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	<title>Maria Frô &#187; ministério da saúde</title>
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		<title>O debate entre ativistas e o Ministro Alexandre Padilha em torno da medida provisória 557/2011</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 13:34:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ Entre os dias 29 e 30/12 as redes sociais ficaram em polvorosa com a publicação da Medida Provisória 557/2011 (veja aqui ou aqui). Feministas, ativistas LGBT e alguns advogados no twitter bombardearam Alexandre Padilha com inúmeros questionamentos e o ministro ficou até a noite do dia 30/12 tentando esclarecer as dúvidas. Hoje, no Viomundo, Conceição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"> Entre os dias 29 e 30/12 as redes sociais ficaram em polvorosa com a publicação da <strong>Medida Provisória 557/2011</strong> (veja <a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=19&amp;data=27/12/2011" target="_blank"><span style="text-decoration: underline; color: #800000;"><strong>aqui</strong></span></a> ou<strong><span style="text-decoration: underline;"> <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Mpv/557.htm" target="_blank"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;">aqui</span></a></span></strong>).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Feministas, ativistas LGBT e alguns advogados no twitter bombardearam Alexandre Padilha com inúmeros questionamentos e o ministro ficou até a noite do dia 30/12 tentando esclarecer as dúvidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Hoje, no Viomundo, Conceição Lemes entrevistou a advogada, integrante das comissões de Bioética e Biodireito da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Rio Janeiro (OAB-RJ) e assessora de políticas para a América Latina do Ipas: <strong><a href="http://www.viomundo.com.br/denuncias/beatriz-galli-a-mp-557-e-um-absurdo-em-vez-de-proteger-as-gestantes-da-morte-evitavel-viola-seus-direitos-humanos.html" target="_blank"><span style="color: #800000;">Beatriz Galli: A MP 557 é um absurdo; em vez de proteger as gestantes da morte evitável, viola seus direitos humanos.</span></a></strong><strong><br />
</strong></span><br />
<span style="color: #800000;">A MP 557 é parente da Rede Cegonha e o Ministério da Saúde não nega isso: <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/3817/162/rede-cegonha:-sistema-de-notificacao-e-aprimorado.html" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>Rede Cegonha: Sistema de notificação é aprimorado.</strong></span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Tanto para o Ministério da Saúde como para as feministas, a redução das mortes maternas é fundamental. O índice de mortalidade materna indica o quanto as sociedades respeitam ou não os direitos humanos das mulheres e também o modo como se dão os seus processos de desenvolvimento. Em uma sociedade com altos índices de morte materna, as oportunidades de acesso aos benefícios do desenvolvimento são desiguais. Por isso a luta contra a mortalidade materna é uma bandeira dos movimentos feministas e de mulheres de todo o mundo e um desafio do Ministério da Saúde.   </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Mas a crítica das feministas à estratégia do MS é a de que a saúde materna é só um dos aspectos da saúde das mulheres.  Para as feministas desde a implementação da Rede Cegonha a Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher vem sofrendo abalos, o MS vem restringindo a saúde da mulher ao &#8220;materno/ infantil&#8221; e com isso restringindo os direitos das mulheres à saúde, ao direito à uma maternidade segura, como se a saúde destas pessoas estivesse restrita à gravidez (leiam, por exemplo, os textos linkados <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.viomundo.com.br/denuncias/beatriz-galli-a-mp-557-e-um-absurdo-em-vez-de-proteger-as-gestantes-da-morte-evitavel-viola-seus-direitos-humanos.html" target="_blank"><span style="color: #800000; text-decoration: underline;"><strong>aqui</strong></span></a></span>).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">O ministro Alexandre Padilha discorda e argumenta que a MP é um avanço para a redução da mortalidade materna e está alinhada à Política de Atenção Integral da Saúde da Mulher (PAISM) e ao Pacto de Redução da Mortalidade Materna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Diante das críticas ao cadastro universal/nacional Padilha argumenta que SIS-prenatal já existe e sempre foi defendido pelas mulheres. É preciso registrar dados do pré-Natal para cuidar e avaliar a gestação. A MP 557/2011 não cria um novo cadastro, ela reforça o SIS-prenatal. O sistema nacional no pré-Natal é fundamental para prevenir a mortalidade, já os comitês são fundamentais para analisar as causas de mortalidade e assim desenvolver políticas para impedi-la, explica Padilha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">O ministro esclarece ainda que a novidade da MP é obrigar todo serviço de saúde (privado ou público) a ter comissão, presidida pelo mais alto nível hierárquico, que registra e cuida da gestação de alto risco. Padilha ressalta que os investimentos em médicos e serviços estão sendo feitos pelo Rede Cegonha e o Ministério da Saúde precisa das informações para focar esses investimentos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Sem sombra de dúvidas o SIS-prenatal é muito importante. Entre outros aspectos porque serve de instrumento para controlar o acesso das mulheres aos serviços durante a gravidez, porque registra os casos de gestação de alto risco e também porque deveria estar conectado ao sistema de regulação dos leitos das maternidades. O SIS-prenatal deve ser o instrumento para garantir que as mulheres em gestação de risco sejam desde o início vinculadas à maternidade com capacidade resolutiva para o seu caso ( nem todas as maternidades estão equipadas – recursos humanos e equipamentos, propriamente ditos) para atender gestantes de alto risco. Então é preciso sim ter nome e dados destas mulheres e de sua condição de saúde gestacional. Um SIS-prenatal funcionante, com informações consistentes, pode ilustrar a qualidade da atenção pré-natal prestada às mulheres e influenciar, fortemente, a tomada de decisão. É isto que fortalece o argumento do MS. