Não à terceirização

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O que fazer?

fevereiro 25th, 2011 by mariafro
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O que fazer?
Por: George Bourdoukan, em seu blog
22/02/2011

O que fazer quando a água cristalina vira um mar de lama?
O que fazer quando a fome vira um número que não alimenta?
O que fazer quando o passado vira referencial para quem prometia o futuro?
O que fazer quando o júbilo, envergonhado, busca abrigo na solidão?
O que fazer quando a virtude se cobre de trevas?
O que fazer quando a mentira escarra na verdade?
O que fazer quando a soberba se torna filha dileta no banquete do cerrado?
O que fazer quando se perde a esperança?
O que fazer quando os olhos não querem enxergar e o coração fica cego?
O que fazer quando a bondade se cobre de mau hálito?
O que fazer quando a ternura se vê brutalizada?
O que fazer quando a desigualdade social é incentivada?
O que fazer quando o sonho vira pesadelo?

Quer descobrir o que o George sugere? visite o seu belo blog, aqui

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Mª Inês Nassif: Muita briga e pouco debate dentro do PT

fevereiro 24th, 2011 by mariafro
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Muita briga e pouco debate dentro do PT
Por: Maria Inês Nassif no Valor Econômico, via Clipping do MP
24/02/2011

O PT não passou incólume por oito anos no poder e, se não alterar a rota, tende a acumular mais desgastes nos próximos quatro anos. Como já não se imaginava mais, o partido foi engrossado, nas bases, por um contingente de militantes lulistas – o partido de classe média intelectualizada, de esquerda, não apenas capturou eleitores na base da pirâmide social, como incorporou parte desse contigente em sua militância. Esse é o sonho de todo partido de trabalhadores, mas isso acontece no momento em que a legenda, totalmente institucionalizada, consolidou um processo de transferência de lideranças criadas na estrutura burocrática para o Parlamento e elas delimitaram territórios, ungidas por um sistema partidário uninominal que é intrinsicamente personalista. Esse descompasso se mostra mais agudo quando a direção nacional afrouxa e perde capacidade de unir a máquina partidária. As bancadas legislativas tendem a ocupar, então, maior destaque. Se não tomar um rumo, o PT pode perder o que tinha diferente em relação aos demais partidos, e a grande chance colocada, nesse momento, de renovação de quadros partidários.

No início de sua vida, o partido vivia o paradoxo de manter uma grande militância de classe média, de esquerda, nas ruas, mobilizá-la em torno das eleições mas, fechadas as urnas, enquadrar a representação parlamentar obtida ao restante do partido. A bancada parlamentar era o elo menos importante da organização partidária e os eleitos petistas, muitas vezes submetidos a decisões de outras instâncias que não tinham lógica na luta institucional. Essa dificuldade interna foi sendo resolvida aos poucos, na medida em que as lideranças passavam a postular cargos eletivos e se consolidava ideologicamente, no partido, o consenso em torno da via democrática de conquista do poder.

Ainda assim, as disputas ideológicas entre as diversas facções políticas mantinham paralelamente um debate político, ou seja, um confronto no campo das ideias. Oito anos de governo Lula, quatro deles sob intensa investida de seus adversários, neutralizaram as disputas políticas. A unidade passou a ser uma questão de sobrevivência e um quesito de governabilidade a partir do episódio do mensalão, em 2005. Houve uma dissidência, a que resultou na criação do P-SOL. Os grupos que se digladiaram nos momentos seguintes à revelação de um caixa dois do partido se recompuseram em seguida. O último Processo Eleitoral Direto (PED) do partido, embora disputado, esteve longe de ser um grande mobilizador de debate ideológico ou político. A escolha de Dilma Rousseff como candidata para suceder Lula à Presidência, pelo próprio Lula, não provocou discordâncias. Lula, afinal, era o grande bônus eleitoral de um partido já totalmente institucionalizado e livre dos debates intensos sobre a melhor via para o socialismo.

O crescimento parlamentar do PT, embora importante sob o ponto de vista da governabilidade e da convivência com partidos da base aliada de perfil tradicional, ocorreu sob um sistema político que é por definição personalista. Enquanto as disputas ideológicas se reduzem internamente, se acirram as disputas individuais por postos de comando. Na base, o PT vive um momento de grande oportunidade de renovação de quadros. Na cúpula, em especial do Parlamento, uma luta para manter os postos nas mãos de lideranças já consolidadas.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sempre teve bom trânsito entre todas as correntes partidárias. No Congresso, a habilidade do deputado João Paulo (SP) também mantinha sob controle as disputas por cargos.

Era mais do que prevista uma reacomodação interna no período pós-Lula. A presidente Dilma, alheia à máquina partidária, tende a colocar as coisas nos seus devidos termos: governo é governo, partido é partido; o partido é do governo mas deve acomodar as suas questões internas no ritmo da dinâmica partidária, e não demandar a mediação do governo para isso.

