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Do Terra: O voto do Brasil na Onu sobre Irã

março 26th, 2011 by mariafro
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Íntegra o voto do Brasil, favorável a investigação da situação dos direitos humanos, pela ONU no Irã

No Terra

24/3/2011

Sr. Presidente,
- O Brasil acredita que todos os países, sem exceção, têm desafios a superar na área de direitos humanos.
- A Presidenta Dilma Rousseff deixou claro, em seu discurso de posse, que acompanhará com atenção os avanços na situação de direitos humanos em todos os lugares, a começar pelo Brasil.
- Consideramos que o sistema das Nações Unidas de direitos humanos, a despeito de suas imperfeições, oferece oportunidades para a promoção de melhorias nos Estados Membros das Nações Unidas.
- O Brasil formulou convite permanente para todos os mecanismos de direitos humanos. Hoje, não há visitas pendentes de Relatores Especiais ao meu país.
IRÃ NO SISTEMA DE DIREITOS HUMANOS
Sr. Presidente,
- Na extinta Comissão, em mais de uma oportunidade o Brasil votou a favor do mandato sobre a situação dos direitos humanos no Irã.
- Em 2001, entretanto, o Brasil se absteve diante de resolução cujo objetivo era renovar o mandato sobre o Irã, em função do compromisso assumido na época pelo governo iraniano de aumentar sua cooperação com o sistema.
- Após emitir convite permanente para visitas de Relatores Especiais temáticos, o Irã recebeu seis desses Relatores.
DESDOBRAMENTOS RECENTES
- Desde o final de 2005, entretanto, e a despeito solicitações dos Relatores Especiais temáticos, nenhuma visita foi realizada ao país.
MOTIVAÇÃO PARA A RESOLUÇÃO
- Ainda que o Brasil reconheça a prontidão das autoridades iranianas em receber visita da Alta Comissária, consideramos que a presente resolução é reflexo de uma avaliação compartilhada de que a situação dos direitos humanos no Irã merece a atenção do Conselho. Essa resolução também deve ser vista como a expressão de um entendimento comum de que é importante, necessário e imperativo que todos os Estados Membros das Nações Unidas colaborem com os Relatores Especiais e com outros mecanismos do Conselho de Direitos Humanos.
- O Brasil estimula o Irã a demonstrar seu compromisso e renovar sua cooperação com o Conselho de Direitos Humanos, inclusive com o novo mandato para relator especial que acaba de ser estabelecido. É motivo de especial preocupação para nós a não-observância de moratória sobre a pena de morte, não apenas no Irã, mas em todos os países que ainda praticam a execução de pessoas como forma de punição.
COERÊNCIA NO SISTEMA DE DIREITOS HUMANOS
Sr. Presidente,
- O Brasil estimula outros países a cooperarem com todos os mecanismos decorrentes de resoluções e decisões adotadas pelo Conselho.
- O Brasil espera que os principais patrocinadores desta iniciativa apliquem os mesmos padrões a outros casos de não-cooperação com o Sistema de Direitos Humanos das Nações Unidas.
- O Brasil também espera que o presente mandato possa contribuir para o avanço da situação de direitos humanos no Irã e que, ao mesmo tempo, abra caminho para ações coerentes e consistentes quando nos encontrarmos frente a outras situações.
O VOTO BRASILEIRO
- Por todas as razões acima expostas, o Brasil vota a favor do projeto de resolução L.25.

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Nunca Dantes tanta mulher no poder….

março 25th, 2011 by mariafro
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Eu adoro Marie Claire, não é uma revista de ‘mulherzinha’, que nos trata como idiotas e fúteis. Ela tem um olhar de jornalismo cidadão, faz o trabalho bem superior ao de muitas revistas nascidas pra falar de macro-políticas.

A mudança começa com elas

Por Marina Caruso e Maria Laura Neves. Fotos: Anderson Schneider, na Marie Claire

25/03/2011

A primeira presidenta eleita da história do país, Dilma Rousseff, trouxe com ela um time de nove ministras para a cúpula do governo. Nunca a presença feminina no alto escalão foi tão ampla. Há 20 anos, quando Marie Claire foi lançada, a chegada da mulher ao poder era uma aspiração, um sonho. Esse retrato histórico e as entrevistas exclusivas celebram essa conquista

__________

Ideli está em clima de lua de mel com o segundo marido, 12 anos mais novo. Maria do Rosário tem uma filha de 10 anos que, ao levar bronca, ameaça ligar para o disque-denúncia. Izabella não quis ter filhos. Ana lembra com orgulho o dia em que seus pais a levaram para conhecer Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir. Luiza dedicou a vida a um ideal e não fala da vida pessoal. Tereza luta contra um câncer de mama e a extrema pobreza do Brasil. Helena tinha o telefone de casa grampeado na infância. Iriny foi ameaçada de morte após denunciar crimes. Miriam teve o ex-marido assassinado e nem por isso desistiu da batalha.