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Mas para as feministas atrelar essa necessidade do sistema de informação sobre o pré-natal à divulgação da lista das gestantes beneficiadas com a bolsa, não tem lógica. Se, ao final algumas mulheres não estiverem na lista pública, uma das razões pode ser a decisão pela interrupção voluntária da gravidez. Logo, as criticas à MP devem destacar a importância da melhoria da qualidade do sistema de informação, mas questionar as conexões injustificaveis. Na visão das feministas embora o discurso do MS seja orientado pela lógica dos direitos, na prática ações como esta não ampliam o repertório, mas restringem. Neste sentido a publicização dos nomes das gestantes que receberem o beníficio de R$50,00 foi e está sendo um dos aspectos mais questionados pelos ativistas dos direitos humanos/direitos sexuais e reprodutivos. Para as feministas essa lista pública abre espaço para o controle da vida privada dessas mulheres, especialmente por grupos religiosos fundamentalistas. A dura arguição feita pelos ativistas ao ministro Alexandre Padilha era sobre por que o governo precisa publicizar esta lista. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">De acordo com o ministro, a divulgação da lista visa a transparência dos gastos com o benefício e o governo só tornará público o nome das mulheres que receberem o benefício após o fim da gravidez, talvez até um ano após, não permitindo assim que as gestantes sejam expostas durante a gestação para qualquer tipo de controle.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Para as feministas a transparência no uso do recurso público tem de ser feita, mas pode e deve ser feita de outro modo. Por exemplo: por que não divulgar uma lista com o número de cadastro da beneficiaria, o local onde fez os atendimentos, o número de consultas, o número de parcelas de benefício recebidas, a maternidade onde deu a luz. Porque esta vinculação faz sentido do ponto de vista da qualidade da atenção e pode ser um ótimo instrumento de monitoramento das ações para prevenir as mortes maternas.    </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Diante do questionamento sobre o porquê deste cadastro vir como medida provisória o ministro responde que é urgente reduzir a mortalidade materna e que a Medida Provisória permite que o Ministério da Saúde inicie desde já a montagem das comissões, o novo SisPreNatal e permite ainda regulamentar o pagamento do benefício fora de ano eleitoral. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">As feministas questionam se essas estas ações já não estavam descritas na portaria que cria a Rede Cegonha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">O ministro reconhece os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, ressalta a relação de respeito e solidariedade às lutas das mulheres, mas acha que há uma distorção na leitura feita pelos críticos à MP. Padilha argumenta que a MP não está dissociada da PAISM, cujo alinhamento está explícito desde o primeiro artigo da MP. E aos que comparam a MP aos PLs que tramitam na Câmara como o de cadastramento público de gestantes e do estatuto do nascituro (antiaborto) o ministro sugere a leitura da <strong>Exposição de Motivos da MP</strong> (<a href="https://docs.google.com/document/d/1tcFFISmURv6SQLCDvJoBlteGZBAfb_zODyJp5BORVvw/edit" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>aqui</strong></span></a> ou <a href="http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2011/Exm/EMI-MS-MPOG-MF-MPV-557-11.doc" target="_blank"><span style="color: #800000;"><strong>aqui</strong></span></a> para download com marcas de revisão no texto).  Padilha ressalta que a <strong>Exposição de Motivos</strong> fala explicitamente em direitos sexuais e reprodutivos, reconhecidos como direitos humanos e a MP cita explicitamente a PAISM.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Abaixo, o vídeo onde, Alexandre Padilha, explica mais detalhes sobre a Medida Provisória 557/2011 que institui o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento para Prevenção da Mortalidade Materna.</span></p>
<p><span style="color: #800000;"> <iframe src="http://www.youtube.com/embed/_nLyJu8vZws" frameborder="0" width="480" height="274"></iframe></span><br />
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<p>// ]]&gt;</script></p>
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		<title>14ª Conferência Nacional de Saúde: expectativas dos delegados</title>
		<link>http://mariafro.com/2011/12/01/14%c2%aa-conferencia-nacional-de-saude-expectativas-dos-delegados/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 01:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariafro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje acompanhei parte da 14ª Conferência Nacional de Saúde juntamente com outros jornalistas e blogueiros e aprendi muito sobre o SUS e sobre o papel dos Conselhos de Saúde em suas três instâncias ouvindo o dr. Odorico Monteiro e a conselheira Lurdinha Rodrigues. Depois conto um pouco deste aprendizado e de minhas impressões. Por hora, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Hoje acompanhei parte da 14ª Conferência Nacional de Saúde juntamente com outros jornalistas e blogueiros e aprendi muito sobre o SUS e sobre o papel dos Conselhos de Saúde em suas três instâncias ouvindo o dr. Odorico Monteiro e a conselheira Lurdinha Rodrigues. Depois conto um pouco deste aprendizado e de minhas impressões. Por hora, deixo vocês com o depoimento que colhi de uma das delegadas:</span><br />
<a href="https://picasaweb.google.com/lh/photo/dAU7n7iL4iGcDU11_8DHpllPUR1cgWFAf5NluWEJ8D4?feat=embedwebsite"><img src="https://lh6.googleusercontent.com/-iWVKHpRoPE8/Ttgwa0KWmbI/AAAAAAAAEjY/1_bohcAz7oI/s800/P1160766.JPG" alt="" width="640" height="480" /></a><br />
Almerinda, usuária do SUS, militante do movimento negro, delegada do Acre na a 14ª Conferência Nacional de Saúde.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/U_L6qHtC2eo" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe><br />
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<p>// ]]&gt;</script></p>
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		<title>Ministério da Saúde lança campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 13:02:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dia Mundial de Luta Contra a Aids]]></category>
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		<description><![CDATA[Saúde lança campanha pelo Dia Mundial de Luta Contra a Aids do Blog da Saúde 30/11/ 2011 O Ministério da Saúde lança, durante a abertura da 14ª Conferência Nacional de Saúde nesta quinta-feira (1°), a campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids, cujo slogan é “A aids não tem preconceito. Previna-se”. A proposta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><strong>Saúde lança campanha pelo Dia Mundial de Luta Contra a Aids</strong></p>
