Maria Frô

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E o mentirômetro para a Folha, quando vai ser criado?

agosto 12th, 2010 by mariafro
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Hoje, logo pela manhã, descobri por um roqueiro cinquentão que ainda acha que vive nos anos 80 e age e pensa com um gap de 30 anos (tem pessoas que envelhecem muito mal) e, que usa grande parte de suas mensagens no twitter para desqualificar o PT e sua candidata, mas adora ganhar um dindim de prefeituras petistas, que a Folha criou um suposto mentirômetro.

O roqueiro que quando canta “a gente somos ‘inúteo’” revela seu auto-retrato, começa cedo sua campanha de difamação com um link  pelo twitter para um suposto mentirômetro da Folha criado para medir a veracidade das falas dos candidatos à Presidência do Brasil.

Como William Bonner a família Frias não faz questão alguma de disfarçar seu partidarismo. É incrível como a Folha investe no rasteiro senso comum de que política é um lugar ‘sujo’, de ‘mentiras,’ que as pessoas devem se afastar do debate político. É o porco-jornalismo dos estereótipos, mal feito que só defende os seus próprios interesses.

Para terem idéia do desserviço ‘prestado’ por este pasquim oficial da Campanha de Serra, a “arte” criada traz um Pinóquio para ilustrar o suposto medidor de mentiras. E Dilma ganha em disparada segundo a Folha.  Serra tem um ‘Não é bem assim” contra 3 de Dilma que ainda recebeu mais 3 “Aumenta, mas não inventa” (a maior pontuação no mentirômetro da Folha). Marina Silva recebe, como Serra, apenas 1 ‘Não é bem assim’.

Como a Folha analisou uma única frase do candidato Serra livrou-se de fazer menção ao fato de Serra se apropriar de ações que não foram criadas por ele e que podem facilmente ser desmentidas por Adib Jatene, Jamil Addad, Lair Guerra e todas as centrais sindicais ao afirmar que criou o FAT, o programa de combate a Aids e os Genéricos.

Enfim, a Folha, aquele pasquim que afirmou em editorial (e depois teve de se desdizer) que no Brasil não houve ditadura militar, aquele mesmo folhetim que publicou a ficha falsa do Dops como se fosse uma ficha de Dilma Rousseff e foi desmentida pela própria testemunha que usaram para acusar Dilma tem ainda alguma credibilidade?

Se fôssemos criar um mentirômetro das páginas impressas deste jornaleco, reproduzidas no portal da UOL, sobraria alguma verdade?

E para quem ainda tem estômago para as pataquadas da Folha, cujas mentiras não caberiam em um mentirômetro, aqui está a mentira de hoje.

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Da série ler para acreditar: Fatura atrasada?

agosto 12th, 2010 by mariafro
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No fundo, o artigo é um recado ao Serra, que vários articulistas da Folha já deram:Ou Serra arranja um sonho novo para vender ou a maioria do eleitorado pode ser levada a perguntar: Se é para continuar, por que não a candidata de Lula?”

Para Serra,  Jefferson apenas ‘denunciou’ o mensalão

Por: Josias de Souza*

Para o presidenciável tucano José Serra, Roberto Jefferson frequenta o escândalo do mensalão apenas na condição de autor da “denúncia”.

Instado a comentar a presença do PTB de Jefferson em sua coligação, Serra se esforçou para acomodar a batata quente exclusivamente no colo do petismo.

“Os personagens principais do mensalão nem foram do PTB, foram do PT. Aliás, mediante denúncia do Roberto Jeferson, que era então líder do PTB”.

Nenhum constrangimento? “Olha, o Roberto Jefferson, é o presidente do PTB, ele não é candidato. Ele conhece muito bem o meu programa, o meu estilo de governar”.

Serra mimetizou Dilma Rousseff. Acha que o PTB está com porque concorda com as suas diretrizes. “Quem está comigo sabe o jeito que eu trabalho”, disse.

