas corriqueiras, de fácil manuseio e operação. A partir de sua mobilização temos uma série de formas de expressão de sentimentos, expectativas e manifestações.”

O presidente da Central de Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim, disse que espaço para divulgação nos meios de comunicação tradicionais só quando se “mete o pé na porta, quando se vai para o confronto”. “A mídia burguesa não tem interesse nas causas sociais, ela não está aí para fazer filantropia. Por isso, precisamos de uma articulação conjunta dos movimentos sociais. Deveríamos pensar em uma assessoria de comunicação comum às entidades. Com isso, teríamos condições de profissionalizar a nossa comunicação e diluiremos os custos para o movimento.”

Para o representante da Rede Rua, Argemiro, o principal objetivo de sua organização não governamental é comunicar, educar e articular cidadania. “Criamos a Rede Rua para dar espaço de manifestação à pessoa que sequer tem onde morar, à pessoa que está na rua. Precisamos fazer com que se insiram na comunidade, que sejam cidadãos. E o primeiro passo para isso é darmos espaço para exposição de suas necessidades e manifestações de pensamento e artísticas.”

A editora do site Falapovo.com, Ruth Alexandre, e blogueira alertou as entidades de moradia para saberem quem procurar nos veículos de comunicação ao tentar espaço para suas demandas e reivindicações. “Os jornalistas recebem centenas de informações diárias. Precisamos capturá-los com a notícia. O foco principal do que pretendemos divulgar. Mas esse é apenas um aspecto dessa imensa discussão envolvendo as mídias porque não cabe ao repórter decidir o que será ou não publicado. Quem faz isso são os editores e diretores de redação. E as notícias obedecem à lógica do mercado, porque, antes de qualquer coisa, elas são empresas. Vivem em função dos lucros e não das demandas sociais.”

O Encontro Mídia e Moradia foi encerrado com uma homenagem à personagem da foto que está na capa do convite do evento, elaborado pela Central de Notícias, dona Geralda, da ocupação do Alto Alegre, que estava na plateia. “Fizemos um grande encerramento e imensa homenagem para uma pessoa que simboliza as nossas reivindicações e as nossas esperanças. Como na foto do convite, a dona Geralda chorou, mas a diferença é que seu choro hoje foi de alegria pelo reconhecimento de sua luta. A foto é impactante, ela em lágrimas, com a mão no rosto, de costas para a área, onde antes havia moradias, devastada”, disse José Maria.

“Eu não esperava por isso. Estou muito contente com a homenagem. E com a nossa luta por melhores condições de moradia, para que nunca mais tenhamos de ser despejados de nossos lares”, conta dona Geralda, da ocupação do Alto Alegre.

Depois do encerramento, o projeto Pão e Arte serviu lanche aos participantes do Encontro de Mídia e Moradia. (www.programaurbano.com.br)

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PSDB: de dia cita Marx, à noite luta contra os ‘terroristas’ do MST

setembro 1st, 2010 by mariafro
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É um partido esquizofrênico entre o discurso e a prática, nunca teve uma base socialdemocrata.

O colapso o PSDB

Por: Vladimir Safatle, na Folha de São Paulo


O caráter errático da campanha é o último capítulo da dissolução ideológica do partido

HÁ ALGO de melancólico na trajetória do PSDB. Talvez aqueles que, como eu, votaram no partido em seu início, lembrem do momento em que a então deputada conservadora Sandra Cavalcanti teve seu pedido de filiação negado. Motivo: divergência ideológica.