<div style="text-align: justify;">do <strong><a href="http://www.blog.saude.gov.br/saude-lanca-campanha-pelo-dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank">Blog da Saúde</a></strong></div>
<div style="text-align: justify;">30/11/ 2011</div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blog.saude.gov.br/wp-content/uploads/2011/11/laco_humor.jpg" rel="lightbox[29589]"><img title="laco_humor" src="http://www.blog.saude.gov.br/wp-content/uploads/2011/11/laco_humor.jpg" alt="" width="250" height="187" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/area/2/cidadao.html" target="_blank">Ministério da Saúde</a> lança, durante a abertura da <a href="http://conselho.saude.gov.br/14cns/index.html" target="_blank">14ª Conferência Nacional de Saúde</a> nesta quinta-feira (1°), a campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids, cujo slogan é “A aids não tem preconceito. Previna-se”. A proposta é estimular a reflexão sobre uma sociedade menos preconceituosa, mais solidária e tolerante à diversidade sexual e às pessoas vivendo com HIV/aids.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ano, os jovens gays de 15 a 24 anos são público prioritário da campanha. Boletim epidemiológico sobre HIV/Aids divulgado na última  segunda-feira (28) apontou o avanço da doença entre esse grupo, na contramão do que tem acontecido nesta faixa etária.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos últimos 12 anos, a porcentagem de casos na população de 15 a 24 anos caiu. Já entre os gays da mesma idade houve aumento de 10,1%. No ano passado, para cada 16 homossexuais dessa faixa etária vivendo com aids, havia 10 heterossexuais. Essa relação, em 1998, era de 12 para 10.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação começa às 9h, durante a abertura da Conferência no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em que o <a href="http://twitter.com/#%21/padilhando" target="_blank">ministro da Saúde, Alexandre Padilha</a>, apresentará a campanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao meio-dia, na tenda Paulo Freire, na área externa do Centro de Convenções, acontece o Café com Ideias, uma mesa redonda com a participação do ministro Padilha, da <a href="http://twitter.com/#%21/PretaGil" target="_blank">cantora Preta Gil</a>, do <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/area.cfm?id_area=1498" target="_blank">Secretário de Vigilância em Saúde</a> do Ministério, Jarbas Barbosa, do diretor do <a href="http://www.aids.gov.br/" target="_blank">Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais</a> do Ministério da Saúde, Dirceu Greco, e de representantes LGBT e da <a href="http://redenacionaldejovens.blogspot.com/" target="_blank">Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/aids</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ocasião, será assinada a <a href="http://www.abglt.org.br/docs/PoliticaNacional_SaudeIntegral_LGBT.pdf" target="_blank">Portaria da Política de Saúde da População LGBT</a>. Também será lançada a cartilha “Por toda a sua Vida”, produzida pelo Departamento e pelo cartunista Ziraldo, que estará presente para autógrafos. Na publicação, são enfocadas as formas de contágio e os meios mais eficientes para prevenir a aids, como também a maneira sobre como proceder caso a pessoa seja infectada pelo HIV.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir das 19h30, começa a Festa da Solidariedade, com projeção de imagens, símbolos e lugares alusivos ao Dia Mundial de Luta contra a Aids na fachada do Congresso Nacional, na circunferência do <a href="http://www.distritofederal.df.gov.br/005/00502001.asp?ttcd_chave=4396" target="_blank">Museu da Nacional</a> e nos <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/area/2/cidadao.html" target="_blank">Ministérios da Saúde</a> e da <a href="http://www.mec.gov.br/" target="_blank">Educação</a>. Em frente ao Museu, no espelho d´água, haverá um flash mob, envolvendo os convidados para a formação de um laço humano de solidariedade. O laço vermelho é o símbolo da luta contra a Aids.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, às 20h30, em tenda montada em frente ao Museu, haverá apresentação de balé aéreo, uma performance circense com tecidos. As evoluções simbolizam a luta contra o preconceito, exaltando a solidariedade. A tenda irá acomodar ações de prevenção, como distribuição de preservativos, testes rápidos anti-HIV para a população e informações sobre HIV/aids.</p>
<p style="text-align: justify;">A Festa da Solidariedade terá, ainda, apresentação de artistas convidados de várias tendências musicais, do samba ao funk, passando pela MPB, música eletrônica e rock n’roll.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o Dia Mundial</strong> – Em 1987, a Assembleia Mundial de Saúde, com apoio da <a href="http://www.onu-brasil.org.br/" target="_blank">Organização das Nações Unidas (ONU)</a>, decidiu transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids, para reforçar a solidariedade, a tolerância e a compreensão em relação às pessoas infectadas pelo HIV.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/area/2/cidadao.html" target="_blank">Ministério da Saúde</a></em></p>
</blockquote>
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		<title>Entrevista coletiva do ministro Alexandre Padilha sobre SUS e tratamento do câncer</title>
		<link>http://mariafro.com/2011/10/31/entrevista-coletiva-do-ministro-alexandre-padilha-sobre-sus-e-tratamento-do-cancer/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 22:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariafro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A forma transparente e corajosa que o ex-presidente Lula está enfrentando a doença pode contribuir para que as pessoas lidem com menos preconceito em relação ao câncer, cujo medo faz com que muitos sequer consigam pronunciar a palavra. SUS realiza 30 milhões de procedimentos para tratamento do câncer por ano, diz ministro da Saúde Do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">A forma transparente e corajosa que o ex-presidente Lula está enfrentando a doença pode contribuir para que as pessoas lidem com menos preconceito em relação ao câncer, cujo medo faz com que muitos sequer consigam pronunciar a palavra.</span><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/3qxk4zvLUvs" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>SUS realiza 30 milhões de procedimentos para tratamento do câncer por ano, diz ministro da Saúde</strong><br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Do <a href="http://blog.planalto.gov.br/sus-realiza-30-milhoes-de-procedimentos-para-tratamento-do-cancer-por-ano-diz-ministro-da-saude/" target="_blank">blog do Planalto</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">31/10/2011</p>
