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Porque Santander quer eleger Aécio: Dilma Rousseff: “Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor”

julho 27th, 2014 by mariafro
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Os banqueiros, rentistas e todos aqueles que como vampiros sugam a economia produtiva com sua política de juros votam em Aécio, o candidato da lógica perversa, o candidato que via Armínio Fraga afirma que o salário mínimo está muito alto, que quer nos ver de novo como na época de FHC com taxas altas de desemprego e devendo ao FMI, submisso à política dos Estados Unidos.
Além do Santander outras empresas continuam cometendo crimes eleitorais. Espero que não apenas o comitê de campanha de Dilma tome providências como o Banco Central

Por Arnaldo Ferreira Marques em seu Facebook

“Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra, com presteza e honestidade, os seus compromisso” (Dilma Rousseff em discurso oficial no 1/05/2012)

Estranhou a carta do Santander contra Dilma?


Carta do Santander enviada a seus correntistas milionários

É porque você não lembra dessa fala oficial da presidenta que comemorava o 1º de maio de 2012.

Entenda então.

Por que com uma inflação de menos de 7% ao ano temos de pagar juros de cheque especial de 8 ou 9% AO MÊS?

No exterior, juros bancários são mínimos. Mínimos.

Esse discurso marcou o fim das boas relações entre o noticiário econômico e o governo federal. Depois disso, só porrada, manipulação.

Antes disso, o jogo sujo limitava-se basicamente ao noticiário político.

“O trabalhador tem o direito de usufruir tudo que o seu país produz”, diz Dilma Rousseff

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (30), em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, que todo trabalhador tem o direito de usufruir de tudo que o seu país produz. Na véspera do feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador, a presidenta Dilma disse que não quer ser apenas a presidenta que cuida do desenvolvimento do país, mas ser a que cuida, especialmente, do desenvolvimento das pessoas.

“Não quero ser a presidenta que cuida apenas do desenvolvimento do país, mas aquela que cuida, em especial, do desenvolvimento das pessoas. Cuidar do desenvolvimento das pessoas significa lutar por uma saúde melhor para os brasileiros pobres e de classe média; significa prover educação de qualidade em todos os níveis. (…) Cuidar do desenvolvimento das pessoas significa lutar incessantemente para acabar a pobreza extrema em todas as regiões do país; significa enxergar o trabalhador como cidadão e, por isso, pleno de direitos civis; enxergá-lo também como consumidor, com condição de comprar todos os bens e serviços que sua família precise para viver de maneira cômoda e feliz”.

Dilma Rousseff iniciou o pronunciamento oficial enfatizando que 1º de Maio “é um bom dia para refletirmos sobre uma verdade nem sempre lembrada”, disse ela. E completou: “tudo que um país produz é fruto do esforço do trabalhador e, por isso, todo trabalhador tem o direito de usufruir de tudo que o seu país produz”.

“Para usufruir cada vez mais da riqueza do Brasil, o trabalhador brasileiro precisa de melhores empregos, de salário digno, educação de qualidade e formação profissional adequada às necessidades do mundo moderno. Para garantir esses direitos do trabalhador, o país necessita consolidar seu crescimento, equilibrar sua economia, diminuir as desigualdades, proteger sua indústria e sua agricultura, desenvolver novas tecnologias e ser, cada vez mais, competitivo e soberano no mundo”.

Durante o pronunciamento, a presidenta lembrou que o esforço do governo em reduzir os juros faz parte da luta de proporcionar às famílias brasileiras condições dignas de consumo.

“A economia brasileira só será plenamente competitiva quando nossas taxas de juros, seja para o produtor, seja para o consumidor, se igualarem às taxas praticadas no mercado internacional. Quando atingirmos este patamar, nossos produtores vão poder produzir e vender melhor, e nossos consumidores vão poder comprar mais e pagar com mais tranquilidade”.

A presidenta Dilma enfatizou que é inadmissível que o Brasil, “que tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo”. Segundo destacou, “o Brasil de hoje não justifica isso. Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra, com presteza e honestidade, os seus compromissos”.