De fato, o PSDB nasceu, entre outras coisas, de uma tentativa de clarificação ideológica de uma parcela de históricos do MDB mais afeitos às temáticas da socialdemocracia européia.
Basta lembrarmos dos votos e discussões de um de seus líderes, Mario Covas, na constituinte. Boa parte deles iam na direção do fortalecimento dos sindicatos e da capacidade gerencial do Estado. Uma perspectiva contra a qual seu próprio partido voltou-se anos depois.
A história do PSDB parece ser a história do paulatino distanciamento desse impulso inicial. Ao chegarem ao poder federal, os partidos socialdemocratas que lhe serviram de modelo (como os trabalhistas ingleses e o SPD alemão) haviam começado um processo irreversível de desmonte das conquistas sociais que eles mesmos realizaram décadas atrás. Um desmonte que foi acompanhado pela absorção de suas agendas políticas por temáticas vindas da direita, como a segurança, a imigração, a diminuição da capacidade de intervenção do estado, entre outros.
Este movimento foi reproduzido pelo governo de Fernando Henrique Cardoso.
Assim, víamos uma geração de políticos que citavam, de dia, Marx, Gramsci, Celso Furtado e, à noite, procuravam levar a cabo o “desmonte do estado getulista”, “a quebra da sanha corporativa dos sindicatos”, ou “a defesa do Estado de direito contra os terroristas do MST”.
O resultado não foi muito diferente do que ocorreu com os partidos socialdemocratas europeus. Fracassos eleitorais se avolumaram, resultantes, principalmente, de uma esquizofrenia que os faziam ir cada vez mais à direita e, vez por outra, sentir nostalgia de traços ainda não totalmente extirpados de discursos classicamente socialdemocratas. No caso alemão, o SPD acabou prensado entre uma direita clara (CDU, FDP) e uma esquerda renovada (Die Linke).
No caso brasileiro, esta eleição demonstra tal lógica elevada ao paroxismo. Assistimos agora ao candidato do PSDB ensaiar, cada vez mais, um figurino de Carlos Lacerda bandeirante; com seu discurso pautado pela denúncia do aumento galopante da insegurança, do narcotráfico, do angelismo do governo com o terrorismo internacional das Farcs e, agora, o risco surreal de “chavismo” contra nossa democracia. Um figurino que não deixa de dar lugar, vez por outra, a uma defesa de que é de esquerda, de que recebeu palavras carinhosas de Leonel Brizola, de que vê em Lula alguém “acima do bem e do mal” etc.
Nesse sentido, o caráter errático de sua campanha não é apenas um traço de seu caráter ou um problema de cálculo de marketing.
Trata-se do capítulo final da dissolução ideológica de uma sigla que só teria alguma chance se tivesse ensaiado algo que o PS francês tenta hoje: reorientação programática a partir de um discurso mais voltado à esquerda e (algo que nunca um tucano terá a coragem de fazer) autocrítica em relação a erros do passado.


*Vladimir Safatle é professor no departamento de filosofia da USP

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Dê seu mega não ao vigilantismo na rede: abaixo o AI5Digital

agosto 31st, 2010 by mariafro
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Por João Carlos Caribé, do Entropia

Já se vão pelo menos três anos desde que iniciamos a luta contra o projeto de Cibercrimes, o PL84/99 na Câmara ou o AI5 digital como se tornou popularmente conhecido.

Nossa luta fez com que ele ficasse com sua tramitação paralisada na Câmara, e com a promessa do Deputado Julio Semeghini de que ele ficaria congelado até o Marco Civil entrar em pauta. Pela redação final, o Marco Civil servirá de blindagem contra o AI5 digital e também contra o ACTA. Mas parece que a turma da vigilância não anda cumprindo suas promessas:

1) A mídia continua repetindo o Mantra da Irracionalidade contra a Internet

2) No dia 05/08/10  O Deputado Pinto Itamaraty do PSDB apresentou parecer favorável ao AI5Digital, ignorando todos os argumentos e movimentos sociais dos últimos três anos.

3) Seis dias depois aparece uma matéria dizendo que os Deputados buscarão acordo para votar a lei de crimes na Internet.

4) E agora um evento para lá de esquisito organizado pela revista Decision Report, uma publicação que parece estar à serviço do Azeredo e do vigilantismo, se anuncia para o dia 31/08 com o título oportuno (para o tripé do atraso) de: Crimes Eletrônicos – A urgência da lei. O curioso e que este evento conta com 19 palestrantes para falarem em 2:30h, o que dá um pouco mais de 7 minutos para cada um.

Por estas e por outras que estamos convocando uma blogagem coletiva para o dia 31/08/10, justamente no dia do tal evento à serviço do Azeredo e do AI5digital, vamos fazer uma blogagem coletiva contra o AI5Digital para lembrar a todos que queremos a Internet como um espaço livre e democrático!!!

Conto desde ja com sua colaboração, não so fazendo um post e linkando para a página convocatória ( http://meganao.wordpress.com/2010/08/27/blogagem-coletiva-de-repudio-ao-ai5-digital/ ) como também ajudando a divulgar para que esta seja a maior blogagem coletiva contra o AI5 digital de todos os tempos, superando a primeira que colecionou mais de 180 posts!

Vamos a luta, dar um Mega Não ao AI5digital!

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