<p style="text-align: justify;">O Sistema Único de Saúde (SUS) realiza, por mês, 2 milhões de procedimentos para tratamento do câncer, informou hoje (31) o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo ele, é preciso superar o preconceito contra o câncer, que tem cura.</p>
<p style="text-align: justify;">“São 30 milhões de procedimentos oncológicos por ano no Sistema Único de Saúde. Várias pessoas estão tratando e curando o câncer. Tratar a doença ajuda as pessoas a perceber que é importante o diagnóstico precoce e enfrentar o preconceito contra o câncer. E a forma como o presidente Lula está lidando com o tratamento vai dar mais esta demonstração”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">O ex-presidente Lula recebeu no fim de semana o diagnóstico de câncer de laringe. Ele começou hoje o tratamento da doença com a primeira sessão de quimioterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">“O presidente, que já enfrentou tantos outros preconceitos, vai superar mais um.”</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o ministro da Saúde, apesar do aumento no número de cirurgias oncológicas realizadas pelo SUS, é preciso avançar mais para garantir o diagnóstico precoce e o tratamento adequado da doença, além de combater os fatores de risco, como o fumo, e promover os hábitos saudáveis.</p>
</blockquote>
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		<title>Fátima de Oliveira: bebês de provetas no Br, com a palavra a autoridade sanitária nacional</title>
		<link>http://mariafro.com/2011/05/24/fatima-de-oliveira-bebes-de-provetas-no-br-com-a-palavra-a-autoridade-sanitaria-nacional/</link>
		<comments>http://mariafro.com/2011/05/24/fatima-de-oliveira-bebes-de-provetas-no-br-com-a-palavra-a-autoridade-sanitaria-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 May 2011 21:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariafro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Regulamentação do “bebê de proveta” no Brasil Por Fátima Oliveira, em OTEMPO 24/95/2011 Diante dos descalabros divulgados sobre a fabricação de “bebês de proveta” no Brasil, setores ditos leigos que lidam com a temática aventam a imperiosa e urgente necessidade de uma norma técnica para definir limites para o setor público e privado. Fátima de Oliveira durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong> Regulamentação do “bebê de proveta” no Brasil</strong><br />
Por <strong>Fátima Oliveira</strong>, em <a href="http://www.otempo.com.br/"><strong>OTEMPO</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">24/95/2011</p>
<p style="text-align: justify;">Diante dos descalabros divulgados sobre a fabricação de “bebês de proveta” no Brasil, setores ditos leigos que lidam com a temática aventam a imperiosa e urgente necessidade de uma norma técnica para definir limites para o setor público e privado.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://picasaweb.google.com/lh/photo/nvv7cr5q5SEXUCPsgOePeBs6dBHaseRoDdRtepTVzI8?feat=embedwebsite"><img src="https://lh5.googleusercontent.com/_eYBPgnXGRSI/TdnB7xpoGiI/AAAAAAAAEEw/yn5AROIl-h0/s800/DSC05791.jpg" alt="" width="800" height="536" /></a><br />
Fátima de Oliveira durante a coletiva dos blogueiros com o ministro Alexandre Padilha</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Foi o que solicitei ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na entrevista coletiva com blogueiros, no último 21, em São Paulo, sobre a qual falarei outro dia; ele se comprometeu a estudar melhor o caso, mas, se for uma norma técnica o instrumento que melhor responderá à situação, ele a emitirá.</p>
<p style="text-align: justify;">Então vai emitir, pois, se não há uma lei e a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) é de caráter ético, é preciso algo que regule o setor das Novas Tecnologias Reprodutivas Conceptivas (NTRc). A única regulamentação é a Resolução CFM 1.358/1992, revogada 18 anos depois pela Resolução CFM 1957/2010, sobre a qual escrevi ” O bebê de proveta envolto ainda pelas neblinas de Siruiz”, no qual finalizo dizendo:<em>“Parafraseando Guimarães Rosa – ‘Eu quase nada sei, mas desconfio de muita coisa’-, repito: ‘A Reprodução Humana Assistida (RHA) é um campo minado de procedimentos experimentais e inseguros que, no Brasil, ainda é terra de ninguém. É abusivo que o Ministério da Saúde não tenha elaborado uma norma técnica sobre RHA até hoje’. É, ‘quem cala consente’!”</em> O TEMPO, 11.1.2011).</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Em 2005, o Ministério da Saúde, “considerando que a assistência em planejamento familiar deve incluir a oferta de todos os métodos e técnicas para a concepção e a anticoncepção, cientificamente aceitos, de acordo com a Lei nº 9.263, de 12 de janeiro de 1996, que regula o § 7º do artigo 226 da Constituição Federal, que trata do planejamento familiar”, emitiu a Portaria nº 426/GM (22.3.2005), que “institui, no âmbito do SUS, a Política Nacional de Atenção Integral em Reprodução Humana Assistida e dá outras providências”; e a Portaria nº 388 (6.7.2005), que determina a criação das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal de Atenção em Reprodução Humana Assistida. A Anvisa criou, em 12.5.2008, o Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio) para conhecer a produção de embriões humanos por fertilização in vitro que não foram transferidos.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>As duas portarias citadas só abordam os serviços da rede SUS. <strong>As clínicas privadas navegam num mar onde não existe oficialmente a terminologia “prestação de contas”</strong>.(grifos do Maria Frô) Com o intuito de regulamentar as NTRc, foram apresentados vários projetos de lei, na Câmara e no Senado, focados na Resolução CFM 1.358/92, acrescidos do “olhar do autor”. O mais debatido deles, o Projeto de Lei nº 90/99, do senador Lúcio Alcântara, junto ao seu substitutivo, o Projeto de Lei nº 1.184/03, do senador Roberto Requião, em tramitação, hoje está em desacordo com a Resolução CFM, sobretudo no que se refere a quem pode ou não acessar as NTRc.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>É imoral calar diante de procedimentos médicos experimentais e inseguros e dos crimes cometidos em nome da ciência. O instrumento mais adequado no momento para cercear e reduzir danos nas NTRc é a norma técnica, cuja definição internacionalmente aceita é “<em>um documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido que fornece, para uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características para atividades ou para seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto”.</em></p>