No dia 15 de março, todas essas histórias se cruzaram no quarto andar do Palácio do Planalto. Foram dois meses de negociações e entrevistas exclusivas até que as nove ministras topassem posar juntas para a foto acima. A primeira a chegar, às 8 h, foi Ana de Hollanda, da Cultura. “Ai, estou toda amassada.” O clima, à despeito dos cargos, era de descontração. “Cadê Tereza, láialaiá, laiá, laiá”, cantou Ideli Salvatti, da Pesca, ao notar o atraso da ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello. “Ajeita a saia Miriam [Belchior, do Planejamento]. A foto não é para a revista masculina”, disse Izabella Teixeira, do Meio Ambiente. Entre retoques na maquiagem e escovadas de cabelo, as ministras despacharam umas com as outras, por telefone ou com seus assessores. Como resumiu Ideli: “Foi a melhor reunião ministerial do governo”.

As belas fotos e a entrevista de cada ministra podem ser lidas clicando no nome de cada uma das ministras:

Tereza Campello

Ministério: Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Filhos: Luisa, 5 anos
Estado civil: Casada com Paulo Ferreira, ex-tesoureiro do PT
Trajetória: Nascida em Franca, São Paulo, formou-se em economia e fez carreira política no PT de Porto Alegre
Pricipais desafios: Cumprir a grande meta de campanha de Dilma — superar a extrema pobreza no país

Miriam Belchior

Ministério: Planejamento, Orçamento e Gestão
Filhos: Carlos, 16
Estado civil: Casada com o economista Antonio Dória
Trajetória: Nascida em Santo André (SP), fez carreira política no PT e casou-se com o ex-prefeito Celso Daniel, assassinado em 2002, ano em que entrou no governo federal
Pricipais desafios: Gerir os gastos do governo sem afetar o crescimento econômico e estimular o desenvolvimento sustentável

Iriny Lopes

Ministério: Secretaria de Políticas para as Mulheres
Filhos: Carolina, 33, Nicolas, 30, e Flávia, 19
Netos: Cristal, 11, Áries, 9 meses
Estado civil: Separada
Trajetória: Nascida em Lima Duarte (MG), fez carreira no PT e foi deputada federal
Pricipais desafios: combater a desigualdade econômica entre os gêneros

Maria do Rosário

Ministério: Secretaria de Direitos Humanos
Filhos: Maria Laura, 10
Estado civil: Casada com o historiador Eliezer Pacheco
Trajetória: Nascida em Veranópolis, Rio Grande do Sul, a pedagoga construiu a carreira em cima da defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes
Pricipais desafios: Combater a exploração sexual

Izabella Teixeira

Ministério: Meio Ambiente
Filhos: Não tem
Trajetória: Nascida em Brasília, formou-se em biologia, fez carreira no Ibama e no próprio ministério
Pricipais desafios: Reduzir os impactos do desenvolvimento no meio ambiente

Ideli Salvatti

Ministério: Pesca e Aquicultura
Filhos: Felipe, 33, Marina, 27
Netos: Lucas, 3 meses
Estado civil: Casada com o sargento do exército Jefferson Figueiredo
Trajetória: Nascida em São Paulo, a física ingressou na carreira política em Santa Catarina, na década de 70

Ana de Hollanda

Ministério: Cultura
Filhos: Ruth, 37, e Sérgio, 39
Netos: Teo, 11, Ana, 4, e Bernardo, 2 meses
Estado civil: Divorciada
Trajetória: Nascida em São Paulo, é cantora e foi secretária de Cultura de Osasco
Pricipais desafios: Implantar 800 complexos culturais populares e uma lei de direitos autorais que contemple artistas e consumidores

Helena Chagas

Ministério: Secretaria de Comunicação Social
Filhos: Ana, 29, e Carlos Eduardo, 22
Neto: Raúl, 2
Estado civil: Casada com o consultor Bernardo Lins
Trajetória: Nascida no Rio, a jornalista dirigiu as sucursais de Brasília de O Globo e do SBT
Principais desafios: Gerir a verba de publicidade e manter boa relação com a imprensa

Luiza Bairros

Ministério: Secretaria de Promoção da Igualdade Racial
Filhos: Não tem
Estado civil: Solteira
Trajetória: Nascida em Porto Alegre, fez administração, sociologia e chefiou a Secretaria de Promoção da Igualdade do Governo da Bahia
Pricipais desafios: Diminuir a violência contra jovens negros