Durante o pronunciamento, a presidenta Dilma disse também que é preciso encontrar mecanismos que permitam diminuição dos impostos para produtores e para consumidores, além de uma taxa de câmbio que possibilite a defenda da indústria e da agricultura brasileiras.

“Para que o nosso país tenha uma economia mais forte é preciso, ainda, que encontremos mecanismos que permitam uma diminuição equilibrada dos impostos para produtores e para consumidores. E também que tenhamos uma taxa de câmbio que defenda nossa indústria e nossa agricultura, em suma, os nossos empregos, e que o governo utilize os recursos públicos, sempre de forma eficiente e honesta, para que a população sinta, da forma mais efetiva possível, o bom retorno do imposto que paga”.

Dilma Rousseff enfatizou ainda que seu governo não deixará de cobrar que todos façam sua parte para o crescimento do Brasil e de todos os brasileiros. “Garanto às trabalhadoras e aos trabalhadores brasileiros que vamos continuar buscando meios de baixar impostos, de combater os malfeitos e os malfeitores e, cada vez mais, estimular as coisas bem-feitas e as pessoas honestas de nosso país”, disse.

Fonte: Blog do Planalto

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Trio parada dura – Aécio, Serra e Alckmin- vive mico atrás de mico em campanha

julho 27th, 2014 by mariafro
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Acho que este trio deveria agradecer encontrar o parque vazio, se eu estivesse no parque eles iriam ouvir tudo que penso deles. Eu interpelaria  o atual governador tucano sobre a diminuição do efetivo da polícia civil que perdeu mais de 4 mil homens enquanto ele aumenta a repressão da PM nas manifestações e periferias do estado e, como mais uma paulista sem água nas torneiras, perguntaria a ele e Serra que sucatearam a Sabesp se eles não tem vergonha na cara de serem tão incompetentes e nos fazer penar tanto também nos trens e metrôs sucateados na corrupção do #propinoduto tucano, perguntaria porque eles não usam a linha vermelha e trens da CPT e finalmente, perguntaria sobre os recursos do governo federal dado ao governo do estado e não repassados à Santa Casa. Enfim eu teria muito a dizer aos privateiros da coisa pública.

Aécio muda itinerário após visitar parque vazio em SP

Por Pedro Venceslau e Luís Lima YAHOO

26/07/2014
Aécio muda itinerário após visitar parque vazio em SP
Aécio muda itinerário após visitar parque vazio em SP

O candidato à Presidência pelo PSDB, senador Aécio Neves, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o candidato ao Senado José Serra (PSDB) enfrentaram uma saia-justa neste sábado, 26, em ato de campanha na capital paulista.

Aécio muda itinerário após visitar parque vazio em SP
Aécio muda itinerário após visitar parque vazio em SP

O trio se encontrou no Parque da Juventude, na zona norte, local onde funcionou o antigo presídio do Carandiru, para fazer uma caminhada e registrar imagens com potenciais eleitores para o programa eleitoral. Mas encontraram o parque completamente vazio.

A situação ficou pior quando começou a chover. Entre os poucos eleitores que encontraram no local estava um grupo de jovens que jogava futebol em uma das quadras. À distância, os adolescentes pediram aos tucanos a legalização das drogas. O senador Aécio Neves não entendeu o que os garotos gritavam e apenas sorriu.

Em outro momento, uma professora da rede estadual de Ensino, Amabile Lopes, de 28 anos, aproximou-se de Alckmin e fez um agradecimento. O governador virou-se e estendeu a mão para a moça, que disse: “Muito obrigada por ter sido demitida na última sexta-feira”.

O tucano, então, afirmou não haver demitido ninguém. “Quem demitiu foi a Secretaria”, disse o governador. Antes de ir embora, disse à professora que iria ver o que tinha acontecido.

Alckmin, Serra e Aécio discutiram, então, uma outra alternativa para fazer campanha neste sábado chuvoso em São Paulo. Cogitaram ir até o Mercado Municipal, na região central, para comer sanduíche de mortadela,  mas acabaram decidindo ir para Itaquera, na Feira Tecnológica da Zona Leste.