Esses paradoxos vão se revelar com clareza na hora do debate sobre reforma partidária. A avaliação de um integrante do partido é que se perdeu muito tempo nas disputas internas, quer por cargos no Congresso, quer por posições de governo. Enquanto isso, o vice-presidente Michel Temer, do PMDB, tomou a liderança do debate sobre reforma política, impondo à agenda a ideia do “distritão”, que tem o poder de demolir eleitoralmente o PT. Ao mesmo tempo, a grande bandeira do partido, que é o voto em listas partidárias, perde interesse interno na medida em que tem o poder de acabar com os redutos pessoais de votos que foram se criando em torno de políticos petistas, e que produziram votos suficientes para elegê-los e mais alguns de seus colegas, pelo sistema de voto proporcional. O financiamento público de campanha, que é outra bandeira do partido, também interfere no equilíbrio de forças interno de hoje, já que tendem a adquirir muita influência aqueles políticos com maior capacidade de captar recursos financeiros para a sua campanha e para a dos candidatos majoritários do partido num sistema em que o financiamento de campanha é privado.

Se o PT não assumir o debate sobre reforma política, ele ficará restrito a uma bancada no Congresso que foi eleita sob as regras atuais e, como os parlamentares de outros partidos, terá problemas de sobrevivência com as mudanças. A direção das negociações ficará também a cargo das lideranças que se lançaram na disputa inicial por cargos no Poder Legislativo, fortalecendo a burocracia partidária deslocada para o parlamento. O debate ideológico, orgânico, ficará muito prejudicado com isso.

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Serra e seu eterno retorno dos mortos-vivos perdeu a memória

fevereiro 24th, 2011 by mariafro
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O Brasil durante o governo Lula ampliou suas relações comerciais com outros continentes para além das economias ocidentais dos mercados europeus e estadunidense. Lula estabeleceu uma série de relações de parcerias com países africanos e também no Oriente Médio, dialogando e estabelecendo tratados comerciais com os países de cultura árabe sejam africanos ou do Oriente Médio. Celso Amorim foi uma das grandes estrelas desta nova política de relações externas.

O preconceito contra o mundo árabe e islâmico e o oportunismo político da oposição demotucana e de seus porta-vozes na mídia velha muitas vezes exploraram factóides para impingir a pecha de que Lula era ‘amigos de ditadores’. Muito embora nenhum governador tenha aberto mão de investimentos de países árabes e/ou islâmicos em seus estados, incluindo o então, ex-governador José Serra.

Mas este eterno candidato morto-vivo à presidência, José Serra, mais uma vez fez uso de sua memória seletiva e do estereótipo pra atacar Lula e o PT. Eu não sei mais o que o Serra, este perdedor contumaz, fará para, sozinho, cair no ridículo. Observe abaixo que, aproveitando-se da repressão brutal que o ditador Gaddafi está imprimindo aos líbios em revolta, Serra conseguiu, no twitter, superar o Índio da Costa, vejamos:

Ghadaffi, da Líbia, foi terrorista internacional: derrubou vôo de passageiros da Panam sobre a Escócia. Amigo do PT e de Lula.
@joseserra_
José Serra

Agora compare com a matéria abaixo, cujo link foi enviado pelo @viniciusduarte:

É bastante curioso que Serra não tenha demonstrado nenhuma aversão enquanto governador de São Paulo em negociar com ditadores, não acham?

Líbia quer investir US$ 500 milhões na América do Sul

Por: Alexandre Rocha na Agência de Notícias Brasil-Árabe

17/02/2009
Diplomacia
E parte disso no Brasil. A informação foi dada pelo vice-primeiro-ministro do país árabe, Imbarek Ashamikh, em reuniões com o governador de São Paulo, José Serra, e com o prefeito Gilberto Kassab.

São Paulo – O governo da Líbia separou US$ 500 milhões para investir em negócios na América do Sul e quer aplicar parte desses recursos no Brasil. A informação foi dada ontem (16) pelo vice-primeiro-ministro do país árabe, Imbarek Ashamikh, durante encontros, em São Paulo, com o governador do estado, José Serra, e com o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab.(grifos nossos).


Divulgação/Governo de SP
Serra (esq.) presenteou o vice-primeiro-ministro líbio (dir.)

Imbarek, que lidera uma delegação com representantes de diversas áreas do governo líbio, citou principalmente interesse no setor agropecuário. “O Brasil tem uma grande importância [na América do Sul] e a delegação que me acompanha estuda possibilidades de investimentos”, afirmou. “Existe vontade política na Líbia de investir no Brasil”, declarou, acrescentando que a quantia de US$ 500 milhões “é apenas o começo”.