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Bechis: Serviço secreto francês conspira contra Gadaffi desde novembro

março 25th, 2011 by mariafro
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Ação secreta: França estava preparando a derrubada de Gaddafi desde novembro
Por: Franco Bechis*, Roma, Itália, VoltaireNet, Tradução: Victor Farinelli

25/03/2011

Segundo o jornalista da direita liberal italiana Franco Bechis, os serviços secretos franceses prepararam a revolta de Bengazi desde novembro de 2010. Como assinala Miguel Martinez no sítio web progressista ComeDonChisciotte, estas revelações, apoiadas pelos serviços secretos italianos, devem ser interpretadas como uma mostra da rivalidade no seio do capitalismo europeu. A Rede Voltaire detalha que Paris rapidamente agregou Londres ao seu projeto de derrocamento do coronel Gaddafi (força expedicionária franco-britânica). O plano foi modificado no contexto das revoluções árabes e Washington tomou, então, o controle do mesmo, impondo seus próprios objetivos (contrarrevolução no mundo árabe e desembarque do AfriCom no continente negro). A atual coalizão é, portanto, o resultado de ambições diversas, o que explica suas contradições internas.

______________

O ex-companheiro de Kadhafi, Nuri El-Mesmari Masud, desertou em 21 de outubro de 2010. Ele está atualmente sob a proteção dos serviços secretos franceses.

Primeira etapa da viagem, 20 de outubro de 2010, Tunísia. Ali desceu de um avião da Libyan Airlines, com toda a sua família, Nuri Mesmari, o chefe de protocolo da corte do coronel Muamar Gaddafi. Se trata de um dos peixes grandes do regime líbio e esteve desde sempre junto ao coronel.

Era o único, junto com o ministro de Relações Exteriores Mussa Kussa, que tinha acesso direto à residência de Gaddafi sem ter que tocar a campainha antes de entrar. Era o único com direito a passar pelo batente da suite 204 do velho círculo oficial de Bengazi, onde o coronel líbio recebeu, com todas as honras, o primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi, durante a visita oficial deste à Líbia.

A visita de Mesmari à Tunísia não dura mais que algumas horas. Não se sabe com quem se reunia na capital, onde já se percebia o burburinho da revolta contra Ben Ali. Hoje se sabe com certeza que durante essa estância Mesmari estabeleceu ali os contatos para o que seria convertido, em meados de fevereiro, na rebelião da região de Cirenaica. E preparou a estocada contra Gaddafi buscando e obtendo alianças nas duas frentes. Primeiro, a da dissidência tunesina. Segundo, a da França de Nicolas Sarkozy. Dois alianças que estabelece com êxito.

Sarkozy e Gaddafi

Tudo isso é demonstrado por documentos da DGSE, o serviço secreto francês, e por uma série de notícias sensacionalistas que circularam nos meios diplomáticos franceses a partir do boletim confidencial Maghreb Confidential (do qual existe uma versão sintetizada e acessível somente a assinantes).

Mesmari chegou a Paris no dia seguinte, 21 de outubro. De lá n4ao sairá mais. Na Líbia, Mesmari não havia ocultado sua viagem à França, já que levava com ele toda a sua família. A versão seria a de que foi a Paris para se submeter a um tratamento médico, e provavelmente a uma intervenção cirúrgica. Jamás verá nenhum médico. Por outro lado, verá sim, e todos os dias, a vários funcionários dos serviços secretos franceses.

O antigo camarada de Gaddafi, Nuri Masud El-Mesmari, desertou em 21 de outubro de 2010. Se encontra atualmente sob a proteção dos serviços secretos franceses.

A reunião
Está comprovado que colaboradores próximos do presidente francês foram vistos, no começo de novembro, quando entravam no hotel Concorde Lafayette de Paris, onde reside Mesmari. Em 16 de novembro, uma fila de carros azuis se mantém em frente ao hotel. Uma longa e concorrida reunião tem lugar na suite de Mesmari. Dois dias depois, uma pomposa e estranha delegação francesa vai a Bengazi. Está composta por funcionários do ministério da Agricultura, dirigentes da France Export Céréales e da France Agrimer, dirigentes da Soufflet, de Louis Dreyfus, da Glencore, da Cani Céréales, Cargill e Conagra.

No papel, se trata de uma delegação comercial, encarregada de obter, justamente em Bengazi, importantes pedidos líbios. Mas o grupo inclui também vários militares franceses, camuflados como homens de negócios.

Em Bengazi vão se reunir com um coronel da aviação líbia, cujo nome foi proporcionado por Mesmari: Abdallah Gehani. O homem está acima de qualquer suspeita, mas o ex chefe de protocolo de Gaddafi revelou também que Gehani está disposto a desertar, e que tem também bons contatos com a dissidência tunezina.