<div style="text-align: justify;">Com a palavra, a autoridade sanitária nacional!</p></blockquote>
<p>________<br />
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		<title>Coletiva com o Ministro da Saúde ao vivo</title>
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		<pubDate>Sat, 21 May 2011 19:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariafro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns leitores reclamaram que no Chrome o vídeo estava travando o micro. No firefox funciona perfeitamente. Os primeiros 50 minutos são de testes da câmara, a entrevista propriamente dita começa por volta dos 54:00 minutos, role na barra inferior até este ponto. Publicidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Alguns leitores reclamaram que no Chrome o vídeo estava travando o micro. No firefox funciona perfeitamente.</span><br />
<span style="color: #800000;"> Os primeiros 50 minutos são de testes da câmara, a entrevista propriamente dita começa por volta dos 54:00 minutos, role na barra inferior até este ponto.</span><br />
<a href="https://picasaweb.google.com/lh/photo/7g1OOx8lcx9FiJBNYgECG5ooXfxdLmMoe6WayfmF6s4?feat=embedwebsite"><img src="https://lh6.googleusercontent.com/_eYBPgnXGRSI/Tdgo_xhiV5I/AAAAAAAAEBM/qevDx2ZzHZ4/s800/008.JPG" alt="" width="800" height="600" /></a><br />
<object id="twitcamPlayer" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="265"><param name="movie" value="http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=4zb8x" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="window" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="265" src="http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=4zb8x" name="twitcamPlayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" bgcolor="#ffffff" wmode="window"></embed></object></p>
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		<title>Hoje, 17H entrevista com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha</title>
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		<pubDate>Sat, 21 May 2011 18:41:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O blog Maria Frô já participou de uma entrevista coletiva com o ministro Alexandre Padilha, durante o governo Lula, quando @padilhando era ministro das Relações Instittucionais, veja aqui. Hoje, mais uma vez, Padilha dará uma entrevista coletiva aos blogueiros, desta vez a pauta será a saúde pública, já que no governo Dilma, Alexandre Padilha ocupa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">O blog Maria Frô já participou de uma <strong><a href="http://mariafro.com.br/wordpress/2010/09/19/na-varanda-com-o-ministro-padilhando/" target="_blank">entrevista coletiva com o ministro Alexandre Padilha</a></strong>, durante o governo Lula, quando @padilhando era ministro das Relações Instittucionais, veja aqui.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Hoje, mais uma vez, Padilha dará uma entrevista coletiva aos blogueiros, desta vez a pauta será a saúde pública, já que no governo Dilma, Alexandre Padilha ocupa o Ministério da Saúde.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Você pode acompanhar a partir das 17h, o ministro Alexandre Padilha na coletiva com blogueiros. Pelo Twitter do @minsaude e pela tag: #msredes</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Até o momento confirmaram participação na coletiva: Conceição Lemes, Conceição Oliveira, Renato Rovai, Eduardo Guimarães, Mario Lobatto,Igor Felippe, Nilton Vianna, Ricardo Negrão, Tica Moreno, Fátima Oliveira, Cynthia Semiramis, Alexandre Porto e Jéssica Macedo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Resumo dos principais programas e iniciativas lançadas pelo Ministério da Saúde desde janeiro de 2011. Saiba mais no <strong><a href="http://www.saude.gov.br" target="_blank">Portal Saúde</a>.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"> <strong>Saúde Não Tem Preço</strong> &#8211; O Aqui Tem Farmácia Popular lançado no dia 14 de fevereiro, subsidia 100% do valor dos medicamentos para hipertensão e diabetes. Na comparação entre o mês de janeiro (antes da gratuidade) e o de março (após a gratuidade) foi registrado um crescimento de 99% na distribuição de medicamentos para hipertensão e de 74% para diabetes.</span><br />
<span style="color: #800000;"> O Ministério da Saúde vem adotando medidas para a ampliação e fortalecimento nos mecanismos de controle e transparência do programa. Com a ampliação do programa Farmácia Popular e o lançamento do Saúde Não Tem Preço, foram tomadas as medidas para aumentar a segurança do programa: blindagem das transações eletrônicas; o cupom vinculado; o cadastro dos vendedores; e o cruzamento de dados do Sistema de Óbito do Ministério da Previdência – SISOBI. Essas medidas entraram em operação no dia 4 de maio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>Rede Cegonha</strong> – É composta por um conjunto de medidas para garantir a todas as brasileiras, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), atendimento adequado, seguro e humanizado desde a confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal e o parto, até os dois primeiros anos de vida do bebê.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Inicialmente, o cronograma de implantação da rede priorizará as regiões da Amazônia Legal e Nordeste – que têm os mais altos índices de mortalidade materna e infantil – e as regiões metropolitanas, envolvendo a maior concentração de gestantes. A Rede Cegonha contará com R$ 9,397 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde para investimentos até 2014.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>Fortalecimento da rede de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de mama e do câncer de colo de útero</strong> &#8211; A meta do Ministério da Saúde, executor do programa, é ampliar, com qualidade, a oferta do rastreamento do câncer de colo do útero, a detecção precoce do câncer de mama e o tratamento dos casos identificados.</span><br />