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Pesquisador Marcelo Andrade responde aos críticos do Bolsa Família: “Sou o mais vagabundo”

julho 27th, 2014 by mariafro
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Para aqueles que vivem repetindo a desinformação preconceituosa dos tucanos, que não sai da boca do “senador alemão” Álvaro Dias ‘bolsa família estimula a preguiça’, as contas do professor- pesquisador Marcelo Andrade da Puc-Rio de Janeiro

EU SOU MAIS UM VAGABUNDO.
Por: Marcelo Andrade 

Foto de Marcelo Andrade.

Queria lhe dizer que eu sou mais um vagabundo que recebeu e recebe bolsa do governo. Em valores corrigidos e/ou equivalentes, minha vagabundagem é mais ou menos esta:

- 2 anos de Bolsa de Iniciação Científica (24 x 400,00 = 9.600,00).
Foto de Marcelo Andrade.
- 2 anos de Bolsa de Aperfeiçoamento em Pesquisa (24 x 550,00 = 13.200,00).

- 2 anos de Bolsa de Mestrado (24 x 1.500,00 = 36.000,00).
Foto de Marcelo Andrade.
- 2 anos de Bolsa de Doutorado no País (24 x 2.200,00 = 52.800,00).

- 2 anos de Taxa de Bancada de Doutorado no País (24 x 394,00 = 9.456,00).

- 1 ano de Bolsa de Doutorado Faperj Nota 10 (12 x 3.050,00 = 36.600,00).

- 1 ano de Bolsa de Doutorado no Exterior (13 x 4.160,00 (1.300 Euros) = 54.080,00), sim eles pagam uma mensalidade a mais para instalação.
Foto de Marcelo Andrade.
- 2 anos de Bolsa de Produtividade em Pesquisa (24 x 1.100,00= 26.400,00).

- 3 anos de Bolsa Jovem Cientista – Faperj (36 x 2.100,00 = 75.600,00).

TOTAL DO QUE “MAMEI” NAS TETAS DO GOVERNO = 313.736,00.

Em 20 anos, são aproximadamente 1.307,24 por mês e, na verdade, nunca me chamaram de vagabundo.

“Ah, mas era para você estudar!”

O Bolsa Família exige que as crianças estejam matriculadas e frequentando a escola.

“Ah, mas foi um investimento para formar um pesquisador!”

O Bolsa Família vem diminuindo os níveis de analfabetismo. Criança que não lê e não termina o ensino fundamental, nunca poderá pensar em ser pesquisador.

“Ah, mas era para você gastar em pesquisa, gerar conhecimento!”

Com exceção da Bolsa Jovem Cientista, eu nunca tive que comprovar em que gastei o dinheiro. Tive que apresentar os trabalhos finais (dissertação, tese, relatórios de pesquisa). Mas, eu poderia, inclusive, gastar com “sexo, drogas e rock’n roll”, ao contrário do Bolsa Família que o cartão magnético não pode ser usado com cigarros, bebidas alcoólicas, entre outros itens.

“Ah, mas você é um cara que tem consciência, soube aproveitar as oportunidades”
…. [devo responder?]

E para encerrar, nunca pediram minha caderneta de vacinação, ou seja, eu (e milhares de outros) pude receber as bolsas de estudo como um investimento para o país e se quisesse poderia lascar (para não falar palavra feia) com a minha saúde, o que seria um desperdício de dinheiro público.

CANSEI DE EXPLICAR QUE INVESTIMENTO QUE EXIGE COMO CONTRAPARTIDA MAIS EDUCAÇÃO E CUIDADO COM A SAÚDE DAS CRIANÇAS NÃO GERA VAGABUNDOS. SE GERA, SOU UM DELES.

Se alguém tiver dúvidas eu posso desenhar ou apresentar uma lista de intelectuais de todas as cores políticas que bradam contra o Bolsa Família, mas recebem/ram valores mais generosos que os meus.