A operação se desanrola no maior segredo, mas algo é filtrado, e chega aos ouvidos dos homens mais próximos a Gaddafi. O coronel suspeita de algo. Em 28 de novembro, assina uma ordem internacional de prisão contra Mesmari. A ordem chega também à França, através dos canais protocolares. Alarmados, os franceses decidem acatar a ordem de prisão de maneira formal.

Quatro dias depois, em 2 de dezembro, a notícia é filtrada precisamente desde Paris. Não são dados nomes, mas se revela que a polícia francesa tomou preso um dos principais colaboradores de Gaddafi. A princípio, a Líbia se sente tranquila novamente. Até se dar conta de que Mesmari está, na verdade, sob regime de prisão domiciliar numa suite do hotel Concorde Lafayette. Gaddafi começa a se aborrecer.

A ira de Gaddafi
Quando chega, a notícia de que Mesmari solicitou oficialmente asilo político na França desperta a ira de Gaddafi, que ordena a cassação de passaportes, inclusive o do próprio ministro das Relações Exteriores Mussa Kussa, acusado de ser o responsável pela deserção de Mesmari. Depois, trata de enviar seus homens a Paris, com uma mensagem para o traidor: «Regresse. Será perdoado». Em 16 de dezembro, é a vez de Abdallah Mansur, chefe da televisão líbia, quem tenta fazer chegar a mensagem. É detido pelos franceses na entrada do hotel. Outros líbios chegam a Paris em 23 de dezembro. São Farj Charrant, Fathi Bukhris e Alla Unes Mansuri.

Vamos conhecê-los melhor depois de 17 de fevereiro, pois serão precisamente eles quem, junto a Al Hadji, dirigirão a revolta de Bengazi contra as milícias do coronel.

Os franceses autorizam estes três personagens a jantar com Mesmari num elegante restaurante dos Campos Elíseos. Também participam do evento vários funcionários da presidência da República Francesa, e alguns dirigentes dos serviços secretos franceses. Entre Natal e Ano Novo, aparece, no boletim Maghreb Confidential, a notícia de que Bengazi se encontra em ebulição – coisa que ninguém sabe ainda – e também aparecem várias notas indiscretas sobre certa ajuda logística e militar que parecem haver chegado à segunda cidade líbia, ajuda proveniente justamente da França. Já está claro que Mesmari se converteu em instrumento estratégico de Sarkozy, quem trata de arrancar Gadgafi da Líbia. O boletim confidencial sobre o norte da África começa a filtrar os conteúdos dessa colaboração.

Mesmari ganha o apelido de «Libyan Wikileak» porque revela os segredos militares do coronel um após o outro, e conta todos os detalhes sobre as alianças diplomáticas e financeiras do regime, traçando inclusive um mapa da distribuição dos setores em desacordo e das forças que se encontram em terreno. Em meados de janeiro, a França tem nas mãos todas as ferramentas para tentar derrubar o coronel. Mas então se produz um vazamento. Em 22 de janeiro, o chefe do serviços secreto na região de Cirenaica, fiel a Gaddafi, o general Audh Saaiti, detém o coronel Gehani, quem trabalhava em segredo para os franceses desde 18 de novembro.

Em 24 de janeiro, Gehani é enviado a uma prisão em Tripoli, acusado de ter criado em Cirenaica uma rede social que elogiava a oposição tunezina contra Ben Ali. Mas é tarde demais. Gehani já tinha preparada, junto com os franceses, a revolta de Bengazi.

*Franco Bechis: Vice-Director do jornal italiano “Libero

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O ato de ontem do MPL forte contigente policial fardado e a paisana

março 25th, 2011 by mariafro
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Ontem por volta das 23:30 a Vergueiro ainda tinha trânsito carregado. Além do cotidiano caótico do trânsito em toda a cidade, esta avenida foi trajeto da manifestação dos garotos do PasseLivre. Hoje Rádios como a Sulamérica Trânsito criticavam o movimento. Nenhuma fala sobre a falta de política pública para o caos do transporte urbano de São Paulo.

Segundo Carlos Lattuf, além do imenso contingente de policiais militares que acompanharam os manifestantes havia vários policiais a paisana. Podemos ver policiais fardados fazendo registros em vídeo dos manifestantes.

Não houve agressões policiais contra os manifestantes. Será que por que Kassab está em baixa?

Por: Carlos Latuff

Um ato pelo passe livre e contra o aumento dos ônibus reuniu centenas de pessoas no início da noite de ontem, 24 de março. Os manifestantes seguiram em passeata pelo centro de São Paulo, acompanhados de um contingente de policiais militares, incluindo diversos agentes a paisana.

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