<span style="color: #800000;"> Estão previstos investimentos de R$ 4,5 bilhões ao longo dos próximos quatro anos. Os recursos, que compõem a Política Nacional de Atenção Oncológica, serão aplicados no fortalecimento da atenção primária e da rede ambulatorial e hospitalar e em campanhas de informação e conscientização à sociedade.</span><br />
<span style="color: #800000;"> Estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta que, neste ano, o Brasil terá aproximadamente 18,5 mil novos casos de câncer de colo do útero e 49,2 mil de câncer de mama.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>Vigitel</strong> &#8211; Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial era de 23,3%, em 2010. O mesmo estudo, feito com entrevistas a 54.339 adultos nas 26 capitais e no DF, mostrou que nos últimos cinco anos, a proporção de fumantes na população geral caiu de 16,2% para 15,1%, com redução mais expressiva entre os homens. Uso abusivo de bebida alcoólica aumentou entre as mulheres, de 8,2% para 10,6%. Mostra, ainda, que quase metade da população adulta (48,1%) está acima do peso e 15% são obesos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>Melhoria de gestão</strong> &#8211; Desde janeiro, o Ministério da Saúde tem adotado medidas para aperfeiçoar os mecanismos de controle e transparência dos recursos do SUS. Entre elas:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>Mudança na ouvidoria do SUS</strong>: Para estimular o acesso da população à Ouvidoria do SUS, o número do telefone mudou de 0800 61 1997 para 136, de mais fácil memorização.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>Atualização no cadastro dos estabelecimentos do SUS</strong>: O Ministério da Saúde promoveu revisão e atualização do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), com o objetivo de corrigir inconsistências, especialmente no que diz respeito ao grande número de profissionais com excesso de contratos de trabalho.</span><br />
<span style="color: #800000;"> Indicadores de qualidade: Desde abril, está em consulta pública modelo de implantação de indicadores para mensurar a qualidade do acesso à saúde em todo o país.</span></p>
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		<title>Zé de Abreu e a campanha contra a dengue na TV</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 14:10:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em primeira mão, a campanha do Ministério da Saúde contra a dengue que vai ao ar na tevê hoje a noite. O ator José de Abreu não cobrou cachê. Grande, Zé!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Em primeira mão, a campanha do Ministério da Saúde contra a dengue que vai ao ar na tevê hoje a noite. O ator José de Abreu não cobrou cachê. Grande, Zé!</span></p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="480" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/B-NrxGtDiCo" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
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		<title>Violência doméstica e sexual: profissionais da saúde e educação atenção!</title>
		<link>http://mariafro.com/2011/01/26/violencia-domestica-e-sexual-profissionais-da-saude-e-educacao-atencao/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 21:53:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Violência doméstica e sexual passam a ter notificação obrigatória Por: Christina Machado e Alex Rodrigues, Agência Brasil, via blog Gênero, Raça e Etnia 26/01/2011 (Brasília, 26/01/2011) – A partir de hoje (26), os profissionais de saúde e de estabelecimentos públicos de ensino estão obrigados a notificar as secretarias municipais ou estaduais de Saúde sobre qualquer caso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Violência doméstica e sexual passam a ter notificação obrigatória</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por:<strong> <em>Christina Machado e Alex Rodrigues, </em></strong><em><a style="font-weight: bold;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/ultimasnoticias?p_p_id=56&amp;p_p_lifecycle=0&amp;p_p_state=maximized&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-1&amp;p_p_col_count=1&amp;_56_groupId=19523&amp;_56_articleId=3174542"> Agência Brasil</a><strong>,</strong> via </em>blog<strong> <a href="http://www.generoracaetnia.org.br/pt/noticias/item/471-26/01/2011-sa%C3%BAde-inclui-viol%C3%AAncia-dom%C3%A9stica-e-sexual-na-lista-de-agravos-de-notifica%C3%A7%C3%A3o-obrigat%C3%B3ria.html" target="_blank">Gênero, Raça e Etnia</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">26/01/2011</p>
<p style="text-align: justify;">(Brasília, 26/01/2011) – A partir de hoje (26), os profissionais de saúde e de estabelecimentos públicos de ensino estão obrigados a notificar as secretarias municipais ou estaduais de Saúde sobre qualquer caso de violência doméstica ou sexual que atenderem ou identificarem. A obrigatoriedade consta da Portaria nº 104 do Ministério da Saúde, publicada hoje (26), no<em>Diário Oficial da União</em> &#8211; texto legal com o qual o ministério amplia a relação de doenças e agravos de notificação obrigatória.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Atualizada pela última vez em setembro de 2010, a Lista de Notificação Compulsória (LNC) é composta por doenças, agravos e eventos selecionados de acordo com critérios de magnitude, potencial de disseminação, transcendência, vulnerabilidade, disponibilidade de medidas de controle e compromissos internacionais com programas de erradicação, entre outros fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com a inclusão dos casos de violência doméstica, sexual e outras formas de violência, a relação passa a contar com 45 itens. Embora não trate especificamente da violência contra as mulheres, o texto automaticamente remete a casos de estupro e agressão física, dos quais elas são as maiores vítimas. A Lei 10.778, de 2003, no entanto, já estabelecia a obrigatoriedade de notificação de casos de violência contra mulheres atendidas em serviços de saúde públicos ou privados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Responsável pelas delegacias da Mulher de todo o estado de São Paulo, a delegada Márcia Salgado acredita que a notificação obrigatória dos casos de violência, principalmente sexual, vai possibilitar o acesso das autoridades responsáveis por ações de combate à violência contra a mulher a números mais realistas do problema. De acordo com ela, os casos de agressão contra a mulher não tinham que ser obrigatoriamente notificados à autoridade policial.