Serra declarou que o estado tem todo o interesse em atrair recursos líbios, pois “há carência de investimento, inclusive no agronegócio” (grifos nossos). Ele falou, por exemplo, de oportunidades existentes no ramo sucroalcooleiro e na produção de grãos. “São Paulo tem a maior indústria do Brasil e é o terceiro estado agrícola, sendo que é o de maior produtividade, apesar de ter pouco mais de 2% do território nacional”, destacou o governador.

O secretário do Desenvolvimento e ex-governador, Geraldo Alckmin, falou sobre a Investe São Paulo, agência paulista de promoção de investimentos. “Ela poderá ajudar nesse trabalho”, ressaltou. Alckmin disse que colocará o órgão à disposição dos líbios para auxiliar na identificação de oportunidades e realização de negócios. (grifos nossos)

O vice-governador, Alberto Goldman, acrescentou que há interesse do Brasil em ampliar as exportações ao país árabe, uma vez que hoje a balança comercial pende para o lado líbio por causa das vendas de petróleo. O secretário da Agricultura, João Sampaio, afirmou que o governo pode apresentar aos líbios empresas que querem ampliar as relações comerciais.

Serra ressaltou que, além da exportação de produtos industriais ou agrícolas, São Paulo pode fornecer serviços para a Líbia, citando como exemplo o trabalho já realizado pela construtora Norberto Odebrecht no país. A empresa está à frente da construção dos dois novos terminais do Aeroporto Internacional de Trípoli e da construção do terceiro anel viário da capital líbia. O presidente da companhia, Marcelo Odebrecht, participou da reunião no Palácio dos Bandeirantes e hoje o vice-premiê vai conhecer um projeto do grupo no ramo sucroalcooleiro.

Ashamikh acrescentou que seu país quer também atrair investimentos brasileiros. Ele citou como exemplo a exploração de recursos naturais. “A Líbia é um país livre para investimentos. Existem riquezas que ainda não foram exploradas”, afirmou. Entre as oportunidades ele destacou a produção de matérias-primas para cimento e vidro e a extração de minério de ferro. Mais tarde, durante jantar oferecido pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, o diretor do Conselho de Investimentos da Líbia, Abdarramhman Algamudi, destacou também projetos nas indústrias de móveis, eletrodomésticos, tecidos, produtos químicos, turismo, além do petróleo.

O vice-premiê afirmou ainda que seu governo quer promover investimentos conjuntos da Líbia e do Brasil em outros países da África e do mundo árabe. “Podemos criar um exemplo econômico a ser seguido”, disse. Além disso, ele disse que gostaria de ver em Trípoli uma feira permanente de produtos brasileiros.


Vilma Gonçalves/Secom
Kassab (dir.) disse a Ashamikh (meio) que quer aproximação com árabes

Na prefeitura, Gilberto Kassab disse que é muito importante para o Brasil, e para São Paulo em especial, a aproximação com os países árabes. Nesse sentido, ele disse que vai liderar na próxima semana uma missão paulistana ao Líbano. “Espero fazer em breve algo semelhante em relação à Líbia”, declarou o prefeito, que é descendente de libaneses. (grifos nossos)

Sul-Sul

O presidente da Câmara Árabe, Salim Taufic Schahin, que acompanhou as reuniões do vice-premiê ao lado do vice-presidente de Relações Internacionais da entidade, Helmi Nasr, lembrou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou como política promover a aproximação entre países em desenvolvimento. “A atitude do presidente Lula, de caminhar cada vez mais junto aos árabes, aos países da África, à cooperação Sul-Sul, tem dado resultados que vão se intensificar no ao longo do tempo”, destacou. (grifos nossos).

No jantar oferecido pela Câmara ele falou da missão ao Norte da África liderada há pouco mais de duas semanas pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que teve a Líbia como primeira parada. “O evento, coroado de êxito, reflete a relevância crescente da Líbia para o comércio exterior do Brasil”, disse.

Ele citou também ações já promovidas pela Câmara Árabe como a participação brasileira na Feira Internacional de Trípoli e o apoio a outras delegações líbias que estiveram no Brasil. “Na relação entre Brasil e Líbia temos um campo fértil para evoluir”, afirmou. Schahin colocou a entidade à disposição das autoridades e empresários líbios que tenham interesse em ampliar as relações e os negócios com o Brasil.


Divulgação/Assembléia Legislativa
Ashamikh e lideranças brasileiras estiveram na Assembléia Legislativa de SP

O vice-premiê visitou também a Assembléia legislativa, onde foi recebido pelo presidente da Casa, deputado Vaz de Lima (PSDB), e o Hospital Sírio-Libanês, onde conversou com o diretor clínico, Riad Younes, e com a presidente de honra da Associação Beneficente de Senhoras, que administra a instituição, Violeta Jafet.