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Marina deveria se sentir constrangida bem antes de seu partido se aliar com tucanos

julho 26th, 2014 by mariafro
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Marina deveria se sentir constrangida bem antes, precisamente quando não conseguindo registrar seu partido aceitou ser vice de Dudu e participar da coligação de Jorge Bornhausen, ela que tanto critica alianças do PT está coligada com o que há de mais reacionário na política brasileira.

Talvez isso explique o silêncio da ambientalista Marina diante do sucateamento da Sabesp feita pelos tucanos em São Paulo e o escandaloso racionamento que vivemos.

Campos constrange Marina e diz que aceita fazer campanha com Geraldo Alckmin

Por Wanderley Preite Sobrinho, Último Segundo
26/07/2014

Ao lado da vice, candidato do PSB disse que campanha com governador é “natural”, embora o PSDB tenha candidato próprio e Marina rejeite a aliança

Ao lado de uma Marina Silva visivelmente constrangida, o candidato do PSB à Presidência Eduardo Campos aceitou fazer campanha ao lado do governador de São Paulo e candidato à reeleição Geraldo Alckmin (PSDB). Marina, vice de Campos, já afirmou que não sobe no mesmo palanque que o tucano, cujo partido tem seu próprio candidato a presidente, o senador mineiro Aécio Neves.

A admissão foi feita durante entrevista coletiva na madrugada de sexta para sábado (26) em São Paulo logo depois de um evento que lançou, pelo partido de Campos, a candidatura de dez aliados de Marina ao Legislativo.


Assista a declaração de Eduardo Campos aqui

A declaração do candidato foi uma resposta a Alckmin, que na última quinta-feira (23) afirmou que estaria ao lado de Campos se fosse convidado, apesar de o PSDB ter lançado a candidatura de Aécio ao Planalto. “Se ele [Campos] convidar, terei a maior alegria [de fazer campanha com ele]. Eu tenho apreço pelo PSB e venho recomendando ao partido que ajude o nosso programa de governo”, disse o governador na ocasião.

As especulações sobre a aproximação de ambos ganhou força depois que o candidato do PSB inaugurou comitês eleitorais no interior paulista esta semana com material de campanha em que aparece ao lado do tucano.


Wanderley Preite Sobrinho/iG
Marina Silva e Eduardo Campos durante coletivo para o lançamento da candidatura de dez aliados de Marina ao Legislativo

Ao ser questionado sobre a disposição de Alckmin, Campos garantiu que ainda não conversou com o governador, mas sabia da declaração e não via “nada demais”. “Se tiver alguma atividade em algum lugar que apoie nós e a ele, que estejamos todos nessa atividade”, afirmou o candidato ao lado de Marina, que imediatamente desfez o sorriso. “Se tiver uma atividade, um prefeito, inauguração deu um comitê, uma atividade, não vejo nada demais. Uma coisa completamente tranquila.”

Quando Marina foi questionada sobre aquela declaração, Campos interrompeu a pergunta ao dizer que esse não era um assunto a ser discutido e culpou a imprensa por insistir. “Temos de discutir o Brasil, a economia do Brasil. Eu fico impressionado como é que a mídia insiste em fazer somente esse debate.”

Campos sobe?

Durante seu discurso em evento no bairro da Liberdade, centro de São Paulo, Marina comparou sua candidatura presidencial de 2010 à atual, de Campos, ao lembrar que ninguém acreditava que ela cresceria nas pesquisas. “Primeiro diziam que eu estava estacionada em 8%, depois que eu estava estacionada em 12%, depois em 15%, mas terminei com 20% dos votos.”

A candidata a vice disse que aposta todas as fichas no horário eleitoral gratuito. De acordo com o Ibope, Campos, como 8%, está em terceiro lugar na corrida pelo Planalto. Ele terá 1 minuto e 49 segundo de propaganda na TV, enquanto Aécio, segundo colocado, tem 22% das intenções e 4 minutos e 31 segundos na televisão, menos da metade dos 11 minutos e 48 segundos da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff, líder nas pesquisas com 38% das intenções de voto.

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