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;A lei determina que cabe à vítima ou ao seu representante legal tomar a iniciativa de comunicar a polícia. No momento em que isso passa a ser de notificação compulsória e a equipe médica tem que informar a autoridade de Saúde, fica mais fácil termos um número mais próximo da realidade&#8221;, disse a delegada à <strong>Agência Brasil</strong>, destacando a importância de que a privacidade das vítimas de violência, principalmente sexual, seja preservada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Já o presidente do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal, Marcos Gutemberg Fialho da Costa, destaca que as notificações de doenças e agravos sempre incluem o nome do paciente e que a responsabilidade pela preservação da privacidade das vítimas de violência será das secretarias de Saúde e dos responsáveis pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ginecologista, Fialho confirma que, até hoje, os médicos e profissionais de saúde só denunciavam os casos de violência com a concordância dos pacientes, a não ser em casos envolvendo crianças e adolescentes, quando, na maioria das vezes, o Conselho Tutelar era acionado. Para o médico, a inclusão da agressão à integridade física na lista de notificações obrigatórias é um avanço, mas o texto terá que ficar muito claro, já que o tema violência contra a mulher ainda suscita muita polêmica, e cada profissional terá que usar de bom senso, analisando caso a caso, para não cometer injustiças e também não se sujeitar a sofrer processos administrativo e disciplinar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Segundo o Ministério da Saúde, a atualização da lista ocorre por causa de  mudanças no perfil epidemiológico e do surgimento de novas doenças e também da descoberta de novas técnicas para monitoramento das já existentes, cujo registro adequado permite um melhor controle epidemiológico. Na última atualização haviam sido acrescentados à lista os acidentes com animais peçonhentos, atendimento antirrábico, intoxicações por substâncias químicas e síndrome do corrimento uretral masculino.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A Portaria nº 104 também torna obrigatória a notificação, em 24 horas, de todos os casos graves de dengue e das mortes por causa da doença às secretarias municipais e estaduais de Saúde. Também devem ser comunicados todos os casos de dengue tipo 4. As secretarias, por sua vez, devem notificar as ocorrências ao Ministério da Saúde.</p>
</blockquote>
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		<title>Álcool está relacionado a 30% dos casos de violência doméstica e sexual</title>
		<link>http://mariafro.com/2010/12/26/alcool-esta-relacionado-a-30-dos-casos-de-violencia-domestica-e-sexual/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 20:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariafro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Álcool está associado a 30% dos casos de violência doméstica e sexual contra mulheres Do Portal da Saúde do Ministério da Saúde 20/12/2010 Residência foi o local da agressão em 62% dos casos e 40% das vítimas já tinham sido agredidas antes Dados inéditos do Ministério da Saúde mostram que a suspeita de ingestão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Álcool está associado a 30% dos casos de violência doméstica e sexual contra mulheres</strong></p>
<p>Do <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&amp;id_area=124&amp;CO_NOTICIA=12028" target="_blank"><strong>Portal da Saúde do Ministério da Saúde</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">20/12/2010<br />
<em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Residência foi o local da agressão em 62% dos casos e 40% das vítimas já tinham sido agredidas antes</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em>Dados inéditos do Ministério da Saúde mostram que a suspeita de ingestão de bebida alcoólica por parte do provável agressor foi relatada por 30,3% das mulheres vítimas de violências doméstica, sexuais e outras violências, durante todo o ano de 2008. Em 62,7% dos casos de violência contra mulheres, a agressão ocorreu em residência e 39,7% delas afirmaram já terem sido agredidas anteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;">Do total de 8.766 vítimas atendidas em unidades de referência, 6.236 foram do sexo feminino (71,1%), incluindo crianças, adolescentes e pessoas idosas. Mulheres casadas ou que viviam em união estável representaram 25,6% das vítimas, enquanto que as solteiras responderam por 38,7% dos registros.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados são do Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA), estudo realizado em serviços de referência para atendimento de vítimas de violência doméstica, sexual e outras violências, em 18 municípios de 14 estados. Entre as vítimas do sexo feminino, os casos se concentraram em adolescentes e jovens na faixa dos 10 aos 19 anos (28,8%), crianças de 0 a 9 anos (21%) e mulheres dos 20 aos 29 (19,9%) e dos 30 aos 39 anos (13,9%). As menores concentrações foram identificadas nas faixas etárias de 40 a 49 (7,8%), 60 anos ou mais (4,3%) e de 50 a 59 (3,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">“O estudo permite ao Ministério da Saúde, aos estados e aos municípios traçar o perfil das vítimas e dos autores das agressões, para subsidiar ações de enfrentamento a esses problemas, por meio de políticas públicas de prevenção e de promoção da saúde e da cultura de paz”, avalia Marta Silva, coordenadora da área técnica de Vigilância e Prevenção de Violências e Acidentes do Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AUTORIA E LOCAL</strong> – Homens foram responsáveis por 70,3% dos casos de violência sexual, doméstica e outras violências contra mulheres. Os agressores foram parceiros com quem elas mantinham relação estável/cônjuge (18,7%), ex-cônjuge (6%), namorado (2,4%) e ex-namorado (2%), o que revela a violência doméstica.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 14,2% dos casos, a violência foi praticada pelos pais, o que também evidencia a violência doméstica ou intrafamiliar. Pessoas desconhecidas (13,5%) e amigos (13,3%) também figuram entre os principais prováveis agressores, segundo relatos das vítimas.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois da residência, a escola foi o segundo local de ocorrência mais relatado (11%) de violências contra mulheres, porém com percentual menor do que as fichas sem informação (21%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VIOLÊNCIA CONTRA HOMENS</strong> – Das 8.766 vítimas de violência sexual, doméstica e outras violências atendidas em unidades de referência, 2.530 (28,9%) foram homens, no ano de 2008. Entre eles, 30,2% tinham de 0 a 9 anos; 23,4% eram adolescentes entre 10 e 19 anos; e 16,8% tinham entre 20 e 29 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A suspeita do uso de álcool por parte do agressor foi relatada por 27,7% dos homens atendidos nos serviços de referência. Em 56,6% dos casos, o agressor foi outro homem. Os principais autores das agressões foram amigos (15,7%), desconhecidos (16%) e os pais (23,4%) – o que também revela a violência doméstica.</p>