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Repercussões da Festa Ditabranda

fevereiro 24th, 2011 by mariafro
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Reproduzo o texto e a charge do leitor Eugênio, não porque o texto faz referências ao blog, mas porque talvez isso mostre aos que nos acusam de exagerados que não foi apenas a ala heavy da blogosfera progressista que ficou profundamente decepcionada com a ida e o discurso vexatório da presidenta chancelando o jornalixo da Folha.

É preciso que a esquerda petista (se é que podemos se referir assim) tenha ao menos disposição para fazer este debate que quer silenciar, desqualificando todos aqueles que não vêem nada de grandioso no gesto da presidenta. Caso contrário é bom ir preparando o estoque de ‘luvas de pelica’ para a festa de 100 anos da Folha.

Não estamos mais em campanha, a presidenta felizmente foi eleita, apesar da Folha e demais empresas da mídia velha.  E na minha singela opinião é papel da esquerda ficar atenta, pressionar para que os reais avanços aconteçam, criticar quando é necessário e apoiar os bons projetos.

Quanto a mim e a referência que Eugênio faz à blogosfera engajada na campanha a partir da imagem do Maria Frô, posso garantir que neste blog esta blogueira soube, sabe e saberá onde estão as boas causas e não se furtará de lutar por elas,como não se furtou nas eleições presidenciais e durante os oito anos de governo do presidente Lula.

PS> Eugênio deveria estar tão bravo quando fez a charge que trocou o nome dos barões da mídia: leia Frias ao invés de Mesquita.

Por: Eugênio (via e-mail e comentário no Maria Frô)

Impressiona a legião de ingênuos que veem no gesto da Dilma uma transcendental jogada política, que não é dado aos menos sutis perceber sua “grandeza”.
Pra mim que, felizmente, sou tosco e não me iludo com a natureza humana (sobretudo), Dilma só nos oferece mais do mesmo. Seu gesto equivale-se e teve a mesma “grandeza” do gesto de Lula, ao colocar o nome de Roberto Marinho no prêmio que o Ministério das Comunicações dá anualmente. Alguém pediu que ele fizesse isso? Não! ”Fez, assim, uma concessão que está no cerne das muitas desgraças recentes da história política brasileira, baseada na arte de beijar a mão do algoz na esperança, tão vã como previsível, de que esta não irá outra vez se levantar contra ela.” E o que nós ganhamos em troca? A mais sórdida campanha eleitoral da história, que teve seu coroamento no episódio da bolinha de papel, com o qual os herdeiros do homenageado nos brindaram por sete minutos em rede nacional.

A Dilma, ao participar dessa ópera bufa dos 90 anos da Folha, só conseguiu provar que o arremedo da esquerda que temos no Brasil, continua anacronicamente buscado a benção da mídia e não tem um pingo de perspicácia para perceber esse momento político precioso, ou seja, que o cenário da comunicação mudou, que o PIG não fala mais sozinho.
Mas deve haver uma vantagem nisso tudo. A principal delas, talvez, é que nas próximas eleições, as mariasfros da blogosfera poderão descansar e assistir de camarote os resultados da “sagacidade” da Dilma ao se reunir com aquela súcia. Pelo menos isso é o que tentam nos provar esses devotos dilmistas, que veem nela uma espécie de astuta raposa política e não uma patética “presidente” que, como observou acidamente Laerte Braga, tem “o desejo ardente de receber um diploma da baronesa do esquema FIESP/DASLU.”

Os dilmistas irredutíveis nos apresentam o roça-roça Dilma-Folha de tal forma que chego a imaginar, por exemplo, a inutilidade de um #dilmanarede nas próximas eleições. Quando os factóides, as mentiras e a venalidade começarem a pipocar, teremos o #folhanarede para livrar a cara da nossa “presidente”.

E por falar em raposas e “espertezas”, me veio a memória a foto de um desses pobres bichos, que preso a uma armadilha, comeu a própria perna para poder escapar.

Estou convicto que Dilma meteu o pé numa armadilha no episódio dos 90 anos da Folha. Comerá ela a própria perna para se livrar sozinha e penitenciar pelo equívoco desse “gesto de grandeza” com seus algozes, ou mais uma vez, como acontece em todas as eleições, tirará as mariasfros do seu merecido descanso, depois de ter lhes virado as costas?

Como tosco que sou e nada impressionável por esses gestos teatrais de magnanimidade que a esquerda insiste em encenar pra provar não sei o que, me socorro mais uma vez no texto do Leandro Fortes para sintetizar minha opinião sobre tudo isso: “A presidenta conhece a verdadeira natureza dos agressores. Deveria saber, portanto, da proverbial inutilidade de se colocar civilizadamente entre eles.”

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