“[...] Para mim, não tem grupinho de deputados indicando diretor financeiro de uma empresa ou indicando diretor de compras de outra…”

“…Para que um deputado quer isso? Evidentemente não é pra ajudar a melhorar o desempenho. É para corrupção. Comigo isso não acontece”.

Para que seja tomado a sério, o lero-lero de Serra precisaria ser antecedido de uma conversão de Jefferson. Algo que viraria o aliado do avesso.

No caso do mensalão, Jefferson levou os lábios ao trombone depois que Maurício Marinho, então responsável pelas compras dos Correios, foi às manchetes.

Marinho, como se recorda, é aquele personagem que, em vídeo, recebeu propina e expôs o e$quema que convertera os Correios num núcleo de arrecadação do PTB.

Jefferson chamou-o de “petequeiro”. E iniciou a autópsia das arcas clandestinas do PT. Em meio à dissecação do cadáver foi à mesa uma mala.

Dentro dela, uma valeriana de mais de R$ 4 milhões. Jefferson admitiu ter recebido a prebenda. Disse ter rateado a grana. Deu para quem? Até hoje não disse.

Assim como José Dirceu (PT), Jefferson teve o mandato de deputado passado na lâmina. Encontra-se sentado no banco de réus do STF.

Ou seja, ainda que se esgoele, Serra terá dificuldades para convencer a platéia de que Jefferson fechou com ele porque adorou o programa de governo do PSDB.

Entre os três presidenciáveis levados ao ar pelo “Jornal Nacional”, Serra foi o menos espremido. Nenhuma menção a Orestes Quércia (PMDB), outro apoiador inusitado.

Nenhuma pergunta sobre os panetones do DEM do Distrito Federal. Nada sobre as emendas de ambulâncias que começaram a ser pagas sob Serra, na Saúde.

Afora a menção a Jefferson e uma questão sobre pedágio, o casal de entrevistadores preferiu iluminar as incongruências presentes no discurso do candidato.

Representante da oposição, Serra é capaz de tudo, menos de criticar Lula. Por quê?

“O Lula não é candidato a presidente”, tentou justificar Serra.

Mirou em Dilma Rousseff: “Não há presidente que possa governar na garupa, ouvindo terceiros ou sendo monitorado por terceiros”.

Virou-se em direção ao pára-brisa: “Eu estou focado no futuro. [...] O que nós temos que fazer? Reforçar aquilo que está bem e corrigir aquilo que não andou direito”.

O discurso de Serra parece arrumadinho. Mas está escorado num equívoco. As evidências demonstram, à saciedade, que a eleição gira ao redor de Lula.

Sem ser candidato, o presidente dá as cartas. Sem ele, a estreante Dilma seria o oco do vazio. Um pedaço do eleitorado parece dar de ombros para a tese da “garupa”.

É como se a idéia de ter Lula nas rédeas por mais tempo provocasse não aversão, mais encantamento.

Como se fosse pouco, Serra evoca os tempos difícies da era FHC. Na entrevista, recordou o Real. A exemplo do que fizera no debate da Band, citou Antonio Palocci.

“Foi ministro da Fazenda do Lula e hoje é o principal assessor da candidata do PT. Nunca parou de elogiar o governo Fernando Henrique”.

Nessa matéria, Serra tem toda razão. Lula serviu-se dos êxitos de FHC. Nenhuma dúvida.

O diabo é que, submetido a uma atmosfera econômica benfazeja, o eleitor já não quer saber se o Real foi concebido por um grupo de economistas escalados por FHC.

A sensação de prosperidade como que empurrou a estabilidade da moeda para dentro da biografia de Lula.

Ou Serra arranja um sonho novo para vender ou a maioria do eleitorado pode ser levada a perguntar: Se é para continuar, por que não a candidata de Lula?

Fonte: Blog do Josias de Souza*, aquele do ‘vadias’, ‘vagabundas’ que discutimos aqui.

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Bob Jeff: Bonner nem falou de Arruda

agosto 12th, 2010 by mariafro
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coisas de bob

coisas de bob2

coisas de bob3

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Rubens Pesenti: Íntegro

agosto 11th, 2010 by mariafro
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ÍNTEGRO

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