<p style="text-align: justify;">A casa foi o local da violência em 44,5% dos casos, enquanto 20% ocorreram na escola. Em 24,1% dos registros, não havia informação sobre o local onde aconteceu a violência contra os homens. A chamada violência de repetição, quando a vítima é agredida mais de uma vez, foi observada em 26,3% dos homens atendidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TIPOS DE VIOLÊNCIA</strong> – A violência física foi a principal causa de atendimento (55,8%), sendo 52% em pessoas do sexo feminino e 65,1% no sexo masculino. A violência psicológica ou moral foi responsável por 41,2% dos casos – 49,5% em mulheres e 20,8% em homens.</p>
<p style="text-align: justify;">A violência sexual foi responsável por 31,7% dos casos (39% em mulheres e 13,9% em homens). Negligência/abandono foi registrado em 13,6% do total de atendimentos (11,1% no sexo feminino e 19,6% no masculino). No entanto, em 39,3% dos atendimentos não se verificou nenhuma lesão física.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ESCOLARIDADE</strong> – Quanto à escolaridade, considerando o total de pessoas atendidas que sofreram violências, 24,5% das pessoas declararam ter entre 5 e 8 anos de estudo; 21% tinham de 0 a 4 anos de estudo; e 16%, de 9 a 11 anos de frequência na escola.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RAÇA E COR</strong> – A análise mostra que 4.026 pessoas (45,9%) declararam ser de cor branca e 3.132 (35,7%), de cor parda. As pessoas que se declararam de cor da pele parda e preta, que representam os negros, totalizaram 43,6% das vítimas de violências. As menores proporções foram encontradas entre amarelos e indígenas (0,6%, cada). As fichas sem informação somam 9,3%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ENCAMINHAMENTOS</strong> – As mulheres foram encaminhadas para os Conselhos Tutelares em 30,8% dos atendimentos e em 25,6% para Delegacia Especializada da Mulher. Quanto ao encaminhamento dos homens, 29,9% foram para os Conselhos Tutelares e em 20% para outras delegacias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AÇÕES DO MINISTÉRIO</strong> – Para estimular o enfrentamento dos acidentes e violências, o Ministério da Saúde vem desenvolvendo, junto com as Secretarias de Saúde de estados, de municípios e do Distrito Federal, ações que seguem as Políticas Nacionais de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências e de Promoção da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Destaque para os Núcleos de Prevenção de Violências e Promoção da Saúde, presentes em 450 municípios, de todos os estados, com investimento anual de R$ 34 milhões. Eles têm papel fundamental na articulação e implementação de redes de atenção e proteção às vítimas de violência e suas famílias. Desenvolvidas em parceria com outros setores, como assistência social, educação, direitos humanos e segurança pública, as ações são voltadas para a prevenção das violências (incluindo a doméstica e a sexual) priorizando crianças, adolescentes, jovens, mulheres e idosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Também são importantes as ações de prevenção do Programa Saúde nas Escolas – uma parceria entre os Ministérios da Saúde e da Educação, presente em 2.549 municípios, em todos os estados. Em 2009 e 2010, foram investidos R$ 93,6 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra iniciativa é a parceria com o Ministério da Justiça, por meio do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), em articulação com as Unidades de Saúde da Família, e da Campanha Nacional do Desarmamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A redução do uso abusivo de álcool e outras drogas também tem sido uma prioridade no setor saúde para a prevenção das violências, por meio de medidas de educação permanente, campanhas, acesso a tratamento de dependentes e medidas de fiscalização e controle, definidas na Política Nacional sobre o Álcool, em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e o Ministério da Justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa área, também se destaca o Plano Emergencial de Ampliação do Acesso ao Tratamento e Prevenção em Álcool e outras Drogas (PEAD 2009-2010), elaborado pelos Ministérios da Saúde e da Justiça e pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.</p>
<p style="text-align: justify;">“Todas essas ações são desenvolvidas em articulação com outros setores do governo, organizações não-governamentais e setor privado, seja por meio de campanhas que busquem a promoção de comportamentos, hábitos e ambientes seguros e saudáveis, bem como a mobilização e participação da sociedade”, comenta Marta Silva.</p>
<p>Para visualizar as tabelas da reportagem, clique <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&amp;id_area=124&amp;CO_NOTICIA=12028" target="_blank"><strong>aqui</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caracterização dos atendimentos por violência doméstica, sexual e outras violências por sexo. Municípios selecionados – Brasil, 2008.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caracterização  das vítimas de violência doméstica, sexual e outras violências por  sexo. Municípios selecionados – Brasil, 2008.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caracterização do provável autor da agressão a vítimas de violência  doméstica, sexual e outras violências, por sexo. Municípios selecionados  – Brasil, 2008.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:  Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Sistema de  Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA).</p>
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